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quinta-feira, 14 de março de 2013

O Magistério da Igreja Católica grita por um novo Pentecostes!

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Caso usemos como pressuposto o ensino do Magistério da Igreja, o que perceberemos é que o colégio apostólico clama por um novo pentecostes. Os escritos doutrinais e dogmas da Igreja Católica clamam por um novo pentecostes na Igreja Católica. Muitos, no entanto, preferem tapar os ouvidos. Já outros, a deturpam com a sua vida de contra testemunho e pregações de vãs filosofias.

O anúncio dever ser feito na força do Espírito Santo e baseado no testemunho pessoal. Não se trata, pois, de um anúncio decorado e recitado mecanicamente, mas de um anúncio encarnado na própria vida.

[CNBB; Subsídios Doutrinais, 4: Anúncio Querigmático e Evangelização Fundamental Parágrafo, n. 10]
Poderíamos enumerar vários parágrafos do Catecismo da Igreja Católica e do Documento de Aparecida, bem como do pronunciamento de vários papas em seus discursos ao se reunirem com os jovens, com os bispos, com as novas comunidades, por exemplo. No entanto, o que pretendemos com este ensaio, é demonstrar que a riqueza do ensino da Igreja deve concordar com a prática vivencial.
Mas, só como demonstrativo, leia os seguintes textos:
O Espírito Santo, que assim lembra Cristo à sua Igreja orante, também a conduz à Verdade plena e suscita formulações novas que exprimirão o insondável Mistério de Cristo atuando na vida, nos sacramentos e na missão de sua Igreja. 

[Catecismo da Igreja Católica, n. 2625]


O mundo tem ainda muita necessidade do Espírito Santo; por isso não devemos cansar-nos de invocá-lo com as palavras do Salmo: “Enviai, Senhor, o vosso Espírito, e renovai a face da terra”!

[Comentário do Pe. Cantalamessa sobre a liturgia do domingo de Pentecostes:  ROMA, sexta-feira, 25 de maio de 2007]


Deus, que cria e conserva todas as coisas por meio do Verbo, oferece à humanidade, nas coisas criadas, um testemunho permanente de si” (DV 3), e pelo Espírito Santo nós homens e mulheres podemos participar da sua natureza divina (cf. 2Pd 1,4; DV 2).

[Constituição Dogmática Dei Verbum, n. 2 e 3]

A Igreja necessita de um forte impulso que a impeça de se instalar na comodidade, no cansaço e na indiferença... Necessitamos que cada comunidade cristã se transforme num poderoso centro de irradiação da vida em Cristo. Esperamos um novo pentecostes que nos livre do cansaço, da desilusão, da acomodação ao ambiente; esperamos uma vida do Espírito que renove nossa alegria e esperança.     

[Documento de Aparecida, n. 362]

Seria desacreditável e/ou cheio de descredenciamento para a Igreja Católica ter a riqueza doutrina de um Magistério em que em sua catequese a doutrina do Espírito Santo tem uma teologia aprofudadíssima e, no entanto, assim ela não o faz.

O que a Igreja necessita é de um novo pentecostes. O documento de Aparecida nos faz pensar da preocupação dos clérigos da Igreja para com o desejo de ver os seus filhos cheios do poder do Espírito Santo. Esse reavivamento nos livrará do cansaço, da desilusão e da acomodação ao ambiente, da comodidade e da indiferença. 

Por isso, supliquemos ao Senhor para que Ele derrame sobre todos os batizados o Seu Espírito! Nós precisamos ver os movimentos e as pastorais serem guiadas pelo Espírito Santo da mesma forma como aconteceu com Jesus (Mt 4,1).

Não sabemos quando Jesus voltará, por isso, precisamos viver nesta tensão escatológica, que nos impulsiona a viver em santidade, pois em santidade estaremos preparados para esse grande dia.

