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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Nova York: Cardeal critica novo currículo de “Educação Sexual” a ser aplicado nas Escolas Públicas da cidade.



John L. Allen Jr.-  National Catholic Reporter
O jornal do Vaticano apoiou o arcebispo Timothy Dolan em um debate sobre um novo currículo de educação sexual para a cidade de Nova York, que é defendido pelo prefeito Michael Bloomberg como uma forma de combater a gravidez precoce e indesejada, especialmente entre jovens negras e latino-americanas.
A iniciativa foi criticada por Dolan porque, entre outras coisas, usurpa potencialmente o papel dos pais na formação dos valores morais de seus filhos.
“Que mensagem estamos dando aos nossos filhos quando dizemos: ‘Nós sabemos que você vai fazer isso [...] sabemos que você vai sucumbir a todas as tentações ao seu redor, sabemos que todo mundo está fazendo isso, sabemos que você não pode ser bom, então tome cuidado’?”, perguntou Dolan em uma recente entrevista com a televisão de Nova York.
“Eu não sei se essa é uma mensagem sábia”, disse Dolan, que também atua como presidente da Conferência Episcopal dos EUA.
Em um artigo de capa da edição do dia 31 de agosto do L’Osservatore Romano,Lucetta Scaraffia (foto), a colunista ex feminina mais proeminente do jornal, aplaudiu a postura de Dolan.
Sempre que uma autoridade da Igreja critica um programa de educação sexual, escreve Scaraffia, surge um padrão familiar: “[A Igreja] conquista na mídia a imagem de força obscurantista, cruel por ser indiferente às consequências que a sua rejeição pode ter entre os jovens, isto é, gravidezes indesejadas e doenças”.
“Ao contrário, as coisas não são assim”, afirma.
Scaraffia diz que as instituições públicas ocidentais parecem ter uma “confiança mágica” na eficácia dos programas de educação sexual, apesar das evidências abundantes que ela vê em tais cursos em países como o Reino Unido, que não diminuíram as taxas de gravidez na adolescência ou de aborto.
“Já está claro que não basta absolutamente explicar-lhes como podem usar os contraceptivos e onde encontrá-los facilmente para evitar essas tragédias”, escreve ela. “O problema está antes, na educação e, portanto, na família”.
Scaraffia afirma que a Itália, que não tem um currículo obrigatório de educação sexual em suas escolas públicas, comparativamente, tem taxas baixas de doenças sexualmente transmissíveis entre os adolescentes e taxas baixas de gravidez na adolescência. Ela atribui isso não apenas ao papel das famílias italianas, mas também à Igreja Católica.
A Igreja, escreve, “continua ensinado que as relações sexuais são muito mais do que uma ginástica agradável a ser praticada sem freios e sem correr riscos”.
A Igreja “ensina o respeito pelo próprio corpo, o que significa dar importância e peso aos atos que são feitos com ele, a não considerá-los só como possibilidades de diversão ou de satisfação narcisista”.
Essa posição, acusa Scaraffia, “é justamente o contrário” do que os críticos da Igreja geralmente afirmam.
“Os católicos não podem aceitar que a vida sexual seja considerada como matéria de ensino como uma atividade qualquer, pois apresenta perigos que seria melhor evitar”, escreve ela.
O novo currículo de Nova York representa a primeira vez em que a educação sexual será ensinada nas escolas públicas da cidade em duas décadas. De acordo com a imprensa, isso inclui lições sobre como usar um preservativo e a idade apropriada para começar a atividade sexual.
Os alunos serão obrigados a fazer um semestre de educação sexual no 6º ou no 7º ano, e novamente no 9º e no 10º ano. Os pais vão poder optar que seus filhos não participem das aulas sobre métodos anticoncepcionais.
Afirma-se que o currículo também vai discutir a castidade, além de contracepção, em parte como uma tentativa de refletir as preocupações dos grupos religiosos.
Scaraffia, autora do artigo do L’Osservatore que defende Dolan, é membro da Comissão Nacional de Bioética da Itália e autora de um livro de 2008 sobre a Igreja e a sexualidade.
Proeminente ativista feminista da década de 1970, Scaraffia teve uma filha fora do casamento em 1982. Ela voltou para a prática ativa da fé católica depois do que ela descreveu como uma experiência de conversão na Basílica de Santa Maria in Trastevere, de Roma.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Camocim: Com foco em trabalhos sociais, Dom Javier é homenagiado com a Comenda Euclydes Pinto Martins.

