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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Pregador católico denuncia a ditadura gay - PLC 122


Vídeo revela a trama para legalizar aborto no Brasil. Assista e Compartilhe!!!


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Em 26 de setembro de 2013, a Defensoria Pública do Estado de São Paulo realizou o seminário “Estratégias para a descriminalização do aborto no Brasil”. O movimento pró-vida não teve voz no Seminário, mas teve acesso ao vídeo com a gravação do evento. Ficou claro o totalitarismo da estratégia abortista: pela passar por cima do Congresso, atuar junto ao Supremo Tribunal Federal e, ao mesmo tempo, calar os ativistas pró-vida.
Nesta entrevista com Luiz Bassuma (autor do Estatuto do Nascituro), publicado no Blog Vida sem Dúvida, ele havia alertado para isso, conforme reproduzimos no trecho abaixo retirado da entrevista.
Como tem sido as disputas contra os defensores da legalização do aborto no Congresso ?
Eles não apostam mais no Congresso, a mira deles está no STF.
Recentemente eu fui a um debate na Defensoria Pública de São Paulo. Eram duas horas de seminário dedicado a estratégias para legalização do aborto. Estavam lá as principais cabeças do movimento que defende isso, e eu só teria direito a dez minutos. Tudo bem, era um seminário deles e eu aceitei.
Foi bom eu ter assistido, porque lá ficou explícita a intenção desse grupo. Com base em toda a experiência que os palestrantes tinham no tema, eles afirmaram: “No Brasil, esqueça o Congresso Nacional. Não vamos conseguir nada lá. Temos que usar o Supremo Tribunal Federal”.
A orientação dada foi a de que não se gastasse energia para legalizar o aborto via legislativo, porque os parlamentares, apesar de todos os seus defeitos, são suscetíveis à pressão da sociedade. Já o STF não é assim. São onze ministros que estão acima de tudo. Então, se o povo pensa A, B ou C, o STF não está interessado. Por isso, os defensores da legalização optaram por essa estratégia.
Agora, nós, que queremos proteger a vida humana desde a concepção, não temos condições de influir no STF. Mas no congresso podemos, por isso devemos investir muito esforço no legislativo, especialmente na tramitação do Estatuto do Nascituro, que está lá há sete anos.



Deputados já começaram a falar sobre o filme “BLOOD MONEY – Aborto Legalizado”


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Com a ampla divulgação do filme Blood Money – Aborto Legalizado, pelos meios de comunicação que não boicotaram o filme, começam a surtir em âmbito nacional os efeitos da manifestação popular contra o aborto. Hoje (06/11/2013) o Deputado Arolde de Oliveira fez um pronunciamento elogiando o filme e chamando a atenção para a importância do filme e sobre a parcialidade midiática que um filme que trata de um assunto tão importante tem sofrido em nosso país.
Pronunciamento do Deputado AROLDE DE OLIVEIRA
Em 06/11/2013
Senhor presidente, no dia 15 de novembro, entrará em cartaz nos cinemas do Brasil o esperado e polêmico filme “Blood Money – Aborto Legalizado”. O documentário produzido por e David Kyle e John Zipp trata do funcionamento legal da indústria do aborto nos Estados Unidos, mostrando de que forma as estruturas médicas disputam e tratam sua clientela, os métodos aplicados pelas clínicas para realização do aborto, o destino do lixo hospitalar, o sofrimento das mulheres entre outros temas, de forma muito realista.
O filme também faz grandes e sérias denúncias como a prática da eugenia e o uso do aborto como controle da natalidade. Trata de forma madura os aspectos científicos e psicológicos relacionados ao tema, como o momento exato em que o feto é considerado um ser humano e se há ou não sequelas para a mulher submetida a este procedimento.
“Blood Money – Aborto Legalizado” traz, ainda, depoimentos de médicos e outros profissionais da área, de pacientes, cientistas e da ativista de movimentos negros dos EUA, Alveda C. King, sobrinha do pacifista Martin Luther King.
Dra. Alveda King, que também apresenta o documentário, é envolvida em discussões sobre o mecanismo de controle racial nos EUA e denuncia no filme que o maior número de abortos naquele país é realizado nas comunidades negras.
“Blood Money- Aborto Legalizado” que traduzido quer dizer “Dinheiro de Sangue” chega ao Brasil para amadurecer o debate sobre o aborto a partir da experiência dos EUA. Lá o assunto é pulsante. A mídia debate o assunto sem qualquer tabu. Aqui observamos tendências e manipulações por parte da mídia quanto sobre o tema e quem perde é a sociedade.
O documentário é muito bem produzido, é uma fonte de estudos ímpar, tem formato investigativo e revela uma indústria poderosa, lucrativa e que movimenta bilhões de dólares a partir da legalização do aborto nos EUA .
No filme fica evidenciado que a legalização do aborto nos Estados Unidos se deu mediante manipulação do povo despreparado, numa campanha de trapaças e mentiras, numa clara afronta às atribuições de cada um dos poderes republicanos. Tal campanha foi conduzida no centro das instituições judiciárias.
A Justiça americana tornou o aborto um direito da mulher, que se transformou em autoridade inquestionável de decidir sobre o próprio corpo e sobre a vida independente e distinta que se desenvolve dentro dela. Como se revela na obra cinematográfica, eufemismos foram empregados nos Estados Unidos para fazer a criança parecer menos que humana. Desta forma, o desejo de massacre alojado nos recantos mais sombrios dos corações dos homens justificou o direito de assassinar.
Para que o aborto fosse legalizado a Justiça norte-americana precisou ignorar fatos científicos incontestáveis, e que estavam estabelecidos de modo claro visto que desde 1857 a Associação Médica Americana declarou a existência independente e real da criança antes do nascimento como um ser vivo, sendo, portanto, uma questão de ciência objetiva.
Causa impacto e emoção ver no filme relato de aborteiros que chegaram a matar legalmente mais de 35 mil crianças e provocaram a morte de muitas mulheres em virtude dos métodos usados para sugar crianças com seis, sete ou oito meses de gestação.
Já sabemos que a chegada do filme no circuito de cinema já está incomodando muitas pessoas, muitas instituições e até mesmo alguns Partidos pois a triste verdade sobre o aborto será exibida ao vivo e a cores.
Quero cumprimentar e agradecer a Europa Filmes e a Estação Luz Filmes pela coragem de trazerem para o Brasil tão importante documentário.
Peço a atenção dos brasileiros para a mensagem deste filme que vai ao encontro de nossa luta pela vida e contra a descriminalização do absorto e fortalece nossas convicções pró-vida em defesa da família.
Recomendo os abortistas assistirem o filme.
Fonte: Dra Damares Alves
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Sinopse