Um comentário:

  1. SOB AS NORMAS DA IGREJA OS GRUPOS RCCs SÃO VÁLIDOS
    Satanás esforça-se por subverter os católicos transformando-os em cismáticos ou hereges, sem citar os inúmeros de fé mal formados ou deformados por alguns leigos e sacerdotes apostasiados e pela herética TL, mídia, etc., infestando ainda mais a Igreja de dissidências.
    Doutro lado, as seitas evangélicas quase todas pentecostais, doutrinário-relativistas em cerca de 35 000 dissensas entre si, similares a centros espíritas: "auês" generalizados, supostos exorcismos de maus espíritos para curas - o pastor ao enfermar-se não convoca outro para o exorcizar, vai ao médico; e sessões de descarrego, pessoas caindo ao chão em aparentes transes, similares a grupos hilariantes "auês" RCCs, rebeldes às instruções da Igreja, falsos católicos. Até os protestantes tradicionais censuram os irmãos de fé pentecostalistas, tachando-os de "espíritas disfarçados de evangélicos"! Sectários acusando a irmãos de hereges...
    Observe-se que Stálin infiltrou a Igreja desde a década de 30 de comunistas e outras sociedades secretas, insuflando a confusão em seu núcleo: a socialista TL, CEBs, etc. Ex: a "Bíblia. Edição Pastoral" da Editora Paulus é versão da esquerdista TL, com poucas diferenças enganando os incautos, fora as interpretações propositais fraudulento-sectárias do Vaticano II de altos membros apostasiados para fustigarem a Igreja ainda mais na difícil missão de evangelizar.
    A situação é complexa: a Igreja sofre conspirações interna por grupos, como os eventuais RCCs autonomistas, adeptos dos espalhafatoso, privilegiando os emotivismos, podendo até confundir fenômenos psicológicos com dons do Espírito Santo; os grupos RCCs são válidos se devidamente orientados por eclesiásticos competentes, sob rígidas normas às reuniões; ao contrário serão protestantes pentecostais.
    Dever-se-ia melhor objetivar a fé, ao invés de ficar à cata de dons especiais carismáticos individuais que sugeririam egoísmo, orgulho e (ou) o típico luteranismo subjetivista: fé prazeirosa, êxtases, experiências místico-divinas, etc. Sobre o "falar em línguas", diz S Paulo: 1 Cor 14,19: Mas numa assembléia, prefiro dizer cinco palavras com a minha inteligência, para instruir também os outros, a dizer dez mil palavras em línguas. E em 1 Cor 14,22:...as línguas são um sinal não para os que crêem, mas para os que não crêem. São dons individuais, de difícil detecção se provém de si ou do animador com o grupo reunido, aportando mais individualismo que partilha de dons; idem, exorta-nos em aperfeiçoar-se na caridade que é perene. Veja 1 Cor 12,31 e 13+.
    Restrições maiores ao "repouso no Espírito" em reuniões, por necessitar de "aprofundamento, estudo e discernimento"; quanto a exorcismos, atente-se ao cânon 1172, reservado ao Ordinário local ou seu preposto para discernir com perícia e objetividade o caso, jamais exercido por dirigentes RCCs. Rejeitem-se veementemente imposição de mãos em (ou) gestos de pedidos de curas simulando algo mágico ou ações similares comunicando dons, fluidos espirituais etc.; evitem-se termos como "batismo, ministério", etc, para não supor ambiguidades com sacramentos.
    Aliás, o S Padre Bento XVI em viagem a Benin, África, como noutras ocasiões, criticou as liturgias "atraentes": emotividades e manifestações ruidosas ou culturais às celebrações litúrgicas como anti eclesiais, instando-nos a um cristianismo "mais simples, profundo e compreensível", sob normas oficiais da Igreja, afirmando que tais manifestações sentimentalistas provêem de seitas pentecostalistas aparentemente compreensivas e atraentes mas são "sincretismo religioso e pentecostalismo protestante", advertindo-nos a jamais os imitar; caso contrário, aparentaria sincretismo oriundo da própria Igreja.
    Convém notar que há seitas autonomeadas RCCs sem vínculos com a Igreja; mais um esquema de enganação; mais um agregado aos grupos RCCs cismáticos.

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