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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Pregador católico denuncia a ditadura gay - PLC 122


Vídeo revela a trama para legalizar aborto no Brasil. Assista e Compartilhe!!!


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Em 26 de setembro de 2013, a Defensoria Pública do Estado de São Paulo realizou o seminário “Estratégias para a descriminalização do aborto no Brasil”. O movimento pró-vida não teve voz no Seminário, mas teve acesso ao vídeo com a gravação do evento. Ficou claro o totalitarismo da estratégia abortista: pela passar por cima do Congresso, atuar junto ao Supremo Tribunal Federal e, ao mesmo tempo, calar os ativistas pró-vida.
Nesta entrevista com Luiz Bassuma (autor do Estatuto do Nascituro), publicado no Blog Vida sem Dúvida, ele havia alertado para isso, conforme reproduzimos no trecho abaixo retirado da entrevista.
Como tem sido as disputas contra os defensores da legalização do aborto no Congresso ?
Eles não apostam mais no Congresso, a mira deles está no STF.
Recentemente eu fui a um debate na Defensoria Pública de São Paulo. Eram duas horas de seminário dedicado a estratégias para legalização do aborto. Estavam lá as principais cabeças do movimento que defende isso, e eu só teria direito a dez minutos. Tudo bem, era um seminário deles e eu aceitei.
Foi bom eu ter assistido, porque lá ficou explícita a intenção desse grupo. Com base em toda a experiência que os palestrantes tinham no tema, eles afirmaram: “No Brasil, esqueça o Congresso Nacional. Não vamos conseguir nada lá. Temos que usar o Supremo Tribunal Federal”.
A orientação dada foi a de que não se gastasse energia para legalizar o aborto via legislativo, porque os parlamentares, apesar de todos os seus defeitos, são suscetíveis à pressão da sociedade. Já o STF não é assim. São onze ministros que estão acima de tudo. Então, se o povo pensa A, B ou C, o STF não está interessado. Por isso, os defensores da legalização optaram por essa estratégia.
Agora, nós, que queremos proteger a vida humana desde a concepção, não temos condições de influir no STF. Mas no congresso podemos, por isso devemos investir muito esforço no legislativo, especialmente na tramitação do Estatuto do Nascituro, que está lá há sete anos.



Deputados já começaram a falar sobre o filme “BLOOD MONEY – Aborto Legalizado”