A Europa Filmes e a Estação Luz Filmes lançam a partir de São Paulo, no próximo dia 5 de novembro, com uma série de avant premières, o documentário “Blood Money – Aborto Legalizado”, uma produção norte-americana independente, assinada pelo diretor David Kyle.
Após o lançamento em São Paulo, têm início roadshows de pré-estreias, incluindo o Rio de Janeiro (6), Goiânia (7), Brasília (8), Belém (9), Curitiba (11), Salvador (12), Recife (13) e Fortaleza (14). Nestas cidades, Kyle falará de sua primeira incursão no cinema com esse documentário polêmico, que está se tornando um cult pelo realismo e crueza com que trata o tema e pelas denúncias que faz. O filme de 75’ entra em cartaz nos cinemas a partir de 15 de novembro.
Segundo Luís Eduardo Girão, diretor da Estação Luz Filmes, que adquiriu os direitos de distribuição no Brasil, o filme “Blood Money – Aborto Legalizado”, pretende atrair o público brasileiro, pois disseca o tema, revelando a experiência prática em um país onde o aborto é legalizado há 40 anos. ”Apesar de mais de 70% da população brasileira serem contra a legalização do aborto, de acordo com os principais institutos de pesquisa do país, o tema gera polêmica, causa grande interesse e esclarece o assunto sob vários aspectos. Por isso esperamos que provoque repercussão, levando ao amadurecimento deste necessário debate no Brasil, onde ainda teimamos em tratar o aborto com hipocrisia”, diz Girão.
O documentário de Kyle trata do funcionamento legal desta indústria nos Estados Unidos, mostrando “de que forma as estruturas médicas disputam e tratam sua clientela, os métodos aplicados pelas clínicas para realização do aborto e o destino do lixo hospitalar, entre outros temas, de forma muito realista”, conta Girão.
O filme também faz denúncias como a prática da eugenia e do controle da natalidade por meio do aborto e trata aspectos científicos e psicológicos relacionados ao tema, como o momento exato em que o feto é considerado um ser humano e se há ou não sequelas para a mulher submetida a este procedimento.
“Blood Money – Aborto Legalizado” traz, ainda, depoimentos de médicos e outros profissionais da área, de pacientes, cientistas e da ativista de movimentos negros dos EUA, Alveda C. King, sobrinha do pacifista Martin Luther King, que também apresenta o documentário. Dra. Alveda é envolvida em discussões sobre o mecanismo de controle racial nos EUA – o maior número de abortos é realizado nas comunidades negras.
Segundo o diretor da Estação Luz Filmes, o amplo esclarecimento que o documentário oferece foi o que motivou sua produtora a assinar contrato com Kyle para adquirir os direitos de distribuição no Brasil. “É a primeira vez que o cinema trata o assunto desta forma, tirando-o da invisibilidade em um momento em que a mídia brasileira começa a discutir o assunto com coragem e com a importância que merece. Acreditamos que vá atrair diversos segmentos sociais e pessoas sensíveis a essa questão, sejam elas contra ou a favor da legalização do aborto no Brasil”.

A eutanásia realmente preserva a dignidade da pessoa?


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Segundo o Glossário de Bioética, eutanásia significa: a “doce morte”. No entanto, a “morte doce” acabou significando “dar morte a uma pessoa com prognóstico negativo”, embora a “morte rápida” não seja sinônimo de “morte com dignidade”: pode ser entendida como “morte doce”, afinal, aquela que é vivida com coragem e na companhia dos entes queridos; facilitar a morte de alguém é um ato prejudicial ao corpo social, diferentemente da suspensão de cuidados desnecessários, dos quais ela deve ser bem diferenciada.
Realismo
Literalmente, eutanásia significa “morte doce”; na linguagem comum, ela significa “morte provocada (a fim de evitar o sofrimento grave)”, que mal se distingue do suicídio assistido de uma pessoa que consente nessa prática. Dentro do contexto da eutanásia, inclui-se a suspensão da assistência médica voltada a salvar a vida, ou seja, a determinação de não reanimar o paciente caso haja risco urgente para a vida, ou de suprimir os medicamentos e até mesmo a hidratação e a alimentação. Fala-se, assim, de eutanásia ativa e passiva (ou omissiva).
A razão
A eutanásia realmente preserva a dignidade da pessoa? Seu objetivo declarado é duplo: evitar o sofrimento e a possível diminuição da dignidade da pessoa. Entretanto, para combater o sofrimento existem excelentes medicamentos; já a questão da dignidade da pessoa é mais complexa: haverá mesmo algo que diminua a dignidade de uma pessoa? Morrer de velhice é mais digno que morrer de câncer?
A dignidade humana é inerente à pessoa, em qualquer situação, em qualquer idade, em qualquer estado de saúde ou de desenvolvimento sócio-econômico. É um mito a ideia de que seja preciso criar situações para preservá-la, já que nada a elimina, nem mesmo o pior dos algozes. Ao contrário: é obrigação moral de todos respeitá-la. Esse mito vem da ideia de que ser dependente dos outros, principalmente em casos extremos de dependência, não seria “digno do ser humano”, que, na sociedade pós-moderna, é visto como aquele que tem uma característica fundamental e suprema: a autonomia, a independência. Qualquer coisa que diminua ou elimine a autonomia é hoje considerado como um ataque contra o status do ser humano, levando-o inclusive a perder o título de “pessoa”: seria o caso da criança, do embrião, do ancião ou do doente mental que depende dos outros.
O que deve ser assegurado de todas as maneiras é que a pessoa receba todos os cuidados a que tem direito, incluindo os paliativos, e que transcorra a etapa final da vida nas condições mais serenas possíveis. A questão, assim, é “ajudar a morrer bem”, o que não significa “decidir quando”, mas “como”: isto é, no melhor ambiente e com o melhor atendimento e companhia. A eutanásia é apenas um atalho para não se abordar o problema dos direitos reais do moribundo.
De que tipo de cultura nasce a ideia de escolher quando morrer? O slogan “Eu decido quando e onde morrer” é um exagero com propósitos polêmicos. Pouquíssima gente ficará paralisada sem poder expressar a própria opinião e precisando de alguém que lhe escolha o tratamento médico adequado. Esse slogan nasce também de uma cultura de autonomia extrema, na qual o meu valor reside na minha capacidade de me autogerir: é claro que isto é bom, mas não diminui o valor da pessoa que precisa ser cuidada até nas necessidades mais simples. Suspender o tratamento é válido apenas se o tratamento é insuportável ​​ou não é eficaz.
O sentimento
Não se pode supor que qualquer um vá decidir antecipadamente o que escolher quando estiver doente. Mas há um aspecto social que precisa ser levado em conta: o cuidado das pessoas gravemente doentes deve ser uma exigência legal das autoridades locais e do Estado, que devem facilitar a situação das famílias e dos indivíduos. Hipocrisia é falar contra a eutanásia fingindo-se que a pessoa deprimida ou idosa não é abandonada pela sociedade. Ao mesmo tempo, é muito fácil para o Estado simplesmente permitir a eutanásia em vez de dar o melhor das suas possibilidades para ajudar os doentes.
Por Carlo Bellieni

Mãe de futuro bispo ouviu do médico: “Você precisa abortar, seu filho vai ser um monstro”




