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sábado, 27 de agosto de 2011

MAIS DE 100 CASAIS ESTIVERAM NO 1° SEMINÁRIO DE VIDA NO ESPIRITO SANTO DA RCC CAMOCIM


Neste último final de semana 20 e 21de Agosto  aconteceu um maravilhoso Encontro para casais realizado pelo Ministério das Famílias da RCC (Renovação Carismática Católica de Camocim).
O encontro foi marcante, visto ser uma experiência ímpar para os casais que participaram. No sábado o encontro deu início  às 14:00 horas  só quem participou pode descrever como foi bom receber oração ao lado da pessoa que ama.
No domingo foi muito emocianante também, iniciando na parte da manhã 07:30 com muitas orações e pregações e uma quantidade de testemunhos marcante.
Para o encerramento não podia ser melhor – tivemos uma dinâmica com os casais, com um emocionante momento conduzido pelo ministério das familias de Fortaleza.
O encontro foi marcado por surpresas, uma delas foi realizado no domingo a tarde, que  cada esposa foi recebida pelo marido e namorado  e presenteada com uma rosa, o que  proporcionou aos casais um momento de intimidade e descontração.
A RCC Camocim quer dá continuidade a este  trabalho de evangelização para as familias, por isso nesta sexta feira dia 26 de agosto, na escola Murilo Aguiar ( Nosso Lar ),  começa a primeira turma de formação para casais, com estudos voltado exclusivamente para este público.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

O aborto (des)necessário


O aborto (des)necessário


(Artigo do Padre Luis Lodi da Cruz)

Muitas pessoas, contrárias ao aborto (como tem que ser todo ser humano digno deste nome) mostram-se perplexas diante da situação em que se "precisa"(?) escolher entre a vida da mãe e a do filho. Convém aqui formular bem o problema para se chegar a uma resposta adequada. Trata-se do caso em que a vida da mãe e/ou a do filho corre riscos, e nem sempre é possível salvar ambos. Que fazer?

1. A vida da criança é tão sagrada e inviolável como a vida da mãe. A mesma repulsa que nos causa a idéia de matar a mãe como meio de salvar a criança deve-nos causar a idéia de matar a criança como meio de salvar a mãe. O fim não justifica os meios. Nunca é lícito, nem sequer por razões, gravíssimas, ensinava o Papa Paulo VI, fazer o mal, para que daí provenha o bem (Encíclica Humanae Vitae, nº 14). Este princípio não admite nenhuma exceção. Não seria lícito, por exemplo, dizer uma pequena mentira, para assim converter o mundo inteiro. Um fim bom, por mais sublime que seja, não justifica um meio mau. Nem se pode argüir que o bem resultante "compense" o mal praticado, pois nunca temos a permissão de praticar o mal.

Chega ao Senado novo “Estatuto da Diversidade Sexual” que propõe incluir “orientação sexual” à Carta Magna.


Proposta de emenda constitucional (PEC) para incluir a orientação sexual à Carta Magna e estatuto da Diversidade Sexual foram apresentados terça-feira (23) ao presidente do Senado, José Sarney.
As propostas foram apresentada por Membros da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT e da Comissão da Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
A PEC prevê modificações na constituição com o objetivo de inserir a proibição da discriminação por orientação sexual e para modificar a licença-maternidade para licença-natalidade.
A intenção é que a licença seja de 180 dias para o casal ao invés de quatro meses para a mulher e cinco dias para o homem.
Já o projeto do estatuto foi feito por uma comissão da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que deverá englobar todos os projetos de lei que tratam de direitos dos homossexuais.
Formulado nos moldes de outros estatutos como o da Criança e do Adolescente, o estatuto inclui projetos de lei já consolidados como o do direito à dependência nos planos de saúde e o da união civil.
A OAB pretende com isso criar um marco legal de defesa de direitos de cidadãos homossexuais, criminalizar a homofobia e sugerir políticas públicas de inclusão.
O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) diz que o objetivo é esclarecer à sociedade sobre as diferenças entre direitos civis e o reconhecimento religioso.
A elaboradora das propostas, Maria Berenice Dias é positiva de que o projeto será aprovado.
“Já temos a decisão do Supremo reconhecendo a união civil entre homossexuais. Ou o legislador faz o dever de casa, ou vai perder espaço”.
A PEC está prevista para ser apresentada pelo Senado uma vez que os parlamentares acreditam que a Casa terá menos resistência ao projeto.
O projeto de lei do estatuto da Diversidade Sexual deverá passar pelo recolhimento de assinaturas para dar entrada no Congresso Nacional.
Blog do Carmadelio

ATENÇÃO!! Políticos do PT levam ao Senado brasileiro “nova” proposta de legalização do aborto.

 

Divulgue!
 
O Movimento em Defesa da Vida no Brasil (MDV) denunciou que na quinta feira, 18 de agosto, a Frente Nacional contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto, reuniu em Brasília representantes de diversas ONGs que promovem a legalização do aborto no país para a realização de uma plenária e em seguida representantes destas organizações tiveram uma audiência pública no Auditório Petrônio Portela do Senado Federal para apresentar um documento favorável à despenalização do aborto no Brasil.

A audiência no senado foi convocada pela Senadora Lídice da Mata, do PT da Bahia, com o apoio da senadora Ângela Portela, do PT de Roraima, e da senadora Ana Rita, do PT do Espírito Santo.
O tema da reunião, conforme a convocação oficial, era um “debate sobre os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres.”

Conforme havia sido anunciado pela Senadora Marta Suplicy, as organizações que promovem o reconhecimento do aborto como um direito humano no Brasil, pesadamente financiadas por um conglomerado de fundações norte americanas, estão voltando o foco de suas atenções para o Senado Federal.
Dois dias após o término das eleições de 2010, ao ser questionada por uma repórter sobre “as chances, depois do que aconteceu nas eleições de 2010, do PT retomar bandeiras históricas como o direito ao aborto e ao casamento gay”, a senadora Suplicy respondeu: “certamente a prioridade do governo passará longe disso, e a presidente Dilma se comprometeu e não fará nenhum gesto neste sentido. Porém o congresso é outra coisa, e provavelmente deverá recuperar [o tema]“.
Segundo o MDV, durante a mencionada audiência no Senado, representantes de várias ONGs, entre as quais entre as quais está a Articulação de Mulheres Brasileiras, a Marcha Mundial de Mulheres, a Liga Brasileira de Lésbicas, a União Nacional dos Estudantes e a Central Única dos Trabalhadores, apresentaram aos senadores o documento da plataforma para legalização do aborto no Brasil.
O documento, distribuído no Senado, mas não divulgado pelos meios de comunicação, afirma, entre outras coisas que pretende-se retomar, no Brasil, “a proposta de legalização elaborada pela comissão tripartite, instituída em 2005 pela secretaria de políticas para as mulheres, retirando a prática de abortamento do código penal”.
Isto é, afirma o boletim do MDV, “o infame projeto elaborado pelo Governo Lula, apresentado sob a forma do substitutivo do PL 1135/91, que pretendia tornar o aborto legal durante todos os nove meses da gravidez, uma vez que, removido do Código Penal todas as figuras do crime de aborto, não haverá, no ordenamento jurídico brasileiro, qualquer tipificação de crime contra a vida antes do nascimento”.
A Plataforma insiste, porém, paradoxalmente, em “refutar a tese de que se pretende legalizar o aborto até o nono mês de gestação”.
A Plataforma afirma também que o aborto é apenas “o resultado da interrupção da gravidez até a 22ª semana de gestação e cujo produto pesa até 500 gramas”, discriminando o nascituro e ignorando que se trata de um ser humano completamente formado, dotado do mesmo direito inalienável à vida que qualquer outro ser humano, e não um simples produto que pesa até 500 gramas.
Ademais a Plataforma pretende “impedir que organizações religiosas participem na elaboração e controle social das políticas públicas, ou recebam recursos públicos para ação social que seja orientada por princípios religiosos”.
Segundo o MDV o documento pretende também “garantir a orientação sexual” nas escolas e “impedir a prática do ensino religioso na rede pública de educação”.
Para ver a notícia da reunião pró-aborto feita pela Agência Senado, visite:
http://www.senado.gov.br/noticias/movimento-de-mulheres-critica-projetos-de-lei-contrarios-a-interesses-femininos.aspx