Na programação que comemora os 132 anos da cidade de Camocim três personalidades receberam hoje dia 28 de setembro a Comenda Euclydes Pinto Martins. Neste ano foram  homenageados Tânia Pessoa Navarro Veras, advogada; Benedito Genésio Ferreira, professor e administrador e Dom Francisco Javier Hernandez Arnedo (Dom Javier), bispo da Diocese de Tianguá. (foto)   A entrega da comenda foino Galpão de Eventos da Prefeitura Municipal, em reconhecimento do município aos trabalhos dedicado e de grande relevância social dos homenageados para sociedade camocinense.
Dom Francisco Javier Hernandez Arnedo é espanhol da Província de Navarro, tem 70 anos, chegou ao Brasil em 1973, foi professor e padre em instituições católicas, ajudou na formação de novos padres, foi escolhido como bispo pelo papa João Paulo II em 1991 e veio para Diocese de Tianguá em junho de 1991. Em Camocim incentiva as ações das obras sociais da Diocese através do Projeto Nosso Lar, Projeto Casa Dra. Zilda Arns (no Residencial Dona Alaíde), realiza trabalhos de evangelização voltados para aspectos sociais.

Vitória pró-vida: Corte Suprema não consegue aprovar o aborto no México


MEXICO D.F.

A Corte Suprema não alcançou a maioria legal de votos para derrubar as reformas constitucionais que blindaram a vida ante o aborto no México. Com quatro votos contra, o projeto abortista do juiz Fernando Franco foi descartado em uma histórica jornada para a defesa da vida no país.

Nesta quarta-feira, no terceiro dia do debate sobre o projeto de Franco, a Suprema Corte de Justiça da Nação (SCJN) escutou a decisiva opinião do juiz Jorge Pardo quem manifestou sua oposição à iniciativa anti-vida e somou o quarto voto contra. O projeto necessitava oito de onze votos para impor o aborto no país até o nono mês de gestação.

Entre a segunda-feira e a terça-feira oito ministros se pronunciaram: cinco a favor do projeto abortista e três contra.

Conforme informa o diário Milênio, Pardo disse que o debate não deve centrar-se na despenalização do aborto mas na constitucionalidade de uma norma em nível estatal.

Além disso considerou que o direito à vida reconhecido no artigo 7 da Constituição de Baja California está de acordo com o artigo 1 da Constituição Federal.

Além disso, precisou que a Constituição federal outorga direitos ao "concebido não-nascido" e negou que se esteja criando "direitos novos".

Pardo também disse que uma legislatura local (estatal) pode precisar um direito reconhecido pela Constituição: "As entidades federativas em uso de sua liberdade de configuração podem estabelecer este ponto de início do direito à vida", explicou.

Em total são 18 os estados que reformaram suas constituições para blindar o direito à vida desde a concepção até a morte natural, diante de ameaças como o aborto.

Além de Baja California e San Luis Potosí, os estados que têm feito estas modificações foram Chiapas, Veracruz, Querétaro, Chihuahua, Campeche, Colima, Puebla, Durango, Jalisco, Nayarit, Quintana Rôo, Guanajuato, Yucatán, Sonora, Morelos e Oaxaca.

EUA: Congregação protestante pentecostal se converte ao catolicismo.

Fonte: Revista Pergunte e Responderemos
















Em Detroit (U.S.A.)
O relato subseqüente narra as etapas da conversão do pastor Alex Jones e de sua comunidade ao Catolicismo. A autora do relato é a sra. Diana Morey Hanson, cujo texto foi traduzido por José Fernandes Vidal e enviado a PR via internet.
Segue-se o texto, ao qual será acrescentado breve comentário.
INTRODUÇÃO
Quando o rev. Alex Jones prega, sua voz cheia de profunda sensibilidade ressoa fora do ambiente da cúpula branca da Igreja Cristã Maranatha, na avenida Oakman, no oeste de Detroit. Entretanto, assim não acontecerá mais por muito tempo: o espaçoso e formalmente ornado templo foi vendido. Isto porque a Congregação, predominantemente afro-americana, se reduziu de 200 para 80 nos últimos dois anos, pois o pastor Jones, 58 anos, trocou o culto Pentecostal por uma réplica da Missa Católica.
E no domingo, 4 de junho, celebrando a Unidade Cristã e a Ascensão do Senhor, a Congregação decidiu, por 39 votos a favor e 19 contra, os próximos passos necessários para se tornar católica. Sua história é uma jornada de fé que está cheia de surpresas, angústias, dúvidas, amor e alegria.