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Ele sugeriu o aborto. Ela respondeu: É meu filho e nós vamos aceitar o que Deus nos enviar
No último dia 11 de outubro, o papa Francisco nomeou dom Andrew Cozzens como o novo bispo auxiliar de St. Paul, Minneapolis, nos Estados Unidos. É uma das tantas nomeações que o santo padre faz e que poderia ter passado despercebida se não fosse pelo fato de que a mãe do novo bispo, dona Judy, narrou a história da sua gravidez para o jornal The Catholic Spirit, revelando que Andrew teria sido abortado se ela tivesse ouvido os conselhos do próprio médico.
Ela não ouviu. E a história de Andrew não passou despercebida. Ele foi ordenado sacerdote em 1997, aos 28 anos, e agora é professor de Teologia Sacramental e responsável pela liturgia no seminário diocesano.
Quando estava grávida de cinco meses de Andrew, seu segundo filho, Judy começou a sentir dores que atribuiu inicialmente a um vírus pego no colégio onde dava aulas. Como as dores continuaram, ela pensou que podia ser um parto prematuro e correu para o hospital, acompanhada do marido, Jack. Conseguiram controlar a situação, mas, no dia seguinte, ao visitá-la, o médico afirmou: ”O seu feto é deformado. Você não pode continuar esta gestação”. Judy respondeu na hora: “O que você quer dizer? Ele é meu filho!”.
“Não, eu acho que você não está me entendendo”, insistiu o doutor. ”O que você está carregando no útero é um monstro e você não pode continuar esta gravidez”. A mãe replicou: “Ele é meu filho e nós vamos aceitar o que Deus nos enviar”. O médico se recusou a continuar a atendê-la. A família teve que encontrar outro médico para acompanhar a gestação.
Andrew nasceu perfeitamente normal, a não ser por um eczema que afetava todo o seu corpo. Ele teve alergias que o incomodaram durante dois anos e provocaram uma asma crônica, que o acompanha até hoje.
Foi essa asma, em parte, que o levou a descobrir a vocação de entrega a Deus, quando tinha apenas 4 anos de idade.
Durante uma internação hospitalar em que precisou de respiração artificial, o pequeno Andrew olhou para o médico que tomava conta dele e disse:  “Pode ir dormir na sua cama. Vai ficar tudo bem comigo. Eu vou crescer e vou me dedicar às coisas de Deus”.
O médico ficou perplexo e, conversando depois com Jack e Judy, contou-lhes que estava perdendo a fé em Deus por causa de um processo de divórcio muito doloroso, mas que as palavras do pequeno Andrew o tinham ajudado.
A vocação do menino foi se assentando graças também à amizade da família com um sacerdote de Denver, cidade onde viveram durante uma temporada para tratar do filho num centro especializado em asma.
Andrew leva hoje uma vida perfeitamente normal como adulto e como sacerdote. Com algumas peculiaridades, é claro: a exemplo do pai, ele também se tornou montanhista.
Fonte: zenit.org

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

As bruxas existem, Sim!


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Em 1982, eu morava em uma cidade da Inglaterra chamada Bexhill-on-Sea. Era recém-ordenado como sacerdote anglicano e trabalhava na minha primeira paróquia. Muito perto da paróquia, reunia-se um grupo de bruxas cujo líder dizia ser o sucessor de Aleister Crowley.
 
Aleister Crowley foi um ocultista inglês que gostava de se descrever como “o homem mais perverso do mundo”. Na verdade, ele era um sem-vergonha exibido, fraudulento e charlatão, mas também um educado, inteligente e obstinado satanista. Ele era realmente malvado e se envolvia em todo tipo de perversidades, adições e em práticas ocultistas inimagináveis. Morreu no sul da Inglaterra, em 1947 – em Hastings, a cidade mais perto de Bexhill, seguindo pela costa.
 
As “bruxas” que afirmavam ser sucessoras de Crowley eram bem conhecidas na cidade. Elas viviam em uma espécie de comunidade hippie, e seu líder – um cinquentão luxurioso – frequentava todos os bares e pubs. Rumores abundavam sobre seu uso de drogas, sua imoralidade sexual, a corrupção das jovens e as práticas ocultistas.
 
Sendo um jovem padre, eu me deparei com vários jovens que estiveram envolvidos com o grupo de bruxas. Uma tarde, testemunhei um padre idoso exorcizando com sucesso o que parecia ser uma infestação demoníaca de uma menina de 15 anos que tinha estado um tempo entre as bruxas. As histórias que os jovens contavam eram de atitudes e ações seriamente doentias e genuinamente horripilantes. Mais de uma vez, tivemos de lidar com influências espirituais que eram obscuras, destrutivas e demoníacas.
 
As bruxas são reais? Claro que são. São velhas magras com pele verde, queixo pontudo, verruga no nariz e estão cacarejando sobre um caldeirão? Claro que não. Será que elas frequentam uma escola chamada “Hogwarts”, jogam uma espécie de hóquei em suas vassouras e lutam contra animais míticos? Também não. Tudo isso é uma tentativa de nos fazer acreditar que as bruxas não existem.
 
A bruxaria está bem viva e goza de boa saúde em nossa era moderna e secular. Recebe o nome de “Wicca” e tem cada vez mais adeptos. Os seguidores da Wicca professam ser pagãos modernos. Eles afirmam recorrer aos poderes da natureza para curar as pessoas, predizer o futuro e colocar as pessoas em contato com seus entes queridos falecidos.
 
A moderna religião Wicca é descendente de outro inglês, Gerald Gardener, que, na década de 50, sintetizou várias vertentes do paganismo antigo em uma nova miscelânea de paganismo.
 
Para simplificar, os pagãos dizem prestar culto aos deuses e deusas do mundo antigo. Os primeiros cristãos entendiam claramente que os deuses e deusas pagãos eram demônios. Entendiam que os ritos pagãos eram sacrifícios feitos aos demônios e que, por meio dos ritos de iniciação pagãos, os devotos vendiam suas almas ao diabo.
 
É possível que as pessoas de hoje invoquem os deuses e deusas antigos e se ofereçam para ser infestadas por esses espíritos? Claro que é. C. S. Lewis falou sobre a loucura de invocar os espíritos malignos, dizendo que, se eles forem invocados, não devemos nos surpreender quando baterem à nossa porta.
 
Se uma pessoa está envolvida em adivinhação de qualquer tipo – cartas de tarô, tabuleiro ouija, sessões espíritas, curas com cristais, canalização de energias, astrologia –, ela está se envolvendo no mundo do ocultismo.
 
Quando as pessoas se envolvem em certos tipos da chamada “psicologia profunda” – técnica de renascimento, espiritualismo, visões de outras vidas, espiritualidade ecológica, Regressões   – elas provavelmente estão se deixando levar pelo ocultismo também.
 
O vago atrativo do movimento New Age, bem como seu perigo espiritual, foi bem explicado pelo Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso, no documento chamado Jesus Cristo, o portador da água da Vida“.Este ensinamento oficial da Igreja destaca o perigo do movimento da Nova Era e lista as várias (aparentemente inofensivas) práticas da Nova Era que podem levar os crentes ao ocultismo.
 
Qual é a melhor coisa a se fazer quando conhecemos alguém que está envolvido no ocultismo? Seria conveniente mostrar à pessoa o que está errado em suas crenças e práticas; mas isso provavelmente não daria muito resultado.
 
