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segunda-feira, 27 de julho de 2015

* Vídeo imperdível: 40 anos de protestante, 12 de pastora. Testemunho de uma conversão pela intercessão de Maria.

Flavinho apresenta projeto de lei para ‘neutralizar’ tentativa de regulamentação do aborto


Flavinho discursa no plenário da Câmara. Foto: Gustavo Lima/Câmara dos Deputados
Flavinho discursa no plenário da Câmara. Foto: Gustavo Lima/Câmara dos Deputados
Texto é uma resposta ao projeto do deputado Jean Willys que pretende liberar a interrupção da gravidez até a 12ª semana; tema gera polêmica


Novo representante da bancada católica no Congresso Nacional, o deputado federal Flavinho (PSB) decidiu entrar oficialmente no polêmico debate sobre a possível regulamentação do aborto.
Ele apresentou no último dia 24 um projeto de lei que estabelece as políticas públicas no âmbito da saúde sexual e dos direitos reprodutivos.
Embora não preveja nenhuma mudança substancial na legislação em vigor, o texto pode servir, na visão do deputado, como resposta ao grupo que pretende debater a regulamentação do aborto na Câmara dos Deputados e no Senado.
O projeto foi apresentado logo após o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) protocolar uma outra proposta que prevê a interrupção da gravidez nas 12 primeiras semanas.

‘Antídoto’. Flavinho acredita que seu projeto de lei “neutraliza a possibilidade de liberação do aborto”.
“Minha intenção primeira e emergencial foi criar um dispositivo regimental para neutralizar este projeto de lei tão nocivo para nossa sociedade e nossa nação”, disse.
“Protocolei um projeto similar ao apresentado por ele, porém com ênfase totalmente contrária, ou seja, defendendo a vida e os valores tradicionais da moral e da família, defendidos pela grande maioria da sociedade brasileira que se reconhece cristã”, completou o deputado, que classifica sua proposta como um “antídoto”.
No projeto, Flavinho defende que “a interrupção voluntária da gravidez constitui um atentado à dignidade da pessoa humana”.

Kit gay. No texto, o parlamentar também prevê que o Ministério da Educação contemplará em seu material pedagógico “a educação em saúde reprodutiva”, com “enfoque integral” que contribua para “o reconhecimento e a aceitação do núcleo familiar tradicional”.
Esse trecho também é uma resposta ao projeto de Jean Wyllys, que prevê que o MEC deverá incluir no sistema educacional tópicos que abordem, entre outros assuntos, a aceitação e o reconhecimento da diversidade sexual.
Flavinho se diz contrário à proposta do psolista, por entender que é “pautada na ideologia da identidade de gênero e orientação sexual tendenciosa às causas gays, ideologia essa que tem por meta distorcer e destruir a realidade social e antropológica milenar da matriz natural homem e mulher”, e contraria o artigo 5º da Constituição Federal, “que garante como cláusula pétrea a inviolabilidade da vida”.

Você sabe o que é a Marcha das Vadias? Veja abaixo então!



Veja abaixo o que o próprio site https: (//marchadasvadiascwb.wordpress.com/conheca-a-marcha/porquevadias/) rotulado como das Vadias afirma acerca de si mesma: 
O movimento Marcha das Vadias surgiu no Canadá, batizado de Slutwalk. 
O movimento surgiu porque, em janeiro de 2011 na Universidade de York, um policial, falando sobre segurança e prevenção ao crime, afirmou que “as mulheres deveriam evitar se vestir como vadias, para não serem vítimas de ataque”. A reação de indignação foi imediata, pois esse pensamento transfere a culpa da agressão sexual para a vítima, insinuando que, de alguma forma, é a vítima que provoca o ataque.
No dia 03 de abril de 2011, na cidade de Toronto, aconteceu a primeira
Slutwalk, uma passeata pelo fim da culpabilização da vítima em casos de
agressão sexual. Aqui no Brasil organizou-se, no mês seguinte, a “Marcha das
Vadias”, movimento de enfrentamento à violência doméstica. Ao longo de 2011 diversas cidades brasileiras realizaram suas marchas e, em 2012, mais
de 20 cidades organizaram a primeira “Marcha Nacional das Vadias”.
Apesar da polêmica do nome, o movimento ganhou força, pois as
mulheres refletiram sobre os usos e o poder da palavra “vadia”. Há muito
tempo os homens têm usado a palavra “vadia” para justificar diferentes tipos de
agressão. Afirmam que apanhamos porque somos “vadias”, que merecemos
ser estupradas porque somos “vadias”. Que um decote ou uma minissaia
nos tornam “vadias”. O termo “vadia” oprime nossa sexualidade, pois nos torna um mero objeto de satisfação sexual.
Desta forma, usamos a força da polêmica da palavra “vadia” para
ressignificá-la. “Se ser livre é ser vadia, então somos todas vadias” tornou-
se o lema do movimento. A irreverência da reapropriação de uma palavra que
carrega uma conotação tão negativa sugere o caráter subversivo da marcha.
Estamos aqui para buscar a transformação do quadro de violência contra a
mulher e a polêmica nos dá força para chamarmos a atenção da população
brasileira para este problema histórico, que há tempos não recebe a devida
atenção do poder público.

Vivemos em uma sociedade que estimula a violência contra a mulher. Os
números da violência doméstica são alarmantes em todo o Brasil. As últimas
pesquisas publicadas revelam que o Brasil é o 7º país que mais mata mulheres
em todo o mundo. O Paraná é o 3º estado em número de feminicídios.
Essa é a nossa realidade e é para isso que queremos chamar a atenção.
Ao gritarmos: “Eu sou vadia, e você?” reafirmamos que agora “vadia” virou
sinônimo da mulher que luta e que não se cala diante da violência. É a nossa
força de reação e o nosso poder de mobilização. Nossos polêmicos corpos à
mostra escancaram a busca pelo fim da opressão. Chocamos a população?
Sim. Esse é o nosso propósito e o grande questionamento que levamos para
as ruas é: “Por que o termo vadia é mais chocante do que os números da
violência contra a mulher”?

SOMOS ESTRANGEIROS AQUI NA TERRA:

Aparentemente, o movimento “Marcha das Vadias” parece ser inofensivo, onde se busca os direitos da mulher e as reais reivindicações frente às agressões físicas e um embate de caráter pacífico.





Porém, em suas manifestações e passeatas, o que vemos é um grande desrespeito pelo Cristianismo, sobretudo, no que concerne ao âmbito católico! Basta vermos, por exemplo, em eventos como a Jornada Mundial da Juventude, onde saindo pelas ruas, os gritos de marcha foram em tom de deboche. Percebemos também que as reivindicações não são contra as agressões sofridas pelos homens e outras. Mas, uma defesa em aprovar leis contra a família, tais quais: a aprovação da legalização do aborto, a PL 122/2006: Homofobia (que na verdade é heterofobia, já que leis de desrespeito aos homossexuais já existem), etc.