“ESTÁ MALUCO”?
“Eu pensava que algum espírito se apoderara dele”, diz Linda Stewart sobre seu tio Alex, pastor da Igreja Maranatha (que em aramaico significa “o Senhor vem”). “Pensava que nessa procura pela verdade ele se extraviara e perdera a cabeça”. A razão para a preocupação de Linda Stewart era que seu tio, tido como um pai por ela desde o falecimento de seu verdadeiro pai havia alguns anos, trocara o estudo da Bíblia, realizado às quartas-feiras, pelo estudo dos primitivos Padres da Igreja. E gradualmente foi trocando o culto dominical por um definitivo retorno à Missa Católica: ajoelhar-se, Sinal da Cruz, Credo de Nicéia, celebração Eucarística - todos os nove passos. “Tínhamos aprendido que a Igreja Católica era a grande prostituta”, explicou Linda. “Tínhamos aprendido que o Papa era o anticristo… Maria? Maria? De modo algum! Éramos felizes e seguíamos em frente, seguíamos exatamente a Jesus e, então, lá ele veio e nos torceu com umachave-inglesa. Eu estava triste -disse Stewart - e pensava: ‘está maluco se julga que iremos cair nessa!’”.
O princípio de tudo isso ocorrera há alguns anos, quando Jones assistira a um debate entre o anti-católico David Hunt e o apologista Karl Keating no show de rádio “Catholic Answers” (= “Respostas Católicas”).
Keating fizera uma pergunta profunda: “Em quem você acredita no caso de um acidente: naquele que ali estava como testemunha ocular ou naquele que apareceu após se passar anos?” Para aprender sobre a Primitiva Igreja Cristã, Keating acentuou que era necessário ler os Padres da Igreja Primitiva, que estavam lá desde o começo.
“Isso fazia sentido, mas eu ainda não estava maduro para mudar”, diz o rev. Jones. “Guardei isso no meu coração e ponderei; mas nada me fez sentido até que li os Padres e constatei uma Cristandade que não tínhamos na nossa Igreja”.
A MUDANÇA
O Rev. Jones estava começando… “Percebi que o centro do culto não era a pregação nem as celebrações dos dons do Espírito, mas a Eucaristia como o Corpo e Sangue de Cristo presente” - diz.
No começo do verão de 1998 o pastor Jones, com seu estudo da Bíblia nas quartas-feiras, decidiu reativar o culto da Igreja Primitiva. Um mês mais tarde, Jones passou a realizar uma celebração eucarística todos os domingos. “Minha Congregação considerou isso ridículo” - ele recorda. “Eles julgavam que uma vez por mês era o suficiente. Reconheci que o povo queria soltar sua voz repleta de tristeza” - diz.
Somadas aos usos teológicos, havia diferenças raciais, culturas e sociais, impedindo que concordassem. “A única instituição negra afroamericana própria é a igreja” - diz Jones. “Quando você abre mão dela e vai para uma instituição própria branca, que é insensível às necessidades dos negros americanos, não fica fácil”.
O livro “Cruzando o Tibet”, de Steve Ray, professor de Bíblia em Milão, proporcionou a Jones ensinamentos das Escrituras sobre o Batismo e a Eucaristia. Jones reportou-se a Ray quando procurou o Seminário do Sagrado Coração e falou com Bil Riordan, anteriormente professor de teologia ali. Começou a se encontrar com Ray de forma regular e a dialogar quase diariamente por telefone ou e-mail. O estudo da Bíblia às quartas-feiras de Jones se tornou um estudo sobre os primitivos Padres da Igreja, sobre o Catecismo Católico, Maria, os santos, o purgatorio, a teologia sacramental e o desenvolvimento da doutrina.
“Comecei a deixar de lado a Sola Scriptura (= somente a Bíblia), o coração e a alma da fé protestante” - diz Jones.
O POVO COMEÇOU A SAIR
Até a sobrinha de Jones pensou assim. “Cada Domingo ia para casa e dizia: ‘Este é o meu último Domingo. Vou sair e não voltar mais lá’”. Mas, diz Stewart, como confiava que seu tio era um homem de Deus, acabava retornando e gradualmente as coisas começaram a fazer sentido. No processo de trocar o serviço de culto da Maranatha, o rev. Jones pensou: “Por que eu deveria recriar a roda?” Havia já uma igreja que fazia isso: a Igreja Católica!
“Comecei por perceber que a igreja da sala superior era a Igreja Católica” - diz Jones. “Todas as demais tiveram uma data de começo e fundador posteriores. Eu encontrara a Igreja de Jesus Cristo e estava querendo perder tudo o mais”. Assim, foi ele testado…
PERTURBAÇÃO NO FRONT DOMÉSTICO
“Primeiro pensava que ele fora atraído pelo excitamento de fazer liturgia como os Primitivos Padres da Igreja” - diz Donna Jones, esposa de Alex, de 33 anos. “Isto parecia coisa temporária. Então, ele começou a trocar as coisas drasticamente e eu comecei a realmente ficar admirada do que estava levando adiante. Fiquei perturbada porque sentia que ele estava indo para o caminho errado”.