Um dos sintomas do envolvimento no ocultismo é uma espécie de cegueira espiritual, moral e intelectual. Como diz São Paulo em Romanos 1, 21, “extraviaram-se em seus vãos pensamentos, e se lhes obscureceu o coração insensato”. Deveríamos também recordar o que o Papa Francisco disse: “Se você não ora a Deus, então está orando ao diabo”.
 
O que fazer quando temos de enfrentar a escuridão? Eu recomendo jejuar às sextas-feiras, rezar alguns terços extras e invocar os santos anjos, especialmente São Miguel. Isso não só espantaria as bruxas em pleno voo, como também faria muito bem à nossa vida espiritual.
Autor: Pe. Dwight Longenecker

O Conceito de Deus como “energia cósmica”, reiki e o “ecologismo” ( Não confundir com Ecologia) NÃO são cristãos


reiki+chacrasSegundo a Nova Era, estamos mergulhados em um mar energético, ainda que não vejamos a energia cósmica – assim como o peixe não vê o oceano no qual está nadando, nem sua imensidade. 
 
Mas o que se entende por “energia”, na Nova Era?
 
Segundo a ciência moderna, tudo é energia. E a Nova Era está influenciada pelos progressos da ciência moderna. Porém, a Nova Era  faz uma transferência literal da física quântica ao divino, em um sincretismo de cunho “cristão”.
 
Segundo a Nova Era, “a base energética de toda a criação – o sol central primário e a corrente etérea, o éter – são o Deus impessoal, o Espírito Santo”, que consta de “duas formas primárias, a positiva e a negativa”, como “os dois polos de um ímã, de uma corrente elétrica”. A “partícula positiva” é composta por dois terços, e a negativa, de um terço da força primária”.
 
Esta proporção foi tirada da física moderna, ou seja, do elemento mais diminuto dos conhecidos até agora: o quark, composto de 1/3 (negativo) e 2/3 (positivo) da carga dos prótons. Mas a Vida Universal não concebe isso assim, pois considera o quark como reflexo da constituição do Espírito Santo (cf.El Dios personal e impersonal. ¿Quién o qué es Dios?, Gabriele Wittek).
 
Ainda que surpreenda à primeira vista, a Nova Era tem razão, na medida em que se aproxima da verdade, da realidade. Mas não a tem quando nega a existência de seres puramente espirituais. Ela reduz tudo a energia – também Deus, os anjos, a alma ou espírito humano, Cristo.
 
Jesus Cristo seria Deus somente a partir do instante em que, no Jordão, recebeu não o Espírito Santo, mas a “energia cósmica” ou “crística”.
 
As testemunhas de Jeová escrevem “espírito santo”, com iniciais minúsculas, porque, segundo suas crenças, Ele não seria Deus, nem uma Pessoa, mas “uma energia, uma força ativa”.
 
Não é que o universo – como o homem – seja composto de corpo visível e alma invisível, mas ensina o estoicismo, mas o universo inteiro e todos os seus integrantes, especialmente a Terra, seriam energia, e esta seria divina. Assim, a física é transformada em realidade metafísica, teologal.
 
O divino, entendido assim, não é um ser pessoal, “alguém”, nem “único”, transcendente, capaz de julgar, salvar ou condenar, mas “algo” imanente no universo, com o qual a pessoa pode se comunicar, abrindo-se a ele, mas que está presente também em cada um.
 
Algumas manifestações da energia da Nova Era são: o ecologismo e os métodos do potencial humano: reiki, tai chi etc.
 
A ecologia trata do meio ambiente e se preocupa por que seja adequado para o desenvolvimento da vida. Mas a Nova Era deu um passo a mais, transformando a ecologia em ecologismo, ao considerar a Terra como um organismo vivo, auto-organizado e, além disso, divino, chamado Gaia (uma das denominações de “Terra” em grego), a Pachamama (indígenas americanos), a deusa Mãe Terra.
 
O ecologismo da Nova Era palpita em vários grupos de protesto ecológicos. Parecem conceder menos importância ao ser humano e à melhoria sensata da mídia, que à natureza em seu estado atual. Protestam contra a construção de estradas, ferrovias etc., por considerar isso como uma espécie de “sacrilégio” do caráter numinoso da Terra.
 
A Nova Era criou o clima propício para a proliferação de inúmeros métodos do potencial humano, reiki, tai chi (“ki”, em japonês, “chi”, em chinês, significam “energia”), ioga, Energia Humana e Universal, meditação transcendental, Kryon etc.
 
Nestas práticas, é preciso distinguir a técnica da ideologia. Seus recursos psicotécnicos (exercícios respiratórios, físicos etc.) costumam ser o anzol para que seus praticantes acabem aderindo à ideologia da Nova Era, geralmente com raízes budistas, hinduístas e taoistas.
 
De todos, ou quase todos, pode-se afirmar o que foi dito pelo Comitê Doutrinal da conferência dos bispos dos EUA, em um documento sobre o reiki: “Falta credibilidade científica”, “é incompatível com a doutrina cristã”(cf. texto em InfoRIES 132 -2009- p.1-18).
 
O panteísmo, vigente no hinduísmo desde o século VIII a.C., identifica o divino, Átman-Brâhman, o Uno Todo, com o “prana”, palavra sânscrita que significa a essência do éter, elemento imaterial e difuso por todo o universo, e com sua “alma” (“átman”, em sânscrito).
 
Por isso, no hinduísmo e em suas seitas, no ioga e em tantos métodos do potencial humano, ou em geral na Nova Era, os exercícios de respiração diafragmática ou profunda têm uma finalidade fisiológica (uma melhor oxigenação das células), mas sobretudo teologal, ou seja, respirar mais e melhor o divino, para chegar ao endeusamento próprio, até no campo fisiológico.
 
Até o século XX, acreditava-se que o éter preenchia todos os espaços vazios moleculares e interplanetários, e que era necessário para a transmissão das ondas eletromagnéticas. Mas a física moderna declarou isso desnecessário e inexistente.
 
Então, por que o hinduísmo, o budismo, a Nova Era mantêm esta crença? Ela continuará sendo uma crença, mas incompatível com a ciência.
 

 
ReferênciasConselhos Pontifícios da Cultura e Diálogo Inter-Religioso, “Jesucristo, portador del agua de la vida”. Una reflexión cristiana sobre la “Nueva Era”, Cidade do Vaticano 2004; R. Bosca, New Age. La utopía religiosa de fin de siglo, Atlántida, Buenos Aires 1993; M. Guerra, 100 preguntas-clave sobre “New Age”, Monte Carmelo, Burgos 2004; Idem, La evolución del universo, de la vida y del hombre. ¿El hombre, compuesto de cuerpo físico o material, cuerpo energético o inmaterial y alma espiritual? HomoLegens/Intereconomía, Madrid 2009; Idem, Diccionario enciclopédico de las sectas, B.A.C., Madrid 20135 (palabrasbudismo, ecología, energía, Energía Humana y Universal, Espíritu Santo, gnosticismo, hinduismo, jehovismo, Jesucristo, MacLaine, mana, Meditación transcendental, Nueva Era, panteísmo, Potencial Humano, prana, reiki, taichí, Vida Universal, yoga).