Para entender os desafios relacionados à defesa da vida no Brasil recomendamos também:
http://www.votopelavida.com/defesavidabrasil.pdf


Blog do Carmadelio

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

IMPERDÍVEL: Maurice Caillet, venerável de uma loja maçônica, revela segredos em «Eu fui maçom»


Maurice Caillet, venerável de uma loja maçônica durante 15 anos, revela segredos da Maçonaria em um livro recém-publicado por «Libroslibres», com o título «Yo fui mazón» («Eu fui maçom»).
Rituais, normas de funcionamento interno, juramentos e a influência na política desta organização secreta saem agora à luz, em particular as implicações do juramento que obriga a defender outros «irmãos» maçons.
O volume revela também a decisiva influência da Maçonaria na elaboração e aprovação de leis, como a do aborto na França, da qual ele, como médico, participou ativamente.
Caillet, nascido em Bordeaux (França) em 1933, especializado em Ginecologia e Urologia, praticou abortos e esterilizações antes e depois de obterem de amparo legal em seu país. Membro do Partido Socialista Francês, chegou a cargos de relevância na área da saúde pública.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Milhões de protestantes voltando à Igreja Católica? Veja os Números



Os números foram recolhidos por Gabriel Xongro.
Veja!
7 milhões da igreja da Suécia que estão em comunhão com o conselho de Lambeth
4,6 milhões da igreja da Finlândia
4,5 milhões da igreja da Dinamarca
4 milhões da igreja da Noruega; todas em comunhão com o conselho de Lambeth
http://www.centroestudosanglicanos.com.br/bancodetextos/historiadaigreja/o_anglicanismo_da_inglaterra_para_eua_sumio.pdf
(O site http://ofimdosevangelicos.blogspot.com/ cita Jaime Francisco de Moura – CN em 26 Maio de 2005./Zenit/ ehttp://brasasc.weblogger.terra.com.br/200505_brasasc_arquivo.htm sobre a igreja da Finlândia, mas o site está fora do ar).
Grande parte da população dos países bálticos já é católica, mas uma parte da população é de tradição protestante, e está em comunhão com o conselho de Lambeth: 450.000
Existem ainda muitos anglicanos descontentes com as recentes mudanças desesperadas das igrejas anglicanas para segurar os fiéis, atualmente o número de anglicanos já ultrapassa 77 milhões.
Ainda não podemos dizer que rumo tomarão os membros da igreja católica apostólica brasileira, que sempre indicou estar em comunhão com a igreja anglicana e não-reconhece o concílio Vaticano II, assim como as igrejas vétero-católicas de comunhão anglicana que inclusive sagraram uma sacerdotiza. Assim como as igrejas católicas americana e polonesa.
Ainda não sei o resultado do Conselho Metodista Mundial que reúne 75 milhões de metodistas sob suas decisões, mas se indicava uma grande aproximação. O conselho se reuniu dia 3 deste mês.
Além destes fatos, outros indicativos são o grande número de “VENDAS DE IGREJAS”:
Se quiser comprar uma entre aqui que ainda existem várias promoções:http://www.property.org.uk/unique/ch.html
várias igrejas na Suécia, Dinamarca, Grã-Bretanha, Alemanha e Holanda já foram vendidas.
Os números do IBGE são bons para o Brasil, nos últimos anos parou finalmente a queda no número de católicos e nos EUA, mesmo com os escândalos, tem aumentado o número de católicos.
A igreja Universal do reino de Deus teve uma queda de 24% no número de seguidores, conforme apontou o IBGE neste mês de Agosto de 2011
É prevsível que uma pequena parcela destes milhões não acompanhe a migração massiva para a Igreja. Mas, se nos basearmos na Conferência de Lambeth, que orienta a comunhão anglicana e rege 80 milhões de fiéis, o número é esse mesmo. As igrejas luteranas da Finlândia (http://www.pime.org.br/noticias2005/noticiasfinlandia1.htm) e dos demais países nórdicos, bem como os luteranos dos países bálticos também fazem parte e estão em adesão à Conferência de Lambeth.
Pode ser que parte dos vétero-católicos, e a igreja católica brasileira, por estarem em comunhão com a Igreja anglicana, também acabem cedendo. Existe ainda uma sinalização de aproximação dos metodistas (75 milhões, o conselho deles se reuniu agora até dia 3 de agosto).
Fora os dados estatísticos recentes, que apontam o aumento de católicos nos EUA, e o aumento no número de VENDAS DE IGREJAS, isso mesmo, tem crescido o número de igrejas protestantes vendendo seus imóveis, se quiser verificar:http://www.property.org.uk/unique/ch.shtml tem várias sendo vendidas neste site.

sábado, 20 de agosto de 2011

Você é jovem? Veja o que o Papa falou em Madri para os jovens participantes da JMJ.


Queridos jovens amigos!

