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sábado, 29 de agosto de 2009

TESTEMUNHO: DE PROSTITUTA A SERVA AMADA POR DEUS!

O pecado me levou ao submundo, mas o Senhor me resgatou através da TV Canção Nova

veja no site: http://clube.cancaonova.com/materia.php?id=11137

O Sistema Canção Nova de Comunicação agradece a cada sócio evangelizador que assume essa obra promovendo o bem e o resgate de muitas almas para Deus, assim como a de Maria Elena, de Barra Mansa no Rio de Janeiro, que depois de anos envolvida no submundo das drogas e da prostituição foi liberta por Jesus Cristo, por intermédio do Evangelho anunciado pela TV Canção Nova.



Barra Mansa, 15 de setembro de 2007



Querida amiga Luzia Santiago,



Gosto muito de você, por isso, resolvi escrever. Gostaria muito que, nos programas, você falasse do meu testemunho para que o mundo saiba da mudança que Deus fez na minha vida através da Canção Nova, pois foi através dela que eu conheci o verdadeiro amor do Pai.



Luzia, eu me tornei mãe solteira ao dezessete anos, tive uma filha e dois anos depois me casei e tive outros dois filhos. Seis anos depois nos separamos e eu voltei a morar com os meus pais em Barra Mansa (RJ).



Comecei a trabalhar para o sustento dos meus filhos em um motel, e aos 25 anos tudo, para mim, era novidade. Saía à noite para conhecer pessoas diferentes e nas baladas fiz outros amigos, que roubavam; e era eu quem carregava as armas para eles; era a única mulher do bando.



Meu patrão, ao saber das minhas más companhias, me despediu do motel onde eu trabalhava. Sem dinheiro e com três filhos para sustentar, desesperada, procurei uma amiga que me levou para trabalhar em uma casa de prostituição. Nesse momento começaram os meus maiores sofrimentos.



Nos primeiros dias eu chorava muito, era uma vida de dor, eu sabia que estava fazendo muitas pessoas sofrerem, mas o tempo foi passando e quanto mais eu ganhava dinheiro, mais ficava iludida. Eu me prostituía e bebia muito, chegava a tomar 25 doses de conhaque em uma só noite, sem contar as garrafas de cerveja. Comecei a namorar o filho da dona da boate, que também bebia muito, e quando chegava bêbado me batia, me humilhava e eu não tinha forças para ir embora daquele lugar.



Alguns anos depois a mãe do José morreu e ele me convidou para morar com ele e cuidar da boate, e os problemas estavam só começando. Com a tia dele, eu cuidava da boate, onde, nesse tempo, rolava muita droga, até que a polícia mandou fechar. Então eu a passei a vender com a tia dele 300 pedras de crack por noite; com o dinheiro eu abri uma outra casa de prostituição, onde havia só brigas e pancadarias. Com o tempo, as mulheres que trabalhavam na casa usavam muita droga e queriam me matar. Por isso, larguei tudo e fui para outro bairro e abri um bar para poder sobreviver. O dinheiro era muito pouco, uma diferença muito grande, e com isso eu fui ficando muito triste; como eu ainda não tinha conhecido o caminho de Deus, eu achava que o dinheiro era tudo.



Então, eu comecei a me lembrar de Jesus e comecei a assistir a TV Canção Nova. Um dia, minha filha me ligou para saber notícias minhas e eu falei que já tinha perdido a fé em Deus. A partir desse dia, minha família, que é muito católica e muito unida, começou a orar por mim e fez uma aliança com Deus pela minha conversão.

Eu conto tudo isso em lágrimas, porque só Deus sabe o que eu passei durantes esses nove anos de humilhação, medo, terror, lágrimas de desespero. Até que chegou o dia da grande decisão: eu larguei tudo e voltei para Barra Mansa e não sei onde consegui tanta força, ou melhor, eu sei: foi Deus, só Deus.



Foi muito difícil enfrentar a sociedade, os vizinhos me olhavam com desconfiança, acho que nem mesmo a minha própria família confiava em mim.



Luzia, quando fez um mês que eu estava morando com minha família, aquela mulher com quem eu vendia drogas foi presa. Veja o livramento, Deus me livrou de muitas outras situações ainda maiores.



Com o tempo, eu comecei a ir nos grupo de oração, até que um dia me convidaram para ir à Canção Nova. Só que eu achei que, chegando aí, tudo iria mudar no mesmo instante e que iria voltar para casa e encontrar tudo diferente. Hoje, eu sei que é um processo de cura e libertação e ainda hoje passo por este processo de cura e conversão, mas a minha vida tomou novos rumos, mas com muita oração e batismo no Espírito Santo.



Luzia, hoje, para a glória de Deus, eu trabalho com crianças em um grupo de oração, mas ainda tenho muito que aprender. Hoje eu sou muito feliz graças a Deus e em dezembro de 2006 eu me casei depois de, junto com meu marido, termos feito a primeira comunhão e crisma.



Luzia, eu tenho certeza de que Deus tem muito planos para a minha vida. Ore pela nossa comunidade de São Luís Gonzaga , nós estamos formando um grupo de oração da Renovação Carismática Católica, mas não está sendo fácil.



Luzia, eu me associei à Canção Nova no dia do seu aniversário. Eu amo a todos da Canção Nova: monsenhor Jonas, Márcio, padre José Augusto, Dunga, Eliana e especialmente você, Luzia.

Maria Elena
Barra Mansa (RJ)

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

FUI PROTESTANTE. AGORA SOU CATÓLICO: IR. THEMIS!

Testemmunho retirada da Revista "Shalom Maná", nº 74, págs. 16 e 17

IR. THEMIS

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veja em vídeo uma prévia do que ela mesma testemunhou na Canção Nova:



Desde criança fui membro da igreja Presbiteriana e era muito feliz. Trabalhava como superintendente em uma escola dominical e tinha um único filho de meu casamento, que não foi bem sucedido. Meu esposo era doente mental e logo no primeiro ano de casamento precisou afastar-se. Aos quatorze anos, meu filho começou a ficar doente: tratava´se de uma anemia que não sarava, até que o médico descobriu que não era anemia o que ele tinha, mas uma leucemia que estava muito adiantada e que não tinha mais cura.

Nesse tempo eu tinha onze crianças carentes em casa e achava que isso já era uma obra bastante grande. Não imaginava que muitas outras coisas ainda aconteceriam. Então comecei o tratamento do meu filho com o Dr. Simbra Neli, um cientista muito importante no Brasil. O meu filho tinha tumores pelo corpo todo, inclusive no olho e no ouvido direito e não enxergava nem ouvia mais.

Quando chegamos perto da Páscoa ele disse: "Mãe, eu queria que você fosse ao colégio em que estudo ´ eu lecionava nesse colégio pela manhã; no fundo do quintal tem uma gruta e tem uma imagem que eu não sei de quem é, mas os meninos católicos acendem velas perto dessa imagem para passar de ano e a imagem está muito suja". Eu pintava pequenas peças de gesso durante a noite para dar conta do sustento das onze crianças e do tratamento dele. Então ele continuou: "Você pega aquela imagem e pinta para eu deixar de lembrança para o colégio".

Naquele momento eu senti emoções muito contraditórias, porque o meu filho estava morrendo e eu não podia negar-lhe nada, mas pintar uma imagem era realmente muito desagradável para mim, sendo protestante, de princípios muito bem plantados. Mas fui buscar a imagem.

Era uma imagem grande, tinha mais de 80 cm, tinha as mãos abertas e estava muito suja. Eu a peguei pela cabeça e pus embaixo do braço; a diretora disse: "Ah! Themis, você não pode levar a Nossa Senhora das Graças debaixo do braço!". Então fiquei sabendo que era uma imagem de Nossa Senhora das Graças. Para mim, pouca diferença fazia, eu queria mais que a imagem caísse e quebrasse. Cheguei em casa, pus a imagem em cima da mesa e comecei a limpá´la.

Meia-noite eu devia dar remédio para o meu filho. Ele tinha uma febre que subia muito e caía de repente. Então, de duas em duas horas eu tinha que lhe dar remédio, de dia e de noite. Quando o toquei percebi que estava queimando de febre. Ele olhou para a imagem em cima da mesa e disse: "Puxa, como essa imagem está linda!" E eu pensei que estivesse delirando por causa da febre, porque era um menino criado na igreja Presbiteriana, que nunca tinha entrado numa Igreja Católica. E continuou: "Vou fazer um voto para Nossa Senhora". Eu senti todo o meu ser se revoltar porque protestantes não fazem votos. Mas o fato é que meu filho fez o seguinte voto: "Pelo tempo em que viver, seja muito ou pouco, quero que a minha vida sirva a Deus e quero ter uma imagem igual a essa em casa para eu me lembrar disso". Ele voltou a dormir, porque quando tomava o remédio a febre baixava e ele dormia de novo. Foi então que entrei num grande conflito de fé, porque não poderia ser fiel à minha fé e deixar que meu filho fizesse um voto a Nossa Senhora, e muito menos ter uma imagem dela em casa, se eu era a primeira a fazer grandes palestras sobre a inutilidade de se olhar para Nossa Senhora.

Comecei então a caminhar pela casa, muito nervosa, até que chegou duas horas da manhã e fui dar o remédio para o meu filho; mas, quando pus a mão nele, de novo, tomei um susto: pensei que estava morrendo, porque a temperatura estava normal e tinham sumido todos os tumores do corpo, até o tumor do olho e do ouvido. Ele abriu os olhos, enxergou bem e disse: "Estou ouvindo, não sinto dor, estou curado". E sem dúvida nenhuma, lá no céu Nossa Senhora deve ter feito naquela noite por mim como fez nas bodas de Caná. Deve ter dito para Jesus: "Jesus, o vinho da vida dessa mulher ignorante acabou e ela não sabe pedir". E Jesus derramou o vinho da vida. Então eu peguei o meu filho, sem entender nada, e levei´o de volta para o médico. Ele fez todos os exames e ao final me chamou numa sala com os seus assessores e disse: "Você tem que me dizer que remédio deu para ele, porque esse menino estava morto quando saiu daqui". Eu disse: "Eu dei o seu remédio. A única coisa diferente foi que meu filho fez um voto a Nossa Senhora e quis que rezássemos uma Ave-Maria, mas eu não sei a Ave-Maria, por isso rezamos um Pai-Nosso". O médico deu uma grande risada e falou: "A reza não tem nada a ver com isso".

Logo depois fui à minha igreja. Eu tinha um cargo muito importante, eu deveria dar satisfações do meu cargo ao pastor e ao conselho da Igreja, então fui e disse: "Eu quero ficar na igreja Presbiteriana porque gosto muito daqui. Não quero sair, faço um bom trabalho, mas tenho um pedido: no domingo quero pegar o microfone e dizer para os nossos irmãos protestantes que Maria Santíssima quer e pode interceder por nós. Ela não só faz isso porque não pedimos ela. Ela é mãe dos católicos, é mãe dos evangélicos, é mãe dos espíritas, é mãe dos ateus. Maria Santíssima é a mãe de Jesus e Ele quis, na última hora da sua vida, dividir sua mãe com todos nós. Acontece que alguns filhos têm os corações mais duros e ingratos e passam por ela sem perceber. E isso fazemos nós os evangélicos. Mas eu quero dizer para eles no domingo que nós devemos voltar para nossa Mãe do Céu". Eles não concordaram que eu dissesse isso e me falaram: "Você vai para casa e fica lá dois ou três meses, lê a Bíblia novamente e depois a gente esquece tudo isso". Aceitei, porque de fato eu precisava de um tempo.