Prefeito francês que rejeita “matrimônio” gay: “Não temo ir para a cadeia.”


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O prefeito de Thorigné-dAnjou (França), Michel Villedey (foto)  assegurou recentemente que não tem medo de ir para a prisão por recusar realizar o “casamento” de homossexuais, já que o Conselho Constitucional da França não permitiu conceder a objeção de consciência às autoridades municipais.
Em 18 de outubro, o Conselho Constitucional advertiu aos prefeitos que estão obrigados a presidir os mal chamados “matrimônio” homossexuais, instituídos pelo governo de Francois Hollande.
A recusa de um grande número de prefeitos e vereadores franceses de avalizar estas uniões levou a que o ministro do Interior da França, Manuel Valls, os ameaçasse em junho deste ano com que poderiam ser condenados por discriminação, caso fossem processados.
A pena por discriminação implica até três anos de prisão e 45 mil euros de multa (61 mil dólares, aproximadamente). Os funcionários municipais também correriam o risco de serem destituídos ou suspensos de seu cargo.
Em declarações ao Tempi.it, Michel Villedey disse que “não tenho medo e estou preparado para ir para a prisão porque nasci livre e quero morrer livre”.
Para Villedey a sentença do Conselho Constitucional da França “é péssima. A Constituição Francesa e a Convenção Europa dos Direitos do Homem reconhecem a liberdade de consciência; portanto, não entendo por que o Tribunal nos negou isso e considerou que não é necessário incluir na lei Taubira uma cláusula sobre a objeção de consciência”.
“Segundo o Tribunal, uma lei da República deve-se aplicar para todos, e isto é justo, mas como tinha prometido também o presidente Hollande, deve realizar-se no respeito da consciência dos prefeitos”, demandou.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Três visões do inferno dadas por Deus a santos da Igreja


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O juiz da Suprema Corte dos Estados Unidos, Antonin Scalia, disse acreditar no inferno e no diabo, e as pessoas zombaram dele. Mas os partidários de Scalia são muito mais importantes que seu críticos: além de serem maioria no país, tanto Jesus, o Filho de Deus, como o seu Vigário, o Papa Francisco, falam constantemente do inferno em seus ensinamentos.
 
O inferno é real e, para os católicos, sua existência é um dogma. O Concílio de Florença estabeleceu, em 1439, que “as almas dos que morrem em pecado mortal atual, ou somente no pecado original, descem rapidamente ao inferno”.
 
Por ser um lugar no qual estão somente aqueles que morreram, os vivos não têm acesso a ele – pelo menos em circunstâncias normais. No entanto, muitos santos, ao longo da história da Igreja, afirmaram ter vivido experiências místicas do inferno e as descreveram.
 
A seguir, detalharemos três destas descrições.
 
Cabe recordar que o Catecismo da Igreja Católica afirma claramente que o papel das revelações privadas não é “melhorar” ou “completar” o depósito da fé, mas “ajudar a vivê-la mais plenamente em uma determinada época histórica”.
 
O relato destas visões servem para ajudar as pessoas a levar mais a sério a realidade do reino eterno dos condenados. Duas das visões que apresentamos são do século XX.
 
Densa escuridão: Santa Teresa de Ávila
 
A grande santa do século XVI, Teresa de Ávila, foi uma religiosa e teóloga carmelita. Está na lista dos 35 doutores da Igreja. Seu livro “Castelo Interior” é considerado um dos textos mais importantes sobre a vida espiritual. Em sua autobiografia, a santa também descreve uma visão do inferno que Deus lhe concedeu, segundo ela, para ajudá-la a afastar-se dos seus pecados.
 
“A entrada pareceu-me semelhante a uma passagem estreita muito longa, como um forno baixo, escuro e constrangido; o chão pareceu-me consistir em água lamacenta, muito suja e de muito mau cheiro, com muitos parasitas e vermes imundos. No fim, havia um nicho na parede ao jeito de um pequeno armário; aí achei-me metida em muito estreito lugar. Tudo isso era nada, em comparação com que eu sentia: isto que eu descrevo está só mal expresso.”
 
“O que senti, parece-me que não posso nem começar a exprimi-lo; nem pode ser entendido. Experimentei um fogo na alma, que eu não sei como descrevê-lo. As dores corpóreas tão insuportáveis, que embora as tenho sofrido penosas nesta vida e que, de acordo com o que os médicos dizem, das piores que podem ser sofridas na terra, pois todos os meus nervos estavam contraídos quando fiquei paralisada, e com mais muitos outros sofrimentos de muitas espécies que eu suportei, e ainda alguns, como disse, causados pelos demônios, todos estes eram nada em comparação com os que eu experimentei lá, e saber que haviam de ser sem fim e sem jamais cessar.”
 
“Isto não era nada, porém, em comparação com o agoniar da alma: um apertamento, um afogamento, uma aflição tão agudamente sentida e com tal desesperada e afligida infelicidade que atormenta, que eu não sei como exprimir; porque parece estar-se sempre arrancando a alma que se rasga em pedaços.”
“O fato é que não sei como dar uma descrição suficientemente poderosa daquele fogo interior e aquela gravíssima desesperação sobre tão dolorosos tormentos e dores. Eu não vi quem me os infligia, mas, sentia-me queimar e espedaçar, ao que me parece, e repito que o pior era aquele fogo interior e aquele desespero.”
“Estando em tão fétido lugar, tão incapaz de esperar qualquer consolação, não há onde sentar-se ou deitar-se, nem há lugar, ainda que estava eu metida nessa espécie de buraco feito na parede, porque essas paredes apertam e tudo sufoca. Não há nenhuma luz, senão todo trevas escuríssimas.”
 
“Depois, eu tive uma visão de coisas espantosas. De alguns vícios, o castigo. Porque não é nada o ouvi-lo dizer, nem eu ter meditado de outras vezes sobre diversos tormentos (embora poucas vezes o fizesse, pois que, por caminho de temor, não ia bem a minha alma), nem que os demônios atormentam, nem outros diferentes suplícios que tenho lido, nada é como esta pena, porque é outra coisa. Enfim, é tão diferente como a pintura o é da realidade, e o queimar-se aqui na terra é muito pouco em comparação com este fogo de lá. Eu fiquei tão aterrada, e ainda agora o estou ao escrever isto, apesar de haver já quase seis anos que de temor – parece-me, e assim é –, me falta o calor natural aqui onde estou.”
 
“Daqui também cobrei a grandíssima pena que me dão as almas que se condenam (destes luteranos em especial, porque já eram, pelo Batismo, membros da Igreja), e os grandes ímpetos de salvar almas, que me parece certo que, para livrar uma só de tão gravíssimos tormentos, padeceria eu muitas mortes de muito boa vontade.”
 
Cavernas horríveis, abismos de tormentos: Santa Maria Faustina Kowalska
Santa Maria Faustina Kowalska, conhecida como Santa Faustina, foi uma religiosa polonesa que afirmou ter tido uma série de visões que incluíam Jesus, a Eucaristia, os anjos e vários santos. Das suas visões, registradas em seu “Diário“, a Igreja recebeu a já popular devoção ao Terço da Divina Misericórdia.
 