Agradeço as carinhosas palavras que me dirigiram os jovens representantes dos cinco continentes. Com afeto, saúdo a todos vós que estais aqui congregados – jovens da Oceania, África, América, Ásia e Europa – e também a quantos não puderam vir. Sempre vos tenho muito presente e rezo por vós. Deus concedeu-me a graça de vos poder ver e vos ouvir mais de perto, e de nos colocarmos juntos à escuta da sua Palavra.
Na leitura que há pouco foi proclamada, ouvimos uma passagem do Evangelho onde se fala de acolher as palavras de Jesus e de as pôr em prática. Há palavras que servem apenas para entreter e passam como o vento; outras instruem, sob alguns aspectos, a mente; as palavras de Jesus, ao invés, têm de chegar ao coração, radicar-se nele e modelar a vida inteira. Sem isso, ficam estéreis e tornam-se efémeras; não nos aproximam Dele. E, deste modo, Cristo continua distante, como uma voz entre muitas outras que nos rodeiam e às quais estamos habituados.
Além disso, o Mestre que fala não ensina algo que aprendeu de outros, mas o que Ele mesmo é, o único que conhece verdadeiramente o caminho do homem para Deus, pois foi Ele que o abriu para nós, que o criou para podermos alcançar a vida autêntica, a vida que sempre vale a pena viver em todas as circunstâncias e que nem mesmo a morte pode destruir.
O Evangelho continua explicando estas coisas com a sugestiva imagem de quem constrói sobre a rocha firme, resistente às investidas das adversidades, contrariamente a quem edifica sobre a areia, talvez numa paisagem paradisíaca, poderíamos dizer hoje, mas que se desmorona à primeira rajada de ventos e fica em ruínas.
Queridos jovens, escutai verdadeiramente as palavras do Senhor, para que sejam em vós “espírito e vida” (Jo 6, 63), raízes que alimentam o vosso ser, linhas de conduta que nos assemelham à pessoa de Cristo, sendo pobres de espírito, famintos de justiça, misericordiosos, puros de coração, amantes da paz. Escutai-as frequentemente cada dia, como se faz com o único Amigo que não engana e com o qual queremos partilhar o caminho da vida. Bem sabeis que, quando não se caminha ao lado de Cristo, que nos guia, extraviamo-nos por outra sendas como a dos nossos próprios impulsos cegos e egoístas, a de propostas lisonjeiras mas interesseiras, enganadoras e volúveis, que atrás de si deixam o vazio e a frustração.
Aproveitai estes dias para conhecer melhor a Cristo e inteirar-vos de que, enraizados Nele, o vosso entusiasmo e alegria, os vossos anseios de crescer, de chegar ao mais alto, ou seja, a Deus, têm futuro sempre assegurado, porque a vida em plenitude já habita dentro do vosso ser. Fazei-a crescer com a graça divina, generosamente e sem mediocridade, propondo-vos seriamente a meta da santidade. E, perante as nossas fraquezas, que às vezes nos oprimem contamos também com a misericórdia do Senhor, sempre disposto a dar-nos de novo a mão e que nos oferece o perdão no sacramento da Penitência.
Edificando-a sobre a rocha firme, a vossa vida será não só segura e estável, mas contribuirá também para projetar a luz de Cristo sobre os vossos coetâneos e sobre toda a humanidade, mostrando uma alternativa válida a tantos que viram a sua vida desmoronar-se, porque os alicerces da sua existência eram inconsistentes: a tantos que se contentam com seguir as correntes da moda, se refugiam no interesse imediato, esquecendo a justiça verdadeira, ou se refugiam em opiniões pessoais em vez de procurar a verdade sem adjetivos.
Sim, há muitos que, julgando-se deuses, pensam que não têm necessidade de outras raízes nem de outros alicerces para além de si mesmo. Desejariam decidir, por si sós, o que é verdade ou não, o que é bom ou mau, justo ou injusto; decidir quem é digno de viver ou pode ser sacrificado nas aras de outras preferências; em cada momento dar um passo à sorte, sem rumo fixo, deixando-se levar pelo impulso de cada instante. Estas tentações estão sempre à espreita.
É importante não sucumbir a elas, porque na realidade conduzem a algo tão fútil como uma existência sem horizontes, uma liberdade sem Deus. Pelo contrário, sabemos bem que fomos criados livres, à imagem de Deus, precisamente para ser protagonistas da busca da verdade e do bem, responsáveis pelas nossas ações e não meros executores cegos, colaboradores criativos com a tarefa de cultivar e embelezar a obra da criação. Deus quer um interlocutor responsável, alguém que possa dialogar com Ele e amá-Lo. Por Cristo, podemos verdadeiramente consegui-lo e, radicados Nele, damos asas à nossa liberdade. Porventura não é este o grande motivo da nossa alegria? Não é este um terreno firme para construir a civilização do amor e da vida, capaz de humanizar todo homem?
Queridos amigos, sede prudentes e sábios, edificai as vossas vidas sobre o alicerce firme que é Cristo. Esta sabedoria e prudência guiará os vossos passos, nada vos fará tremer e, em vosso coração, reinará a paz. Então sereis bem-aventurados, ditosos, e a vossa alegria contagiará os outros.
Perguntar-se-ão qual seja o segredo da vossa vida e descobrirão que a rocha que sustenta todo o edifício e sobre a qual assenta toda a vossa existência é a própria pessoa de Cristo, vosso amigo, irmão e Senhor, o Filho de Deus feito homem, que dá consistência a todo o universo. Ele morreu por nós e ressuscitou para que tivéssemos vida, e agora, junto do trono do Pai, continua vivo e próximo a todos os homens, velando continuamente com amor por cada um de nós.
Confio os frutos desta Jornada Mundial da Juventude à Santíssima Virgem, que soube dizer “sim” à vontade de Deus e nos ensina, como ninguém, a fidelidade ao seu divino Filho, que acompanhou até à sua morte na cruz. Meditaremos tudo isto mais pausadamente ao longo das diversas estações da Via-Sacra. Peçamos para que o nosso “sim” de hoje a Cristo seja também, como o Dela, um “sim” incondicional à sua amizade, no fim desta Jornada Mundial e durante toda a nossa vida. Muito obrigado!

JMJ, a vitória da Fé sobre o relativismo e a traição da falsa “liberdade”.