Fui, portanto, para casa, li a Bíblia de novo e, naquela mesma Bíblia onde eu já havia decorado grandes trechos, encontrei e entendi a Eucaristia. No Evangelho de São João Jesus dizia para mim: "O meu corpo é verdadeira comida, o meu sangue é verdadeira bebida, quem come da minha carne e bebe do meu sangue viverá para sempre. Eu fiquei muito mais apaixonada por Jesus. Foi então que fui correndo para a Igreja e disse aos meus irmãos do conselho: "Eu quero ficar na igreja Evangélica, não quero sair, mas agora em vez de um problema nós temos dois, porque eu quero ficar com Maria Santíssima e com a Eucaristia. Eu quero colocar um sacrário na nossa igreja e que nós aprendamos alguma coisa sobre o Cristo maravilhoso que é vida, que vem fazer parte do meu corpo, do meu sangue, da minha alma, da minha humanidade e vem me transformar em verdadeiro sacrário. Posso carregá-lo no meio dos outros homens". Evidentemente eles não aceitaram, porque se aceitassem converter-se-iam todos ao catolicismo.

Nós nos retiramos da igreja Presbiteriana, fomos batizados na Igreja Católica, fizemos a Primeira Comunhão, eu, meu filho e as onze crianças que moravam comigo. O colégio nos deu de presente aquela imagem que eu havia pintado. O meu filho esteve num seminário onde fez até o segundo ano de Teologia, mas depois, de acordo com o bispo, voltou para casa. Hoje é casado, tem três filhos e me ajuda na casa, dirigindo o carro, levando as crianças para todo lugar.

Atualmente temos um orfanato com trezentas crianças. A partir do momento em que eu consagrei a casa a Nossa Senhora, deixei-me levar de fato por Jesus e pedi ao bispo para colocar um sacrário dentro de casa, fazendo com que Jesus passasse a viver com a gente, aquelas onze crianças se transformaram em trezentas. Graças a Deus! Agora estamos aumentando o trabalho, estendendo o orfanato para um asilo de sessenta velhinhos desabrigados.

JESUS, SINAL DE CONTRADIÇÃO

Arquivado em: Jesus — Prof. Felipe Aquino at 4:15 pm on quinta-feira, maio 28, 2009


“Perguntou-lhe então Pilatos: És, portanto, rei? Respondeu Jesus: Sim, eu sou rei. É para dar testemunho da verdade que nasci e vim ao mundo. Todo o que é da verdade ouve a minha voz” (João 18,37).

Jesus veio ao mundo para salvá-lo, ensinando a verdade de Deus que nos liberta e salva; por isso Ele é “sinal de contradição”. Quando seus pais o levaram para apresenta-lo no Templo de Jerusalém, o velho Simeão profetizou: “Eis que este menino está destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel, e como um sinal de contradição, a fim de serem revelados os pensamentos de muitos corações” (Lc 2, 34-35).



Jesus veio como a Luz de Deus a brilhar nas trevas do mundo pagão: “Nele havia a vida, e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam” (Jo 1,4-5). Falando de João Batista, o evangelista diz: “Este veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por meio dele. Não era ele a luz, mas veio para dar testemunho da luz. Era a verdadeira luz que, vindo ao mundo, ilumina todo homem. Estava no mundo e o mundo foi feito por Ele, mas o mundo não o reconheceu. Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam.” (v. 7-11).



O mundo de trevas e de pecado odeia a Cristo e a sua luz porque Ele torna manifesto o seu mal; e o mundo sem Deus não suporta isso. O mundo entra em crise quando ouve Jesus. Por isso vemos hoje no Ocidente, outrora todo cristão, um laicismo anti-cristão e anti-católico como nunca vimos antes.



Toda a vida de Cristo foi um constante sinal de contradição. Veio ao mundo como Rei, mas nasceu numa manjedoura pobre, fria e austera. Foi acolhido pelos pobres pastores e logo perseguido pelo rei Herodes. Dono do mundo, teve de deixar a sua terra e foi exilar-se no Egito para fugir da morte.



Sua Lei era a verdade. “Eu vim ao mundo para dar testemunho da Verdade”. “Eu sou a verdade” (Jo 14, 6); não apenas “uma” verdade, mas “A” verdade; a única. Mostrou ao mundo que sem a verdade não há salvação: “Se permanecerdes na minha palavra, sereis meus verdadeiros discípulos; conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8,32). Ele é o Verbo que “se fez carne e habitou entre nós, e vimos sua glória, a glória que o Filho único recebe do seu Pai, cheio de graça e de verdade. (Jo 1, 14)



“Ora, este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz, pois as suas obras eram más. Porquanto todo aquele que faz o mal odeia a luz e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas aquele que pratica a verdade, vem para a luz. Torna-se assim claro que as suas obras são feitas em Deus” (Jo 3,21).



Aqueles que fazem o mal amam as trevas, as caladas das noites para praticar os crimes, as corrupções, os conchavos… Cristo não recuou diante das ofensas e perseguições; hoje a Igreja precisa imitá-lo como fez nesses dois mil anos. São Mateus narrou no capitulo 10 do seu Evangelho, as recomendações que Jesus deu aos Doze Apóstolos; e lhes deixou claro a perseguição que sofreriam. Quase todos morreram martirizados por causa de Jesus.



“Cuidai-vos dos homens. Eles vos levarão aos seus tribunais e açoitar-vos-ão com varas nas suas sinagogas. Sereis por minha causa levados diante dos governadores e dos reis: servireis assim de testemunho para eles e para os pagãos… Sereis odiados de todos por causa de meu nome, mas aquele que perseverar até o fim será salvo… O discípulo não é mais que o mestre, o servidor não é mais que o patrão. Se chamaram de Beelzebul ao pai de família, quanto mais o farão às pessoas de sua casa!… Não julgueis que vim trazer a paz à terra. Vim trazer não a paz, mas a espada… Eu vim trazer a divisão entre o filho e o pai, entre a filha e a mãe, entre a nora e a sogra, e os inimigos do homem serão as pessoas de sua própria casa”. (Mt 10,17-42)



Mais do antes hoje se nota uma aversão a Cristo e à Igreja Católica porque ela é fiel a Ele e a seus ensinamentos. Especialmente nas universidades se nota uma repulsa à Igreja Católica e às verdades que ela ensina; e procura-se a todo custo – com muita mentira e maldade - mostrar aos jovens que ela é obscurantista, como se fosse contra a ciência, e destaca-se os erros dos filhos da Igreja sem mostrar a beleza de tudo quanto a Igreja fez e faz pelo mundo.



Há no Ocidente hoje uma verdadeira Cristofobia. O Papa Bento XVI desde o início do seu pontificado tem condenado o que chama de “ditadura do relativismo” que quer proibir as pessoas de serem e pensarem diferente do que se chama hoje de “politicamente correto” (ser a favor do aborto, eutanásia, cultura marxista, casamento de homossexuais, coabitação livre, manipulação de embriões, útero de aluguel, inseminação artificial, sexo livre, camisinha, contracepção, etc.).



Vai se formando uma mentalidade, uma cultura social, no sentido de fazer, inclusive os cristãos, acharem “normal” essas imoralidades. Começamos a ver jovens e adultos cristãos acharem que a Igreja está “exagerando em suas exigências” e que é preciso ser mais tolerante… É bom lembrar que Jesus amava o pecador, mas era intolerante com o pecado. “Vai e não peques mais”.



Um sinal forte dessa Cristofobia é o ataque como nunca se viu antes aos símbolos católicos. Temos visto livros, artigos, peças de teatro, e filmes agressivos e blasfematórios contra a Igreja, contra Jesus Cristo e o sagrado. Prega-se o ateísmo como se fosse ciência, e tenta-se reduzir a religião e a teologia a meras crendices de ignorantes. Por outro lado, as seitas orientais e cristãs se espalham no Ocidente como uma mancha de óleo no mar.



Mas o pior de tudo é que este pernicioso relativismo religioso e moral atingiu também a Igreja; contesta-se a palavra do Papa dentro dos Seminários e universidades católicas; desobedece-se ostensivamente o Magistério da Igreja, volta-se contra os seus ensinamentos morais e doutrinários. Segmentos agressivos dentro da Igreja exigem mudar aquilo que há dois mil anos a Igreja vive e não muda, por determinação de Cristo e dos Apóstolos, como o sacerdócio para mulheres. Essa insistência descabida, partindo de dentro da própria Igreja, contra o que ensina a sua sagrada Tradição, perturba a sua caminhada.



A Igreja quer apenas ser fiel a seu Senhor. Ele a instituiu divinamente sobre Pedro e os Apóstolos (cf. Mt 16,16s; 18, 18) e “concedeu-lhes participar de sua própria infalibilidade” (cf. Catecismo, §889) para ser o “sacramento universal da salvação” (LG 48). Ela quer apenas dar o mesmo testemunho da verdade que Cristo deu. Assim se expressou o Concilio Vaticano II:

“Nenhuma ambição terrestre move a Igreja. Com efeito, guiada pelo Espírito Santo ela pretende somente uma coisa: continuar à obra do próprio Cristo que veio ao mundo para dar testemunho da verdade, para salvar e não para condenar, para servir e não para ser servido” (GS, 3).



Sem verdade não há salvação. São Paulo disse a Timóteo que “Deus quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade” (1Tm 2,5); em seguida completou: “ A Igreja é a coluna e o fundamento da verdade” (1Tm 3, 15). Logo, sem a Igreja não há verdade religiosa.



O Catecismo da Igreja afirma com todas as letras que antes do Cristo voltar – que ninguém sabe quando será - a Igreja passará por uma terrível provação.



“Antes do advento de Cristo, a Igreja deve passar por uma provação final que abalará a fé de muitos crentes (Lc 18,8; Mt 24,12). A perseguição que acompanha a peregrinação dela na terra (Lc 21,12; Jo 15,19-20) desvendará o “mistério de iniqüidade” sob a forma de uma impostura religiosa que há de trazer aos homens uma solução aparente a seus problemas, à custa da apostasia da verdade. A impostura religiosa suprema é a do Anticristo, isto é, a de um pseudomessianismo em que o homem glorifica a si mesmo em lugar de Deus e de seu Messias que veio na carne” (2Ts 4-12; 1 Ts 5,2-3; 2Jo 7; 1Jo 2,18.22). (§675)



O que abalará a fé de muitos crentes será uma impostura religiosa, isto é, uma falsa religião, uma falsa doutrina, que trará uma falsa solução dos problemas do mundo e, sobretudo a “apostasia da verdade”. A grande mentira será a glorificação do homem no lugar de Cristo.



Quando São Paulo escreveu aos tessalonicenses falando da segunda vinda de Cristo, deixou claro que os que se perderem, será por causa da “apostasia da verdade”. “Porque primeiro deve vir a apostasia, e deve manifestar-se o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o adversário, aquele que se levanta contra tudo o que é divino e sagrado, a ponto de tomar lugar no templo de Deus, e apresentar-se como se fosse Deus.”