Em um trecho do seu diário, no final de outubro de 1936, ela descreve sua visão do inferno:
 
“Hoje, conduzida por um Anjo, fui levada às profundezas do inferno, um lugar de grande castigo, e como é grande a sua extensão. Tipos de tormentos que vi: o primeiro tormento que constitui o inferno é a perda de Deus; o segundo, o contínuo remorso de consciência; o terceiro, o de que esse destino já não mudará nunca; o quarto tormento, é o fogo que atravessa a alma, mas não a destrói: é um tormento terrível, é um fogo puramente espiritual, aceso pela ira de Deus; o quinto é a contínua escuridão, o terrível cheiro sufocante e, embora haja escuridão, os demônios e as almas condenadas veem-se mutuamente e veem todo o mal dos outros e o seu. O sexto é a continua companhia do demônio; o sétimo tormento é o terrível desespero, ódio a Deus, maldições, blasfêmias.”
“São tormentos que todos os condenados sofrem juntos. Mas não é ó fim dos tormentos. Existem tormentos especiais para as almas, os tormentos dos sentidos. Cada alma é atormentada com o que pecou, de maneira horrível e indescritível. Existem terríveis prisões subterrâneas, abismos de castigo, onde um tormento se distingue do outro. Eu teria morrido vendo esses terríveis tormentos, se não me sustentasse a onipotência de Deus. Que o pecador saiba que será atormentado com o sentido com que pecou, por toda a eternidade. Estou escrevendo por ordem de Deus, para que nenhuma alma se escuse dizendo que não há inferno ou que ninguém esteve lá e não sabe como é.”
 
“Eu, Irmã Faustina, por ordem de Deus, estive nos abismos para falar às almas e testemunhar que o inferno existe. Sobre isso não posso falar agora, tenho ordem de Deus para deixar isso por escrito. Os demônios tinham grande ódio contra mim, mas, por ordem de Deus, tinham de me obedecer. O que eu escrevi dá apenas uma pálida imagem das coisas que vi.”
 
“Percebi, no entanto, uma coisa: o maior número das almas que lá estão é justamente daqueles que não acreditavam que o inferno existia. Quando voltei a mim, não podia me refazer do terror de ver como as almas sofrem terrivelmente ali e, por isso, rezo com mais fervor ainda pela conversão dos pecadores; incessantemente, peço a misericórdia de Deus para eles. ‘Ó meu Jesus, prefiro agonizar até o fim do mundo nos maiores suplícios, a ter que vos ofender com o menor pecado que seja’.”
 
Um grande mar de fogo: Irmã Lúcia de Fátima
 
A irmã Lúcia não é uma santa, mas é uma das destinatárias de uma das revelações privadas mais importantes do século XX, ocorrida em Fátima (Portugal). Em 1917, ela era uma das três crianças que afirmou ter tido numerosas visões de Nossa Senhora. Ela declarou que Maria lhes mostrou uma visão do interno que ela descreveu em suas “Memórias”.
 
“Nossa Senhora mostrou-nos um grande mar de fogo que parecia estar debaixo da terra. Mergulhados nesse fogo, os demônios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no incêndio, levadas pelas chamas que delas mesmas saíam juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das faúlhas nos grandes incêndios, sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero, que horrorizava e fazia estremecer de pavor.”
 
“Os demônios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes e negros. Esta vista foi um momento, graças à nossa boa Mãe do céu, que antes nos tinha prevenido com a promessa de nos levar para o céu (na primeira aparição)! Se assim não fosse, creio que teríamos morrido de susto e pavor.”
 
Alguma reação? Podemos nos confiar à misericórdia de Deus em Cristo, e evitar, assim, qualquer coisa que se aproxime destas descrições, passando toda a eternidade em união com Deus no céu.
Fonte: Brantly Millegan

No RN, livro gera polêmica sobre o que meninas e meninos podem fazer


Questão está em um livro de ciências da Editora Positivo (Foto: Reprodução/Facebook de Soraya Souza)Questão está em um livro de ciências da Editora Positivo (Foto: Reprodução/Facebook de Soraya Souza)
Uma ativdade para alunos do 5º ano do ensino fundamental causou repercussão nas redes sociais ao propor que as crianças diferenciassem preferências de homens e mulheres. A questão foi aplicada em uma escola particular de Natal e questionada pela tia de uma das alunas. Mestre em psicologia escolar, Soraya Souza compartilhou o exercício em sua página no Facebook afirmando que a atividade impõe padrões. O exercício está em um livro de ciências da Editora Positivo, que nega o favorecimento de estereótipos na atividade, mas confirma que o material será mudado para 2014.
A questão pede que os alunos observem os itens sugeridos e, com base neles, respondam quais os meninos e meninas têm mais afinidade. Nas opções estão ações como "usar brinco", "lavar louça", "cuspir no chão", "usar biquini e sutiã", "jogar futebol", entre outras. Os alunos devem ligar os itens a duas opções: "meninos podem fazer" e "meninas podem fazer".

Soraya Souza, que teve a postagem compartilhada por quase seis mil pessoas, explica que tomou conhecimento da atividade depois que a própria sobrinha, de 11 anos, procurou a mãe perguntando sobre a questão. "Minha irmã ficou indignada. A menina disse que não marcou sutiã para os meninos porque normalmente eles não têm mamas grandes. Ela entende com todas aquelas coisas poderiam ser feitas, mas queria saber porque o livro explicava daquela forma", explica.

Para a mestre em psicologia escolar, a atividade é restritiva. "É feita uma comparação de gênero com base no sexo biológico. O que identifica uma pessoa como homem e mulher é ela quem vai dizer, e não o que ela pode ou não fazer. Vivemos em um país com índices elevados de violência contra a mulher e homossexual e onde mãe solteira é mal julgada pela sociedade. Está sendo reproduzido um estereótipo de gênero e isso é perigoso, pois é reportado na cabeça de quem já pensa assim", critica.
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Soraya Souza fez postagem criticando exercício (Foto: Reprodução/Facebook)Soraya Souza fez postagem criticando exercício
(Foto: Reprodução/Facebook)
Na resposta enviada a Soraya, além de negar a imposição de padrões, a Editora Positivo explica que "a atividade é parte de um contexto onde o objetivo é justamente promover o debate para combater relações autoritárias e questionar a rigidez dos padrões". De acordo com a editora, o manual do professor, que acompanha todos os livros da coleção, contém orientações metodológicas para condução das atividades.

A mestre em psicologia escolar discorda da posição. "Os professores foram responsabilizados, quando na verdade o contexto envolve a instituição e a escolha do material. Isso não é feito pelo professor, que está abaixo nessa cadeia. Não é possível acreditar que o docente dará conta de toda a questão envolvida no exercício", opina.

Quanto ao caso da sobrinha, Soraya explica que o assunto tem sido debatido junto à escola, porém a intenção da mãe é mudar o colégio da filha no ano que vem. "É preciso que as instituições tratem o tema de forma mais condinzente com a realidade. As mudanças na sociedade são sutis, demoradas, mas estão acontecendo", conclui.