O que realmente está por trás dessas reinvindicações é a artinhosa vontade de Simone de Beauvoir que condenou a sociedade patriarcal afirmando que se reduziu as mulheres à representação subalterna de um corpo, sexo e matriz. Segundo ela (1967, p.308), a mulher “foi engendrada na generalidade de seu corpo, não na singularidade de sua existência”.
Simone ainda afirmou que “não se nasce mulher, torna-se”. Isso traz de cheio o desejo satânico de implantação à Ideologia do gênero também em nosso país, embarcado pela LGBT.
Oremos pelo nosso país irmãos!


sexta-feira, 24 de julho de 2015

Livro infantil mostra história de amor entre dois príncipes e princesa que se recusa a casar



“Os Príncipes e o tesouro”, do professor universitário Jeffrey A.Miles, é um dos primeiros livros infantis com temática gay da história. Tudo começa como um conto de fadas típico: o Rei decide que está na hora da filha, Elena, “encontrar um marido”. Mas as semelhanças param por aí. A princesa, logo avisa o pai: “Eu não estou pronta para casar!” Elena é sequestrada por uma bruxa e o Rei, desesperado, lança um desafio aos súditos: Quem salvar a princesa ganhará “a mão” dela. Dois lindos homens começam a busca – não porque querem se casar e sim porque adoram um desafio. Enfrentam vários perigos e se apaixonam. Resgatam Elena, que confessa: quer tudo na vida, menos se casar com um príncipe. O final é feliz: Gallant e Earnest se casam, com direito a cerimônia religiosa.  A história é classificada como infantil mas, pelo apelo e conceito revolucionário, pode ter ser lida por todas as idades e se tornar  um ótimo instrumento para nós, pais, apresentarmos as “novas famílias” aos nossos filhos.
“Está na hora de você encontrar um marido”, disse o rei. “Mas eu não estou pronta para casar!”, gritou a princesa

“Está na hora de você encontrar um marido”, disse o rei. “Mas eu não estou pronta para casar!”, gritou a princesa
Jeffrey A. Miles é gay e professor da Universidade do Pacífico, na Califórnia, Estados Unidos. Em entrevista ao site Advocate.com lembrou da própria infância e como os livros de contos de fadas que lia quando pequeno não tinham nada a ver com o que sentia: “Eu sempre ficava triste quando percebia que o príncipe somente se apaixonava pela princesa. Histórias como aquelas não se encaixavam com a minha vida e eu me entristecia, porque nunca aconteceria comigo.” Um dia se perguntou: “Por que não existem príncipes gays ou princesas lésbicas? Por que um lindo príncipe não pode casar com outro lindo príncipe? Por que uma donzela não pode ser resgatada por uma linda princesa? Por isso decidi criar uma história de príncipe e príncipe”, contou.
O autor comenta também como o livro foi recebido: ” A recepção ao livro pelos casais gays foi ótima! Os casais heterossexuais também adoraram a história. Eles disseram que o livro abriu caminho para que conversassem com seus filhos sobre casamento entre pessoas do mesmo sexo. No livro os príncipes não se beijam, apenas ficam de mãos dadas e se abraçam, e eles acharam que a história foi contada do jeito certo para as crianças pequenas”, disse. Sobre a reação das crianças, o autor disse que elas gostam da história da mesma forma que se encantam pelas outras histórias infantis: “As crianças percebem que o amor pode acontecer entre duas pessoas, independentemente delas serem do mesmo sexo. Fiquei fascinado sobre como é fácil para elas entenderem e como ainda é difícil para os adultos”, completou.
E se engana quem pensa que Jeffrey A. Miles teve dificuldade em publicar a história. “Os Príncipes e o Tesouro” está, segundo o escritor, disponível em 137 países. Eu comprei facilmente a versão em inglês pelo meu iPad por 6.99 dólares. E não vejo a hora de contar a história de Elena, Gallant e Earnest para o Samuca. A continuação do livro já está escrita e se chamará “Os Príncipes e o Dragão”. Além de muita aventura vai mostrar Gallant e Earnest começando a própria família junto com os filhos, um casal de gêmeos. Aliás, alguém conhece uma aventura maior que a de criar filhos?
À esquerda, Ernest e Gallant são nomeados príncipes pelo rei, que pergunta: “Qual de vocês quer casar com a princesa?”. Os dois respondem: “Nós não queremos casar com a princesa. Queremos NOS casar.” À direita o casamento dos dois
À esquerda, Ernest e Gallant são nomeados príncipes pelo rei, que pergunta: “Qual de vocês quer casar com a princesa?”. Os dois respondem: “Nós não queremos casar com a princesa. Queremos NOS casar.” À direita o casamento dos dois

DO BLOG SOMOS ESTRANGEIROS AQUI NA TERRA:

Infelizmente, estamos numa geração em que muitos livros já estão fazendo apologia ao casamento gay, ao homossexualismo, a Ideologia do Gênero! O próprio Senado Federal brasileiro já tentou aprovar medidas para levar para as nossas crianças Kit Gay, e o PNE já abre brechas para que a Ideologia do Gênero se estabilize como uma nova disciplina para o currículo escolar do Fundamental I!

Vamos orar e jejuar mais amados irmãos! E que os pais não se calem ante as ações do Governo nos ambientes educacionais! 

Juiz federal americano: “aprovação de ‘casamento’ gay abre espaço para a legalização da poligamia nos Estados Unidos”.