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Com a ampla divulgação do filme Blood Money – Aborto Legalizado, pelos meios de comunicação que não boicotaram o filme, começam a surtir em âmbito nacional os efeitos da manifestação popular contra o aborto. Hoje (06/11/2013) o Deputado Arolde de Oliveira fez um pronunciamento elogiando o filme e chamando a atenção para a importância do filme e sobre a parcialidade midiática que um filme que trata de um assunto tão importante tem sofrido em nosso país.
Pronunciamento do Deputado AROLDE DE OLIVEIRA
Em 06/11/2013
Senhor presidente, no dia 15 de novembro, entrará em cartaz nos cinemas do Brasil o esperado e polêmico filme “Blood Money – Aborto Legalizado”. O documentário produzido por e David Kyle e John Zipp trata do funcionamento legal da indústria do aborto nos Estados Unidos, mostrando de que forma as estruturas médicas disputam e tratam sua clientela, os métodos aplicados pelas clínicas para realização do aborto, o destino do lixo hospitalar, o sofrimento das mulheres entre outros temas, de forma muito realista.
O filme também faz grandes e sérias denúncias como a prática da eugenia e o uso do aborto como controle da natalidade. Trata de forma madura os aspectos científicos e psicológicos relacionados ao tema, como o momento exato em que o feto é considerado um ser humano e se há ou não sequelas para a mulher submetida a este procedimento.
“Blood Money – Aborto Legalizado” traz, ainda, depoimentos de médicos e outros profissionais da área, de pacientes, cientistas e da ativista de movimentos negros dos EUA, Alveda C. King, sobrinha do pacifista Martin Luther King.
Dra. Alveda King, que também apresenta o documentário, é envolvida em discussões sobre o mecanismo de controle racial nos EUA e denuncia no filme que o maior número de abortos naquele país é realizado nas comunidades negras.
“Blood Money- Aborto Legalizado” que traduzido quer dizer “Dinheiro de Sangue” chega ao Brasil para amadurecer o debate sobre o aborto a partir da experiência dos EUA. Lá o assunto é pulsante. A mídia debate o assunto sem qualquer tabu. Aqui observamos tendências e manipulações por parte da mídia quanto sobre o tema e quem perde é a sociedade.
O documentário é muito bem produzido, é uma fonte de estudos ímpar, tem formato investigativo e revela uma indústria poderosa, lucrativa e que movimenta bilhões de dólares a partir da legalização do aborto nos EUA .
No filme fica evidenciado que a legalização do aborto nos Estados Unidos se deu mediante manipulação do povo despreparado, numa campanha de trapaças e mentiras, numa clara afronta às atribuições de cada um dos poderes republicanos. Tal campanha foi conduzida no centro das instituições judiciárias.
A Justiça americana tornou o aborto um direito da mulher, que se transformou em autoridade inquestionável de decidir sobre o próprio corpo e sobre a vida independente e distinta que se desenvolve dentro dela. Como se revela na obra cinematográfica, eufemismos foram empregados nos Estados Unidos para fazer a criança parecer menos que humana. Desta forma, o desejo de massacre alojado nos recantos mais sombrios dos corações dos homens justificou o direito de assassinar.
Para que o aborto fosse legalizado a Justiça norte-americana precisou ignorar fatos científicos incontestáveis, e que estavam estabelecidos de modo claro visto que desde 1857 a Associação Médica Americana declarou a existência independente e real da criança antes do nascimento como um ser vivo, sendo, portanto, uma questão de ciência objetiva.
Causa impacto e emoção ver no filme relato de aborteiros que chegaram a matar legalmente mais de 35 mil crianças e provocaram a morte de muitas mulheres em virtude dos métodos usados para sugar crianças com seis, sete ou oito meses de gestação.
Já sabemos que a chegada do filme no circuito de cinema já está incomodando muitas pessoas, muitas instituições e até mesmo alguns Partidos pois a triste verdade sobre o aborto será exibida ao vivo e a cores.
Quero cumprimentar e agradecer a Europa Filmes e a Estação Luz Filmes pela coragem de trazerem para o Brasil tão importante documentário.
Peço a atenção dos brasileiros para a mensagem deste filme que vai ao encontro de nossa luta pela vida e contra a descriminalização do absorto e fortalece nossas convicções pró-vida em defesa da família.
Recomendo os abortistas assistirem o filme.
Fonte: Dra Damares Alves
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Sinopse

A Europa Filmes e a Estação Luz Filmes lançam a partir de São Paulo, no próximo dia 5 de novembro, com uma série de avant premières, o documentário “Blood Money – Aborto Legalizado”, uma produção norte-americana independente, assinada pelo diretor David Kyle.
Após o lançamento em São Paulo, têm início roadshows de pré-estreias, incluindo o Rio de Janeiro (6), Goiânia (7), Brasília (8), Belém (9), Curitiba (11), Salvador (12), Recife (13) e Fortaleza (14). Nestas cidades, Kyle falará de sua primeira incursão no cinema com esse documentário polêmico, que está se tornando um cult pelo realismo e crueza com que trata o tema e pelas denúncias que faz. O filme de 75’ entra em cartaz nos cinemas a partir de 15 de novembro.
Segundo Luís Eduardo Girão, diretor da Estação Luz Filmes, que adquiriu os direitos de distribuição no Brasil, o filme “Blood Money – Aborto Legalizado”, pretende atrair o público brasileiro, pois disseca o tema, revelando a experiência prática em um país onde o aborto é legalizado há 40 anos. ”Apesar de mais de 70% da população brasileira serem contra a legalização do aborto, de acordo com os principais institutos de pesquisa do país, o tema gera polêmica, causa grande interesse e esclarece o assunto sob vários aspectos. Por isso esperamos que provoque repercussão, levando ao amadurecimento deste necessário debate no Brasil, onde ainda teimamos em tratar o aborto com hipocrisia”, diz Girão.
O documentário de Kyle trata do funcionamento legal desta indústria nos Estados Unidos, mostrando “de que forma as estruturas médicas disputam e tratam sua clientela, os métodos aplicados pelas clínicas para realização do aborto e o destino do lixo hospitalar, entre outros temas, de forma muito realista”, conta Girão.
O filme também faz denúncias como a prática da eugenia e do controle da natalidade por meio do aborto e trata aspectos científicos e psicológicos relacionados ao tema, como o momento exato em que o feto é considerado um ser humano e se há ou não sequelas para a mulher submetida a este procedimento.
“Blood Money – Aborto Legalizado” traz, ainda, depoimentos de médicos e outros profissionais da área, de pacientes, cientistas e da ativista de movimentos negros dos EUA, Alveda C. King, sobrinha do pacifista Martin Luther King, que também apresenta o documentário. Dra. Alveda é envolvida em discussões sobre o mecanismo de controle racial nos EUA – o maior número de abortos é realizado nas comunidades negras.
Segundo o diretor da Estação Luz Filmes, o amplo esclarecimento que o documentário oferece foi o que motivou sua produtora a assinar contrato com Kyle para adquirir os direitos de distribuição no Brasil. “É a primeira vez que o cinema trata o assunto desta forma, tirando-o da invisibilidade em um momento em que a mídia brasileira começa a discutir o assunto com coragem e com a importância que merece. Acreditamos que vá atrair diversos segmentos sociais e pessoas sensíveis a essa questão, sejam elas contra ou a favor da legalização do aborto no Brasil”.