Para os deste milênio, a fé triunfa sobre o relativismo!
Uma multidão de jovens pelas ruas, cantando, dançando, abanando bandeiras de todo o mundo.
De repente uma figura diminutiva emerge de seu carro branco e eles entram em erupção, correndo para
encontrar o melhor lugar para ver este superstar internacional. Um ídolo do rock? Um atleta famoso? Um
político prodigioso?
Não: um senhor – mais para erudito que celebridade – que timidamente sorri para entender tanta
adulação.
Papa Bento XVI chega nesta semana a Madri para uma semana de celebração marcada pela presença
de milhões de adolescentes e outros católicos de vinte e alguma coisa anos de idade na Jornada
Mundial da Juventude. O evento internacional oferece a jovens católicos a chance de aprender sobre a
fé e praticá-la juntos: Pense em Missa, leituras, orações e mais Missas.
Mas esta não é uma conferência religiosa comum. A música é alta, as horas são tardes, os participantes
são jovens, diversificados e exuberantes.
Todo o espetáculo pode confundir aqueles que estão do lado de fora da Igreja: Por que estes jovens
iriam pertencer a uma menos celebrada, atrasada e opressiva instituição como a Igreja Católica
Romana? E por que eles iriam considerar o Papa Bento XVI, de 84 anos, não apenas amável mas
também uma inspiração? A resposta para estas questões está no descontentamento e no desejo de um
grupo peculiar da geração deste milênio.
O Retorno da Tradição
A primeira vista, estudos como o relatório de Pew 2010 sobre “Religião entre Pessoas deste Milênio”
parecem indicar que jovens católicos (idades entre 18-29 anos) são um exemplo da tendência de sua
geração em relação à indiferença religiosa. Para entender, eles são menos prováveis para ir às missas
semanais, muito menos rezar diariamente e menos ainda para considerar a religião “muito importante”
em relação a Católicos de 30 anos para cima. Ainda assim, os Católicos deste milênio que praticam
sim e valorizam sim sua fé estão fazendo algo estranho: eles estão liderando o renascimento da liturgia
tradicional Católica e as disciplinas que seus pais e avós abandonaram largamente.
Um estudo recente sobre ordens religiosas Católicas confirma esta tendência. Irmã Mary Bendyna,
membro das Irmãs da Misericórdia das Américas e diretora do centro filiado à Universidade Georgetown
que conduziu o estudo, sintetizou os achados para o The New York Times. Comparado às gerações
passadas, afirma ela, as pessoas deste milênio que consideram se tornarem padres ou freiras são “mais
atraídos ao estilo de vida religioso tradicional, onde há vida comunitária, oração comunitária, celebração
da Missa juntos, oração em comum da Liturgia das Horas (ciclo diário na Igreja de leituras das Escrituras
e orações)”. “Eles são mais propensos a dizer que a fidelidade à Igreja é importante para eles”,
acrescentou, “e eles definitivamente procuram por comunidades onde seus membros usem hábitos”,
aquela antiga veste usada por monges e freiras.
Substância e Sacrifício
Como membro desta estranha corte do milênio, eu também meditei sobre isso. Acho que a resposta vem
disto: o estilo liberal dos anos 60’s – dos códigos morais, das obrigações familiares, dos compromissos
religiosos – nos traiu.
Em algum lugar no século passado, surgiu um novo credo, dizendo que todos deviam fazer seu próprio
credo. Este sistema de crença tolerante, de mente aberta, parecia prometer liberdade: sexo seguro
com muitos parceiros, drogas e álcool rápidos e abundantes, divórcios sem justificativas. Então, os pais
da nossa geração, os dos anos 50 e 60’s, se divertiram muito e deixaram para nós somente a ressaca
do dia seguinte: corações despedaçados, lares destruídos e dependência química, além do crescente
aumento de depressão na adolescência e de suicídio.
A religião do “qualquer coisa serve” do final do século 20, não pode prevenir nem ao menos explicar
estas conseqüências. (Afinal de contas, se eu estou bem, se você está bem e nós podemos fazer o
que a gente quiser, por que então há tantas pessoas infelizes?) Quando cada membro da sociedade
faz o que quer que os faça se sentir bem, o inevitável resultado não é a plenitude pessoal e a harmonia
comunitária, mas o egoísmo e o colapso social.
Com estas realizações em mente, muitas pessoas deste milênio rejeitam os pressupostos do liberalismo
dos anos 60’s em favor de algo mais substancial: as crenças, as práticas e o código moral que definiu a
vida religiosa por séculos. Ao contrário do cientismo reducionista ou do romanticismo vago, as religiões
tradicionais propõem uma explicação específica e persuasiva para o mundo que está diante de nós –
partido, atormentado pelo sofrimento, escravizado pelo pecado, mas que ainda assim revela relances da
beleza e grandeza.
Mais intelectualmente coerente do que o relativismo, a ortodoxia é também mais exigente. Faz-nos
colocar os outros acima de nós mesmos, a verdade acima do que nós gostaríamos que fosse verdade, a
luta pela virtude acima da busca pelo prazer. Em uma palavra, prega o sacrifício.
Estes temas serão proeminente em Madri durante esta semana, quando Católicos de todas as
nacionalidades se reúnem para rezar e festejar. Então, por que eles estão felizes por serem Católicos?
Porque eles concluíram que os ensinamentos da Igreja são de fato verdadeiros e porque eles
reconheceram que a verdadeira liberdade está no sacrifício de si mesmo. Longe de repressivo, estas
realizações são – como milênios de outras crenças atestam – excitantes.
O papa Bento sabe que os jovens ponderam estas questões e desejam mais do que a cultura de hoje
oferece. Quando fala a eles, o papa não esmorece. Sua voz é calma, até mesmo gentil, mas ele não
tem medo de desafiar sua congregação. E ele está certo em o fazer: os jovens não precisam de outras
afirmações sem sentido sobre o seu valor. Eles querem uma explicação sobre como está o mundo e de
uma missão para mudá-lo. A pergunta que eles fazem não é mais “O que é que vai fazer com que eu
me sinta bem?, mas “O que é que vai fazer de mim uma pessoa boa e como eu posso fazer bem para o
mundo?”
Não importa no que você acredita, admita: Eles estão fazendo as perguntas certas!
Por Ana Williams, escritora do USA TODAY. Ela esteve presente por duas vezes na Jornada Mundial dos Jovens,
em 2005 e em 2008.
Fonte:
http://www.usatoday.com/news/opinion/forum/2011-08-14-millennials-religion-catholic_n.htm?
loc=interstitialskip
Uma multidão de jovens pelas ruas, cantando, dançando, abanando bandeiras de todo o mundo.
De repente uma figura diminutiva emerge de seu carro branco e eles entram em erupção, correndo para
encontrar o melhor lugar para ver este superstar internacional. Um ídolo do rock? Um atleta famoso? Um
político prodigioso?
Não: um senhor – mais para erudito que celebridade – que timidamente sorri para entender tanta
adulação.

Papa Bento XVI chegou nesta semana a Madri para uma semana de celebração marcada pela presença
de milhões de adolescentes e outros católicos de vinte e alguma coisa anos de idade na Jornada
Mundial da Juventude. O evento internacional oferece a jovens católicos a chance de aprender sobre a
fé e praticá-la juntos: Pense em Missa, leituras, orações e mais Missas.
]Mas esta não é uma conferência religiosa comum. A música é alta, as horas são tardes, os participantes
são jovens, diversificados e exuberantes.

Todo o espetáculo pode confundir aqueles que estão do lado de fora da Igreja: Por que estes jovens
iriam pertencer a uma menos celebrada, atrasada e opressiva instituição como a Igreja Católica
Romana? E por que eles iriam considerar o Papa Bento XVI, de 84 anos, não apenas amável mas
também uma inspiração? A resposta para estas questões está no descontentamento e no desejo de um
grupo peculiar da geração deste milênio.

O Retorno da Tradição

A primeira vista, estudos como o relatório de Pew 2010 sobre “Religião entre Pessoas deste Milênio”
parecem indicar que jovens católicos (idades entre 18-29 anos) são um exemplo da tendência de sua
geração em relação à indiferença religiosa. Para entender, eles são menos prováveis para ir às missas
semanais, muito menos rezar diariamente e menos ainda para considerar a religião “muito importante”
em relação a Católicos de 30 anos para cima. Ainda assim, os Católicos deste milênio que praticam
sim e valorizam sim sua fé estão fazendo algo estranho: eles estão liderando o renascimento da liturgia
tradicional Católica e as disciplinas que seus pais e avós abandonaram largamente.
Um estudo recente sobre ordens religiosas Católicas confirma esta tendência. Irmã Mary Bendyna,
membro das Irmãs da Misericórdia das Américas e diretora do centro filiado à Universidade Georgetown
que conduziu o estudo, sintetizou os achados para o The New York Times.
Comparado às gerações passadas, afirma ela, as pessoas deste milênio que consideram se tornarem padres ou freiras são “mais
atraídos ao estilo de vida religioso tradicional, onde há vida comunitária, oração comunitária, celebração
da Missa juntos, oração em comum da Liturgia das Horas (ciclo diário na Igreja de leituras das Escrituras
e orações)”. “Eles são mais propensos a dizer que a fidelidade à Igreja é importante para eles”,
acrescentou, “e eles definitivamente procuram por comunidades onde seus membros usem hábitos”,
aquela antiga veste usada por monges e freiras.
Substância e Sacrifício

Como membro desta estranha corte do milênio, eu também meditei sobre isso. Acho que a resposta vem
disto: o estilo liberal dos anos 60’s – dos códigos morais, das obrigações familiares, dos compromissos
religiosos – nos traiu.
Em algum lugar no século passado, surgiu um novo credo, dizendo que todos deviam fazer seu próprio
credo. Este sistema de crença tolerante, de mente aberta, parecia prometer liberdade: sexo seguro
com muitos parceiros, drogas e álcool rápidos e abundantes, divórcios sem justificativas. Então, os pais
da nossa geração, os dos anos 50 e 60’s, se divertiram muito e deixaram para nós somente a ressaca
do dia seguinte: corações despedaçados, lares destruídos e dependência química, além do crescente
aumento de depressão na adolescência e de suicídio.
A religião do “qualquer coisa serve” do final do século 20, não pode prevenir nem ao menos explicar
estas conseqüências. (Afinal de contas, se eu estou bem, se você está bem e nós podemos fazer o
que a gente quiser, por que então há tantas pessoas infelizes?) Quando cada membro da sociedade
faz o que quer que os faça se sentir bem, o inevitável resultado não é a plenitude pessoal e a harmonia
comunitária, mas o egoísmo e o colapso social.