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A fala do juiz John Roberts, um dos 4 votos contrários à legalização do casamento gay na Suprema Corte dos EUA, pode abrir espaço para a legalização da poligamia. Na ocasião, ele justificou sua contrariedade alegando que os mesmos argumentos a favor de tais uniões poderiam ser usados para legalizar a poligamia.
A lógica é que se um casal homoafetivo alega que “sofreria o estigma de saberem que sua família é, de alguma forma, inferior”, por que o mesmo raciocínio não se aplica a uma família formada por três (ou mais) pessoas criando filhos?
Correntes do mormonismo, seita que pregava a poligamia até ela ser criminalizada nos EUA, comemoraram. A nova legislação sobre igualdade de casamento já permitiu que mórmons fundamentalistas do estado de Montana entrassem com pedido de uma certidão de casamento civil para o marido e a segunda esposa.
Nathan Collier casou com sua primeira esposa, Victoria, em 2000. Ele acabou se envolvendo com a irmã dela, Christine, e os três passaram a viver juntos. Embora tenham realizado uma cerimônia religiosa em 2007, a união deles não é reconhecida pela justiça americana.
“Só queremos garantir amparo legal a uma família amorosa, forte, funcional e feliz”, explica Nathan. Inspirado pela decisão da Suprema Corte no mês passado, alega que sofre uma violação dos seus direitos civis.
Para quem acha que este tipo de situação não pode ser comparada com o casamento gay, ano passado Kody Brown (foto acima) um mórmon que vive com suas quatro esposas e 16 filhos, obteve uma vitória na ação que movia há 3 anos contra o estado de Utah.
O juiz federal Clark Waddoups decidiu a favor dos Brown, considerando que a proibição de poligamia, prevista na lei, violava direitos constitucionais de liberdade religiosa. Isso fez com que muitos mórmons defendessem que a poligamia foi “descriminaliza” no estado.
Estima-se que existem mais de 20 mil famílias mórmons vivendo nesta situação e que poderiam “se legalizar”.
Além dos mórmons, estima-se que existam até 100 mil famílias muçulmanas na mesma situação nos EUA. Permitida pela Alcorão, a poligamia é normal nos países que vivem sob a lei religiosa islâmica.
Longe do aspecto religioso, o influente site sobre política americana Politico.com publicou uma extensa matéria sobre o tema, defendendo a prática como o “próximo passo do liberalismo social”. O argumento central é que os homossexuais já viviam maritalmente antes da legalização. Ou seja, adeptos do ‘poliamor’ também deveriam lutar pelos seus direitos e quebrar o ‘tabu’. É apenas uma questão de tempo até que cheguem na Suprema Corte.
O casamento gay viveu um processo similar, sendo gradualmente aceito em um estado depois do outro até finalmente ser aceito nacionalmente.
Segundo uma pesquisa do Gallup sobre valores morais, a poligamia era considerada moralmente aceitável por 7% da população em 2003. Na reedição da pesquisa em 2015, o percentual saltou para 16%.
Culturalmente, as mudanças nos Estados Unidos acabam se refletindo em grande parte do mundo. Vide o significativo número de brasileiros, inclusive muitos católicos desavisados, que coloriram suas fotos no Facebook para comemorar a decisão da Suprema Corte.
Fonte:  Charisma News

SBT estreia no Brasil desenho que causou polêmica nos EUA por sugerir casal lésbico.

 

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O SBT estreará nesta quarta-feira (22) o desenho “Avatar: A Lenda de Korra”, dentro do programa “Bom Dia & Cia”. A novidade foi anunciada nesta terça por Silvia Abravanel, filha de Silvio Santos e apresentadora do infantil há uma semanaquando a Justiça proibiu a emissora de usar crianças no programa. Nos Estados Unidos, a animação gerou polêmica no ano passado pela violência e pela sugestão de um relacionamento lésbico da protagonista, exibida no último episódio, em dezembro de 2014.
Procurado pela reportagem, o SBT afirma que comprou apenas a primeira e segunda temporada do desenho. O capítulo que gerou a polêmica sobre a sexualidade da protagonista faz parte da 4ª e última temporada.
 
No desenho, Korra é uma adolescente forte e corajosa escolhida como Avatar, que tem um espírito capaz de controlar os quatro elementos da natureza. Ela domina três (água, fogo e terra) e parte com seus três amigos (Mako, Bolin e Asami) em busca do último elemento, o ar.
A trama de Korra mistura fantasia e ficção científica e se passa cerca de 70 anos depois de “A Lenda de Aang”. Korra, uma das poucas heroínas dos desenhos de ação (em que a maioria dos guerreiros é do sexo masculino), tenta libertar a Cidade República, a metrópole da história, dos crimes do vilão Amon. Ela também luta contra espíritos na Tribo da Água do Sul, sua terra natal, e enfrenta uma sociedade secreta disposta a implantar o caos no mundo.
No decorrer da história (“A Lenda de Korra” tem quatro temporadas e 52 episódios), a protagonista vive um triângulo amoroso com os irmãos Mako e Bolin, mas ela assume o relacionamento com o primeiro. Na terceira temporada, Korra começa uma intensa amizade com Asami (que havia namorado Mako).
 
O final do desenho intrigou os fãs sobre um provável namoro lésbico: Korra e Asami se entreolham e vão juntas, de mãos dadas, para o mundo espiritual. Montagens com “Korrasami” (união dos dois nomes) foram espalhadas pela internet com as duas personagens se beijando.
 
Após a exibição do polêmico fim, o roteirista Michael Dante DiMartino, um dos criadores da animação, confirmou em seu blog o relacionamento homossexual entre Korra e Asami. “Nossa intenção com a última cena foi para mostrar o mais claro possível que, sim, Korra e Asami têm sentimentos românticos uma pela outra. O momento em que elas entraram no portal espiritual simboliza sua evolução de amigas para um casal”, esclareceu DiMartino.
 
“A Lenda de Korra” estreou nos Estados Unidos em 2012, porém mudou de horário por ser considerado “ousado e adulto” para ir ao ar nas manhãs. A revista norte-americana “Vanity Fair” chegou a chamar o desenho de “subversivo”. Depois, deixou a TV. As últimas duas temporadas, com a amizade entre Korra a Asami, foram exibidas apenas na internet.
 
O desenho é um spin-off de “Avatar: A Lenda de Aang” (2005), exibido pelo canal pago Nickelodeon e pela Globo. Além de ter virado filme em 2010, com direção do cineasta indiano M. Night Shyamalan, o mesmo de “O Sexto Sentido” (1999), “Korra” chegou a ser comprado pela Band, porém não foi ao ar.
 
A assessoria de imprensa da emissora confirmou que as duas primeiras temporadas do desenho serão exibidas dentro da classificação indicativa – mínimo de 10 anos para o “Bom Dia & Cia”.
Fonte: UOL