Nota da Editora Positivo
A Editora Positivo considera legítima a preocupação com o tema e a relevância da questão. Entretanto, esclarece que a finalidade do exercício apresentado não é impor padrões ou corroborar com estereótipos de gênero. A atividade é parte de um contexto onde o objetivo é justamente promover o debate para combater relações autoritárias e questionar a rigidez dos padrões.

O manual do professor, que acompanha todos os livros da coleção, contém orientações metodológicas (OMs) ao docente para conduzir essa atividade, com o objetivo de subsidiar a ação do professor e abrir a discussão a todas as possibilidades que possam surgir no decorrer da aula.

Para conhecimento, seguem abaixo as orientações que acompanham essas atividades:
- Conduzir e acompanhar a conversa dos alunos, a fim de que seja mantido o respeito às opiniões, aos hábitos e personalidade de cada um.

- De acordo com os PCN Pluralidade Cultural e Orientação sexual (BRASIL, 2001) "A discussão sobre as relações de gênero tem como objetivo combater relações autoritárias, questionar a rigidez dos padrões de conduta estabelecidos para homens e mulheres e apontar para sua transformação. A flexibilização dos padrões visa permitir a expressão de potencialidades existentes em cada ser humano que são dificultadas pelos estereótipos de gênero. Como exemplo comum, pode-se lembrar a repressão das expressões de sensibilidade, intuição e meiguice nos meninos ou de objetividade e agressividade nas meninas. As diferenças não devem ficar aprisionadas em padrões preestabelecidos, mas podem e devem ser vividas a partir da singularidade de cada um, apontando para a equidade entre os gêneros".

Reiteramos que a Editora Positivo considera importante o debate sobre a questão e informa que o material que será utilizado pelos alunos em 2014 foi alterado a fim de promover um debate mais aprimorado entre os alunos sobre este tema.

Fonte:
http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2013/10/livro-de-ciencias-diz-que-meninos-jogam-futebol-e-meninas-lavam-louca.html



DEBATENDO O ASSUNTO:

O que temos aí é simplesmente uma imposição de uma ditadura gay. Nada mais que isso! Essa história de que a criança escolherá o seu sexo é pura ilusão e ativismo gay. A família deve ficar de olho aberto para tais absurdos.

Psicólogo afirma que pessoas que sentem atração por menores são tão normais quanto heterossexuais