Com estas realizações em mente, muitas pessoas deste milênio rejeitam os pressupostos do liberalismo
dos anos 60’s em favor de algo mais substancial: as crenças, as práticas e o código moral que definiu a
vida religiosa por séculos. Ao contrário do cientismo reducionista ou do romanticismo vago, as religiões
tradicionais propõem uma explicação específica e persuasiva para o mundo que está diante de nós –
partido, atormentado pelo sofrimento, escravizado, mas que ainda assim revela relances da
beleza e grandeza.
Mais intelectualmente coerente do que o relativismo, a ortodoxia é também mais exigente. Faz-nos
colocar os outros acima de nós mesmos, a verdade acima do que nós gostaríamos que fosse verdade, a
luta pela virtude acima da busca pelo prazer.Em uma palavra, prega o sacrifício.
Estes temas serão proeminente em Madri durante esta semana, quando Católicos de todas as
nacionalidades se reúnem para rezar e festejar. Então, por que eles estão felizes por serem Católicos?
Porque eles concluíram que os ensinamentos da Igreja são de fato verdadeiros e porque eles
reconheceram que a verdadeira liberdade está no sacrifício de si mesmo. Longe de repressivo, estas
realizações são – como milênios de outras crenças atestam – excitantes.
O papa Bento sabe que os jovens ponderam estas questões e desejam mais do que a cultura de hoje
oferece. Quando fala a eles, o papa não esmorece. Sua voz é calma, até mesmo gentil, mas ele não
tem medo de desafiar sua congregação. E ele está certo em o fazer: os jovens não precisam de outras
afirmações sem sentido sobre o seu valor. Eles querem uma explicação sobre como está o mundo e de
uma missão para mudá-lo. A pergunta que eles fazem não é mais “O que é que vai fazer com que eu
me sinta bem?, mas “O que é que vai fazer de mim uma pessoa boa e como eu posso fazer bem para o
mundo?”

Não importa no que você acredita, admita: Eles estão fazendo as perguntas certas!

Por Ana Williams, escritora do USA TODAY. Ela esteve presente por duas vezes na Jornada Mundial dos Jovens,
em 2005 e em 2008.

Crescem casos de “vampiros” no EUA. Influência da cultura “Crepúsculo”?



A prisão de um americano que invadiu a casa de uma mulher e tentou sugar o sangue dela, no final de semana, provocou debates sobre o impacto de livros e filmes de vampiros na cultura jovem dos Estados Unidos.Embora ainda não tenha sido provado que a cultura pop desempenhou um papel no ataque, Lyle Monroe Bensley, de 19 anos, espera na cadeia uma avaliação psiquiátrica pelas acusações de arrombamento da residência, em Galveston, Texas.
Encontrado rosnando e silvando em um estacionamento, Bensley alegou ser um vampiro de 500 anos de idade que precisava se “alimentar”, disse o capitão da polícia de Galveston, Jeff Heyse.
Vampiros são um tema central na literatura desde o romance Drácula, de Bram Stoker, em 1897. Mas a fascinação por esses seres, principalmente entre os jovens, aumentou nos últimos anos com a popularidade dos livros da saga Crepúsculo sobre vampiros adolescentes, e o seriado True Blood, da TV.
“Eu acho que o vampiro é uma metáfora para o estranho e o predador em todos nós”, disse a escritora Anne Rice, cuja série Crônicas Vampirescas captura a imaginação dos fãs do terror desde os anos 1970.
Bensley está sendo mantido na prisão do condado de Galveston e só poderá sair com pagamento de fiança de 40 mil dólares, por ter invadido uma casa com a intenção de cometer um crime.
A vítima, que morava perto de Bensley mas não o conhecia, escapou incólume do ataque, disse Heyse.
Thomas Garza, que ministra um curso sobre a lenda dos vampiros na Universidade do Texas, disse que jovens podem aspirar a ser vampiros porque esses seres trapaceiam a morte e conseguem permanecer bonitos, poderosos e jovens pela eternidade.
O vampiro moderno na cultura popular é mais atraente, suave e mais na moda do que os vampiros eslavos do Velho Mundo, o que aumentou seu apelo, acrescentou.
“Eu diria que foi a saga de Crepúsculo em particular que fez os fãs adolescentes se assumirem. Nesta relação, Edward é um vampiro muito “seguro”, um tipo de “vampiro” para iniciantes”, disse Garza.
Fonte: Estadão

É natural que o casamento fracasse?



 

Por Padre Cormac Burke

O casamento é, obviamente, uma das tendências mais naturais da natureza humana. Ora, se é assim, parece difícil imaginar que, em circunstâncias normais, seja natural que o casamento fracasse. Se tantos casamentos fracassam hoje em dia, talvez seja porque as circunstâncias que cercam o matrimônio já não são normais. Ao invés de o casamento estar fracassando para o homem, não será o homem que vem fracassando em relação ao casamento? Não será que o erro, ao invés de residir no casamento, reside no homem moderno, e mais especialmente no modo como ele encara o casamento? Inclino-me a pensar que sim, porque me parece que há pelo menos três pontos principais em que o homem encara mal o casamento:
1. a) o homem moderno tende a “deificar” o amor humano, esperando dele o que – como qualquer cristão sabe – só Deus pode dar;
1. b) tende também a inverter a ordem de prioridades quanto aos fins do casamento, ou seja, pensa que o casamento existe em primeiro lugar para exprimir o amor e desfrutar dele, e só em segundo lugar (quando muito) para ter filhos.
1. c) tende ainda a encontrar oposição entre esses dois fins, em lugar de vê-los como complementares.
Examinemos cada um destes pontos mais de perto.