Um ex-maçom explica detalhadamente a relação entre o demônio e a maçonaria



Por Blanca Ruiz

Serge Abad-Gallardo foi membro da maçonaria durante mais de 25 anos, chegou a ser mestre de 14º grau. Depois de uma peregrinação ao Santuário de Lourdes tudo mudou e começou seu caminho de conversão, que logo o levou a escrever um livro. Na entrevista ao grupo ACI ele explica também a relação que existe entre o demônio e a organização.
“Fiz parte da maçonaria e pensei que tinha que escrevê-lo primeiro para me entender mais e depois para contar às pessoas. Cada pessoa tem a liberdade para fazer o que ela quiser, mas na maçonaria não se fala francamente”, relata o autor do livro “Por que deixei de ser maçom”, editado apenas em espanhol.
“Através do meu livro quero demonstrar que o catolicismo e a maçonaria não podem ser praticados juntos”, explica o ex-maçom.
Serge é arquiteto e entrou na loja maçônica através um amigo, tentando encontrar nela as respostas às perguntas mais profundas do homem.
“Eu não pensava deixar a maçonaria. Tive alguns problemas sérios na minha vida e me perguntava qual a resposta que a maçonaria poderia me dar a esses problemas, porém não encontrei nenhuma resposta. Entretanto no caminho com Cristo sim as encontrei”, afirmou.
Abad-Gallardo contou que o caminho para deixar a Maçonaria foi difícil: “durante um ano ou ano e meio estava convencido que tinha encontrado a fé e não sabia se deveria permanecer na maçonaria, esse podia ser um lugar onde falaria aos maçons do Evangelho. Mas conversando com um sacerdote, ele me explicou que não adianta tentar falar-lhes da Palavra de Deus, porque eles não estavam dispostos a escutar”.
Após os repetidos comentários anticlericais de vários altos graus da Maçonaria, Serge não podia ficar calado e defendia a Igreja. Além das críticas à Igreja e ao Papa descobriu que no ritual do início do ano maçônico "se dava glória a Lúcifer". “Eles não dizem que se trata do diabo, mas usam a etimologia da palavra e dizem que é ‘o portador de luz’”, explica o espanhol ao grupo ACI.
Algo parecido também ocorreu quando viu que entre os altos graus da maçonaria elogiam a serpente do livro do Gênesis, a mesma que tentou a Adão e Eva cometerem o pecado original. “Dizem que a serpente trouxe a luz e o conhecimento que Deus não queria conceder ao homem. Isto é uma perversão muito grave”, declara.
Conforme afirma Serge: “entre a maçonaria e o demônio há uma relação, mas não é tão direta. A maioria dos maçons não percebem a influência do demônio nos rituais maçônicos. Eles pensam, com a melhor das intenções, que estão trabalhando pela 'Felicidade da Humanidade' ou pelo 'Progresso da Humanidade', isto é, “não existe um culto abertamente ao diabo, mas elogiam com palavras e devemos perceber, o quanto é perigoso para um católico estar dentro de uma sociedade assim”.
O ex-maçom relata: "embora poucos mações saibam claramente da relação que a maçonaria tem com o demônio, cumprem estes ritos sabendo perfeitamente o que estão fazendo. Mas, segundo minha experiência, a maioria deles não percebem", "não devemos esquecer que o demônio é o 'pai da mentira'".
Conforme explica, esta relação indireta com o demônio se manifesta de muitas maneiras, mas todas confluem em afastar as pessoas que entram na maçonaria da fé e especialmente da Igreja Católica. "A maçonaria tenta convencer que a fé e a Igreja são superstições e obscurantismo", recordou Serge.
Nesse sentido Serge Abad-Gallardo também explica: "o ritual maçônico influi na mente, no subconsciente e na alma das pessoas. O maçom olha para os símbolos e os rituais maçônicos como fossem verdades profundas e esotéricas".
Apesar de que "na maçonaria não existam ritos diretamente satânicos, estas cerimônias constituem uma porta de entrada para o demônio".
Uma das palavras secretas e sagradas dos mestres maçons, conforme explica Serge, é “Tubalcaïn”, traduzida como “descendente direto de Caim”. "Já sabemos o que ele, Caim, fez. Ele foi inspirado pelo demônio a matar o seu irmão por ciúmes e ele é o modelo para os mestres maçons", afirma Serge.
"Os rituais não mudaram, somente tiveram pequenas mudanças. De fato, nos Altos Graus, é onde se encontra as referências mais esotéricas e ocultas, por volta do ano 1800, 70 anos depois que nasceu a Maçonaria em 1717”.
Nessa relação entre a maçonaria e o satanismo, Serge indica ao grupo ACI: "a maioria dos maçons estão iludidos por palavras altruístas e mentirosas e por isso não percebem a relação entre ambos".
De fato, explica que numa das tábuas maçônicas, isto é, um trabalho escrito e apresentado por um maçom, é explicado que "quem fundou o satanismo moderno foi o americano Anton Szantor Lavey, um irmão (maçom) que fundou em 1966 a Igreja de Satanás que atualmente é a principal organização satânica e de modelo para as demais".
"A maçonaria afasta de Cristo. Porque embora fale-se sobre Jesus Cristo no 18º grau dos Altos Graus maçônicos, não há nada a ver com o Jesus Cristo da Igreja Católica, pois o mencionam como um sábio ou filósofo qualquer", insiste.
"Existem maçons que vão ainda mais longe nesta blasfêmia, pois excluem a divindade a Cristo e dizem que ele foi o primeiro maçom, um homem iniciado. Explicam que José e Jesus foram carpinteiros. E que a palavra 'carpinteiro' é a etimologia da palavra 'arquiteto' e todos os maçons, especialmente nos Altos Graus são Grandes Arquitetos", afirmou Serge.
Fazendo menção ao tema: "na maçonaria acreditam no 'Grande arquiteto do Universo', querem que acreditemos que este é o mesmo Deus do catolicismo, mas não é verdade. Às vezes conseguem enganar os católicos dizendo que ser maçom e ser católico é compatível por esta referência a Cristo".
Há dois anos Serge largou totalmente a maçonaria, mas afirma que o controle que esta organização tem sobre a sociedade francesa é crescente. “No meu primeiro trabalho o prefeito era maçom, mas ninguém sabia, o diretor do seu gabinete, o encarregado de urbanismo e eu também éramos maçons, e outros dois arquitetos da prefeitura onde trabalhava”, recorda.
“Quando tentaram aprovar a última lei sobre a eutanásia, há um parágrafo que faz menção à ‘sedação profunda’ que é a mesma expressão que aparece numa tábua maçônica de 2004, onde mencionam este tema. Quer dizer, que as leis atuais na França estão sendo feitas nas lojas maçônicas, dez ou quinze anos antes de serem votadas”, conta ao grupo ACI.
Nesse sentido afirma que “na maçonaria não existe fraternidade, nem amizade, porque tudo são redes. Todos ambicionam o poder político, social e econômico”.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Multidão marca presença na abertura do Festival Halleluya


