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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Você sabe o que é a Marcha das Vadias? Veja abaixo então!



Veja abaixo o que o próprio site https: (//marchadasvadiascwb.wordpress.com/conheca-a-marcha/porquevadias/) rotulado como das Vadias afirma acerca de si mesma: 
O movimento Marcha das Vadias surgiu no Canadá, batizado de Slutwalk. 
O movimento surgiu porque, em janeiro de 2011 na Universidade de York, um policial, falando sobre segurança e prevenção ao crime, afirmou que “as mulheres deveriam evitar se vestir como vadias, para não serem vítimas de ataque”. A reação de indignação foi imediata, pois esse pensamento transfere a culpa da agressão sexual para a vítima, insinuando que, de alguma forma, é a vítima que provoca o ataque.
No dia 03 de abril de 2011, na cidade de Toronto, aconteceu a primeira
Slutwalk, uma passeata pelo fim da culpabilização da vítima em casos de
agressão sexual. Aqui no Brasil organizou-se, no mês seguinte, a “Marcha das
Vadias”, movimento de enfrentamento à violência doméstica. Ao longo de 2011 diversas cidades brasileiras realizaram suas marchas e, em 2012, mais
de 20 cidades organizaram a primeira “Marcha Nacional das Vadias”.
Apesar da polêmica do nome, o movimento ganhou força, pois as
mulheres refletiram sobre os usos e o poder da palavra “vadia”. Há muito
tempo os homens têm usado a palavra “vadia” para justificar diferentes tipos de
agressão. Afirmam que apanhamos porque somos “vadias”, que merecemos
ser estupradas porque somos “vadias”. Que um decote ou uma minissaia
nos tornam “vadias”. O termo “vadia” oprime nossa sexualidade, pois nos torna um mero objeto de satisfação sexual.
Desta forma, usamos a força da polêmica da palavra “vadia” para
ressignificá-la. “Se ser livre é ser vadia, então somos todas vadias” tornou-
se o lema do movimento. A irreverência da reapropriação de uma palavra que
carrega uma conotação tão negativa sugere o caráter subversivo da marcha.
Estamos aqui para buscar a transformação do quadro de violência contra a
mulher e a polêmica nos dá força para chamarmos a atenção da população
brasileira para este problema histórico, que há tempos não recebe a devida
atenção do poder público.

Vivemos em uma sociedade que estimula a violência contra a mulher. Os
números da violência doméstica são alarmantes em todo o Brasil. As últimas
pesquisas publicadas revelam que o Brasil é o 7º país que mais mata mulheres
em todo o mundo. O Paraná é o 3º estado em número de feminicídios.
Essa é a nossa realidade e é para isso que queremos chamar a atenção.
Ao gritarmos: “Eu sou vadia, e você?” reafirmamos que agora “vadia” virou
sinônimo da mulher que luta e que não se cala diante da violência. É a nossa
força de reação e o nosso poder de mobilização. Nossos polêmicos corpos à
mostra escancaram a busca pelo fim da opressão. Chocamos a população?
Sim. Esse é o nosso propósito e o grande questionamento que levamos para
as ruas é: “Por que o termo vadia é mais chocante do que os números da
violência contra a mulher”?

SOMOS ESTRANGEIROS AQUI NA TERRA:

Aparentemente, o movimento “Marcha das Vadias” parece ser inofensivo, onde se busca os direitos da mulher e as reais reivindicações frente às agressões físicas e um embate de caráter pacífico.





Porém, em suas manifestações e passeatas, o que vemos é um grande desrespeito pelo Cristianismo, sobretudo, no que concerne ao âmbito católico! Basta vermos, por exemplo, em eventos como a Jornada Mundial da Juventude, onde saindo pelas ruas, os gritos de marcha foram em tom de deboche. Percebemos também que as reivindicações não são contra as agressões sofridas pelos homens e outras. Mas, uma defesa em aprovar leis contra a família, tais quais: a aprovação da legalização do aborto, a PL 122/2006: Homofobia (que na verdade é heterofobia, já que leis de desrespeito aos homossexuais já existem), etc.

O que realmente está por trás dessas reinvindicações é a artinhosa vontade de Simone de Beauvoir que condenou a sociedade patriarcal afirmando que se reduziu as mulheres à representação subalterna de um corpo, sexo e matriz. Segundo ela (1967, p.308), a mulher “foi engendrada na generalidade de seu corpo, não na singularidade de sua existência”.
Simone ainda afirmou que “não se nasce mulher, torna-se”. Isso traz de cheio o desejo satânico de implantação à Ideologia do gênero também em nosso país, embarcado pela LGBT.
Oremos pelo nosso país irmãos!


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