São Paulo alerta que “o homem da iniqüidade” “usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor à verdade que os teria podido salvar… Desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal” (2Ts 2, 4-9).



O demônio é “o pai da mentira” (Jo 8,44) e é especialista nesta arte de enganar os homens; mas Cristo o desmascara. Essa verdade que nos pode salvar é a que Jesus pregou, os Apóstolos registraram nos Evangelhos e a Igreja ensina. Quem a vive hoje torna-se sinal de contradição, como Cristo. A Igreja continua sendo esse sinal entre os homens, porque ela é a voz de Cristo.



Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br

A EXISTÊNCIA DO DIABO!!!

Arquivado em: Anjos, Papa Paulo VI, Teologia — Prof. Felipe Aquino at 3:06 pm on quarta-feira, outubro 8, 2008

Audiência do Papa Paulo VI do dia 15 de novembro de 1972 - Alocução “Livrai-nos do mal” - Publicado no L’Osservatore Romano, ed. port. em 24/11/1972.



“Atualmente, quais são as maiores necessidades da Igreja?

Não deveis considerar a nossa resposta simplista, ou até supersticiosa e irreal: uma das maiores necessidades é a defesa daquele mal, a que chamamos Demônio.

Antes de esclarecermos o nosso pensamento, convidamos o vosso a abrir-se à luz da fé sobre a visão da vida humana, visão que, deste observatório, se alarga imensamente e pene­tra em singulares profundidades. E, para dizer a verdade, o quadro que somos convidados a contemplar com realismo global é muito lindo. É o quadro da criação, a obra de Deus, que o próprio Deus, como espelho exterior da sua sabedoria e do Seu poder, admirou na sua beleza substancial (cf. Gn 1,10 ss.).

Além disso, é muito interessante o quadro da história dramática da humanidade, da qual emerge a da redenção, a de Cristo, da nossa salvação, com os seus magníficos tesou­ros de revelação, de profecia, de santidade, de vida elevada a nível sobrenatural, de promessas eternas (cf. Ef 1,10). Se soubermos contemplar este quadro, não poderemos deixar de ficar encantados (Santo Agostinho, Solilóquios); tudo tem um sentido, tudo tem um fim, tudo tem uma ordem e tudo deixa entrever uma Presença-Transcendência, um Pensamento, uma Vida e, finalmente, um Amor, de tal modo que o universo, por aquilo que é e por aquilo que não é, se apresenta como uma preparação en­tusiasmante e inebriante para alguma coisa ainda mais bela e mais perfeita (cf. ICor 2,9; Rm 8,19-23). A visão cristã do cosmo e da vida é, portanto, triunfalmente otimista; e esta visão justifica a nossa alegria e o nosso reconhecimento pela vida, motivo por que, celebrando a glória de Deus, canta­mos a nossa felicidade.



Ensinamento Bíblico



Esta visão, porém, é completa, é exata? Não nos impor­tamos, porventura com as deficiências que se encontram no mundo, com o comportamento anormal das coisas em rela­ção à nossa existência, com a dor, com a morte, com a mal­dade, com a crueldade, com o pecado, numa palavra, com o mal? E não vemos quanto mal existe no mundo especialmen­te quanto à moral, ou seja, contra o homem e, simultanea­mente, embora de modo diverso, contra Deus? Não consti­tui isto um triste espetáculo, um mistério inexplicável? E não somos nós, exatamente nós, cultores do Verbo, os cantores do Bem, nós crentes, os mais sensíveis, os mais perturbados, perante a observação e a prática do mal? Encontramo-lo no reino da natureza, onde muitas das suas manifestações, se­gundo nos parece, denunciam a desordem. Depois, encon­tramo-lo no âmbito humano, onde se manifestam a fraqueza, a fragilidade, a dor, a morte, e ainda coisas piores; observa-se uma dupla lei contrastante, que, por um lado, quereria o bem, e, por outro, se inclina para o mal, tormento este que São Paulo põe em humilde evidência para demonstrar a necessidade e a felicidade de uma graça salvadora, ou seja, da salvação trazida por Cristo (Rm 7); já o poeta pagão Ovidio tinha denunciado este conflito interior no próprio cora­ção do homem: “Video meliora proboque, deteriora sequor”(Ovídio Met.7, 19). Encontramos o pecado, perversão da liberdade humana e causa profunda da morte, porque é um afastamento de Deus, fonte da vida (cf. Rm 5,12) e, também, a ocasião e o efeito de uma intervenção, em nós e no nosso mundo, de um agente obscuro e inimigo, o Demônio. O mal já não é apenas uma deficiência, mas uma eficiência, um ser vivo, espiritual, pervertido e perversor. Trata-se de uma realidade terrível, misteriosa e medonha.

Sai do âmbito dos ensinamentos bíblicos e eclesiásticos quem se recusa a reconhecer a existência desta realidade; ou melhor, quem faz dela um princípio em si mesmo, como se não tivesse, como todas as criaturas, origem em Deus, ou a explica como uma pseudo-realidade, como uma personi­ficação conceitual e fantástica das causas desconhecidas das nossas desgraças.

O problema do mal, visto na sua complexidade em rela­ção à nossa racionalidade, torna-se uma obsessão. Constituí a maior dificuldade para a nossa compreensão religiosa do cosmo. Foi por isso que Santo Agostinho penou durante vários anos: “Quaerebam unde malum, et non erat exitus”, pro­curava de onde vinha o mal e não encontrava a explicação. (Confissões, VII,5 ss)

Vejamos, então, a importância que adquire a advertência do mal para a nossa justa concepção; é o próprio Cristo quem nos faz sentir esta importância. Primeiro, no desenvol­vimento da história, haverá quem não recorde a página, tão densa de significado, da tríplice tentação? E ainda, em mui­tos episódios evangélicos, nos quais o Demônio se encontra com o Senhor e aparece nos seus ensinamentos (cf. Mt 1,43)? E como não haveríamos de recordar que Jesus Cristo, referindo-se três vezes ao Demônio como seu adversário, o qualifica como “príncipe deste mundo” (Jo 12,31; 14,30; 16,11)? E a ameaça desta nociva presença é indicada em muitas passagens do Novo Testamento. São Paulo chama-lhe “deus deste mundo” (2Cor 4,4) e previne-nos contra as lutas ocultas, que nós cristãos devemos travar não só com o Demônio, mas com a sua tremenda pluralidade: “Revesti-vos da armadura de Deus para que possais resistir às cila­das do Demônio. Porque nós não temos de lutar (só) contra a carne e o sangue, mas contra os Principados, contra os Dominadores deste mundo tenebroso, contra os Espíritos malignos espalhados pelos ares” (Ef 6,11-12).

Diversas passagens do Evangelho dizem-nos que não se trata de um só demônio, mas de muitos (cf. Lc 11,21; Mc 5,9), um dos quais é o principal: Satanás, que significa o adversário, o inimigo; e, ao lado dele, estão muitos outros, todos criaturas de Deus, mas decaídas, porque rebeldes e condenadas; constituem um mundo misterioso transformado por um drama muito infeliz, do qual conhecemos pouco (cf. DS 800).



O Inimigo Oculto



Conhecemos, todavia, muitas coisas deste mundo diabó­lico, que dizem respeito à nossa vida e a toda a história humana. O Demônio é a origem da primeira desgraça da huma­nidade; foi o tentador pérfido e fatal do primeiro pecado, o pecado original (cf. Gn 3; Sb 1,24). Com aquela falta de Adão, o Demônio adquiriu um certo poder sobre o homem, do qual só a redenção de Cristo nos pode libertar.

Trata-se de uma história que ainda hoje existe: recorde­mos os exorcismo do batismo e as freqüentes referências da Sagrada Escritura e da Liturgia ao agressivo e opressivo “domínio das trevas” (Lc 22,53). Ele é o inimigo número um, o tentador por excelência. Sabemos, portanto, que este ser mesquinho, perturbador, existe realmente e que ainda atua com astúcia traiçoeira; é o inimigo oculto que semeia erros e desgraças na história humana.

Deve-se recordar a significativa parábola evangélica do trigo e da cizânia, síntese e explicação do ilogismo que pare­ce presidir às nossas contrastantes vicissitudes: “Inimicus homo hoc fecit” (Mt 13,2). É o assassino desde o princípio… e “pai da mentira”, como o define Cristo (cf. Jo,44-45); é o insidiador sofista do equilíbrio moral do homem. Ele é o pér­fido e astuto encantador, que sabe insinuar-se em nós atra­vés dos sentidos, da fantasia, da concupiscência, da lógica utópica, ou de desordenados contatos sociais na realização de nossa obra, para introduzir neles desvios, tão nocivos quanto, na aparência, conformes às nossas estruturas físicas ou psíquicas, ou às nossas profundas aspirações instintivas.

Este capítulo, relativo ao Demônio e ao influxo que ele pode exercer sobre cada pessoa, assim como sobre comuni­dades, sobre inteiras sociedades, ou sobre acontecimentos, é um capitulo muito importante da doutrina católica, que deve ser estudado novamente, dado que hoje o é pouco. Algumas pessoas julgam encontrar nos estudos da psicaná­lise ou da psiquiatria, ou em práticas evangélicas, no princi­pio da sua vida pública, de espiritismo, hoje tão difundidas em alguns países, uma compensação suficiente. Receia-se cair em velhas teorias maniqueístas, ou em divagações fan­tásticas e supersticiosas. Hoje, algumas pessoas preferem mostrar-se fortes, livres de preconceitos, assumir ares de po­sitivistas, mas depois dão crédito a muitas superstições de magia ou populares, ou pior, abrem a própria alma - a própria alma batizada, visitada tantas vezes pela presença eu­carística e habitada pelo Espírito Santo - às experiências licenciosas dos sentidos, às experiências deletérias dos estupefacientes, assim como às seduções ideológicas dos erros na moda, fendas estas por onde o maligno pode facilmente penetrar e alterar a mentalidade humana.

Não quer dizer que todo o pecado seja devido diretamente à ação diabólica; mas também é verdade que aquele que não vigia, com certo rigor moral, a si mesmo (cf. Mt 12,45; Ef 6,11), se expõe ao influxo do “mysterium iniquita­tis”, ao qual São Paulo se refere (2Ts 2,3-12) e que torna pro­blemática a alternativa da nossa salvação.

A nossa doutrina torna-se incerta, obscurecida como está pelas próprias trevas que circundam o Demônio. Mas a nossa curiosidade, excitada pela certeza da sua doutrina múltipla, torna-se legitima com duas perguntas: Há sinais da presença da ação diabólica e quais são eles? Quais são os meios de defesa contra um perigo tão traiçoeiro?



A Ação do Demônio



A resposta à primeira pergunta, requer muito cuidado embora os sinais do Maligno às vezes pareçam tornar-se evi­dentes (Tertuliano, Apologia, 23). Podemos admitir a sua atuação sinistra onde a nega­ção de Deus se torna radical, sutil ou absurda; onde o engano se revela hipócrita, contra a evidência da verdade; onde o amor é anulado por um egoísmo frio e cruel; onde o nome de Cristo é empregado com ódio consciente e rebel­de (cf. ICor 16,22; 12,3); onde o espírito do Evangelho é fal­sificado e desmentido; onde o desespero se manifesta como a última palavra, etc. Mas é um diagnóstico demasiado amplo e difícil, que agora não ousamos aprofundar nem autenticar; que não é desprovido de dramático interesse para todos, e ao qual até a literatura moderna dedicou páginas famosas (*). O problema do mal continua a ser um dos maiores e perma­nentes problemas para o espírito humano, até depois da res­posta vitoriosa que Jesus Cristo dá a respeito dele.