Muitas vezes, afirma o pastor Jones, sua esposa e seus três filhos adultos, José, Benjamim e Marcos, eram completamente hostis às mudanças. Mas isso não era surpresa.
“Ele havia pregado que a Igreja Católica era cheia de adoração a ídolos” - diz Donna. “Assim, quando começou a abraçá-la, eu disse: ‘Há alguma coisa errada aqui’. Ele me prensou na parede*.
Alex e Donna começaram a discutir e a debater os usos, muitas vezes nas primeiras horas da manhã.
“Eu comecei a estudar a Igreja Católica porque precisava refutar o que ele estava pregando” - explicou Donna. “Precisava de munição. Mas, logo que eu comecei a ler sobre os Padres da Igreja, uma mudança começou a ter lugar no meu coração”. No verão de 1998, Dennis Walters, diretor do RCIA (o Rito de Iniciação Cristã para Adultos) da paróquia de Cristo, em Ann Arbor, se encontrou com os Jones na casa de Steve Ray.
“Decidi, antes de deixá-los afundar ou nadar por si mesmos” - diz Walters - “que ofereceria minha ajuda a eles”. Walters forneceu-lhes, aos mais velhos e aos diáconos, Catecismos Católicos, e respondia a suas muitas perguntas sobre a doutrina católica. Desde março de 1999, Walters se encontrou com os Jones todas as terças-feiras por 4 ou 5 horas. “Levei a maioria do meu material da RCIA para eles” – diz.
Donna levantava sempre mais perguntas. “Eu fazia as questões que trazia das ruas, para as quais me sentia mais desesperada por respostas, e falava ao Senhor Jesus como se tivesse uma conversa com outro ser humano no carro” – diz ela. “Meus lábios se moviam e eu não dava atenção a quem me via”.
Ela lutou com a real possibilidade de que a admissão na Igreja Católica poderia significar a perda do emprego de seu marido. “Assim, eu disse: Senhor o que estou fazendo após 25 anos de ministério? O que há com minhas mãos? Eu não estou preparada para me tornar pedicure ou manicure” – ri. “Então o Espírito Santo me falou no coração: ‘Eu não estou questionando a sua concordância. Estou tratando da sua conformação com a imagem de Cristo’”. Exatamente 8 meses depois, Donna se dirigiu a seu marido numa tarde e anunciou: “Eu sou Católica”.
A CONDUTA CAUTELOSA DE ROMA
Mas o processo de admissão na Igreja não é de modo algum tão rápido. A Maranatha comunicou-se com a Arquidiocese de Detroit durante mais de um ano. A Arquidiocese está procedendo com cautela já que há muito a ser estudado, incluindo a RCIA, a situação dos re-casados e as posições do ministério católico adequadas para os ministros do Maranatha.
Ned McGrath, diretor de comunicações da Arquidiocese de Detroit, liberou a mudança à adoção do Credo. “No espírito do Grande Jubileu, o Cardeal Maida e a Arquidiocese se abriram ao questionamento de outros líderes cristãos e/ou suas congregações em perspectiva a possíveis mudanças para associações individuais à Igreja Católica Romana. Até agora esses diálogos podem e devem ser descritos como introdutórios, privados e inconclusivos”.
Há algumas semanas, o bispo Moses Anderson, único bispo afroamericano de Detroit, realiza o culto nos domingos na Maranatha. Após o culto ele responde às perguntas e diz à Congregação que os bispos estão excitados com a situação ocorrida ali. “Ele diz que os bispos discutem tanto porque não querem parecer estar tirando vantagem da situação” -afirma Walters.
Por enquanto, há a possibilidade do pastor Jones entrar para o seminário e se tomar padre ou diácono católico. Pastores casados de outros credos têm feito exatamente isso: Steve Anderson, de White Lake, era padre numa igreja carismática episcopal antes de deixar sua igreja e presbiterato para se unir á Igreja Católica. Casado e pai de três jovens rapazes, Anderson recebeu a permissão de Roma para se tornar um padre católico e entrará no Seminário Maior do Sagrado Coração no outono, para começar três anos de estudos antes de ser ordenado para a Diocese de Lansing.
Ironicamente, Anderson encontrou Jones há alguns anos atrás, por ocasião de um encontro de pastores da área de Detroit, liderado pelos Guardas da Aliança. “Aconteceu que nós nos sentamos próximos um do outro” – diz Anderson.“Não estava planejando me tornar católico naquele tempo. Falamos acerca dos primitivos Padres da Igreja e nos tornamos bons amigos”.