A eutanásia realmente preserva a dignidade da pessoa?


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Segundo o Glossário de Bioética, eutanásia significa: a “doce morte”. No entanto, a “morte doce” acabou significando “dar morte a uma pessoa com prognóstico negativo”, embora a “morte rápida” não seja sinônimo de “morte com dignidade”: pode ser entendida como “morte doce”, afinal, aquela que é vivida com coragem e na companhia dos entes queridos; facilitar a morte de alguém é um ato prejudicial ao corpo social, diferentemente da suspensão de cuidados desnecessários, dos quais ela deve ser bem diferenciada.
Realismo
Literalmente, eutanásia significa “morte doce”; na linguagem comum, ela significa “morte provocada (a fim de evitar o sofrimento grave)”, que mal se distingue do suicídio assistido de uma pessoa que consente nessa prática. Dentro do contexto da eutanásia, inclui-se a suspensão da assistência médica voltada a salvar a vida, ou seja, a determinação de não reanimar o paciente caso haja risco urgente para a vida, ou de suprimir os medicamentos e até mesmo a hidratação e a alimentação. Fala-se, assim, de eutanásia ativa e passiva (ou omissiva).
A razão
A eutanásia realmente preserva a dignidade da pessoa? Seu objetivo declarado é duplo: evitar o sofrimento e a possível diminuição da dignidade da pessoa. Entretanto, para combater o sofrimento existem excelentes medicamentos; já a questão da dignidade da pessoa é mais complexa: haverá mesmo algo que diminua a dignidade de uma pessoa? Morrer de velhice é mais digno que morrer de câncer?
A dignidade humana é inerente à pessoa, em qualquer situação, em qualquer idade, em qualquer estado de saúde ou de desenvolvimento sócio-econômico. É um mito a ideia de que seja preciso criar situações para preservá-la, já que nada a elimina, nem mesmo o pior dos algozes. Ao contrário: é obrigação moral de todos respeitá-la. Esse mito vem da ideia de que ser dependente dos outros, principalmente em casos extremos de dependência, não seria “digno do ser humano”, que, na sociedade pós-moderna, é visto como aquele que tem uma característica fundamental e suprema: a autonomia, a independência. Qualquer coisa que diminua ou elimine a autonomia é hoje considerado como um ataque contra o status do ser humano, levando-o inclusive a perder o título de “pessoa”: seria o caso da criança, do embrião, do ancião ou do doente mental que depende dos outros.
O que deve ser assegurado de todas as maneiras é que a pessoa receba todos os cuidados a que tem direito, incluindo os paliativos, e que transcorra a etapa final da vida nas condições mais serenas possíveis. A questão, assim, é “ajudar a morrer bem”, o que não significa “decidir quando”, mas “como”: isto é, no melhor ambiente e com o melhor atendimento e companhia. A eutanásia é apenas um atalho para não se abordar o problema dos direitos reais do moribundo.
De que tipo de cultura nasce a ideia de escolher quando morrer? O slogan “Eu decido quando e onde morrer” é um exagero com propósitos polêmicos. Pouquíssima gente ficará paralisada sem poder expressar a própria opinião e precisando de alguém que lhe escolha o tratamento médico adequado. Esse slogan nasce também de uma cultura de autonomia extrema, na qual o meu valor reside na minha capacidade de me autogerir: é claro que isto é bom, mas não diminui o valor da pessoa que precisa ser cuidada até nas necessidades mais simples. Suspender o tratamento é válido apenas se o tratamento é insuportável ​​ou não é eficaz.
O sentimento
Não se pode supor que qualquer um vá decidir antecipadamente o que escolher quando estiver doente. Mas há um aspecto social que precisa ser levado em conta: o cuidado das pessoas gravemente doentes deve ser uma exigência legal das autoridades locais e do Estado, que devem facilitar a situação das famílias e dos indivíduos. Hipocrisia é falar contra a eutanásia fingindo-se que a pessoa deprimida ou idosa não é abandonada pela sociedade. Ao mesmo tempo, é muito fácil para o Estado simplesmente permitir a eutanásia em vez de dar o melhor das suas possibilidades para ajudar os doentes.
Por Carlo Bellieni