O QUE SÓ DEUS PODE DAR
A principal esperança do homem é ser feliz. O ser humano foi feito para a felicidade e procura-a necessariamente. Mas somente encontrará frustração se procurar a felicidade onde ela não estiver…; ou se procurar uma felicidade ilimitada onde não houver senão felicidade limitada…; ou se procurar a felicidade onde ela se encontra, mas não do modo como se pode encontrá-la…
A felicidade pode ser encontrada no casamento, mas não de um modo ilimitado; pedir ao casamento uma felicidade perfeita é pedir demais. Contudo, o homem foi feito com a capacidade e a sede de uma felicidade ilimitada. É por isso que se pôde dizer com tanto acerto que “a mulher promete ao homem o que só Deus pode dar”. Qualquer pessoa de fé sabe que a felicidade perfeita só pode ser encontrada de modo real e permanente em Deus; e sabe também que essa felicidade não é possível nem duradoura nesta terra, mas somente no Céu. O ateu ou semi-ateu esquece-se deste dado. E quando o homem começa a esquecer Deus e perde a esperança na vida eterna, o seu coração polariza-se nas coisas terrenas e procura satisfazer nelas a sua sede de felicidade. Não o conseguirá.
Nem mesmo o casamento, que dentre todas as coisas humanas é a que promete mais felicidade e é capaz de dá-la, conseguirá satisfazer o seu desejo.
Quem tiver presente esta realidade, procurará a felicidade no casamento, mas não esperará uma felicidade perfeita, pois sabe que seria pedir-lhe o que ele não pode dar. A pessoa que esquece Deus tenderá a “deificar” o amor humano, o que praticamente significa garantir o fracasso do amor humano.
Se alguém espera demais do amor e do casamento, está destinado a decepcionar-se profundamente.
Quando se põe demasiada pressão numa caldeira, esta acaba por explodir; quando se exige demais do casamento, este entra em colapso. Muitos divórcios de hoje encontram aqui a sua explicação.
OS FILHOS COMO “ACESSÓRIOS OPCIONAIS”
A segunda razão pela qual o casamento muitas vezes não dá certo hoje em dia é a tendência do homem moderno de criar uma nova ordem de prioridades quanto aos fins do casamento, convertendo o amor mútuo no principal objetivo ou mesmo no objetivo total e único do casamento. Ao mesmo tempo, reduz-se a possibilidade de ter filhos – um ou dois filhos – a uma simples circunstância; a maioria dos casais quererá tê-los como parte da sua auto-realização, ao passo que outros, de modo igualmente legítimo, talvez prefiram um ou dois carros, uma ou duas casas…
Para muitas pessoas de hoje, os filhos desempenham no casamento o mesmo papel que os acessórios num automóvel: são “opcionais”. Inclua-os, se você gosta deles ou pode arcar com o gasto.
Caso contrário, o casamento – como o automóvel – “funcionará” perfeitamente sem eles.
A isto, a Igreja responde com um rotundo “Não”. Somente em casos realmente excepcionais é que um casamento “funcionará” bem sem filhos, sem os filhos que Deus quer dar a cada casal em particular. Pode acontecer que Ele não queira que um determinado casal tenha filhos, mesmo que marido e mulher estejam ansiosos por ter uma família. Essas uniões (materialmente) estéreis podem ser felizes, se ambos os cônjuges aceitarem a vontade de Deus. Nesse caso, receberão graças especiais de Deus para aprenderem a amar-se um ao outro mais e mais com o passar do tempo. E podem – e até devem – conquistar uma fecundidade espiritual, dedicando o tempo e as energias que teriam investido nos filhos a atividades educativas e apostólicas que ajudem os outros. A exclusão deliberada dos filhos, porém, quer seja total, quer parcial, leva necessariamente qualquer casamento a “funcionar” muito mal.
Trata-se de uma verdade – de uma regra ou lei de vida – que se encontra implícita no ensinamento da Igreja a respeito dos fins e prioridades do casamento.
OS “MOTIVOS” NEM SEMPRE SÃO “FINS”
Uma vez que o homem contemporâneo pode apresentar poucas evidências em favor das modernas filosofias sobre o casamento, não lhe faria mal reexaminar o ensinamento da Igreja segundo o qual “o matrimônio e o amor conjugal se ordenam por natureza para a procriação e educação dos filhos [1].
Deverá refletir também sobre a afirmação de que este ensinamento corresponde ao conceito autenticamente natural do casamento.
Para começar, talvez seja útil mostrar-lhe que a maioria das pessoas que consideram errado o ensinamento da Igreja não compreendeu bem o que ela realmente ensina. Com efeito, ao fazer essa afirmação, a Igreja não se refere aos motivos que os indivíduos possam ter para casar-se, mas aos fins do casamento como instituição. E um pouco de reflexão torna claro que os motivos pessoais e subjetivos não coincidem necessariamente com os fins objetivos.
Sem dúvida, o principal motivo que leva a maioria das pessoas a casar-se é o amor: “Por que quero casar-me com essa pessoa e não com outra? Porque a amo”. Isto é evidente. Normalmente ter filhos, conta, quando muito, como motivo secundário, e hoje em dia, em muitos casos, nem sequer chega a apresentar-se como motivo.
Esta hierarquia de motivos – em primeiro lugar, amor; em segundo (quando muito), filhos – pode facilmente levar muitas pessoas a concluir que um casamento feliz e bem-sucedido depende desses mesmos fatores e nessa mesma ordem; ou seja, a felicidade no casamento depende principal ou mesmo exclusivamente do amor mútuo, e só secundariamente, ou de modo algum, dos filhos. No entanto, não existe especial evidência de que esta conclusão seja correta. Afinal de contas, uma coisa são os motivos para casar-se, e outra bem diferente é o modo como o casamento traz felicidade.
COMO O CASAMENTO TRAZ FELICIDADE
Não é errado casar-se por amor, como não o é esperar felicidade do casamento. Mas as pessoas podem enganar-se se fizerem depender todas as suas esperanças de felicidade no casamento de um único fator – o amor mútuo -, quando a própria natureza determinou que a felicidade no casamento proviesse da delicada e exigente interação de dois fatores: amor e filhos. Em outras palavras, as pessoas podem enganar-se ou fracassar por não terem compreendido como o casamento deve “funcionar”, por não terem entendido o mecanismo pelo qual ele realiza todas as suas possibilidades, entre elas a de trazer felicidade. E é neste sentido que o ensinamento da Igreja pode resolver muitos problemas.
Somente a ignorância – ou algo pior do que a ignorância – seria capaz de apresentar o ensinamento tradicional da Igreja a respeito do casamento como resultado de um legalismo medieval, como fruto da atitude de um grupo de inflexíveis clérigos celibatários que estariam apontando o seu dedo reprovador para o homem moderno: “Você talvez esteja interessado na felicidade. Mas isso não passa de um desses modernos contos de fadas, e é melhor esquecê-lo se quiser continuar a ser um membro obediente da Igreja. Porque a Igreja não está interessada em saber se o casamento traz ou não felicidade. A Igreja só se interessa pela prole – traduzida em números – e pela lei: indissolubilidade…”
A IGREJA E A FELICIDADE HUMANA
Trata-se de uma paródia caluniosa e grosseira da atitude da Igreja. A Igreja está plenamente consciente de que a verdade que ela sustenta – o ensinamento tradicional a respeito do matrimônio – lhe foi confiada pelo próprio Cristo. Sabe, portanto, que não tem autoridade para alterá-la ou deixar de proclamá-la. Ao mesmo tempo, contudo, tem também plena consciência de que a sua concepção do casamento leva em conta todos os elementos naturais dessa instituição, incluída a promessa de felicidade que o casamento parece oferecer ao ser humano.
Quando a Igreja une os seus filhos pelo vínculo matrimonial, é a primeira a alegrar-se. O divino Mestre está sempre disposto a ser convidado para uma festa de bodas, e gosta de confirmar a alegria de Caná. Mas é para Ele que o jovem casal deve olhar, se deseja que o vinho da sua felicidade atual se torne mais saboroso e abundante, e não se esgote nem se transforme em vinagre [2].