O Rev. Jones não se perturba sobre seu futuro como ministro. Ele diz que está preparado para fazer o que o cardeal Adam Maida o aconselhe a fazer. “Posso sair e conseguir um emprego agora” – ri Jones. Ele foi professor da escola púbica de Detroit por 28 anos, 17 dos quais conjugando esse estudo com seu trabalho pastoral.
SER OU NÃO SER CATÓLICO
Tudo, finalmente, se decidiu com o voto de 4 de junho. A questão: “Você quer tomar os próximos passos necessários para admissão na Igreja Católica?” Logo que a Congregação entrou pelas grandes portas de madeira do Maranatha,todos começaram a colocar seus votos amarelos na urna. Não importava qual o resultado, a família Jones – incluindo os três rapazes e suas famílias – sabiam que continuariam sua caminhada em direção à Igreja Católica. Irromperam aplausos quando a decisão a favor de se tornar católica foi anunciada, mas a vitória foi agridoce.
Jones encorajava os 19 que votaram para não continuar na Congregação, já que ela continuaria com a mudança; mas ele já previra que alguns a deixariam. “Este é o aspecto mais penoso da coisa. Ver pessoas que você ama ir embora porque não entenderam” – diz Jones.
Até mesmo membros da igrejas vizinhas estavam transtornados. “É como se eu tivesse me unido ao inimigo, como se os tivesse traído. Teve gente me chamando de volta, dizendo: Eu o amo, estou rezando por você, mas não entendo o que está fazendo’. E não importava você tentar fazê-los entender: eles não queriam ouvir”.
Entre esses 19 da Maranatha estava Leola Crittendoh, 64 anos. “Sou uma das pioneiras” – ela diz. “É como a morte da igreja. É de cortar coração”. Crittendon disse que nunca assistira às reuniões das tardes de quartas-feiras porque sabia que não se tornaria Católica. “Isso não era comigo”. O Pastor Jones - diz ela – era como um irmão para ela e para sua família. “Nós o amamos ternamente; desejamos que fique bem e rezamos por ele diariamente; mas a família vai em busca de outra igreja” – diz Crittendon. “O Pastor Jones disse que essa era a vontade de Deus para ele, mas essa não é a vontade de Deus para mim e a minha família”.
Para outros foi ocasião de festa: “Estou muito feliz” – diz a sobrinha de Jones, Linda Stewart. “Não posso esperar para entrar em comunhão plena com a Igreja [católica] porque acredito realmente que ela é a Igreja que Cristo deixou aqui e preciso ser parte dessa Igreja”.
Diz DeGloria Thompson, uma mãe divorciada com dois adolescentes: “É excitante estar exatamente na linha da Igreja de Cristo”.
“Estou pronto” – diz Gregório Clifton, 41 anos, pai de quatro jovens crianças. “Gosto de ir e receber a Eucaristia”.
O Reverendo Michael Williams tinha sido durante 12 anos um dos mais velhos da Maranatha. “Sei seguramente, sem qualquer sombra de dúvida, que esta mudança é uma mudança divina e a direção que estamos tomando é uma direção divina”.
O rev. Alex Jones também sabe disso. “Este é um trabalho definitivamente do Santo Espírito” – diz. “Quando me foi revelado que esta era sua Igreja, não tive uma decisão difícil a tomar, embora soubesse que custaria tudo” – diz.
Agora há a necessidade de um templo para a nova igreja. Os membros da Maranatha têm 30 dias para encontrar um. Jones não está perturbado. “Confiamos em que Deus nos encontrará um” – diz. Para o Pastor Jones e para a Congregação Marantha, esta história continuará…
REFLETINDO…
Mais uma vez verifica-se que o fio condutor que levou os irmãos protestantes ao Catolicismo foi o estudo da história da Igreja e de seus grandes escritores: estes manifestam a ação do Espírito Santo que acompanhou o desenvolvimento do grão de mostarda semeado por Jesus e entregue aos Apóstolos e seus sucessores com a promessa de assistência infalível. A árvore que é hoje a Igreja Católica, corresponde ao grão de mostarda inicial. O estudo da história mostra a ação do Espírito Santo para evitar degenerescência.
O olhar do protestante é bem diverso. Dir-se-ia que, para ele, o Cristianismo começa com Lutero ou um reformador posterior. Ignora ou faz como se ignorasse as grandes testemunhas da fé antigas e medievais. Donde surge a pergunta: Deus terá esquecido a sua Igreja? Jesus terá traído os seus seguidores, permitindo que caíssem no paganismo, do qual Lutero os veio libertar? Visto que estas hipóteses são inadmissíveis, resulta que existe continuidade entre Jesus Cristo e a Igreja Católica de hoje, continuidade mediante a qual conhecemos o verdadeiro Cristo e sua autêntica mensagem. Quem se afasta desta continuidade encontra apenas o “bom senso” de “profetas” humanos.