“Sabemos - escreve o evangelista São João - que todo aquele que foi gerado por Deus guarda-o, e o Maligno não o toca” (IJo 5,19).



A Defesa do Cristão



A outra pergunta, que defesa, que remédio, há para com­bater a ação do Demônio, a resposta é mais fácil de ser for­mulada, embora seja difícil pô-la em prática. Poderemos di­zer que tudo aquilo que nos defende do pecado nos protege, por isso mesmo, contra o inimigo invisível. A graça é a defesa decisiva. A inocência assume um aspecto de fortaleza. E, depois, todos devem recordar o que a pedagogia apostóli­ca simbolizou na armadura de um soldado, ou seja, as virtu­des que podem tornar o cristão invulnerável (cf. Rm 13,13; Ef 6,11-14-17; lTs 5,8). O cristão deve ser militante; deve ser vigilante e forte (lPd 5,8); e algumas vezes, deve recorrer a algum exército ascético especial, para afastar determinadas invasões diabólicas; Jesus ensina-o, indicando o remédio “na oração e no jejum” (Mc 9,29). E o apóstolo indica a linha mestra que se deve seguir: “Não te deixes vencer pelo mal; vence o mal com o bem” (Rm 12,21; Mt 13,29).

Conscientes, portanto, das presentes adversidades em que hoje se encontram as almas, a Igreja e o mundo, procurare­mos dar sentido e eficácia à usual invocação da nossa oração principal: “Pai nosso… livrai-nos do mal”.

Contribua para isso a nossa Bênção apostólica

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

ACEITAR-SE PARA SER FELIZ

Arquivado em: PARA SER FELIZ — Prof. Felipe Aquino at 4:23 pm on segunda-feira, outubro 20, 2008
Cada um de nós é um ser em construção; todos temos defeitos e qualidades, e os nossos limites não podem fazer com que deixemos de nos amar e valorizar. É uma grande sabedoria saber aceitar-se a si mesmo; quem não se aceita é porque carrega um refinado e escondido orgulho; e isto não deixa você ver o seu valor. Todos nós nascermos com a capacidade de vencer e de ser feliz. Quem não se aceita acaba se tornando rancoroso contra si mesmo, contra os outros, contra a vida e até contra Deus… e isto o leva à revolta, à auto-piedade e à depressão.

Pare de sonhar, pegue o material que você tem e comece a construir a sua casa, do jeito que for possível. É melhor você morar num casebre do que ficar ao relento sonhando com um castelo. Ninguém é perfeito; por isso, todos precisam se aceitar. Não estou dizendo para você negar os seus limites; isto seria perigoso, pois não os elimina. Olhe-os com coragem, de frente, sem exagerá-los nem diminuí-los, e mude o que for possível. O que não pode ser mudado, aceite e ofereça a Deus. Você não é menos amado por Ele por causa dos seus limites. A partir desta aceitação, toda a sua pobreza pode começar a se transformar em imensa riqueza. Comece agora a ver as suas qualidades; você as tem. Ser humilde é reconhecer a verdade sobre si mesmo.

Aceite-se também diante dos outros; não se sinta pequeno ou invejoso porque o seu colega tira notas melhores do que você, ou porque ele se destaca e você não. Não deixe a inveja aninhar-se no seu coração; lance-a fora, é um veneno. Seja o que você é diante dos outros; não finja ser outra pessoa, e não fique paralisado diante dele por um complexo de inferioridade. A melhor maneira de impressionar alguém é ser autêntico e espontâneo diante dele. A personalidade é para o homem o que o perfume é para a flor, o que a luz e calor são para o sol. Uma engrenagem pequena não é menos importante do que uma engrenagem grande num jogo de engrenagens. Um tijolinho que falte em uma construção deixa um buraco na casa. Cada um é importante neste mundo de Deus.

Não fique imitando a vida dos outros; você é rico porque é único no universo; não esqueça isso. O Pai lhe deu uma vida sob medida, e única, irrepetível; viva-a, desenvolva-a. Se você se aceitar, os outros te aceitarão também. Não queira parecer o que você não é. Não tenha medo ou vergonha de ser você mesmo; e seja honesto em dizer: “eu não entendi isto”, “eu não sei fazer aquilo”, etc… e você ajudará os outros. Saiba de uma coisa: os homens têm necessidade de ver pessoas que reconhecem os seus limites, para que tenham coragem de reconhecer também os seus. É nobre saber dizer: “eu não compreendo isto…”, “por favor, me ensine isto!” Enfim, os outros precisam de você como você é, como Deus o fez. Você é um exemplar único na História da Humanidade. Todos nós somos limitados, mas isto nos ajuda a aprender a precisar uns dos outros. Assim aprendemos a amar, pois damos o que temos e receberemos o que nos falta, e todos crescemos juntos. Não é bonito isto? Chegar à perfeição é chegar a ser plenamente aquilo que Deus quer que você seja, e não os outros. Deus deu uma vida para cada um, para que cada um cultive a sua e respeite a do outro.

Cada um de nós é riquíssimo no seu ser. Como, então, você pode ficar reclamando das qualidades que você não tem? Antes de lamentar e lamuriar o que você não tem, agradeça o que você tem, e tudo o que recebeu gratuitamente Dele. Olhe primeiro para as suas mãos perfeitas… e diga muito obrigado Senhor! Pense nos teus olhos que enxergam longe, teus ouvidos que ouvem o cantar dos pássaros, e diga obrigado Senhor!

Olhe para a beleza e vigor da sua juventude, e agradeça ao bom Pai, de quem procede toda dádiva boa. A pior qualidade de um filho é a ingratidão diante do pai. Você recebeu uma grande herança: sua inteligência, sua memória, consciência, liberdade, capacidade de amar, de cantar de sorrir e de chorar, e muitos outros talentos que Deus espera que você faça crescer para o seu bem e o dos outros.

Mas a primeira coisa para que você possa multiplicar esses talentos, é aceitar-se como você é, física e espiritualmente. Não fique apenas olhando para os seus problemas, numa introspecção mórbida, porque senão você acabará não vendo as suas qualidades; e isto te tornará vitima de seus sentimentos. São Paulo disse que somos como que “vasos de barro”, mas que trazemos um tesouro de Deus escondido aí dentro (cf. 1Cor4, 7).

Eu não estou dizendo que você deve se esconder dos seus problemas, ou fazer de conta que eles não existem, não é isto. Reconheça-os e aceite-os; e, com fé em Deus, e confiança em você, lute para superá-los, sem ficar derrotado e lamuriando a própria sorte. Saiba que é exatamente quando vencemos os nossos problemas e quando superamos os nossos limites, que crescemos como pessoas humanas. Não tenha medo dos problemas, eles existem para serem resolvidos. Todo problema tem solução, quando um deles não tem solução, então, deixa de ser problema. É na crise e na luta que o homem cresce. É só no fogo que o aço ganha têmpera.

Por isso, é importante eliminar as suas atitudes negativas. Deus quer que você seja um aliado dele, um cooperador Seu, na obra da construção do mundo. Ele não nos entregou o mundo acabado, exatamente para poder nos dar a honra e a alegria de sermos seus colaboradores nesta bela obra. É um ato de maturidade ter a humildade de reconhecer os seus limites e aceitá-los; isto não é ser menor ou menos importante; é ser real. Aceite suas limitações, seus problemas, seu físico, sua família, sua cor, sua casa, também seus pais e seus irmãos, por mais difíceis que sejam… e comece a trabalhar com fé e paciência, para melhorar o que for possível.Como dizia São Francisco, “sou, o que sou diante de Deus.”

Certa vez iam por uma estrada um velho, um menino e um burro. O velho puxava o burro e o menino estava sobre o animal. Ao passarem por uma cidade, ouviram alguém dizer: “Que menino sem coração, deixa o velho ir a pé. Devia ir puxando o burro e colocar o velho sobre este!” Imediatamente o menino desceu do burro e colocou o velho lá em cima, e continuaram a viagem. Ao passar por outro lugar, escutaram alguém dizer: “Que velho folgado, deixa o menino ir a pé, e vai sobre o burro!” Então, eles pararam e começaram a pensar no que fazer: O velho disse ao menino: Só nos resta uma alternativa: irmos a pé carregando o burro nos nossos braços!…” Moral da estória: é impossível agradar a todos! Se eu não me aceitar como sou, jamais saberei amar os outros como eles são; estarei sempre desejando conviver com pessoas sem defeitos; e isto não existe. Saiba reconhecer e aceitar os erros; um erro reconhecido com simplicidade é uma vitória ganha.

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br

RELATOS HISTÓRICOS SOBRE A MARÇONARIA!!!

SÉRIE- FALSAS DOUTRINAS



Maçonaria : um pouco de história



Revista : “PERGUNTE E RESPONDEREMOS”
D. Estevão Bettencourt, osb
Nº 425 – Ano: 1997 – pág. 467

Em síntese: Nos países latinos da Europa e da América a Maçonaria assumiu o qualificativo de Irregular, porque abandonou suas tradições religiosas e se tornou anti-religiosa, especialmente contrária à Igreja Católica. O artigo que se segue, apresenta um pouco de história da perseguição movida pelos Governos maçons contra a Igreja no México, onde morreram vários mártires, inclusive o Pe. Agustin Pro s. J. Também no Brasil do tempo do Império a Maçonaria, instalada no Governo, perseguiu os Bispos de Olinda-Recife e Belém do Pará, tornando-se então benemérito D. Frei Vital, trazido de Olinda para o Rio, onde esteve encarcerado por resistir às injunções do Governo maçônico em assuntos e ordem interna da Igreja.

Reproduzimos, a seguir, artigo sobre a Maçonaria publicado no jornal belohorizontino O LUTADOR, edição de 15 a 21 de junho de 1997, p. 8. São páginas que revelam aspectos pouco divulgados da Maçonaria, aptos a explicar o difícil diálogo entre tal sociedade secreta e a Igreja. Agradecemos à Redação daquele periódico o direito de reprodução.

“RELAÇÕES NADA CORDIAIS"

Tudo o que é secreto, desperta interesse. Tudo o que é proibido, seduz. O que parece beneficente, se faz simpático. Será por isso que tantos católicos ainda têm dúvidas sobre a “condenação” da maçonaria e recebem com desconfiança as advertências da Mãe-Igreja? Seja como for, o exame das relações entre cristãos e maçons na História do Brasil, bem como no México, traz à luz os sinais do ódio contra a Igreja de Jesus Cristo. Bispos presos, padres fuzilados, centenas de leigos assassinados a sangue frio ... Ao menos naquele tempo e naquelas circunstâncias.

MATANDO O ESCORPIÃO

Que é a Maçonaria ? Uma sociedade secreta. Qual o seu objetivo ? Tomar o poder. Como provar essa afirmação ? Pelo exemplo mexicano. A 5 de fevereiro de 1917, foi aprovada a Constituição do México, maçônica, ainda em vigor no México, após 80 anos. O presidente era Venustiano Corranza, também ele maçon, como todos os demais que se elegeram até hoje.