Mãe de futuro bispo ouviu do médico: “Você precisa abortar, seu filho vai ser um monstro”




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Ele sugeriu o aborto. Ela respondeu: É meu filho e nós vamos aceitar o que Deus nos enviar
No último dia 11 de outubro, o papa Francisco nomeou dom Andrew Cozzens como o novo bispo auxiliar de St. Paul, Minneapolis, nos Estados Unidos. É uma das tantas nomeações que o santo padre faz e que poderia ter passado despercebida se não fosse pelo fato de que a mãe do novo bispo, dona Judy, narrou a história da sua gravidez para o jornal The Catholic Spirit, revelando que Andrew teria sido abortado se ela tivesse ouvido os conselhos do próprio médico.
Ela não ouviu. E a história de Andrew não passou despercebida. Ele foi ordenado sacerdote em 1997, aos 28 anos, e agora é professor de Teologia Sacramental e responsável pela liturgia no seminário diocesano.
Quando estava grávida de cinco meses de Andrew, seu segundo filho, Judy começou a sentir dores que atribuiu inicialmente a um vírus pego no colégio onde dava aulas. Como as dores continuaram, ela pensou que podia ser um parto prematuro e correu para o hospital, acompanhada do marido, Jack. Conseguiram controlar a situação, mas, no dia seguinte, ao visitá-la, o médico afirmou: ”O seu feto é deformado. Você não pode continuar esta gestação”. Judy respondeu na hora: “O que você quer dizer? Ele é meu filho!”.
“Não, eu acho que você não está me entendendo”, insistiu o doutor. ”O que você está carregando no útero é um monstro e você não pode continuar esta gravidez”. A mãe replicou: “Ele é meu filho e nós vamos aceitar o que Deus nos enviar”. O médico se recusou a continuar a atendê-la. A família teve que encontrar outro médico para acompanhar a gestação.
Andrew nasceu perfeitamente normal, a não ser por um eczema que afetava todo o seu corpo. Ele teve alergias que o incomodaram durante dois anos e provocaram uma asma crônica, que o acompanha até hoje.
Foi essa asma, em parte, que o levou a descobrir a vocação de entrega a Deus, quando tinha apenas 4 anos de idade.
Durante uma internação hospitalar em que precisou de respiração artificial, o pequeno Andrew olhou para o médico que tomava conta dele e disse:  “Pode ir dormir na sua cama. Vai ficar tudo bem comigo. Eu vou crescer e vou me dedicar às coisas de Deus”.
O médico ficou perplexo e, conversando depois com Jack e Judy, contou-lhes que estava perdendo a fé em Deus por causa de um processo de divórcio muito doloroso, mas que as palavras do pequeno Andrew o tinham ajudado.
A vocação do menino foi se assentando graças também à amizade da família com um sacerdote de Denver, cidade onde viveram durante uma temporada para tratar do filho num centro especializado em asma.
Andrew leva hoje uma vida perfeitamente normal como adulto e como sacerdote. Com algumas peculiaridades, é claro: a exemplo do pai, ele também se tornou montanhista.
Fonte: zenit.org

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

As bruxas existem, Sim!


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Em 1982, eu morava em uma cidade da Inglaterra chamada Bexhill-on-Sea. Era recém-ordenado como sacerdote anglicano e trabalhava na minha primeira paróquia. Muito perto da paróquia, reunia-se um grupo de bruxas cujo líder dizia ser o sucessor de Aleister Crowley.
 