JMJ deu a Madrid um ganho de mais de 215 milhões de dólares. Onde estão os críticos?



ACI


A capital espanhola foi a mais beneficiada depois da celebração da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Madrid 2011, que obteve um benefício econômico de mais de 200 milhões de dólares.
A Confederação de Empresários de Madrid estimou o benefício econômico obtido depois da visita do Papa Bento XVI a Madrid em 216 milhões de dólares (160 milhões de euros).
Por sua parte, a Comunidade de Madrid estimou que a JMJ gerou um incremento de 199 milhões de dólares (148 milhões de euros) no Produto Interno Bruto da região.
A contribuição que a JMJ realizou à cidade capital da Espanha também foi reconhecida pelo Consistório madrilenho, que distinguiu a cidade capital com o Prêmio de Turismo da Cidade de Madrid por sua contribuição à projeção internacional de Madrid, e a nomeou ademais Patrimônio Nacional.
Ao receber o prêmio, o Arcebispo de Madrid, Cardeal Antonio María Rouco Varela, disse que “a acolhida de Madrid foi fundamental para o êxito da Jornada. A amabilidade e simpatia com que foram acolhidos os peregrinos mostram o reflexo humano da cidade, que é o que mais surpreendeu os assistentes à JMJ”.

Crescimento em todos os níveis

Depois da JMJ a cidade de Madrid experimentou um crescimento histórico das visitas de estrangeiros de 42 por cento em relação ao mesmo dado de agosto de 2010, conforme a Pesquisa de Movimentos Turísticos em Fronteiras, do Ministério de Indústria Comércio e Turismo.
A Confederação de Comércio de Madrid assegurou que este fato permitiu dar uma imagem de Madrid como cidade “acolhedora e capaz de fazer grandes eventos”.

A valoração que os peregrinos realizaram da capital espanhola é muito positiva. Em uma pesquisa realizada pelo GAD3 revela que o índice de satisfação sobre a cidade é altíssimo. 80,3 por cento de pesquisados assinalou que gostaram “muito” ou “bastante” das ruas e monumentos de Madrid.
75,8% deles manifestou que recomendará outras pessoas a viajarem à Espanha e 47,6 por cento de pesquisados assegurou que este evento, ademais, melhorou a imagem que tinham do país.
A JMJ Madrid 2011 também se destacou pelo impacto mediático alcançado. A televisão foi o meio preferido para segui-la com mais de 12 milhões de pessoas que viram os especiais das cadeias espanholas só entre a quinta-feira e o domingo 21 de agosto, último dia da Jornada.
Do mesmo modo, em quase uma semana perto de 5 mil jornalistas creditados para a ocasião divulgaram os eventos da JMJ.

Que saudade!

Força e Vitória Eliana Ribeiro CN

Realiza um milagre em mim DUNGA CN

Canção Nova é homenageada pelo Senado Federal

Leonardo Meira

Da Redação


Reprodução / TV CN
Cofundador da Comunidade Canção Nova, Wellington Silva Jardim discursa durante cerimônia. Abaixo, senadores e convidados prestigiam a homenagem
A Comunidade Canção Nova foi homenageada pelo Senado Federal na tarde desta terça-feira, 27, por ocasião de seus 33 anos de fundação. Os cofundadores da Comunidade, Wellington Silva Jardim e Luzia Santiago, representaram a instituição na cerimônia.

"Quero destacar a grande honra de estar nesta Casa para receber uma homenagem em nome da Comunidade. Isso é sinal do reconhecimento e da importância da Canção Nova para a sociedade. Louvado seja o Nosso Deus!", exclamou Wellington durante seu pronunciamento.

"Eto", como é carinhosamente chamado pela família Canção Nova, recordou um importante ensinamento do fundador, Monsenhor Jonas Abib: a Canção Nova é uma obra de Deus, um milagre aos nossos olhos. "Em 33 anos de fundação, muitas coisas foram vividas para que, hoje, pudéssemos colher um pouco do fruto dessa missão", destacou.

O cofundador e também presidente da Fundação João Paulo II - mantenedora de todo o Sistema Canção Nova de Comunicação e projetos levados adiante pela Comunidade - exemplificou a relevância do trabalho da instituição através do número de pessoas que colaboram financeiramente com suas iniciativas: 1,8 milhão de brasileiros cadastrados na base de dados.

"Viver da Providência é esperar com as mãos postas o que vem do céu. A Canção Nova não parou, e não vai parar. Nasceu assim, está com 33 anos, e eu tenho certeza que Deus vai continuar nos abençoando. Transmitimos através de todos os canais possíveis, porque temos que evangelizar a todos, a Palavra tem que chegar a todos. Se sonegamos a Palavra, Deus também pode sonegar Sua Providência. Se a gente cuida bem das coisas de Deus, Deus cuida das nossas. Por isso, não nos preocupemos com as nossas, mas com as de Deus", afirmou.

Eto também agradeceu ao autor do requerimento com a proposta de homenagem, senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE). "De toda a história da Canção Nova, a grande corrida para se chegar onde está foi justamente em Sergipe, na sua capital, onde obtivemos nossa primeira geradora", recordou.

Por fim, apontou a importância do método do "Por Hoje Não vou mais pecar" (PHN) - idealizado por Monsenhor Jonas Abib - na evangelização da juventude. "Hoje, o Brasil todo conhece. O PHN busca mostrar o valor do jovem, a força que ele tem. O Brasil precisa dessa juventude. Não precisa de jovens caídos. Temos que levantar a autoestima desse povo", disse.

Assista ao pronunciamento de Eto durante a cerimônia



A cerimônia

A missionária da Comunidade Canção Nova e cantora Eliana Ribeiro cantou três músicas ao início da cerimônia.
Em sua fala, o autor do requerimento com a proposta de homenagem, senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), destacou que a convocação de sessões solenes no Congresso Nacional, seja na Câmara, seja no Senado, obedecem ao mesmo rito e propósito: homenagear pessoas e entidades cujo trabalho tenha relevância para o conjunto da sociedade, contribuindo para elevá-la.