A Constituição restringia a liberdade religiosa, considerava crime o ensino religioso e a profissão dos votos. Ao mesmo tempo, desapropriava sumariamente os bens eclesiásticos, negando personalidade jurídica à Igreja e encerrando-a no âmbito das sacristias. Os sacerdotes foram privados de seus direitos políticos (votar e ser votado, herdar, possuir bens etc.), mas deviam prestar serviço militar.

Além disso, o Governo determinava o número de sacerdotes permitidos em cada localidade e decretava quem estava habilitado ao ministério. Só mexicanos de nascimento podiam ser sacerdotes. A partir de 1926, com a “Lei Calles”, Vera Cruz tinha um sacerdote “autorizado” para cada 100 mil habitantes.

Em Sonora, foram fechadas todas as Igrejas. Os sacerdotes sumariamente eliminados. Segundo Fidel Gonzáles, em artigo na revista “30 DIAS” (ago/93), “a violência contra a Igreja era dirigida sobretudo pelas lojas maçônicas e por um de seus grupos, o de Sonora, que alcançou com Calles (presdiente de 1924 a 1928) o controle total do poder”.

Álvaro Obregón, um dos responsáveis diretos pelo assassinato do Pe. Agustin Pro (herói do conhecido livro Despistou Mil Secretas), declarou em discurso público: “Quando uma formiga nos pica, não procuramos a formiga para matá-la; pegamos um balde de água fervente e a derramamos no formigueiro. Quando um escorpião nos pica, nós o matamos; pegamos uma lanterna para procurá-lo e, se encontrarmos outro escorpião, não o deixamos viver, porque não foi ele que nos picou; nós o matamos, porque pode nos envenenar”.

UMA LEGIÃO DE MÁRTIRES

Em 1992, o Papa João Paulo II beatificou Miguel Agustin Pro e os 22 sacerdotes mártires mexicanos. Seu crime ? Exercer secretamente o seu ministério, confessando os penitentes, ungindo os enfermos e celebrando a Eucaristia. São mártires in odium fidei (por ódio à fé). Mas também o foram in odium Ecclesiae, (por ódio à Igreja), pois o objetivo do Governo maçom que mantinha o poder no México era não só erradicar a Igreja Católica, mas eliminar da vida nacional o próprio acontecimento cristão.

O episcopado tentou reagir desde o início. Uma Carta Pastoral dos Bispos mexicanos apontava sem medo o projeto governamental de “aniquilar o catolicismo”, entranhado na alma do povo. O Governo reagiu com decretos que visavam a “mexicanizar” a Igreja, tal como fizeram os países comunistas (China, Vietname etc), que favoreceram o surgimento de uma “igreja nacional”, “patriótica”, sem ligação hierárquica com Roma.

A 31 de julho de 1926, os Bispos suspenderam todas as celebrações no país. Explodia a perseguição contra o clero e as lideranças leigas. Lares invadidos, interrogatórios, tortura e julgamento de fachada. Dezenas de milhares de católicos (50 mil homens, segundo alguns historiadores) sublevaram-se e empunharam armas. Começava a guerra dos “cristeros”, que terminaria com o acordo de paz em junho de 1929. Embora sofrendo com a falta de armas, os “cristeros” estavam em seu apogeu e dominavam um vasto território. Os Bispos aceitaram um acordo com o Governo (as circunstâncias não são claras até hoje) e pediram aos fiéis para interromper a luta e cessar fogo. Tão logo as armas foram entregues, começou a matança. A Igreja tinha sido traída.

Dolores Ortega, 85 anos, remanescente de uma família de “cristeros” , declara: “Todos sabiam que era um truque, que o Governo nunca respeitaria o seu compromisso. Todos o sabiam, nós da Liga (para a Defesa da Liberdade Religiosa) e também os “Cristeros”. Quando nos pediram para interromper a luta, sentimos uma dor surda, uma angústia mais forte do que a provação que a guerra exigia”. Mesmo assim, obedeciam por fidelidade ...

“PRENDAM O BISPO !”

1872. Agonizava a monarquia no Brasil. As forças republicanas engrossavam suas fileiras. No Rio de Janeiro, o Visconde do Rio Branco – Grão-Mestre do Grande Oriente do Vale do Lavradio! – preside ao Gabinete. Em clima de rivalidade, Saldanha Marinho era o Grão-Mestre do Grande Oriente do Vale dos Beneditinos, ligado à maçonaria francesa.

Aos 27 anos de Idade, Dom Vital é nomeado Bispo de Olinda e toma posse a 24 de maio de 1872. Ele escreve: “Até 1872, a Maçonaria no Brasil respeitou a religião católica. Introduziu-se no clero, nos conventos, nos cabidos, nas confrarias. Mas quando teve um Grão-Mestre à frente do Governo nacional, julgou oportuno atacar a Igreja” (citado por Antônio Carlos Villaça, in História da Questão Religiosa no Brasil, pág. 7).

De fato, antes de chegar a Olinda, o novo Bispo já sofria os ataques da imprensa maçônica. Entre outras provocações, o anúncio de Missas para comemorar o aniversário de uma loja maçônica. Dom vital impôs sua autoridade sobre o clero, proibindo celebrações e atos interditados pelo Direito Canônico. Alguns padres filiados à maçonaria obedeceram ao superior. Outros se calaram. Mas houve rebeldes, que foram suspensos das ordens sacras.

Quando a suspensão atingiu o Deão Joaquim Francisco de Faria (diretor do Ginásio Pernambucano, ex-vigário capitular e chefe do Partido Maçônico Liberal!), este organizou uma reunião popular e insuflou a multidão a atacar o Colégio S. Francisco Xavier, dos jesuítas. Móveis quebrados, capela destruída, oito jesuítas agredidos. A seguir, o jornal católico “União” é invadido e queimado. Numa demonstração de força, a Maçonaria publicou a lista dos maçons que eram sacerdotes ou membros de confrarias religiosas.

Quando D. Vital lançou o interdito canônico sobre as confrarias envolvidas e se negou a obedecer à intimação do Visconde do Rio Branco para o levantar, foi acusado perante o Supremo Tribunal, preso e recolhido ao Arsenal da Marinha do Recife. Era o dia 2 de janeiro de 1874. O Governo afastara previamente do tribunal todos os juizes considerados católicos. Sem perder a firmeza e a dignidade, Dom Vital foi condenado a quatro anos de prisão com trabalhos forçados. A 12 de março, sua pena foi comutada em prisão simples, na Fortaleza de S. João, no Rio de Janeiro.

PRINCÍPIOS INCOMPATÍVEIS

O tempo passa. Fica a memória. O último documento da Igreja sobre o assunto foi produzido pela Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, em 26/11/1983, e assinado pelo Cardeal Joseph Ratizinger, que os maçons consideram como seu inimigo figadal. A Declaração afirma: “Permanece imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja, e por isso permanece proibida a inscrição nelas. Os fiéis que pertencem às associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja, e por isso permanece proibida a inscrição nelas. Os fiéis que pertencem às associações maçônicas estão em estado de pecado grave, e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão”.

Em 1993, a revista de teologia Atualização (nºs 241 e 242) publicou excelente artigo de D. João Evangelista Martins Terra, S. J., sobre a ação da Maçonaria no Brasil, que tem ricos subsídios para os interessados no tema. Ali, são lembrados os motivos da incompatibilidade entre catolicismo e maçonaria:

- O relativismo e o subjetivismo maçônico negam todo dogma.
- Exclui-se o conhecimento objetivo da verdade.
- A verdade divina é inatingível, segundo os maçons.
- A maçonaria é “deísta”, seu “deus” é neutro, impessoal, nada parecido com o Pai e Senhor dos cristãos.
- Não se admite nenhuma “revelação” de Deus.
- O conceito maçônico de “tolerância” rejeita o magistério da Igreja.
- Não há lugar para a ação da graça divina no crescimento moral do homem.
- O maçom assume compromissos secretos, para a vida e para a morte, incompatíveis com a liberdade cristã.

Isto não significa que todos os maçons brasileiros tenham esses sentimentos anticlericais, anti-Igreja, anticristianismo. Muitos são elementos de boa vontade, atraídos para a maçonaria pela camaradagem, o que parece solidariedade, filantropia. Muitos fazem número, dão prestígio à Loja. Mas não sabem todos os segredos. Não entendem a filosofia maçônica. É a esses que a Igreja quer esclarecer”.

sábado, 15 de agosto de 2009

Igreja Universal é acusada de lavar dinheiro

Edir Macedo arrecada R$ 1,4 bilhão por ano em dízimos



Da Folha de São Paulo

A Justiça recebeu ontem denúncia do Ministério Público de São Paulo e abriu ação criminal contra Edir Macedo e outros nove integrantes da Igreja Universal do Reino de Deus sob a acusação de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. A denúncia, aceita pelo juiz Glaucio Roberto Brittes, da 9ª Vara Criminal de São Paulo, resulta da mais ampla apuração sobre a movimentação financeira da igreja já feita em seus 32 anos de existência.

Iniciada em 2007 pelo Ministério Público de São Paulo, a investigação quebrou os sigilos bancário e fiscal da Universal e levantou o patrimônio acumulado por seus membros com dinheiro dos fiéis, entre 1999 e 2009 -embora não paguem tributos, igrejas são obrigadas a declarar doações que recebem. Segundo dados da Receita Federal, a Universal arrecada cerca de R$ 1,4 bilhão por ano em dízimos. As receitas da igreja superam as de companhias listadas em Bolsa -e que pagam impostos-, como a construtora MRV (R$ 1,1 bilhão), a Inepar (R$ 1,02 bilhão) e a Saraiva (R$ 1,09 bilhão).

Somando-se as transferências atípicas e os depósitos bancários em espécie feitos por pessoas ligadas à Universal, o volume financeiro da igreja no período de março de 2001 a março de 2008 foi de cerca de R$ 8 bilhões, segundo informações do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), órgão do Ministério da Fazenda que combate a lavagem de dinheiro.A movimentação suspeita da Universal somou R$ 4 bilhões de 2003 a 2008. A denúncia foi assinada pelos promotores Everton Luiz Zanella, Fernanda Narezi, Luiz Henrique Cardoso Dal Poz e Roberto Porto.

Reportagem da Folha publicada em dezembro de 2007 revelava o patrimônio da Igreja Universal do Reino de Deus acumulado em mais de 30 anos -o que incluía um conglomerado empresarial em torno dela. Após a publicação, fiéis da igreja entraram com ações por dano moral contra o jornal, no país todo (leia texto abaixo).O xis do problema, para os promotores, não reside na quantia de dinheiro arrecadado, mas no destino e no uso que lhe foi dado pelos líderes da igreja no período investigado.

Um grande volume de recursos teria saído do país por meio de empresas e contas de fachada, abertas por membros da igreja, e foi depois repatriado também por empresas de fachada, para contas de pessoas físicas ligadas à Universal.Os recursos teriam servido para comprar emissoras de TV e rádio, financeiras, agência de turismo e jatinhos.Para a investigação, isso fere dois princípios legais.Empresas privadas pagam impostos porque o propósito de suas existências é o lucro. Igrejas, pela lei brasileira, não pagam tributos porque suas receitas, em tese, revertem para o exercício da fé religiosa, protegida pela Constituição.