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O Festival Halleluya começou nesta quarta-feira (22), em Fortaleza, diante de um verdadeiro “mar de gente”, com a celebração eucarística. A multidão, quase inesperada em número, por se tratar de uma noite de quarta-feira, só foi aumentando à medida que os shows aconteciam no palco principal. O evento, que é o maior festival de artes integradas do País, neste ano promove preparação para a Jornada Mundial da Juventude de 2016, em Cracóvia.
A missa foi presidida pelo Padre Antonio Furtado, sacerdote membro da Comunidade Shalom, que exerce há vários anos o ministério de cura. Em seguida, houve apresentação dos cantores Diego Fernandes, Batista Lima e do ministério Adoração e Vida, liderado pelo intérprete e compositor Walmir Alencar.
Moysés Azevedo, fundador da Comunidade Shalom, lembrou a todos, no comentário inicial da Missa, que hoje a Igreja celebra Maria Madalena. Essa santa mulher, tendo encontrado Jesus, encontrou a paz, a alegria, o sentido de sua vida, como ressaltou o fundador.
“Esse Halleluya deve ser o lugar onde você encontrará o amor da sua vida”, exclamava o presidente da celebração, na homilia, padre Antônio pregava que Madalena, assim como nós, também tinha sede de felicidade, de alegria. Tudo isso, ela encontrou em Jesus. Furtado também ensinava que o amor entre Jesus e Madalena não é como insinua maldosamente o mundo, um amor carnal, mas sim um relacionamento de quem encontrou o Amor e foi liberta, curada, transformada. Ela amou e foi amada por Jesus, o Esposo da alma de cada homem, de cada mulher, de todos os filhos de Deus.
Ao final da homilia, o padre exortava a todos dizendo: “Quem encontra Cristo na vida, O encontra para os outros. Possamos voltar pra casa e dizer pra toda a cidade: Encontrei Aquele que minha alma ama!”.
O Halleluya prossegue até domingo, no Condomínio Espiritual Uirapuru, com entrada gratuita. A organização do evento pede que os participantes doem um quilograma de alimento não-perecível, que serão destinados às seis casas de Promoção Humana da Comunidade na Arquidiocese de Fortaleza e para as cidades que sofrem com a seca. A parceria é com a Defesa Civil.
Ainda passarão pelo palco do Halleluya padre Fábio de Melo, Rosa de Saron, Naldo José, além de artistas como Adriana, Adoração e Vida e Tony Allysson. A cantora carioca Aline Brasil e o grupo Lírios do Vale estarão no palco do Halleluya pela primeira vez. Davidson Silva, Alto Louvor, Ana Gabriela e Suely Façanha são artistas da Comunidade Shalom que também se apresentarão no evento.

http://www.comshalom.org/multidao-marca-presenca-na-abertura-do-festival-halleluya/

Estudo Bíblico: O Uso do Preservativo (parte 01)

terça-feira, 21 de julho de 2015

Sobre o apoio de falsos católicos ao movimento LGBT nas redes sociais


"VIRALIZOU" NAS REDES sociais (especialmente no 'Facebook') um novo aplicativo para fotos de perfil dos usuários contendo as cores do arco-íris, símbolo principal do movimento LGBT (lésbicas, gay, bissexuais, transexuais). Tal aplicativo foi lançado em apoio e comemoração à legalização da "união homoafetiva" nos EUA. O que nos deixa estarrecidos não é ver o grande número de militantes de esquerda, ateus, feministas e ativistas utilizarem esse recurso, – o que já era esperado, – mas, sim, notar a grande presença de pessoas que se dizem católicas promovendo esta campanha(!).

Absurdo dos absurdos, este fato serve como medidor do conhecimento das coisas da fé em nossa Igreja nos dias de hoje. Por que está acontecendo? As respostas nem sempre são evidentes, mas talvez o maior dos motivos seja o enfraquecimento doutrinário dentro da própria Igreja, desde que profundamente abalada pela invasão de uma certa dita "teologia" que não tem a menor pretensão de anunciar o Evangelho nem de ensinar/proclamar a Verdade, mas que se preocupa exclusivamente com as questões materiais e temporais, identificada até a medula com as ideologias esquerdistas. 

Todavia, existem outros fatores causadores de barbaridades como esta, – alguns mais externos e difíceis mesmo de identificar, como é o caso do avanço do comportamento “politicamente correto” que vem adquirindo força cada vez maior e influenciando mais e mais as mentes de homens, mulheres e crianças, em nível mundial. É algo que devemos, em grande parte, à engenharia social promovida pela chamada “classe falante” da sociedade contemporânea, com a mídia vassala do pensamento esquerdista. Estas são algumas das múltiplas explicações para o absurdo.

Há que se considerar, ainda, o elevado grau de esquizofrenia entre aqueles que se dizem “católicos” e aderiram a esta campanha tão claramente anticatólica. Católicos que levantam a bandeira de um movimento que há poucos dias profanou a imagem sagrada do Cristo Crucificado com um travesti amarrado numa cruz, e pôs nas ruas dois pederastas fantasiados de sacerdotes segurando um preservativo sobre um cálice, como se fosse uma Hóstia Consagrada (que para nós é Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor).

Estes "católicos" de araque estão em total contradição com os princípios da Igreja e com o próprio Criador, que fez dos seres humanos homem e mulher, a fim de exercerem seus papéis na sociedade segundo sua expressão sexual. Promover a apologia do movimento LGBT significa, em última instância, ir contra o próprio Deus, na medida em que é se posicionar contra a própria natureza dos seres humanos, que têm nas relações sexuais o fim de se constituir família. 

Em suma, como poderia uma pessoa ser cristã e defender um estado de coisas que vai tão claramente contra a Vontade de Deus? Como tantas pessoas podem se contradizer dessa forma? Estes são, sem dúvida, sinais da fraqueza doutrinária dos homens que estão, agora, no comando de nossa Igreja. Não necessariamente maldade, não más intenções, mas falta de comprometimento com a própria fé que confessam.

Apesar de tudo é preciso registrar, também, que grande parte dos apoiadores do absurdo parece que sequer se deram ao trabalho de raciocinar sobre o que estão fazendo e a quê estão promovendo. Em outras palavras, compartilharam deste aplicativo por simples “modinha” ou pela força da chamada psicologia de massas. Este é outro fator que transpassa até mesmo a questão doutrinária da Igreja e alcança um sistema educacional que não permite a busca do conhecimento por si, mas por terceiros que geralmente já seguem uma cartilha doutrinária muito específica.


Vergonhosamente, num país de maciça maioria cristã, campanhas como estas, contra o assassinato de cristãos inocentes pelo Estado Islâmico e contra a publicação de uma revista favorável ao aborto, não chegaram nem perto da adesão que teve aquela que favorece os grupos LGBT

Tudo o que dissemos até aqui não exclui a realidade de que as pessoas que possuem tendências homossexuais, na maioria dos casos, experimentam grande sofrimento e devem ser acolhidas por nós. Mas há grupos ativistas que têm a claríssima intenção de utilizá-los como massa de manobra para seus interesses de poder.

Por fim, deve-se ter em conta que a nossa manifestação contrária, – nós, cristãos, – é válida (e necessária), pois ainda detemos o direito de expressão em nosso país (ao menos em teoria), apesar das diversas tentativas governamentais de cerceá-lo. 