"É necessário dizer que esta sessão enquadra-se plenamente nesta premissa. A Canção Nova promove um trabalho de profundo alcance social, que envolve milhares de pessoas, no Brasil e no exterior, que, sem descurar do sentido religioso, o transcende largamente. Ela é, hoje, um braço ativo a serviço da sociedade brasileira", ressaltou.

Valadares indicou que o Sistema Canção Nova de Comunicação leva instrução e amparo, promovendo a difusão de valores éticos e morais universais, veiculando informações de utilidade pública a amplos segmentos da população.

"A nossa Canção Nova é um orgulho para todos nós. Ressalto, mais uma vez, que não se trata de trabalho voltado apenas para a evangelização, o que por si só já seria meritório. Mas vai além, há nele um sentimento humanista e ecumênico decorrente das obras sociais que beneficiam dezenas de milhares de pessoas. Um exemplo é o Instituto Canção Nova, a Casa do Bom Samaritano, o Posto Médico Padre Pio, o Projeto Geração Nova (Progen), e tantos outros", enumerou.

O senador também recordou os benefícios que a Comunidade promove no Estado de Sergipe, particularmente na capital, Aracaju, onde há uma sucursal da TV e atividades desenvolvidas pelos missionários e colaboradores da Canção Nova.

"É um trabalho que honra o país e serve de exemplo aos que estão conscientes de que o resgate da vida social brasileira não depende apenas do  Estado, mas também da sociedade. Ressalto mais uma  vez o caráter não sectário da Comunidade, que, em coerência com o princípio de fazer o bem sem olhar a quem, estende a mão a necessitados, independentemente de raça, crença ou gênero. Afirma na prática, não apenas na teoria, os valores humanistas da fraternidade universal. Viva a nossa Canção Nova!", disse.
Ao final da sessão, o presidente do Senado Federal, senador José Sarney (PMDB-AP), salientou que a Casa cumpria um agradecimento que é de todo o povo brasileiro. E também que é costume comemorar datas redondas, mas a ocasião recorda os 33 anos da Comunidade.

"Tem um significado simbólico porque esse foi o número de anos que Deus determinou que seu Filho passasse entre os homens, na terra, para mostrar que não estamos sós, que sempre temos Deus ao nosso lado. A Canção Nova prega pelo exemplo e pela Palavra - Palavra de Deus e exemplo de trabalho que todos aqueles que promovem iniciativas em benefício do país, de todos nós, e do povo brasileiro. Hoje, fazemos um tributo pelos serviços prestados à sociedade brasileira
", disse.

Também fizeram uso da tribuna os senadores: G
im Argello; Aécio Neves; Valdir Raupp; Eduardo Amorim; Pedro Simon; Rodrigo Rollemberg; Marinor Brito; Geovani Borges; Wilson Santiago; Jayme Campos; Magno Malta; Flexa Ribeiro; Eduardo Suplicy; Cícero Lucena.


Comunidade Canção Nova

Criada em 1978 pelo monsenhor Jonas Abib, a Canção Nova, com sede na cidade de Cachoeira Paulista (SP), tem como missão a evangelização através dos meios de comunicação social.

Atualmente, a Comunidade Canção Nova possui mais de mil membros, entre os quais sacerdotes e leigos celibatários e casados, que vivem e trabalham em prol da evangelização em todo o Brasil e em países como Paraguai, Portugal, França, Itália, Estados Unidos e na Terra Santa.

Em 2008, a Canção Nova obteve o Reconhecimento Pontifício e, em 2009, foi reconhecida como pertencente à Família Salesiana.

Vem aí o Congresso Paroquial do RCC Camocim 2011 nos dias 15 e 16 de Outubro. Confira a programação


SÁBADO, DIA 15 DE OUTUBRO
08h00 – Terço Mariano
08h30 – Acolhida / Louvor / Oração
09h – 1ª Pregação: Cura Interior – Momento de preparar cada pessoa para a maravilhosa obra de restauração que Deus quer fazer em todo o encontro
09h30 – Adoração ao Santíssimo Sacramento / Momento de Oração de Cura Interior
10h15 – Intervalo para lanche
10h30 - Retorno com louvor / oração
11h – 2ª Pregação: Chamados à Vida no Espírito Santo – Considerações sobre o Batismo no Espírito Santo e sobre a Vida no Espírito (Identidade da RCC)
11h50 – Partilha / Testemunhos / Avisos
12h05 – Intervalo para o Almoço
14h – Terço da Divina Misericórdia
14h20 - Acolhida / Louvor / Oração
14h50 – Orientações para a oração pedindo a Efusão do Espírito Santo
15h10 – Oração pedindo a Efusão do Espírito Santo
16h - Intervalo
16h20 - Retorno com louvor e oração
16h40 – 3ª Pregação: Já não vos chamo servos, mas vos chamo amigos...” (cf. Jo 15,15) – Considerações sobre a intimidade com Deus à luz das orientações do Projeto Amigos de Deus.
17h40 – Partilha / Testemunhos / Avisos
18h - Santa Missa
20h30 – Show do Ministério de Música / Artes
22h00 – Previsão de encerramento