Quando o dinheiro oriundo da fé é desviado para comprar e/ou viabilizar empresas tradicionais, que têm o lucro como finalidade, a imunidade tributária está sendo burlada.O outro problema, com base na denúncia, diz respeito ao direito dos fiéis da Universal a que os recursos revertam para a igreja. O uso de recursos para outras atividades seria um desvio de finalidade, do qual fiéis e a Universal seriam vítimas.

DEPÓSITOS ATÍPICOS
Segundo o Ministério Público de São Paulo, os recursos da Universal eram transportados em jatinhos e foram depositados em contas definidas pelos bispos, principalmente no Banco do Brasil e no Banco Rural.
Duas empresas que seriam de fachada recebiam o grosso dos depósitos, segundo a denúncia -a Unimetro Empreendimentos S/A e a Cremo Empreendimentos S/A.

FONTE:http://www.blogdafolha.com.br/index.php/materias/1149-igreja-universal-e-acusada-de-lavar-dinheiro

Revolta de católicos contra a “Missa afro”

Arquivado em: Sem Categoria, Sincretismo — Prof. Felipe Aquino at 4:32 am on sábado, setembro 22, 2007



Recebi vários emails de pessoas católicas revoltadas com a “missa afro” que foi celebrada em uma igreja de Paris, na França, mostrada em uma reportagem da TV Globo no dia 15 set 07, de Rosana Jatobá. Durante cinco dias Paris se rendeu à cultura afro-brasileira. Foi a sexta edição da “Lavagem da Igreja de
La Madeleine”, evento que retrata a força do sincretismo religioso entre católicos e seguidores do candomblé. A reportagem pode ser vista em http://jornalhoje.globo.com/JHoje/0,19125,VJS0-3076-20070915-301605,00.html Uma pessoa me disse:

“Fiquei estarrecida com a seguinte reportagem. Não posso aceitar sessão de candomblé dentro de um templo católico. Rituais de macumba, onde se cultuam orixás, exus (demônios), enfim Satanás, o Inimigo de Deus e, em particular, de Nosso Senhor Jesus Cristo, Deus-Homem, logo depois do sacrifício da Eucaristia. Para mim isso é um HORROR! Escandaliza os católicos! Jogar pipocas, oferenda a demônios, em cima de pessoas que acabaram de comungar… O padre tomando banho de água perfumada
do candomblé…

Acho que o Templo de Deus deve ser respeitado. Não podemos servir a dois senhores. E muito menos usar o Altar de Deus para isso. Jesus expulsou os vendilhões do templo. O que não faria, se estivesse fisicamente entre nós, diante do Seu Altar tomado ao som de atabaques de culto ao seu pior Inimigo, Satanás?

O que é visto nesse vídeo é sincretismo? Não, pura demagogia!!! E uma grande ofensa contra Deus! Como Satanás não deve ter-se divertido com esta profanação!”

Outra pessoa, o Claudio Alberto Fernandes me disse:

Sou Cristão Ortodoxo, membro da Santa Igreja Ortodoxa Russa, mas tenho grande amor e respeito pela Santa Igreja Católica Apostólica Romana, pois, por aproximadamente mil anos, ambas faziam parte do único e mesmo rebanho de Cristo.
Admiro sua coragem e honradez em defender a Santa Igreja Romana, denunciando em seu programa “Escola da Fé”, os inumeráveis erros modernos que parecem querer submergir a Santa Igreja Romana. Foi com extremo horror e repugnância que no último dia 15, assistindo ao “Jornal Hoje” da TV Globo, vi a execrável cerimônia celebrada na Igreja de Santa Maria Madalena, em Paris, onde representantes do Candomblé da Bahia,
durante uma missa (!!!), tocavam os atabaques diante do altar-mor, entoando seus cânticos, enquanto “pais e mães de santo”, todos paramentados segundo suas crenças, dançavam e cantavam invocando seus “deuses” (antes demônios). Mais ainda, durante a cerimônia, um “pai-de-santo” jogou pipocas sobre os
fíéis, invocando seus “orixás”! Pior ainda, no átrio da igreja, o pároco teve sua cabeça lavada por um pai-de-santo, segundo o ritual diabólico do cancomblé! As Sagradas Escrituras ensinam, claríssimamente, que os deuses pagãos são
demônios. Igualmente o declaram a maioria dos Santo Padres da Igreja.

O que é isso, caro Prof. Felipe! Que abominação é essa num templo sagrado?! … Isso foi uma verdadeira abominação, que induz os fiéis católicos ao erro de acreditar que todas as
religiões são válidas! Pior ainda, faz crer que não há diferença entre a Igreja de Jesus Cristo e as religiões pagãs! O que há em comum entre o templo de Deus e o templo dos ídolos?; entre a luz e as trevas?; entre Cristo e Belial? pergunto com o Santo Apóstolo e com meu coração sangrando. Desculpe-me, mas não pude calar-me. Penso que seria de grande utilidade que o senhor fizesse um comentário sobre o ocorrido em seu programa Escola da
Fé.”

Comentário:

Eu já comentei o assunto rapidamente no meu Programa “Escola da Fé”, no dia 20 de setembro; na TV Canção Nova. De fato é um absurdo tal sincretismo religioso dentro da missa. A fé católica nada tem a ver com os cultos de orixás e de invocação de espíritos. O Papa João Paulo II já tinha condenado esse tipo de sincretismo que nada tem de ecumenismo e sim de irenismo.


João Paulo II já alertou os bispos do Regional Nordeste 3 da CNBB, em 1995, sobre o perigo do relativismo religioso no tocante à prática de “dar ao culto litúrgico uma feição afro-brasileira”.


Disse o pontífice: ”A Igreja Católica tributa um sincero respeito em relação aos cultos afro-brasileiros, mas considera nocivo o relativismo concreto de uma prática entre ambos ou de uma mistura entre eles, como se tivessem o mesmo valor, pondo em perigo a identidade da fé cristã católica (g. m). Ela sente-se no dever de afirmar que o sincretismo é danoso ali onde a verdade do rito cristão e a expressão da fé podem facilmente ser comprometidas aos olhos dos fiéis, em detrimento de uma autêntica evangelização”. (L’Osservatore Romano n. 40 de 7/10/95, p.7)

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br

O QUE A IGREJA CATÓLICA FALA SOBRE O ESPIRITISMO?

O Espiritismo e a Igreja Católica



A DOUTRINA SOBRE A REDENÇÃO

"É pelo sangue de Jesus Cristo que temos a Redenção, a remissão dos pecados, segundo a riqueza de Sua graça que Ele derramou profusamente sobre nós", explica São Paulo aos Efésios (1,7). Nossa Redenção pela Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus é outra verdade fundamental da Fé Cristã. Nisto consiste propriamente a "boa nova" ou os "Santos Evangelhos". Mas nem esta verdade tão central entra no credo espírita de Allan Kardec. Segundo ele, cada um deve ser seu próprio redentor através do sistema de reencarnações.

Jesus disse aos seus Apóstolos: "Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados" (Jo 20,23). Mas os espíritas não procuram receber o perdão divino que lhes é generosamente oferecido. O espiritismo nega a criação da alma humana, recusa a união substancial entre corpo e alma, afirma que não há anjos e demônios, repudia os privilégios de Maria Santíssima, não admite o pecado original, contesta a graça divina, abandona toda a doutrina sobrenatural, rejeita a unicidade da vida humana terrestre, ignora o Juízo particular depois da morte, não concede a existência do Purgatório, ridiculariza o Inferno, reprova a ressurreição da carne e desdenha o Juízo Final. Em uma palavra: renuncia a tudo que é Cristão.

FALSOS CRISTÃOS

Sendo o Brasil um país tradicionalmente Católico, os espíritas se apresentam como "cristãos" e difundem principalmente o "Evangelho Segundo o Espiritismo". Começaram por dizer que o espiritismo é apenas ciência e filosofia, não cogitando de questões dogmáticas; que eles não combatem crença alguma; que o Católico para ser espírita, não precisa deixar de ser Católico; que todas as religiões são boas, contanto que se faça o bem e se pratique a caridade, etc.; e por isso vão dando nomes de Santos nossos aos centros espíritas. O Conselho Federativo resolveu prescrever a seguinte norma geral:

"As sociedades adesas (à Federação Espírita Brasileira), mediante entendimento com a Federação, quando esta julgar oportuno e as convidar para isso, cuidarão de modificar suas denominações no sentido de suprimir delas o qualitativo de "Santo" e de substituir por outras, tiradas dos princípios e preceitos espíritas, dos lugares onde tenham sua sede, das datas de relevo nos anais do espiritismo e dos nomes dos seus grandes pioneiros". Assim, por exemplo, começa algum centro espírita por chamar-se "Centro São Francisco de Assis", depois, quando a Federação julgar oportuno, suprimirá o qualitativo de "santo", e afinal, quando seus adeptos já estiverem suficientemente distanciados da Santa Igreja, será "Centro Allan Kardec"...

O ESPÍRITA PERANTE A SANTA MADRE IGREJA

Em 1953 a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil reafirmou a determinação feita pelo Episcopado Nacional da Pastoral Coletiva de 1915, revista pelos Bispos em 1948 nestes termos: "Os espíritas devem ser tratados, tanto no foro interno como no foro externo, como verdadeiros hereges e fautores de heresias e não podem ser admitidos à recepção dos Sacramentos, sem que antes reparem os escândalos dados, abjurem o espiritismo e façam a profissão de Fé".

Segundo o novo Código de Direito Canônico (de 1983), "chama-se heresia a negação pertinaz, após a recepção do Santo Batismo, de qualquer verdade que se deve crer com Fé Divina e Católica, ou se duvida pertinazmente a respeito dela" (Cân. 751); e no Cânon 1364, parágrafo 1, a nova legislação eclesiástica determina que o "herege incorre automaticamente em excomunhão", isto é: deve ser excluído da recepção dos Sacramentos (Cân. 1331, parág. 1), não podem ser padrinhos de Batismo (Cân. 874), nem da Confirmação (Cân. 892) e não lhe será lícito receber o Sacramento do Matrimônio sem licença especial do Bispo (Cân. 1071) e sem as condições indicadas pelo Cânon 1125. Também não pode ser membro de associação ou irmandade católica (Cân. 316). (d. Boaventura Kloppenburg (ofm), Bispo Emérito da Diocese de Novo Hamburgo-RS/Brasil).

Comentário

É de se ver com suspeita certos grupos que surgiram depois de século XVI a partir de Lutero e que dizem servir a Jesus Cristo, enquanto que para negar e atacar a Santa Igreja, fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo, recorrem a todo o tipo de má-fé: acusações infâmes, calúnias e injúrias de todo o tipo, tentando denegrir a Instituição Divina. E uma dessas falsidades é passar aos seus prosélitos a idéia de que a Igreja Católica e o espiritismo é a mesma coisa, ou que na Igreja Católica tudo é permitido.