Vale observar que símbolos cristãos estão sendo utilizados em apoio a estes movimentos nefastos. Como se sabe, o arco-íris é sinal da Aliança eterna entre Deus e a humanidade (Gn 9,16), e está sendo utilizado como bandeira do pecado. Também a frase “Love Wins” ('O Amor Vence'), na verdade diz respeito à própria crucificação de Nosso Senhor Jesus Cristo, que levou seu amor ao extremo dos extremos para a nossa salvação, vencendo assim o pecado e a morte eterna (Jo 13,1).

Não restam mais dúvidas de que todo este trabalho foi elaborado para afrontar as únicas fontes de defesa dos autênticos valores morais remanescentes no mundo contemporâneo: a Igreja e a família. Ficamos, sim perplexos, – o que é inevitável, – mas além de rezar incessantemente é imperioso que lutemos, protestemos, orientemos o irmão que está próximo, que cobremos de nosso governantes. Que mostremos e deixemos bem claro, enfim, que existimos, que somos maioria e que não toleraremos este estado de coisas.

O confronto final entre Nosso Senhor e o reino de Satanás será sobre o Matrimônio e a família. Não tenha medo, porque qualquer um que trabalha pela santidade do Matrimônio e da família será sempre combatido e contrariado em todos os modos, porque este é um ponto decisivo. Mas Nossa Senhora já esmagou sua cabeça.
(Irmã Lúcia dos Santos, vidente de Fátima em carta ao Cardeal Caffara)

Halleluya 2015 começa nesta quarta. Confira mapa de espaços do Festival.


halleluya
O Festival Halleluya 2015, que será realizado no Condomínio Espiritual Uirapuru, começa na próxima quarta-feira, 22, e segue até o
domingo, 26. A expectativa da organização é alcançar cerca de um milhão de participantes nos cinco dias de evento. Serão oito espaços
temáticos. ( Veja mapas abaixo)

Neste ano, uma das novidades é a gravação do primeiro DVD do Missionário Shalom. Quem desejar, ainda pode adquirir o frontstage
para conferir de perto a gravação. A entrada do evento é gratuita e, a cada dia, a programação terá início às 18h.
Além disso, teremos na programação artística o padre Fábio de Melo, o rock de Rosa de Saron, o forró de Naldo José, além de artistas
como Adriana, Adoração e Vida e Tony Alisson. A cantora carioca Aline Brasil e o grupo Lírios do Vale estarão no palco do Halleluya
pela primeira vez. Contaremos ainda com Davidson Silva, Alto Louvor, Ana Gabriela e Suely Façanha como artistas da Comunidade Shalom.

Durante a programação de sábado, além da gravação do DVD, teremos uma programação especial para celebrar a contagem
regressiva de um ano para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de Cracóvia, na Polônia.

Segurança e mobilidade

Para a segurança do evento, a Secretaria de Segurança e Defesa Social (SSPDS-CE) anunciou um esquema que envolve as Polícias
Militar e Civil, além do Corpo de Bombeiros. Serão 45 homens da PM por turno, além de 3 viaturas, 6 motos e 3 cavalos. Quinta, sexta e sábado, dias de maior movimento, haverá dois turnos de serviço simultaneamente em horários de pico. Entre 22h e 0h, serão 90homens. Serão 17 homens do Corpo de Bombeiros por turno durante todo o evento. A Polícia Civil contará com ações pontuais de polícia judiciária.

Em relação aos transportes, a Etufor disponibilizará 120 ônibus extras para o Halleluya. Regularmente, há 14 linhas que operam em direção ao CEU. Em dias úteis, são 127 veículos, 78 no sábado e 59 no domingo. São duas linhas de corujões e sete linhas de corujões que integram no terminal da Parangaba.

A Autarquia Municial de Transito, Serviços Públicos e Cidadania (AMC) terá 80 agentes por dia para atuar no ordenamento do
comércio ambulante e disciplinamento do tráfego. O trabalho começa às 15h e segue até a total dispersão do público.

Solidariedade

A expectativa para este ano é alcançar 800 bolsas de sangue durante o Festival. No ano passado, foram coletadas 619 bolsas de sangue e realizados 318 cadastros de medula óssea. O posto de coleta se localiza na entrada do evento pela avenida Silas Munguba.No ano passado, foram recolhidos mais de 2,4 mil quilos de alimentos destinados às seis casas de Promoção Humana da Comunidade na Arquidiocese de Fortaleza e para as cidades que sofrem com a seca m parceria com a Defesa Civil.
Outras informações: (85) 3295.4583
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segunda-feira, 20 de julho de 2015

CNBB: grandes eventos católicos devem gerar engajamento e missão


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Neste mês de julho, eventos voltados para a juventude marcam o calendário da Igreja no Brasil, reunindo milhares de jovens. São grandes estruturas e programações diversificadas que buscam atrair participantes e que têm em comum a proposta de evangelização. Segundo o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, Padre Antônio Ramos do Prado, conhecido como Padre Toninho, essas atividades “são importantes para motivação dos jovens a permanecerem na Igreja, porém, eclesialmente o evento isolado de um processo de evangelização não contribui para o engajamento dos jovens nas comunidades”.


O sacerdote considera que os jovens devem ter uma atuação na ação pastoral de sua Paróquia, pois assim, a participação nos grandes eventos passa a ter sentido celebrativo. Ele adverte ainda que há jovens que vivem de evento e evento e “isso não contribui para o amadurecimento da fé nem ajuda o sentido de pertença do jovem na sua comunidade de origem”.
Nesse sentido, Pe. Toninho destaca como algo positivo quando o jovem é engajado ou se converte nessas atividades e, a partir daí, passa a atuar na comunidade. “Assim, o evento poderá fazer crescer o número daqueles que querem seguir Cristo no trabalho com os pobres, presidiários, doentes, entre outros, da sua comunidade e depois tornar-se um grande missionário em outras fronteiras. Muitas Novas Comunidades, Movimentos, Congregações e Pastorais da Juventude já vivem essa experiência missionária dentro e fora do país”, assinala.