Aleister Crowley foi um ocultista inglês que gostava de se descrever como “o homem mais perverso do mundo”. Na verdade, ele era um sem-vergonha exibido, fraudulento e charlatão, mas também um educado, inteligente e obstinado satanista. Ele era realmente malvado e se envolvia em todo tipo de perversidades, adições e em práticas ocultistas inimagináveis. Morreu no sul da Inglaterra, em 1947 – em Hastings, a cidade mais perto de Bexhill, seguindo pela costa.
 
As “bruxas” que afirmavam ser sucessoras de Crowley eram bem conhecidas na cidade. Elas viviam em uma espécie de comunidade hippie, e seu líder – um cinquentão luxurioso – frequentava todos os bares e pubs. Rumores abundavam sobre seu uso de drogas, sua imoralidade sexual, a corrupção das jovens e as práticas ocultistas.
 
Sendo um jovem padre, eu me deparei com vários jovens que estiveram envolvidos com o grupo de bruxas. Uma tarde, testemunhei um padre idoso exorcizando com sucesso o que parecia ser uma infestação demoníaca de uma menina de 15 anos que tinha estado um tempo entre as bruxas. As histórias que os jovens contavam eram de atitudes e ações seriamente doentias e genuinamente horripilantes. Mais de uma vez, tivemos de lidar com influências espirituais que eram obscuras, destrutivas e demoníacas.
 
As bruxas são reais? Claro que são. São velhas magras com pele verde, queixo pontudo, verruga no nariz e estão cacarejando sobre um caldeirão? Claro que não. Será que elas frequentam uma escola chamada “Hogwarts”, jogam uma espécie de hóquei em suas vassouras e lutam contra animais míticos? Também não. Tudo isso é uma tentativa de nos fazer acreditar que as bruxas não existem.
 
A bruxaria está bem viva e goza de boa saúde em nossa era moderna e secular. Recebe o nome de “Wicca” e tem cada vez mais adeptos. Os seguidores da Wicca professam ser pagãos modernos. Eles afirmam recorrer aos poderes da natureza para curar as pessoas, predizer o futuro e colocar as pessoas em contato com seus entes queridos falecidos.
 
A moderna religião Wicca é descendente de outro inglês, Gerald Gardener, que, na década de 50, sintetizou várias vertentes do paganismo antigo em uma nova miscelânea de paganismo.
 
Para simplificar, os pagãos dizem prestar culto aos deuses e deusas do mundo antigo. Os primeiros cristãos entendiam claramente que os deuses e deusas pagãos eram demônios. Entendiam que os ritos pagãos eram sacrifícios feitos aos demônios e que, por meio dos ritos de iniciação pagãos, os devotos vendiam suas almas ao diabo.
 
É possível que as pessoas de hoje invoquem os deuses e deusas antigos e se ofereçam para ser infestadas por esses espíritos? Claro que é. C. S. Lewis falou sobre a loucura de invocar os espíritos malignos, dizendo que, se eles forem invocados, não devemos nos surpreender quando baterem à nossa porta.
 
Se uma pessoa está envolvida em adivinhação de qualquer tipo – cartas de tarô, tabuleiro ouija, sessões espíritas, curas com cristais, canalização de energias, astrologia –, ela está se envolvendo no mundo do ocultismo.
 
Quando as pessoas se envolvem em certos tipos da chamada “psicologia profunda” – técnica de renascimento, espiritualismo, visões de outras vidas, espiritualidade ecológica, Regressões   – elas provavelmente estão se deixando levar pelo ocultismo também.
 
O vago atrativo do movimento New Age, bem como seu perigo espiritual, foi bem explicado pelo Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso, no documento chamado Jesus Cristo, o portador da água da Vida“.Este ensinamento oficial da Igreja destaca o perigo do movimento da Nova Era e lista as várias (aparentemente inofensivas) práticas da Nova Era que podem levar os crentes ao ocultismo.
 
Qual é a melhor coisa a se fazer quando conhecemos alguém que está envolvido no ocultismo? Seria conveniente mostrar à pessoa o que está errado em suas crenças e práticas; mas isso provavelmente não daria muito resultado.
 
Um dos sintomas do envolvimento no ocultismo é uma espécie de cegueira espiritual, moral e intelectual. Como diz São Paulo em Romanos 1, 21, “extraviaram-se em seus vãos pensamentos, e se lhes obscureceu o coração insensato”. Deveríamos também recordar o que o Papa Francisco disse: “Se você não ora a Deus, então está orando ao diabo”.
 