DOMINGO, 16 DE OUTUBRO
08h00 – Terço Mariano
08h30 – Acolhida / Louvor / Oração
09h – 4ª Pregação: “Palavra de Deus, fonte de constante renovação” (cf. Verbum Domini, nº 01) – Entender a Palavra de Deus como o coração de toda a atividade eclesial; considerações sobre a intimidade com a Palavra, com destaque para a Lectio Divina.
10h00 – Intervalo para lanche
10h20 - Retorno com louvor / oração
10h45 – 5ª Pregação: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor!” (cf. Js 24,15) – Curados pelo Senhor, batizados no Espírito Santo e vivendo na intimidade com Deus, devemos ser luz na família, levando-a a viver sobre a direção do Senhor Jesus.
11h45 – Partilha / Testemunhos / Avisos
12h – Intervalo para o Almoço
14h – Terço da Divina Misericórdia
14h20 - Acolhida / Louvor / Oração
14h50 – 6ª Pregação: “Por causa da tua palavra, lançaremos as redes” (cf. Lc 5,5) – Considerações sobre o anúncio da Palavra, com ousadia e confiança no Senhor.
15h45 – Intervalo
16h05 - Retorno com louvor e oração
16h25 – 7ª Pregação: “Ao Cristo e Senhor é que servimos!” (cf. Cl 3, 23-24) – Considerações sobre o serviço na obra de Deus, enfatizando a obediência, o servir com alegria, bem como os cuidados de Deus para com os seus servos.
17h10 – Apresentação e envio de novos servos.
17h40 - Partilha / Testemunhos / Avisos
18h - Santa Missa
"A cada alma que o invoca, o Espírito Santo acorre como uma mãe ao grito de seu filhinho." (Beata Elena Guerra)

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Cartazes são divulgados publicamente na Irlanda para justificar prostituição.

Em nome do “combate ao preconceito”, militantes irlandeses se organizam para tentar destruir a resistência do público à indústria sexual. Segundo informou o site Globo News (09-09-2011), “um grupo de prostitutas irlandesas está fazendo uma campanha para combater preconceitos em relação à profissão.” (1)
Na Irlanda, assim como nos demais países da Grã-Bretanha, tal prática já é uma atividade legal.
A campanha Off the Blue Light (em tradução literal, Apague a Luz Azul) promovida por tal grupo, almeja acabar com as visões negativas que “distorcem” a imagem da “profissão”, isto é, eles desejam equivaler sua atividade pecaminosa – que é a ruína de tantas famílias – as demais profissões, que por sua natureza derivam do suor e do fruto do trabalho honesto de quem o faz.
Sendo impossível apontar argumentos que torne aceitável a prostituição aos olhos do público, os organizadores da campanha apelaram para o sentimentalismo, acreditando que assim poderiam estimular uma aceitação, ainda que parcial, do público a má vida que leva quem se prostitui.
O grupo distribuiu cartazes que figura a fotografia de uma pessoa e o relato de sua vida cotidiana . Um desses cartazes, por exemplo, leva os seguintes dizeres: “Eu preciso deixar meu filho no treino de futebol, pegar minha filha na aula de dança irlandesa, pagar minha hipoteca e minhas contas, e eu sou uma profissional do sexo.”
Assim como é normal o pai trabalhar para cumprir com suas responsabilidades familiares, uma prostituta, na ótica deles, assim também seria. Ora, sabemos que isso não é assim!
Para o Departamento de Justiça Americano, cerca de 200 mil crianças estão expostas a situações de exploração sexual no país e a idade média com que são recrutadas pela indústria da prostituição é de 13 anos.
Também no Brasil – PNDH-3
No Brasil, os dirigentes políticos também querem tornar a prostituição uma profissão. O PNDH-3 – aprovador pelo ex-presidente Lulacontêm menções específicas a prostituição e está em consonância com a campanha das prostitutas irlandesas.
Por que levar adiante uma campanha de apologia à prostituição? Além de institucionalizar o relativismo moral, não seria uma forma de legalizar tantas agências que ganham dinheiro sujo nos sinistros negócios da prostituição? Que oculto lobby estará por detrás de nossos políticos?
Caso seja aprovada, os que se beneficiam da exploração sexual terão maior poder para agirem, a indústria sexual irá se expandir mais ainda, bem como o tráfico de mulheres, o aumento da prostituição infantil, da falta de moral e dos lares destruídos.
No final, quem a grande derrotada será mais uma vez a família.
Referências:

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