Quando o Senhor diz aos cônjuges – através da Sagrada Escritura – que são uma só carne e que não podem separar-se (cf. Mt 19, 6), que devem crescer e multiplicar-se (cf. Gên 1, 28); ou quando ensina através da sua Igreja (mais uma vez com palavras do Vaticano II) que “a instituição do matrimônio e o amor dos cônjuges estão pela sua índole natural ordenados para a procriação e educação dos filhos, nos quais encontram a sua coroa de glória” [3], o que faz é pensar na felicidade deles: não somente na felicidade eterna (embora seja esta a única que importa essencialmente), mas também na felicidade relativa, mas muito real, que podem alcançar aqui na terra, e que Ele quer que alcancem.
DO AMOR CONJUGAL AO AMOR FAMILIAR
Talvez possamos explicar melhor a questão desta forma. Parece evidente que a busca de uma promessa de felicidade no casamento faz parte da ordem natural do homem; ora bem, se – tal como a Igreja ensina – também faz parte da ordem natural ter filhos, mais ainda do que desfrutar do amor, então – a não ser que a natureza esteja mentindo ou seja incoerente – a felicidade no casamento dependerá, normalmente e a longo prazo, da geração e educação dos filhos mais do que do amor entre marido e mulher e dos modos de expressão desse amor. Sem dúvida alguma, depende de ambos os fatores; mas o ensinamento da Igreja parece sugerir que, em última análise, os filhos têm uma influência muito mais decisiva na formação da felicidade conjugal.
Suponhamos agora que alguém se levantasse e dissesse que essa afirmação é absurda, pois equivaleria a considerar um elemento fisiológico (a procriação) mais importante do que uma realidade espiritual (o amor). Eu lhe responderia que não é bem isso o que se quis dizer. O que se quer dizer é que o amor no casamento, certamente mais amplo do que o mero amor físico, é também mais amplo do que o mero amor conjugal.
O amor no casamento não está destinado a permanecer apenas como amor entre duas pessoas.
Provavelmente nem sequer sobreviverá, se não ultrapassar esse estágio. A sua vocação natural é expandir-se, estender-se, incluir cada vez mais elementos. O amor conjugal está na verdade projetado para se tornar amor familiar; está destinado a crescer e, nesse crescimento, a incluir e acolher outros seres humanos, que serão precisamente o fruto desse amor. “O verdadeiro amor mútuo transcende a comunidade de marido e mulher e estende-se aos seus frutos naturais, os filhos”*. E com isto chegamos ao terceiro ponto das nossas considerações.
A FELICIDADE CALCULISTA
Uma época que não encara os filhos como uma conseqüência natural do amor conjugal pode estar a caminho de encará-los como seus inimigos naturais. Foi por isso que mencionei, como o terceiro dos principais motivos do malogro de tantos casamentos atuais, o avanço da tendência moderna não só de antepor o amor mútuo aos filhos, mas de opor os dois fins entre si, em vez de ver que são complementares.
Influenciadas pela mentalidade e pela propaganda do controle da natalidade, muitas pessoas incidem nesse engano que acabo de delinear: pensam que a felicidade humana no casamento depende essencialmente do amor, e muito menos – ou nada – da paternidade. Gostaria de saber quantos estão conscientes de que esta idéia pode representar o primeiro de uma série de passos que acabarão por arrastá-los muito mais longe do que tinham pensado ou desejado, na esteira de uma filosofia que tem uma força poderosa e uma direção própria.
Analisemos um pouco mais profundamente este primeiro passo na filosofia antinatalista, e como é fácil deixar-se guiar por ela – na trilha descendente do calculismo, não no caminho ascendente do amor.
O primeiro princípio desta “filosofia” moderna do casamento diz que o amor é o ingrediente essencial e suficiente da felicidade conjugal, e que os filhos devem ser vistos apenas como uma possível ajuda – mas também como um possível obstáculo – para esse amor. Com efeito, os filhos trazem consigo a sua carga de exigências, e hoje em dia vem ganhando popularidade uma concepçãodo amor que não quer submeter-se a exigências. Com esta mentalidade, o amor é pensado acima de tudo em termos de satisfação pessoal (e não de autodoação, de crescimento por alcançar um ideal elevado, com tudo o que isso implica de esforço e sacrifício); e, em conseqüência, o vago anseio de paternidade é insuficiente para compensar as “desvantagens” de ter filhos. Isto é especialmente verdade no caso das mulheres, que tendem cada vez mais a sentir o peso da gravidez e o cuidado das crianças como um preço excessivamente alto a pagar pelas possíveis alegrias da maternidade.
A felicidade é o resultado de uma dedicação generosa a alguém ou a alguma coisa que vale a pena.
É o resultado de saber dar-se ainda que custe, e sem preocupar-se pelo fato de que custa. A felicidade não é algo que se possa comprar com dinheiro ou obter através de cálculos. No entanto, a moderna filosofia do casamento está repleta de cálculos, quase todos cálculos frios, muitos deles totalmente egoístas e totalmente errados.
O primeiro cálculo é – como vimos – o de que bastam duas pessoas para que uma faça feliz a outra. O segundo cálculo é que um determinado número de filhos – um ou dois – pode reforçar essa felicidade, ou pode prejudicá-la… O terceiro cálculo – que para muitos vem adquirindo a força de um dogma – é que ultrapassar um determinado número de filhos (dois ou três no máximo) certamente contrariará a felicidade e o amor conjugais. Ora bem, a partir do momento em que se conclui que um determinado número de filhos – quatro, por exemplo – é inimigo do amor, é fácil acabar por considerar qualquer número – mesmo um só – como inimigo. Esta é, simplesmente, a conclusão lógica de um casamento submetido ao controle da natalidade.
Quando duas pessoas começam por pensar que “foram feitas uma para a outra”, podem acabar por julgar que não foram feitas para mais ninguém, e que não precisam de mais ninguém; que qualquer outro – mesmo um filho, e especialmente o filho – pode ser um rival do seu amor. Uma ou outra (ou ambas) podem prever – e recusar – a possibilidade de que o filho absorva parte do amor que o cônjuge lhe dedica de modo exclusivo. Não há dúvida de que muitas pessoas casadas, ao tornarem-se pais, experimentam algumas reações de ciúme quando percebem que já não são objeto exclusivo do afeto do outro. É natural sentir alguns ciúmes passageiros neste sentido, mas também o é saber superá-los. O que não é natural, quando se prevê esta possível nova orientação ou ampliação do amor do cônjuge, é querer evitar o filho que a causará. Semelhante atitude é mera expressão de um espírito possessivo, egoísta e avaro: a perfeita antítese do amor.
O amor sexual e a procriação estão associados um ao outro nos planos de Deus, e assim unidos constituem um inabalável fundamento natural para a felicidade no casamento. É claro que o homem pode separar o que Deus uniu. Mas esta separação antinatural pode deixar o amor conjugal sem suporte. E um casamento sem o seu suporte natural entra logicamente em colapso.
Os que pensam que a filosofia do controle da natalidade favorece o casamento e o amor deveriam reparar melhor nas suas possíveis conseqüências. Aldous Huxley parodia-as muito bem no seu livro, Admirável Mundo Novo, atroz sátira de uma sociedade futura sem alma, que hoje já parece muito mais verossímil do que há cinqüenta anos, quando Huxley a concebeu. Essa “admirável” e “liberada” visãode um futuro em que tudo é planejado – o amor e o sexo identificados (ou melhor, um amor desorientado e sufocado pelos instintos animais descontrolados); o matrimônio, proscrito e abolido; os filhos (o “repovoamento”) reduzidos a produtos de laboratório nas mãos seguras e exclusivas do Estado -, essa visão não passa de uma projeção fantasiosa, mas coerente, da filosofia do controle da natalidade.
(BURKE, Cormac Pe.; AMOR E CASAMENTO – Editora Quadrante, Brasil, 1991).