O que fazer quando temos de enfrentar a escuridão? Eu recomendo jejuar às sextas-feiras, rezar alguns terços extras e invocar os santos anjos, especialmente São Miguel. Isso não só espantaria as bruxas em pleno voo, como também faria muito bem à nossa vida espiritual.
Autor: Pe. Dwight Longenecker

O Conceito de Deus como “energia cósmica”, reiki e o “ecologismo” ( Não confundir com Ecologia) NÃO são cristãos


reiki+chacrasSegundo a Nova Era, estamos mergulhados em um mar energético, ainda que não vejamos a energia cósmica – assim como o peixe não vê o oceano no qual está nadando, nem sua imensidade. 
 
Mas o que se entende por “energia”, na Nova Era?
 
Segundo a ciência moderna, tudo é energia. E a Nova Era está influenciada pelos progressos da ciência moderna. Porém, a Nova Era  faz uma transferência literal da física quântica ao divino, em um sincretismo de cunho “cristão”.
 
Segundo a Nova Era, “a base energética de toda a criação – o sol central primário e a corrente etérea, o éter – são o Deus impessoal, o Espírito Santo”, que consta de “duas formas primárias, a positiva e a negativa”, como “os dois polos de um ímã, de uma corrente elétrica”. A “partícula positiva” é composta por dois terços, e a negativa, de um terço da força primária”.
 
Esta proporção foi tirada da física moderna, ou seja, do elemento mais diminuto dos conhecidos até agora: o quark, composto de 1/3 (negativo) e 2/3 (positivo) da carga dos prótons. Mas a Vida Universal não concebe isso assim, pois considera o quark como reflexo da constituição do Espírito Santo (cf.El Dios personal e impersonal. ¿Quién o qué es Dios?, Gabriele Wittek).
 
Ainda que surpreenda à primeira vista, a Nova Era tem razão, na medida em que se aproxima da verdade, da realidade. Mas não a tem quando nega a existência de seres puramente espirituais. Ela reduz tudo a energia – também Deus, os anjos, a alma ou espírito humano, Cristo.
 
Jesus Cristo seria Deus somente a partir do instante em que, no Jordão, recebeu não o Espírito Santo, mas a “energia cósmica” ou “crística”.
 
As testemunhas de Jeová escrevem “espírito santo”, com iniciais minúsculas, porque, segundo suas crenças, Ele não seria Deus, nem uma Pessoa, mas “uma energia, uma força ativa”.
 
Não é que o universo – como o homem – seja composto de corpo visível e alma invisível, mas ensina o estoicismo, mas o universo inteiro e todos os seus integrantes, especialmente a Terra, seriam energia, e esta seria divina. Assim, a física é transformada em realidade metafísica, teologal.
 
O divino, entendido assim, não é um ser pessoal, “alguém”, nem “único”, transcendente, capaz de julgar, salvar ou condenar, mas “algo” imanente no universo, com o qual a pessoa pode se comunicar, abrindo-se a ele, mas que está presente também em cada um.
 
Algumas manifestações da energia da Nova Era são: o ecologismo e os métodos do potencial humano: reiki, tai chi etc.
 
A ecologia trata do meio ambiente e se preocupa por que seja adequado para o desenvolvimento da vida. Mas a Nova Era deu um passo a mais, transformando a ecologia em ecologismo, ao considerar a Terra como um organismo vivo, auto-organizado e, além disso, divino, chamado Gaia (uma das denominações de “Terra” em grego), a Pachamama (indígenas americanos), a deusa Mãe Terra.
 
O ecologismo da Nova Era palpita em vários grupos de protesto ecológicos. Parecem conceder menos importância ao ser humano e à melhoria sensata da mídia, que à natureza em seu estado atual. Protestam contra a construção de estradas, ferrovias etc., por considerar isso como uma espécie de “sacrilégio” do caráter numinoso da Terra.
 
A Nova Era criou o clima propício para a proliferação de inúmeros métodos do potencial humano, reiki, tai chi (“ki”, em japonês, “chi”, em chinês, significam “energia”), ioga, Energia Humana e Universal, meditação transcendental, Kryon etc.
 