E para que os seus prosélitos nunca tenham acesso às verdades da Verdadeira Fé, instigam os seus adeptos a só aceitarem da Igreja Católica a Bíblia Sagrada, e mesmo assim, incompleta, pois que dos 73 livros, somente 66 são aceitos por eles, e muitas vezes adulterados. Muito conveniente para quem deseja mostrar uma extraordinária faixada, às vezes bela, emotiva e atraente, porém, sem o essencial da nossa Verdadeira Fé de dois mil anos, desde os tempos de Cristo até os dias de hoje. E muitas vezes, inchados de orgulho, para justificar as suas mentiras, recorrem ao fanatismo emocional ou dizem que a Igreja errou muito no passado e deixou de existir, ou então que Nosso Senhor Jesus Cristo não fundou nenhuma Igreja.Essa é uma mentira flagrante que revela a extrema desonestidade, visto que em qualquer uma das afirmações nega a Bíblia e chama Jesus Cristo de mentiroso.

É só olharmos a Bíblia: em Mt 16,18 Jesus diz: "Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; e as portas do inferno jamais prevalecerão contra ela". Quem nega esta verdade, e diz estar seguindo a Bíblia, esse sim, é prevaricador e mentiroso, porque é filho do pai da mentira, e por isso têm ódio contra tudo que vem da parte de Deus (Cf Gen. 3,15), e odeia aquela Mulher a quem o próprio Deus concedeu-lhe o poder de esmagar a cabeça da serpente e Satanás. De fato, o ódio entre os filhos da luz e os filhos das trevas; a descendência da Mulher e a descendência de Satanás, a antiga serpente. Que a Santíssima Virgem e Mãe de Deus interceda por esses infelizes que se deixaram prender e escravizar nas armadilhas de Satanás, para que a Misericórdia de Nosso Senhor e Deus chegue até eles, para que se convertam à única Igreja do Senhor Jesus, à qual foi confiado todo o Patrimônio da Verdadeira Fé (I Tim 3,15; Ef 3,10).

O ESPIRITISMO NÃO CONDUZ A ALMA DE VOLTA PARA DEUS

"... e se então alguém vos disser: eis aqui está o Cristo; ou, ei-lo acolá; não creias! Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas, que farão sinais e prodígios para seduzir, se possível for, até os escolhidos. Eis que vos preveni de tudo" (Mc. 13.21-23).

Está na Sagrada Escritura (Bíblia), Palavra de Deus, o Espírito Santo falando aos seus profetas:

• No Livro de Levítico diz: "...Se alguém se dirigir aos espíritas ou advinhos para formicar com eles, voltarei meu rosto contra esse homem e o cortarei do meu povo" (Levítico 20,6). Obs: Esse Livro (Levítico) foi escrito há aproximadamente 400 anos antes do nascimento de Cristo: portanto somando-se 400 anos antes do nascimento de Jesus mais 1.999 após o seu nascimento (dias de hoje), dará uma soma de 2.399 anos, ou seja, o Espírito Santo de Deus já nos avisava há 2.399 anos o que iria estar ocorrendo nos dias de hoje; a confusão que o espírito das trevas, o pai da mentira, Satanás iria estar provocando.

À Partir do séc. XIX, na França, com Alan Kardec, surgiu essa grande fraude (mentira) que hoje já confunde e ilude a milhões de pessoas com essa falsa doutrina reencarnacionista. Essa doutrina desmente mais de 40 verdades da Sagrada Escritura (Bíblia); a não ser que você não acredite na Bíblia, e prefira os falsos profetas! Porém isto também foi antecipado por Deus ao Profeta Jeremias, 700 anos antes do nascimento de Jesus, onde diz, no capítulo 17, versículo 5:

• "Eis o que diz o Senhor Deus: Maldito o homem que confia em outro homem, que da carne faz o seu apoio e cujo coração vive distante do Senhor!..." Se você prefere renegar a Palavra de Deus, na Bíblia, e apoiar-se em homens, falsos profetas como Alan Kardec, Buda e etc., não tenha dúvidas que quando comparecer ao Tribunal Divino será cobrado por essa atitude incrédula, teimosa ou quem sabe até orgulhosa; pois avisado você foi!!! Ainda na mesma época, aproximadamente 400 anos antes do nascimento de Jesus Cristo, nosso Salvador e Redentor – o Filho do Deus Vivo – temos o Livro do Deuteronômio e, portanto, mais uma vez o Espírito

Santo de Deus avisando aos homens sobre a falsa doutrina que viria, ou seja, o Espiritismo:

• "... Não se ache no meio de ti, quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem quem se dê a adivinhação, a astrologia, aos agouros, ao feiticismo, à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou a invocação dos mortos, porque o Senhor, teu Deus, abominará aqueles que se dão a essas práticas..." (Deuteronômio 18,10-12).

Portanto, concluindo, que fique bem claro: "o espiritismo é abominável diante de Deus"; e como não existem três caminhos, são apenas dois, ou seja, o que conduz à Deus e o que leva ao inimigo de Deus, esteja pois, bem alerta, porque a ação do espírito das trevas é tirar as pessoas do verdadeiro Evangelho, o único que Jesus deixou; leia à seguir o que São Paulo diz na Epístola aos Gálatas, capítulo 1, versículos 6 à 10:

• "Mas, ainda que alguém, nós ou um anjo baixado do Céu, vos anunciasse um evangelho diferente do que vos temos anunciado, que ele seja anátema. (maldito) Repito aqui o que acabamos de dizer: se alguém pregar doutrina diferente da que recebeste, seja ele excomungado!" (Gálatas 1,6-10).

Portanto, note bem, o evangelho segundo Alan Kardec é um anátema (maldito); seja ele e seus seguidores excomungados, alerta São Paulo!

Definitivamente, pois, siga o único e verdadeiro Evangelho que Jesus Cristo deixou e dentro da única Igreja que instituiu e entregou a Pedro, para ser o primeiro Papa; e que está muito claro no Evangelho de São Mateus, capítulo 16, versículo 18... "Pedro, tu és pedra, e sobre esta pedra edificarei a Minha Igreja..." (Mateus 16,18). Todas as outras igrejas foram fundadas por homens, que se julgaram juízes da única Igreja que Jesus deixou, ou seja, dissidentes. Esses fizeram as suas "igrejas" somente à partir do século XV; portanto, por mais de 1400 anos, existiu apenas a Igreja que Jesus Cristo instituiu, o que deveria acontecer até hoje; isso, se todos os homens fossem obedientes! A obediência também está no Evangelho e Jesus deixou bem claro: "Ai daqueles que alterarem um só til das minhas palavras"; e mais "ai daqueles que julgarem antes de mim"! Medite e decida, porque Deus nos deu o livre-arbitro e a inteligência para escolhermos inclusive a quem queremos entregar à nossa alma.

"Divulgue, vamos resgatar almas das trevas e levar para única e verdadeira luz!"

O ESPIRITISMO É CRISTÃO?

Não, não é! Finalmente um espírita autêntico proclama esta verdade em alto e bom tom: No livro "À Margem do Espiritismo" (FEB, 3ª edição, 1981, pág. 214), do espírita Carlos Imbassahy, lemos:

• Nem a Bíblia prova coisa nenhuma, nem temos a Bíblia como probante. O espiritismo não é um ramo do cristianismo como as demais seitas cristãs. Não aceita os seus princípios nas Escrituras. Não rodopia junto à Bíblia. A discussão, no terreno em que se acha, seria ótima com católicos, visto como católicos e protestantes baseiam seus ensinamentos nas Escrituras. Mas a nossa base é o ensino dos espíritos, daí o nome espiritismo."

O espiritismo nega dezenas de verdades cristãs proclamadas ao longo dos séculos:

• A Bíblia: pela frase acima, vemos que a Bíblia é uma das verdades negadas pelo Espiritismo. Seus doutrinadores se referem a esta em tom jocoso ou de superioridade, cegos por seu próprio orgulho, como outros tantos do passado: Voltaire, filósofo francês, que morreu em 1778, disse que depois de 100 anos de sua morte, o Cristianismo sumiria. A circulação da Bíblia aumentou. E, 50 anos depois, a Sociedade Bíblica de Genebra usou a gráfica e residência de Voltaire para imprimir Bíblias!!

Nem iluministas e maçons como Voltaire, ou Kardecistas hão de conseguir reduzir o papel da Bíblia. Hoje, a Igreja divulga a Bíblia, de modo que cerca de 98% da população do globo pode ter acesso a ela. Mais que isto, é o próprio Jesus que diz: "E eu vos garanto: enquanto não passar o Céu e a Terra, não passará um i ou um pontinho da Lei." (Mt 5,18). Quando citam a Bíblia, os espíritas chegam mesmo a fazer distorções grosseiras. O sr. Américo Domingos Nunes Filho, no livro "Por que sou Espírita" que o diga: citou Mt 18,8-9 e esqueceu a última palavra do versículo: "seres lançado no inferno de fogo eterno"; em Gn 44,5 atribui a José "a taça de fazer adivinhações", quando esta, na verdade, era do faraó do Egito... Quantas mais eu poderia citar aqui? Não precisa. A FEB já se manifestou: "O Reformador", no fascículo de janeiro de 1953, na página 13, sobre a Bíblia:

• "Do Velho Testamento, já nos é recomendado somente o Decálogo, e do Novo Testamento apenas a moral de Jesus; já consideramos de valor secundário, ou revogado e sem valor algum, mais de 90% do texto da Bíblia."

• Deus: no espiritismo, o papel de Deus é secundário. Reduz-se a um mero guarda de trânsito para o vai-e-vem dos espíritos, que estão "mergulhados no fluido divino". Para quem nega o panteísmo, Allan Kardec e sua turma escorrega bastante: Espíritos "se acham mergulhados no fluido divino" (A genese, p.56).

O espírita Rangel Veloso, em seu livro "Pseudos Sábios ou Falsos Profetas", ed. 1947, pág. 34, assim se expressa ao declarar ter ouvido em centro espírita a concepção panteísta de Deus: "Deus é uma folha de papel, rasgadinha em milhões, bilhões e não sei quantas mais divisões. Lançados esses pedacinhos de papel no Universo, cada pedacinho de papel representa um homem e um ser existente, e todos reunidos, formando o todo, é deus". Ora, este não é o Deus que nós Cristãos conhecemos ao longo de toda a história da humanidade. Não é o mesmo Deus que nos revelou através de Moisés e que disse: "Eu sou o que sou" (Ex 3,14).

• A Santíssima Trindade: É constrangedor o silêncio de Allan Kardec a respeito da Santíssima Trindade. Fala de Jesus, embora negando sua natureza divina, e esquece o que Ele disse a respeito do 'Pai e do Filho e do Espírito Santo'. Em alguns trechos, parece confundir o próprio Espírito Santo com Deus-Pai.

• Jesus: "Esse Jesus de Nazaré, sem dinheiro nem armas, conquistou milhões de pessoas num número muito maior que Alexandre, César, Maomé e Napoleão; sem o conhecimento e a pesquisa científica Ele despejou mais luz sobre assuntos materiais e espirituais do que todos os filósofos e cientistas reunidos; sem a eloquência aprendida nos bancos escolares, Ele pronunciou palavras de vida como nunca antes, nem depois, foram ditas e provocou resultados que o orador e o poeta não conseguem alcançar; sem ter escrito uma única linha, Ele pôs em ação mais canetas, e forneceu temas para mais sermões, discursos, livros profundos, obras de arte e música de louvor do que todo o continente de grandes homens da antigüidade e da atualidade" (Philip Schaff, historiador). Esse mesmo Jesus não é visto como Deus no Espiritismo, é apenas mais um "espírito evoluído que continua em evolução".

