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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Vídeo revela a trama para legalizar aborto no Brasil. Assista e Compartilhe!!!


trama

Em 26 de setembro de 2013, a Defensoria Pública do Estado de São Paulo realizou o seminário “Estratégias para a descriminalização do aborto no Brasil”. O movimento pró-vida não teve voz no Seminário, mas teve acesso ao vídeo com a gravação do evento. Ficou claro o totalitarismo da estratégia abortista: pela passar por cima do Congresso, atuar junto ao Supremo Tribunal Federal e, ao mesmo tempo, calar os ativistas pró-vida.
Nesta entrevista com Luiz Bassuma (autor do Estatuto do Nascituro), publicado no Blog Vida sem Dúvida, ele havia alertado para isso, conforme reproduzimos no trecho abaixo retirado da entrevista.
Como tem sido as disputas contra os defensores da legalização do aborto no Congresso ?
Eles não apostam mais no Congresso, a mira deles está no STF.
Recentemente eu fui a um debate na Defensoria Pública de São Paulo. Eram duas horas de seminário dedicado a estratégias para legalização do aborto. Estavam lá as principais cabeças do movimento que defende isso, e eu só teria direito a dez minutos. Tudo bem, era um seminário deles e eu aceitei.
Foi bom eu ter assistido, porque lá ficou explícita a intenção desse grupo. Com base em toda a experiência que os palestrantes tinham no tema, eles afirmaram: “No Brasil, esqueça o Congresso Nacional. Não vamos conseguir nada lá. Temos que usar o Supremo Tribunal Federal”.
A orientação dada foi a de que não se gastasse energia para legalizar o aborto via legislativo, porque os parlamentares, apesar de todos os seus defeitos, são suscetíveis à pressão da sociedade. Já o STF não é assim. São onze ministros que estão acima de tudo. Então, se o povo pensa A, B ou C, o STF não está interessado. Por isso, os defensores da legalização optaram por essa estratégia.
Agora, nós, que queremos proteger a vida humana desde a concepção, não temos condições de influir no STF. Mas no congresso podemos, por isso devemos investir muito esforço no legislativo, especialmente na tramitação do Estatuto do Nascituro, que está lá há sete anos.



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