Jack Minor

Enquanto os legisladores e outras autoridades do governo promovem leis favoráveis aos gays, eles estão involuntariamente preparando o terreno para proteções especiais aos pedófilos, incluindo o direito de trabalhar com crianças, alertam os defensores da família.
Linda Harvey, da organização Mission America, afirma que a pressão por igualdade de direitos para pedófilos irá se tornar mais comum à medida que os grupos LGBT se reafirmam.
“É tudo parte de um plano para introduzir as crianças à vida sexual cada vez mais cedo e convencê-las de que uma simples amizade é na verdade uma atração sexual”, explica.
Em 1973, Associação Americana de Psiquiatria (APA, na sigla em inglês) retirou o homossexualismo de sua lista de desordens mentais após forte lobby de grupos de direitos homossexuais.
Na época em que isso aconteceu, os críticos alertaram que isso iria mais tarde levar à aceitação de outros tipos de desvios sexuais, incluindo a pedofilia. Os defensores do estilo de vida gay rechaçaram a comparação, insistindo que algo do tipo nunca aconteceria.
No entanto, parece que os críticos acertaram na mosca.
Em 2003, um grupo de profissionais de saúde mental formou a organização B4U-ACT para iniciar uma lenta, porém inexorável pressão para redefinir a pedofilia como uma orientação sexual da mesma maneira que o homossexualismo foi na década de 70.
A organização chama os pedófilos de “pessoas que sentem atração por menores”, e o site da organização declara que sua missão é “ajudar profissionais de saúde mental a aprender mais sobre a atração por menores e considerar os efeitos dos estereótipos, do estigma e do medo”.
O B4U-ACT mais tarde organizou uma conferência onde uma nova definição de pedofilia foi proposta para o Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais da APA.
Em 2010, dois psicólogos no Canadá ganharam destaque nacional ao declararem que a pedofilia é uma orientação sexual da mesma forma que o homossexualismo o é.
Van Gijseghem, psicólogo e professor aposentado da Universidade de Montreal, disse aos membros do Parlamento: “Pedófilos não são simplesmente pessoas que cometem uma contravenção de tempos em tempos, mas são pessoas que lutam com o que equivale a uma orientação sexual, assim como outro indivíduo pode estar lutando com o heterossexualismo ou mesmo com o homossexualismo”.
E continuou dizendo: “Os verdadeiros pedófilos possuem uma preferência exclusiva por crianças, o que é o mesmo que ter uma orientação sexual. Você não pode mudar a orientação sexual de uma pessoa. Ela pode, no entanto, manter a abstinência”.
Ao ser perguntado se ele deveria comparar pedófilos a homossexuais, Van Gijseghem responde: “Se, por exemplo, você estivesse vivendo em uma sociedade onde o heterossexualismo fosse condenado e proibido, e dissessem a você que você teria que fazer terapia para mudar sua orientação sexual, você provavelmente diria que isso é meio maluco. Em outras palavras, você não aceitaria isso de forma alguma. Eu utilizo essa analogia para dizer que, sim, de fato, pedófilos não mudam sua orientação sexual".
O dr. Vernom Quinsey, professor emérito de psicologia da Universidade de Queen em Kingston, na província canadense de Ontario, concorda com Van Gijseghem, afirmando que o interesse sexual dos pedófilos faz com que eles prefiram crianças, e que “não há provas de que esse tipo de preferência possa ser mudado por meio de tratamento ou por quaisquer outros meios”.
Em julho de 2010, a revista Harvard Health Publications declarou: “A pedofilia é uma orientação sexual pouco provável de ser alterada. O tratamento busca permitir que a pessoa resista aos seus anseios sexuais”.
Se a APA declarar a pedofilia como uma orientação sexual em pé de igualdade com o homossexualismo, isso geraria enormes ramificações para as leis antidiscriminação existentes.
O processo comum para os ativistas homossexuais foi acrescentar “orientação sexual” a uma lista de fatores de não-discriminação nas cidades e estados.
No entanto, tais preferências não são direcionadas especificamente ao homossexualismo, e poderiam ser interpretadas para proteger uma série de outras pessoas com “orientações”, como bissexuais e transgêneros.
Defensores do estilo de vida LGBT negam veementemente a correção, insistindo que as leis que tratam da idade de consentimento irão evitar que os pedófilos demandem os mesmos direitos que os homossexuais em questões de trabalho, moradia e outras áreas.
À primeira vista, a alegação parece fazer sentido. No entanto, o problema é que os psicólogos fazem uma clara distinção entre pedófilos e molestadores de crianças.
O dr. Gregory Herek, membro da APA e da Associação pela Ciência Psicológica e ganhador de um prêmio da APA por contribuições notáveis à psicologia, defendeu a questão em um artigo intitulado “Fatos Sobre o Homossexualismo e o Abuso Infantil (Facts About Homosexuality and Child Molestation).
Herek afirma que o problema é que a pessoa comum não entende a terminologia correta, que segundo ele é “confusa” e “enganadora” com relação aos pedófilos.
“Pedofilia e abuso sexual de crianças são utilizados de maneiras diferentes, até pelos profissionais”, declara Herek. “Pedofilia costuma se referir a uma desordem psicológica adulta caracterizada por uma preferência por crianças pré-púberes como parceiros sexuais; essa preferência pode ou não ser tratada”.
Por outro lado, segundo ele, o abuso sexual de crianças se refere a ações tomadas por um criminoso.
Baseado nessa definição, um pedófilo não violou nenhuma lei, uma vez que não está de fato envolvido em práticas sexuais com crianças. Os analistas dizem que nenhuma lei está sendo quebrada se a pedofilia for declarada como uma orientação sexual, pois se encaixaria na definição de orientação sexual em todos os estatutos legais apropriados.
Isso poderia se mostrar especialmente problemático para empregadores que contratam pessoas para trabalhar com crianças, como creches e escolas. Se um pedófilo se candidatar ao emprego, enquanto ele puder alegar que nunca esteve envolvido com o abuso sexual de crianças, poderá abrir um processo por discriminação caso seja rejeitado com base em sua “orientação sexual”.
Harvey explica que embora haja leis que tratam da idade de consentimento que proíbem adultos de manter relações com crianças, existe uma pressão para mudar isso.
“Há defensores da liberdade sexual que vêm tentando reduzir a idade de consentimento já há algum tempo”, afirma Harvey. “Uma das coisas que vejo acontecendo é que eles trabalham ativamente para libertar e dar autonomia aos jovens para serem eles mesmos. Eles estão tentando acabar com o estigma do sexo entre crianças mais velhas e mais novas”.
“Por exemplo, eles insistirão com base em leis anti-bullying que não há nada de errado com o fato de um jovem de 16 anos ter relações sexuais com um de 11 anos. Uma vez que se supere a barreira e estabeleça que isso é uma orientação sexual porque é algo que as pessoas fazem, torna-se lógico dar o salto para a pedofilia”.
Ela assinala que o processo sendo utilizado com os profissionais de saúde mental, como o B4U-ACT, é o mesmo que aconteceu na década de 70.
“A definição feita pelos psicólogos entre pedofilia e abuso sexual de crianças é muito importante. Eles querem primeiro estabelecer a ideia de uma identidade de pessoas que sentem atração por menores”, explica. “O próximo passo é usar a golpe da vitimização, alegando que há pessoas que têm ódio deles e que criticá-los é uma atitude de ódio, pois é uma orientação e não pode ser evitada”.
Eles argumentam que, se eles nunca se deixarem levar pelos seus impulsos sexuais por crianças, então qual é o problema? O senso comum nos diz que, se eles têm esses sentimentos, irão agir com base neles. Não é algo inato, da mesma forma que não existe base biológica para o homossexualismo. No entanto, o lobby militante em prol dos pedófilos irá defender seus direitos de ter uma orientação, e é nesse ponto que eles irão tocar primeiro. Eles não vão imediatamente argumentar em cima do comportamento, pois sabem que as pessoas não irão se deixar levar por isso; eles vão bater na questão de desejar o que se quer desejar, pois não se sabe de onde o desejo vem”.
Há também quem defenda a legalização da pornografia infantil, sustentando que ela evita que os pedófilos se tornem molestadores de crianças.
Milton Diamond, professor da Universidade do Havaí e diretor do Pacific Center for Sex and Society, declarou certa vez que a pornografia infantil poderia ser benéfica para a sociedade porque “criminosos sexuais em potencial utilizam a pornografia infantil como um substituto para o sexo com crianças”.
Diamond é um célebre palestrante para o Instituto para Estudos Avançados da Sexualidade Humana (IASHS) em São Francisco. O instituto defendeu abertamente a revogação do banimento de homossexuais nas forças armadas, que existe desde a época da revolução americana.
Em seu website, o IASHS lista os “direitos sexuais básicos”, dentre os quais estão “o direito de se envolver em práticas sexuais de todo e qualquer tipo, desde que não envolva atos não consensuais, violência, coação, coerção ou fraude”.
Outros direitos são os de “ser livre de perseguição, condenação, discriminação ou intervenção social de comportamento sexual particular” e “a liberdade de ter quaisquer pensamentos, fantasias ou desejos sexuais”. A organização também declara que ninguém deve ser “desfavorecido em função da idade”.
O que deveria ser ainda mais alarmante para os pais é que a APA minimizou a importância de todos os problemas mentais que uma criança possa experimentar como resultado de abuso sexual por adultos.
Em 1998, a APA emitiu um relatório argumentando “que o ‘potencial negativo’ do sexo entre adultos e crianças foi ‘exagerado’ e que ‘a grande maioria de homens e mulheres não relataram efeitos sexuais negativos de suas experiências de abuso sexual’”.
O WND noticiou que as leis em estados como Califórnia e Nova Jersey que barraram a chamada “terapia de conversão homossexual” poderiam na verdade evitar que profissionais de saúde mental ofereçam tratamento a pedófilos.
O advogado Mat Staver, presidente do Liberty Counsel, que entrou com um processo contra a lei da Califórnia, afirma que, na linguagem do projeto de lei, um psicólogo poderia sofrer sanções se tentasse fazer com que um pedófilo mudasse seu comportamento, ou se falasse negativamente sobre ele.
“Se alguém dissesse que sua orientação sexual é por crianças e um profissional de saúde mental devidamente autorizado realizasse um tratamento contra essas tendências em vez de afirmar o comportamento, isso seria um problema e poderia resultar em uma violação do código de ética pelo profissional”, explica Staver. “Esse é uma questão que está se camuflando nesse estatuto”.
“Essa linguagem é tão ampla e vaga que poderia incluir todas as formas de orientação sexual, incluindo a pedofilia”, afirma Brad Dacus, presidente do Pacific Justice Institute. “Não é apenas a orientação que é protegida, a conduta associada à ela também é”.
Muitos podem não perceber que o governo federal já garantiu proteção aos pedófilos.
A Lei Matthew Shephard e James Byrd Jr. de Prevenção Contra Crimes de Ódio (Matthew Shephard and James Byrd Jr. Hate Crimes Prevention Act) lista a “orientação sexual” como uma categoria protegida, mas não define o termo.
Os republicanos tentaram acrescentar uma emenda especificando que “a pedofilia não está abrangida como uma orientação”. No entanto, a emenda foi derrubada pelos democratas no Congresso pouco depois que Obama assumiu o mandato.
O Deputado Alcee Hastings, democrata do estado da Flórida, declarou que todos os estilos de vida alternativos devem ser protegidos pela lei.
“O projeto de lei atende à nossa resolução de acabar com a violência baseada no preconceito e garante que todos os americanos, independente de raça, cor, religião, origem, gênero, orientação sexual, identidade de gênero, deficiência ou todas essas ‘filias’, fetiches ou ‘ismos' que foram propostos possa viver sem medo do que são. Peço aos meus colegas que votem a favor dessa lei”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: 'Gay' laws set stage for pedophilia 'rights'

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