O Papa Francisco, muitas vezes, incentivou a juventude a ser ativa na vida da Igreja. Na viagem ao Paraguai, por exemplo, o Santo Padre exortou os jovens a fazerem bagunça e ajudarem a organizá-la. “Uma bagunça que brote por ter conhecido Jesus e saber que Deus, o qual conheci, é minha fortaleza”, disse durante encontro no domingo, 12.
Para Pe. Toninho, os grandes eventos, de certa forma, criam espaço para isso, permitindo que se mostre para a sociedade que a Igreja existe e está viva. Mas, ele explica que teologicamente, ao fazer essa exortação, o Santo Padre “está querendo dizer que os jovens precisam testemunhar verdadeiramente Jesus Cristo”.
Por isso, o assessor da juventude aponta algumas questões importantes para avaliar a participação dos jovens nos eventos na Igreja, tais como: “Concretamente, o que os jovens fazem após o evento de massa? Como se dá a sua vida de oração? Qual é a sua ação a partir das sete obras de misericórdia que o Papa Francisco recorda na sua Bula de proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia – Misericordiae Vultus?”.
Um grande evento na Igreja que tem como público alvo os jovens é a Jornada Mundial da Juventude (JMJ). E, é em torno dela que se desenham alguns dos encontros que acontecem nos próximos dias em diferentes partes do Brasil.
A Arquidiocese do Rio de Janeiro, comemorará os dois anos da JMJ2013 com “Vigílias Missionárias”, marcadas para acontecer, simultaneamente, em todos os vicariatos, exceto o Leopoldina, entre os dias 25, às 22h, e 26, às 6h. Segundo o assessor espiritual do Setor Juventude, Padre Jorge Carreira, “o objetivo é promover no coração dos jovens o desejo de estarem juntos e serem Igreja, buscarem a santidade e também levarem o amor de Deus as outras pessoas”.
No Vicariato Leopoldina, acontecerá o “Joleo” (Jovens Orantes da Leopoldina), encontro organizado há 13 anos, para comemorar o Dia Nacional da Juventude. Neste ano, também fará memória à visita do Papa Francisco ao Brasil, pela JMJ, e refletirá o tema “Juventude em missão na caridade e na alegria de servir”.
Se por um lado as memórias da JMJ 2013 incentivam os jovens, por outro, as perspectivas para a Jornada de 2016, que acontecerá em Cracóvia, na Polônia, também têm sido motivadoras. Na Arquidiocese de Olinda e Recife (PE), no próximo sábado, 18, acontecerá a terceira edição do “Bote Fé”, em preparação para a JMJ da Cracóvia. O evento será realizado a partir das 16h, na Basílica do Sagrado Coração de Jesus, e a expectativa dos organizadores é de que compareçam mais de 5 mil jovens.
“Continuamos naquele espírito da Jornada Mundial da Juventude nos preparando para a próxima. É preciso manter esse espírito de animação e compromisso com a missão. O meu desejo é ver a juventude inserida para valer na evangelização. Jovens evangelizando jovens com a sua linguagem e maneira descontraída de ser”, ressaltou o Arcebispo, Dom Fernando Saburido.
Já na Arquidiocese de Salvador (BA), haverá a Jornada de Espiritualidade Jovem, no domingo, 19. O encontro acontecerá das 8h às 17h, no auditório Dom Geraldo Majella Agnelo, na Cúria Bom Pastor, e recordará o tema proposto para a jornada deste ano, “Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus” (Mt 5,8).
A programação contará com a celebração de uma Santa Missa dedicada aos jovens, presidida pelo Bispo auxiliar Dom Gilson Andrade da Silva, além de momentos de louvor, animação e adoração ao Santíssimo Sacramento. Será organizada ainda uma mostra com stands que apresentarão os trabalhos realizados pelos movimentos e congregações arquidiocesanas.
Para Dom Gilson, “quando jovens se reúnem para um evento, envolvendo outros jovens, estamos diante de um fato que merece uma atenção particular, pois eles querem comunicar algo de si e também querem comunicar alguma coisa aos outros”.
As Novas Comunidades também buscam alcançar os jovens por meio de suas ações. Em Cachoeira Paulista (SP), teve início nesta quarta-feira, 15, e segue até domingo, 19, a 17ª edição do Acampamento PHN – Por Hoje Não!, da Canção Nova. São aguardadas 150 mil pessoas para os cinco dias deste que é considerado o maior acampamento católico para jovens.
Em Fortaleza (CE), o festival Hallelluya, promovido pela Comunidade Shalom, chega à sua 19ª edição, entre os dias 22 e 26 de julho, no Condomínio Espiritual Uirapuru (CEU). Conhecido como “a festa que nunca acaba”, possuirá sete espaços temáticos em uma área de 80 mil m² e deve receber de 200 a 300 mil pessoas por noite nos cinco dias.
No lançamento do Hallelluya 2015, em junho, o fundador da Comunidade Shalom, Moysés Azevedo, esteve presente e destacou a importância da audácia e da criatividade na evangelização dos jovens. “A parresia do Halleluya a cada ano se reinventa com linguagem própria à luz do Espírito Santo e é fruto de um povo que se une para evangelizar”, disse.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

O que nos ensina o Canadá, 10 anos depois da legalização do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo?