Nestas práticas, é preciso distinguir a técnica da ideologia. Seus recursos psicotécnicos (exercícios respiratórios, físicos etc.) costumam ser o anzol para que seus praticantes acabem aderindo à ideologia da Nova Era, geralmente com raízes budistas, hinduístas e taoistas.
 
De todos, ou quase todos, pode-se afirmar o que foi dito pelo Comitê Doutrinal da conferência dos bispos dos EUA, em um documento sobre o reiki: “Falta credibilidade científica”, “é incompatível com a doutrina cristã”(cf. texto em InfoRIES 132 -2009- p.1-18).
 
O panteísmo, vigente no hinduísmo desde o século VIII a.C., identifica o divino, Átman-Brâhman, o Uno Todo, com o “prana”, palavra sânscrita que significa a essência do éter, elemento imaterial e difuso por todo o universo, e com sua “alma” (“átman”, em sânscrito).
 
Por isso, no hinduísmo e em suas seitas, no ioga e em tantos métodos do potencial humano, ou em geral na Nova Era, os exercícios de respiração diafragmática ou profunda têm uma finalidade fisiológica (uma melhor oxigenação das células), mas sobretudo teologal, ou seja, respirar mais e melhor o divino, para chegar ao endeusamento próprio, até no campo fisiológico.
 
Até o século XX, acreditava-se que o éter preenchia todos os espaços vazios moleculares e interplanetários, e que era necessário para a transmissão das ondas eletromagnéticas. Mas a física moderna declarou isso desnecessário e inexistente.
 
Então, por que o hinduísmo, o budismo, a Nova Era mantêm esta crença? Ela continuará sendo uma crença, mas incompatível com a ciência.
 

 
ReferênciasConselhos Pontifícios da Cultura e Diálogo Inter-Religioso, “Jesucristo, portador del agua de la vida”. Una reflexión cristiana sobre la “Nueva Era”, Cidade do Vaticano 2004; R. Bosca, New Age. La utopía religiosa de fin de siglo, Atlántida, Buenos Aires 1993; M. Guerra, 100 preguntas-clave sobre “New Age”, Monte Carmelo, Burgos 2004; Idem, La evolución del universo, de la vida y del hombre. ¿El hombre, compuesto de cuerpo físico o material, cuerpo energético o inmaterial y alma espiritual? HomoLegens/Intereconomía, Madrid 2009; Idem, Diccionario enciclopédico de las sectas, B.A.C., Madrid 20135 (palabrasbudismo, ecología, energía, Energía Humana y Universal, Espíritu Santo, gnosticismo, hinduismo, jehovismo, Jesucristo, MacLaine, mana, Meditación transcendental, Nueva Era, panteísmo, Potencial Humano, prana, reiki, taichí, Vida Universal, yoga).

Prefeito francês que rejeita “matrimônio” gay: “Não temo ir para a cadeia.”


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O prefeito de Thorigné-dAnjou (França), Michel Villedey (foto)  assegurou recentemente que não tem medo de ir para a prisão por recusar realizar o “casamento” de homossexuais, já que o Conselho Constitucional da França não permitiu conceder a objeção de consciência às autoridades municipais.
Em 18 de outubro, o Conselho Constitucional advertiu aos prefeitos que estão obrigados a presidir os mal chamados “matrimônio” homossexuais, instituídos pelo governo de Francois Hollande.
A recusa de um grande número de prefeitos e vereadores franceses de avalizar estas uniões levou a que o ministro do Interior da França, Manuel Valls, os ameaçasse em junho deste ano com que poderiam ser condenados por discriminação, caso fossem processados.
A pena por discriminação implica até três anos de prisão e 45 mil euros de multa (61 mil dólares, aproximadamente). Os funcionários municipais também correriam o risco de serem destituídos ou suspensos de seu cargo.
Em declarações ao Tempi.it, Michel Villedey disse que “não tenho medo e estou preparado para ir para a prisão porque nasci livre e quero morrer livre”.
Para Villedey a sentença do Conselho Constitucional da França “é péssima. A Constituição Francesa e a Convenção Europa dos Direitos do Homem reconhecem a liberdade de consciência; portanto, não entendo por que o Tribunal nos negou isso e considerou que não é necessário incluir na lei Taubira uma cláusula sobre a objeção de consciência”.
“Segundo o Tribunal, uma lei da República deve-se aplicar para todos, e isto é justo, mas como tinha prometido também o presidente Hollande, deve realizar-se no respeito da consciência dos prefeitos”, demandou.

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