Pesquisar neste blog:

terça-feira, 23 de abril de 2013

Ativistas do Femen invadem conferência e jogam água em arcebispo

Ativistas seminuas do grupo feminista Femen invadiram uma conferência em uma universidade de Bruxelas. Durante o ato, manifestantes jogaram água no arcebispo de Mechelen-Bruxelas, Andre-Joseph Leonard. O religioso não reagiu e evitou olhar para as ativistas.

O protesto foi contra a homofobia, de acordo com agências internacionais. No fim da manifestação, o arcebispo beijou uma imagem da Virgem Maria ao deixar a sala.
Nascido na Ucrânia e com filiais em vários países (incluindo o Brasil e nações de maioria islâmica), o Femen costuma fazer campanhas pelos direitos das mulheres e de minorias. Uma de suas bandeiras é a defesa do casamento gay. O grupo também já realizou atos contra os casos de pedofilia na Igreja.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Mais de um milhão de franceses marcham novamente contra o “casamento” homossexual


24-03-2013: a manifestação vista desde a dianteira
24-03-2013: a manifestação vista desde a dianteira
PARIS — A imensa Avenue de la Grande Armée – que vai do Arco do Triunfo até a ponte que comunica Paris com La Défense – foi pequena para conter a multidão que se manifestou mais uma vez contra o projeto socialista de “casamento” homossexual que o equipara ao casamento normal e permite a adoção de crianças por casais sodomíticos.
Nem mesmo os organizadores aguardavam tamanha adesão.
Após idêntica manifestação realizada no 13 de janeiro, supunha-se uma certa diminuição, devido à proximidade das datas.
Uma contagem mais ponderada, organizada pelo general de exército Bruno Dary, ex-governador militar de Paris, estimou então o comparecimento entre 800 mil e 900 mil pessoas.

24-03-2013: a manifestação vista desde o fundo
24-03-2013: a manifestação vista desde o fundo
Desta vez, o número resultou muito superior a olhos vistos.
Enquanto a polícia estipulou “pelo menos 300 mil”, mas avisando que revisaria seus cálculos, os organizadores falaram em 1 milhão e 400 mil.
O deputado da UMP (centro-direita) Henri Guaino foi um dos muitos políticos presentes – eles sempre aparecem quando o vento é favorável – e disse: “Em 13 de janeiro, vós éreis um milhão. Hoje vós sois ainda mais numerosos” – segundo publicou “Le Figaro”.
A Prefeitura de Paris, nas mãos de um grande propulsor da agenda homossexual e do socialismo, interditou a manifestação na prestigiosa avenida dos Champs Elysées, cônscio de que se a permitisse contribuiria para abrilhantar ainda mais a marcha de protesto contra o casamento antinatural.
Contudo, os Champs Elysées não teriam sido suficientes para tanta gente.
A juventude muito presente comunicava entusiasmo
A juventude muito presente comunicava entusiasmo
Tal foi o comparecimento, que a polícia precisou liberar a Avenue Foch, outra imensa artéria que vai desde o Arco do Triunfo até o Bois de Boulogne, e a Avenue Carnot.
Satélites capturaram com sensores de calor a área ocupada pelos manifestantes nessas grandes avenidas e nas ruas adjacentes:oito quilômetros de ruas inteiramente cheias!
Mais importante do que o número foi o entusiasmo e o fervor dos participantes.
Uma não explicada ojeriza e até proibição da parte dos organizadores ao uso de cartazes, bandeiras, símbolos não-oficiais, cânticos e slogans, bem como de outras formas de exprimir entusiasmo, na prática não conseguiu se impor.
Muitos apoios desde os prédios
Muitos apoios desde os prédios
Ordeiros, mas aguerridos, os mais distintos grupos vindos de toda aFrança cantavam, agitavam bandeiras de suas regiões, erguiam cartazes feitos em casa, faziam rufar caixas e tambores.
Os slogans espontâneos abandonaram a linguagem “politicamente correta” dos slogans oficiais: “Hollande, demite-te”, “Hollande, não queremos a tua lei”.
Uma confusão episódica envolveu 200 ou 300 manifestantes e a polícia.
Socialismo desabafou sua impotência
Socialismo desabafou sua impotência
Esta utilizou gases lacrimogêneos e força excessiva, mas o fato passou desapercebido para a imensa concentração.
Na hora da dispersão, tornou-se inevitável utilizar a contígua Avenue Champs Elysées, que ficou repleta de manifestantes voltando para suas casas.
O fato serviu de pretexto para a polícia, que sob ordem do governo socialista carregou contra os populares, bem no espírito da falsa tolerância da agenda homossexual!
Clero jovem participou
Clero jovem participou
Este episódio tangencial foi explorado pela grande imprensa para desviar a atenção do público do aspecto central do evento: majoritariamente católico e conservador, o povo francês recusa o “casamento” homossexual.
Houve manifestações análogas e simultâneas em muitas cidades da França, bem como diante de embaixadas, consulados e órgãos oficiais franceses em numerosos países, inclusive em locais inimagináveis como o Dubai, o Congo e o Afeganistão.
1.400.000 contra o 'casamento' homossexual
1.400.000 contra o ‘casamento’ homossexual
Os conchavos políticos continuam e os parlamentares deesquerda se apressam para passar no mês de abril um projeto à revelia da vontade popular.
Por sua vez, nenhuma autoridade eclesiástica de relevo, naFrança ou no Exterior, se destacou pela adesão a um protesto popular em defesa de princípios essenciais da Lei de Deus, dos Evangelhos e do Direito Natural.
1.400.000 contra o 'casamento' homossexualConsiderando manifestações como essas de 24 de março e 13 de janeiro, ainda que o projeto passar, ficará patente para a História que sua aprovação se deveu a confabulações entre políticos e eclesiásticos deesquerda.
Na aprovação dessa lei em nada foi respeitado o sentimento da esmagadora maioria do povo francês.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Mais uma! “Igreja dos games”




Folha de São Paulo

Imagine um local apinhado de telões, consoles de videogame e algumas dezenas de computadores potentes, prontos para rodar no máximo qualquer jogo de última geração.
Poderia ser uma sala de uma feira de games ou um espaço dentro de uma grande produtor, mas você acabou de ler a descrição de uma igreja.
Nada de leituras extensas da Bíblia ou confissões e penitências. Apenas queremos reunir fãs de games sob a palavra de Jesus” diz a descrição da Game Church, a “Igreja dos Games”, que tem um estande montado na PAX East, feira de jogos eletrônicos que acontece em Boston (EUA)
Nossas salas parecem saídas dos filmes ‘Blade Runner: o Caçador de Androides’ ou ‘O Vingador do Futuro’”, diz o panfleto da igreja.
Espere, mas eu posso ser cristão e matar zumbis, ou atirar em alguém? Isso não é hipócrita? Nós somos hipócritas. Todo ser humano é. Mas os videogames não são o problema” diz Mike e Bridges, fundador da Game Church. Este e outros temas, como sexo, amor e vício são abordados nos encontros.
A única sede da Game Church está na cidade praiana de Ventura, no estado da Califórnia, a cerca de 1h de Los Angeles. Mas Bridges quer levar a palavra de Jesus para jogadores de todo o país e, quem sabe, de todo o mundo.
Ele ama os gamers! Eu acredito que Jesus jogaria comigo no “World of Warcraft” se vivesse hoje”, completa Bridges.

Total de visualizações de página