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O DILEMA DOS PROFESSORES

COMUNICADO AO POVO CEARENSE
Os professores da rede estadual de ensino estão realizando a maior greve da historia do Ceará. Praticamente em todos os 184 municípios os educadores paralisaram suas atividades exigindo do governador Cid Gomes o respeito à Lei do piso Salarial Nacional e ao plano de Carreira do magistério Estadual.
CONHEÇA UM POUCO DA REALIDADE DA EDUCAÇÃO DO CEARÁ...
• Hoje o Ceará paga o 5º pior salario do Brasil para os professores graduados , perdendo até para o PIAUI ( estado economicamente mais pobre que o nosso)
• Entre os estados do Brasil e o Distrito Federal, a hora –aula dos professores cearenses também é uma das piores , R$ 7, 31 (23ª lugar)
• Em muitas escolas , inclusive em Camocim, quase 80% dos professores são temporários
VEJA AS VANTAGENS QUE NO DECORRER DOS ANOS OS GOVERNOS DO CEARÁ RETIRARAM DOS EDUCADORES
• Adicional por tempo de serviço,
• Licenciamento prêmio
• Gratificação de incentivo profissional
• Redução da carga horaria para a queles que estavam prestes a se aposentar
• Redução da gratificação para aqueles que ensinam alunos com necessidades espaciais, etc.

REFLITA: Como nossa sociedade pode se desenvolver sem colocar a educação como prioridade?
Você que é pai , mãe de aluno , apoie o nosso movimento em defesa da educação e dos seus profissionais
Carlos Jardel

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

RCC Camocim se prepara para Seminário de Vida no Espírito Santo para casais.

Sem dúvida, os Seminários de Vida no Espírito Santo constituem-se um dos momentos mais expressivos do trabalho de evangelização da Renovação Carismática Católica em todo o Brasil. Trata-se de encontros abençoados que, a partir de pregações querigmáticas e de momentos fortes de fraternidade e de oração, proporcionam experiência singular com o amor de Deus Pai, o encontro pessoal com Jesus Cristo, Senhor e Salvador, bem como a graça do batismo no Espírito Santo. O nosso Seminário será para os casais, dias 20 e 21 de Agosto, é bom lembrar que  os solteiros também podem fazer sua inscrição. O nosso Seminário começa na sexta - feira dia 19 de agosto, as 18 horas  com a  Missa na Matriz,  dia 20  terá inicio às 14 horas , no auditório do Instituto São José. 
As inscrições estão sendo feitas na secretaria da paróquia com a Kaala , nos grupos Renascer, Vida Nova, Novo caminho, no valor de R$ 5,00 reais por casal e R$ 3,00 individual.  Maiores informações com os membros dos Grupos da RCC Camocim. Agende e participe! Certamente você testemunhará um poderoso momento espiritual que marcará sua vida.
Roganos  ao Bom Deus que nos favoreça com um conhecimento crescente de Sua Palavra e desperte em nós a docilidade às moções do Espírito Santo...
 
Segue abaixo uma breve reflexão:
O Semeador (introdução ao Seminário de Vida no Espírito Santo)

"A que caiu na terra boa são os que ouvem a palavra com coração reto e bom, retêm-na e dão fruto pela perseverança." (Lc 8, 15)


O centro da pregação dos apóstolos na Igreja Primitiva consistia em anunciar Jesus Cristo, o Messias esperado, que foi morto pelos pecados da humanidade, ressuscitou ao terceiro dia e foi constituído, por Deus Pai, o Senhor e Salvador do mundo inteiro: "O Deus de nossos pais ressuscitou Jesus, que vós matastes, suspendendo-o num madeiro. Deus elevou-o pela Sua mão direita, como príncipe e salvador; a fim de dar a Israel o arrependimento e a remissão dos pecados." (At 5, 30 - 31).

Contudo, para entendermos melhor o que é a salvação, precisamos compreender qual é o plano de Deus para a criação, o que é o pecado e, afinal, do que fomos salvos. Para com Deus a nossa resposta deve ser de gratidão: amá-lo, entregar-se a Ele, cumprir em tudo a Sua santa vontade, o que implica numa atitude de fé e de mudança de vida. é o Espírito Santo, comunicado a nós por Jesus, que muda os nossos corações para vivermos esta nova vida. A isto se propõe o Seminário de Vida no Espírito Santo.

Durante todo o Seminário, alimentamos a certeza de que, assim como a semente é lançada no campo, a Palvara de Deus é semeada em cada coração (Lc 8, 4 - 8). Jesus é o grande semeador; a semente é a Palavra de Deus; cada participante é o solo que acolhe a semente. Se formos terra boa, isto é, se o coração abrir, frutos, de até cem por um, brotarão.

Assim, adotando uma postura de discípulos, sentados aos pés do Mestre e com ouvidos abertos e corações atentos àquilo que Ele mesmo nos fala, poderemos descobrir a presença amorosa de Deus Pai em nossas vidas, tomar posse da riqueza que é a salvação alcançada pelo Senhor Jesus, e experimentar a ação renovadora do Espírito Santo.

segue-se abaixo a programação:

SÁBADO – DIA 20/08/2011

14:00 H - INíCIO COM LOUVOR E ORAÇÃO 
14:30 H - PALESTRA : O AMOR DE DEUS NOS UNIU
15:10 H - CENÁCULO 
15:30 H - INTERVALO
15:50 H - PALESTRA : PECADO – A RUPTURA DO MATRIMÔNIO
16:30 H - ORAÇÃO DE PERDÃO CONJUGAL
16:50 H - CENÁCULO
17:10 H - PALESTRA: JESUS – A SALVAÇÃO DE NOSSAS VIDAS
17:50 H - ORAÇÃO DE RENÚNCIA
18:10 H - JANTAR
19:30 H - PALESTRA: FÉ E CONVERSÃO – CAMINHO PARA DEUS
20:00 H – APRESENTAÇÃO DO MINISTÉRIO DE ARTES
20:10 H - ADORAÇÃO - ORAÇÃO DE CURA
21:00 H - ENCERRAMENTO DO DIA

DOMINGO – DIA 21/08/2011

08:00 H - LOUVOR E ORAÇÃO
08:30 H - PALESTRA: O ESPÍRITO NOS FEZ UMA SÓ CARNE
09:20 H - ORAÇÃO DE EFUSÃO NO ESPÍRITO SANTO
10:30 H - INTERVALO
10:50 H - PALESTRA: VIDA NOVA
11:30 H - CENÁCULO 
12:00 H - ALMOÇO
13:00 H - LOUVOR E ORAÇÃO  
13:20 H - PALESTRA: VIVER A COMUNIDADE
14:10 H - PALESTRA: MATRIMÔNIO - SALAS SEPARADAS
15:10 H - RETORNO – ENCONTRO DOS ESPOSOS


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