Um alerta vinda do Canadá.
Nos é dito todos os dias que “permitir a casais do mesmo sexo o acesso a designação de casamento não irá retirar o direito de ninguém”. Isto é uma mentira.
Quando o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi legalizado no Canadá em 2005, a paternidade foi imediatamente redefinida. A Lei do Casamento Gay Canadense (Bill C-38) incluiu a determinação de apagar o termo “paternidade biológica” e a substituir por todo o país com o termo “paternidade legal” através de uma lei federal. Agora todas as crianças possuem apenas “pais legais”, como definido pelo Estado. Apagando através da força legal a paternidade biológica, o Estado ignora um dos direitos mais básicos das crianças: o direito imutável, inalienável e intrínseco de conhecerem e serem formados pelos seus pais biológicos.
Pais e mães trazem a seus filhos dons únicos e complementares. Muito ao contrário da lógica do casamento entre pessoas do mesmo sexo, a identidade sexual dos pais importa muito para um desenvolvimento saudável das crianças. Sabemos, por exemplo, que a maioria dos homens encarcerados não tiveram a companhia de seus pais em casa. Pais pela sua própria natureza e identidade são seguros, estimulam disciplina e traçam limites, apontam direções claras ao mesmo tempo que sabem assumir riscos, se tornando assim um exemplo aos seus filhos para toda a vida. Mas pais não podem gerar crianças num útero, dar a luz e amamentar bebês em seus peitos. Mães criam seus filhos de uma maneira única e de uma forma tão benéfica que não podem ser replicados pelos seus pais.
Não é preciso um cientista espacial para sabermos que homem e mulher são anatomicamente, biologicamente, fisiologicamente, psicologicamente, hormonalmente e neurologicamente diferentes entre si.Essas características únicas proporcionam benefícios perenes para suas crianças e não podem ser replicados por “pais legais” do mesmo sexo, mesmo quando esses se esforcem para agir em diferentes papéis numa clara tentativa de substituir a identidade sexual masculina ou feminina faltante nesta casa.
Com efeito, o casamento entre pessoas do mesmo sexo não apenas priva crianças de usufruir seu direito a paternidade natural, mas dá ao Estado o poder de sobrepor a autonomia dos pais biológicos, o que significa que os direitos dos pais foram usurpados pelo governo.
Crianças não são produtos que podem ser retirados de seus pais naturais e negociados entre adultos desconexos. Crianças em lares com pais homossexuais irão frequentemente negar sua aflição e fingir que não sentem falta de dos seus pais biológicos, se sentindo pressionados a falar positivamente graças as políticas LGBTs. Contudo, quando uma criança perde um de seus pais biológicos devido a morte, divórcio, adoção ou a reprodução artificial, eles experimentam um vazio doloroso. Foi exatamente isso quando nosso pai homossexual trouxe seu parceiro do mesmo sexo para dentro de nossas vidas. Seus parceiros não poderão nunca substituir a ausência de um pai biológico.
No Canadá, é considerado discriminatório dizer que casamento é entre homem e mulher ou até que cada criança deveria conhecer e ser criado por seus pais biológicos unidos em casamento. Não é apenas politicamente incorreto, você também pode ser multado legalmente em dezenas de milhares de dólares e mesmo forçado a passar por “tratamentos de sensibilidade”.
Qualquer pessoa que se sentir ofendido por qualquer coisa que você tenha dito ou escrito pode fazer uma reclamação para a Comissão de Direitos Humanos ou mesmo nos Tribunais de Justiça. No Canadá, essas organizações fiscalizam o que é dito, penalizando cidadãos por qualquer expressão contrária a um comportamento sexual em particular ou a grupos protegidos identificados como de “orientação sexual”. Basta uma única queixa contra uma pessoa para que esta seja intimada diante de um tribunal, custando ao acusado dezenas de milhares de dólares em taxas legais pelo simples fato de ter sido acusado. Essas comissões possuem poder para entrar em residências privadas e a remover qualquer item pertinente as suas investigações em busca de evidências de “discurso de ódio”.
O acusador que faz a queixa tem todas as suas custas processuais pagos pelo governo. Mas não o acusado que faz a sua defesa. E mesmo que este prove sua inocência ele não pode ter reembolso das custas processuais. E se é condenado, também precisará pagar por danos à pessoa que fez a queixa.
Se as suas crenças, valores e opiniões políticas forem diferentes daquelas endossadas pelo Estado, você assume o risco de perder sua licença profissional, seu emprego e até mesmo seus filhos. Veja o caso do grupo Judeu-Ortodoxo Lev Tahor. Muitos dos seus membros, que estiveram envolvidos numa batalha sobre a custódia de crianças aos cuidados de serviços de proteção tiveram de deixar a cidade de Chatham, Ontario, para a Guatemala em março de 2014, como uma forma de escapar da perseguição jurídica contra suas crenças religiosas, que não estava de acordo com as políticas regionais sobre educação religiosa. Dos mais de 200 membros deste grupo religioso, restaram apenas 6 famílias na cidade de Chatham.
Pais podem esperar interferência estatal quando se trata de valores morais, paternidade e educação – e não apenas lá nas escolas. O Estado tem acesso a sua casa para supervisionar você como pai para julgar sua adequação educativa. E se o Estado não gostar do que você está ensinando aos seus filhos, o Estado irá fazer o necessário para remover seus filhos de sua casa.
Professores não podem fazer comentários em suas redes sociais, escrever cartas para editores, debater publicamente, ou mesmo votar de acordo com suas consciências mesmo fora do ambiente profissional. Eles podem ser “disciplinados”, sendo obrigados a participar de aulas de re-educação ou mesmo de treinamentos de sensibilidade, quando não acabam demitidos por seus pensamentos politicamente incorretos.
Quando o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi criado no Canadá, a linguagem de gênero-neutro se tornou legalmente obrigatório. Essa “novílingua” proclama que é discriminatório assumir que um ser humano possa ser masculino ou feminino, ou mesmo heterossexual. Então, para ser inclusivo, toda uma nova linguagem de gênero-neutro passou a ser usado pela mídia, pelo governo, em ambientes de trabalho, e especialmente em escolas, que querem evitar a todo custo serem recriminadas como ignorantes, homofóbicas ou discriminatórias. Um curriculum especial vem sendo usado em muitas escolas para ensinar os alunos como usar apropriadamente a linguagem do gênero-neutro. Sem o conhecimento de muitos pais, o uso de termos que descrevem marido e esposa, pai e mãe, dia dos Pais e das Mães, e mesmo “ele” e “ela” estão sendo radicalmente erradicados das escolas canadenses.
Organizadores de casamento, donos de salões de festas, proprietários de pousadas, floristas, fotógrafos e boleiros já viram suas liberdades civis e religiosas bem como seus direitos a objeção de consciência destruídas no Canadá. Mas isso não está reduzido apenas a indústria do casamento. Qualquer empresário que não tiver uma consciência em linha com as decisões do governo sobre orientação sexual e suas leis de não-discriminação de gênero, não terá permissão de influenciar suas práticas profissionais de acordo com suas próprias convicções. No final das contas, é o Estado quem basicamente dita o que e como os cidadãos podem se expressar.
A liberdade para pensar livremente a respeito do casamento entre homem e mulher, família e sexualidade é hoje restrita. A grande maioria das comunidades de fé se tornaram “politicamente corretas” a fim de evitar multas e cassações de seus status caritativos. A mídia canadense está restrita pela Comissão Canadense de Rádio, Televisão e Telecomunicações. Se a mídia publica qualquer coisa considerada discriminatória, suas licenças de transmissão podem ser revogadas, bem como serem multadas e sofrerem restrições de novas publicações no futuro.
Um exemplo de cerceamento e punição legal sobre opiniões discordantes a respeito da homossexualidade no Canadá envolve um caso chamado Case of Bill Whatcott, que foi preso por “discurso de ódio” em abril de 2014 após este distribuir panfletos com críticas ao comportamento homossexual. Independente se você concorda ou não com o que este homem disse, você deveria se horrorizar a este ato de sanção estatal. Livros, DVDs e outros materiais também podem ser confiscados nas fronteiras canadenses se tais conteúdos forem considerados “odiáveis”.
Os americanos precisam se preparar para o mesmo tipo de vigilância estatal se sua Suprema Corte decidir legislar e banir o casamento como uma instituição feita entre homem e mulher. Isso significa que não importa o que você acredite, o governo terá toda liberdade para regular suas opiniões, seus escritos, suas associações e mesmo se você poderá ou não expressar sua consciência. Os americanos precisam entender que a meta final para muitos ativistas do movimento LGBT envolve um poder centralizado estatal – e o fim das liberdades previstas na primeira emenda constitucional.
Dawn Stefanowicz é autora e palestrante internacional. Ela foi criada por pais homossexuais, e foi ouvida pela Suprema Corte Norte Americana. Ela é membro do Comitê Internacional de Direito Infantil. Seu livro, Out from Under: O impacto da paternidade homossexual, está disponível em http://www.dawnstefanowicz.org/
Fonte original do artigo:
Fontehttp://www.thepublicdiscourse.com/2015/04/14899/

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