Cristo é enfático ao se revelar como Deus e assim proceder. Eis um dos motivos de sua crucificação... "Mas todo aquele que me negar diante dos outros, também eu o negarei diante de meu Pai que está nos céus." (Mt 10,33).

• A Redenção: "É pelo sangue de Jesus Cristo que temos a redenção, a remissão dos pecados, segundo a riqueza de sua graça que ele derramou profundamente sobre nós", explicava São Paulo aos Efésios (1,7). Nossa redenção pela Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus é outra verdade fundamental da Fé Cristã. Nisso consiste propriamente a "Boa Nova" ou o "Evangelho". Mas nem esta verdade tão central entra no credo espírita de Allan Kardec. Segundo ele, cada um deve ser seu próprio redentor através do sistema de "reencarnações". Leão Denis o enuncia cruamente quando escreve: "Não, a missão de Cristo não era resgatar com o seu sangue os crimes da humanidade.

O sangue, mesmo de um Deus, não seria capaz de resgatar ninguém. Cada qual deve resgatar-se a si mesmo, resgatar-se da ignorância e do mal. É o que os espíritos, aos milhares, afirmam em todos os pontos do mundo." (Cristianismo e espiritismo, p. 88). Daí esta doutrina de Allan Kardec: "Toda falta cometida, todo mal realizado é uma dívida contraída que deverá ser paga; se não for em uma existência, sê-lo-á na seguinte ou seguintes." (O céu e o inferno, 88).

• O Perdão: dentro desta ótica, não há espaço no Espiritismo para o perdão. Pasmem, o perdão seria uma injustiça, pois quebraria a frieza do "olho por olho, dente por dente" que é a Lei do Karma. A lei do Karma é fatal: é ela que "explica" as injustiças e desigualdades deste mundo. Se bem que ela é também quem ajuda a mantê-la. A Índia, um país reencarcionista, com seus mais de 700 milhões de habitantes, bem demonstra tal fatalidade, com uma sociedade dividida em castas. Não é a toa que a mensagem Cristã das Irmãs da Caridade e dos Jesuítas causou tanto impacto em um ambiente deste, de povo conformado com a lei do "karma", de "se expiar" para a vida posterior. O deus no Espiritismo é um fiscal, observando a "divida contraída que deverá ser paga".

Ora, tudo recebemos da graça de Deus. Não temos como restitui-lo totalmente. É por isto que Ele abre espaço para o perdão, pois quer "que todos se salvem".

• A Confissão: onde não há o devido espaço para o perdão, também não poderia haver para o seu respectivo Sacramento. No entanto: "Jesus disse-lhes de novo: 'A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio'. Após essas palavras, soprou sobre eles e disse: 'Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados serão perdoados. A quem não perdoardes os pecados não serão perdoados'." (Jo 20,21-23).

Ignoram a história da mulher adúltera, onde Jesus diz: "Erguendo-se, disse para a mulher: 'Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?' Ela respondeu: 'Ninguém, Senhor'. Jesus lhe disse: 'Nem eu te condeno. Vai, e de agora em diante não peques mais'. (Jo 8,10-11). Jesus perdoou com o simples arrependimento. Arrependimento que, sendo sincero, apaga a falta e abre o Cristão para uma nova vida: "não peques mais". Em nenhum momento, Cristo impõe mais condições, do tipo vamos "renegociar a sua dívida".

• O Batismo: Jesus mandou os apóstolos irem pelo mundo inteiro, para ensinar a todos tudo quanto Ele lhes ordenara, batizando a todos "em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo" (Mt 28,19-20), esclarecendo: "Aquele que crer e for batizado será salvo; o que não crer será condenado" (Mc 16,16). No Brasil, os espíritas, fiéis à doutrina codificada por Allan Kardec, já não batizam nem fazem batizar seus filhos. Nem teria sentido. Pois é pelas reencarnações que os homens devem alcançar a perfeição...

• Os Sacramentos: Além dos já citados (Batismo e Confissão) o Espiritismo nega todos os outros Sacramentos: Confirmação, Eucaristia, Ordem e Unção dos Enfermos, só aceitando mesmo o Matrimônio. Consideram os Sacramentos como "meros ritos, formas, liturgia", ignorando que eles são graças derramadas por Deus sobre os homens, justamente porque não somos nada sem a graça divina. Sem esta, não há "religare" com Deus, pois não temos força em nós mesmos para chegarmos a tanto.

• A Igreja: Jesus disse a Pedro: "Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do reino dos céus e o que ligares na terra será ligado nos céus e o que desligares na terra será desligado nos céus". (Mt 16,18-19). Mas os espíritas não dão nenhuma importância nem a Pedro e seus sucessores, nem à Igreja que Jesus dizia "sua", nem ao poder das chaves que o Senhor Jesus entregou ao chefe do Colégio Apostólico.

Jesus declarou aos apóstolos: "Quem vos ouve, a mim ouve; quem vos despreza, a mim despreza; e quem me despreza, despreza aquele que me enviou" (Lc 10,16). Para os espíritas tudo isso já está superado, pois eles vão receber as orientações dos espíritos que baixam em seus centros. No livro "Depois da Morte" (p.80), profetiza Leão Denis: "Chegará a ocasião em que o Catolicismo, seus dogmas e práticas não serão mais do que vagas reminiscências quase apagadas da memória dos homens, como o são para nós os paganismos romanos e escandinavos". Enfim, a influência maçônica de ódio à Igreja ("a Infame", segundo Voltaire) se faz presente no Espiritismo. Nada estranho: León Hippolyte Denizart Rivail (=Allan Kardec) foi maçon de grau 33 junto à Grã-Loja Escocesa Maçônica de Paris.

• Fé e Obras: Dentro da orgulhosa doutrina espírita, a salvação virá exclusivamente pelas "boas obras" que cada um faz, "resgatando as suas dívidas". Ora, eis o que leio em S. Tiago: "Por minhas obras te mostrarei a fé". São necessários os dois. São interligados, como teoria e prática. A respeito da fé, ainda vemos: "Quem não crer será condenado" (Mc 16,16); "Sem fé é impossível agradar a Deus" (Hb 11,6).

• A Ressurreição: Por mais que São Paulo fale que a Fé Cristã é baseada na Ressurreição, e que sem esta seria vazia, os espíritas a ignoram totalmente. Falam em reencarnação, trazendo à tona os paganismos, contra os quais, S. Paulo tanto lutava. Qualquer pessoa pode abrir o Novo Testamento e ver o quanto é destacada a Ressurreição. Não há porque se ampliar demais no tema...

• As Aparições: A Bíblia enumera alguns casos de aparição, onde Anjos enviados por Deus vêm a Terra dar a sua colaboração no plano salvífico. Todas estas aparições que aí vemos são de iniciativa própria, única e exclusiva de Deus, mas os espíritas acreditam que elas podem ser provocadas, à total revelia do que demonstra a Bíblia. E os caos de "encarnações": espíritos invadindo corpos, simplesmente são alheios à Bíblia, o que dispensa maiores comentários. A mesma Bíblia que deixa claro: "não evocar os mortos". Não entendo como uma proibição do próprio Deus poderia ser fundamento de uma religião deste mesmo Deus!!!

• O Inferno: Não existe inferno nem demônios no Espiritismo. Há apenas espíritos atrasados que pouco podem contra nós. Mera questão de conveniência, já que a existência de um inferno eterno levaria abaixo toda a obra de Kardec. Mas como S. Mateus e S. Marcos eram inspirados, eis que fico com estes, onde facilmente lemos: "Afastai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos". "Mas quem blasfemar contra o Espírito Santo jamais será perdoado; será réu de um pecado eterno". Deus disse: "Se tua mão ou o teu pé te é ocasião de pecado, corta-os e lança-os longe de ti. É melhor para ti entrardes na vida coxo ou manco, do que seres lançado no inferno, onde o verme não morre e o fogo não se apaga". Qualquer um pode abrir a Bíblia e ver passagens como as supracitadas.

• O Purgatório: O Espiritismo distorce a idéia do purgatório Cristão, tentando ver neste o "mundo espiritual" para as purificações e reencarnações. Ora, quem está no purgatório tem o céu como destino, não a Terra ou outro Planeta. O ser humano, gozando de seu livre arbítrio e não do determinismo kármico, tem duas opções: negar a Deus ou aceitá-lo. A primeira hipótese, o conduz ao Inferno. A Segunda, abre as portas da salvação. E o que é preciso é apenas ser fiel a Deus e à sua Santa Igreja. Este último, que fez a opção correta pode, ao morrer, carregar consigo alguns pecados, impurezas que o mancham, e "nada de impuro entrará no céu". (Ap 21,27) Como tal, Deus não o condena, mas este há de purificar-se...

"Se a obra construída sobre o fundamento resistir, o autor receberá um prêmio; e aquele cuja a obra for consumida sofrerá o dano; ele, todavia, se salvará, mas como quem passa pelo fogo" (1Cor 3,14-15). Essa é a realidade do Purgatório. Há, porém, como já vimos um outro fogo, eterno e preparado para o diabo e seus anjos. Este é para quem disse "Não" a Deus. Um fogo bem diferente do fogo do purgatório ou do fogo de Pentecostes.

• A Revelação: Deus se revela ao homem em uma seqüência de tempo: Deus-Pai, Deus Filho-Jesus, e Deus Espírito Santo. O primeiro se revelou no Antigo Testamento, entregando as leis a Moisés. Os dois últimos se revelam no Novo Testamento: Jesus, é revelado pelo próprio Pai: "E do céu veio uma voz que dizia: 'Este é o meu Filho amado, de quem eu me agrado'" (Mt 3,17). E é reconhecido como tal: "Então ele perguntou-lhes:

'E vós, quem dizeis que eu sou?' Simão Pedro respondeu: 'Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo'. Em resposta, Jesus disse: 'Feliz és tu, Simão filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue quem te revelou isso, mas o Pai que está nos céus'" (Mt 16,15-17). A Terceira Pessoa da Santíssima Trindade é também revelada no Novo Testamento, só que agora por Jesus Cristo: S. João 14, 15ss, "Eu pedirei ao Pai, e ele vos dará outro Paráclito, que estará convosco para sempre. Ele é o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber porque não o vê nem o conhece. Vós o conheceis porque permanece convosco e está em vós. Não vos deixarei órfãos".

Realmente Cristo não deixaria os apóstolos e sua Igreja órfãos por 1800 anos. S. João 16, 5ss:

"Convém a vós que eu vá, pois, se eu não for, o Paráclito não virá a vós. Mas, se eu for, eu o enviarei a vós". "A vós": os Apóstolos, a Igreja nascente; não um indivíduo de outro século qualquer, seja ele Maomé, Allan Kardec, Reverendo Moon, Russel, ou qualquer pretensioso da espécie. "'Mas recebereis uma força, o Espírito Santo que virá sobre vós; e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, até os confins da terra'. Dizendo isto, elevou-se à vista deles e uma nuvem o ocultou a seus olhos" (At 1,8-9).

"Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente veio do céu um ruído, como de um vento impetuoso, que encheu toda a casa em que estavam sentados. E viram, então, uma espécie de línguas de fogo, que se repartiram e foram pousar sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia" (At 2, 1-4).

O plano de Deus não admite lacunas: Javé – Cristo – Espírito Santo. Sem intervalos onde o homem ficaria abandonado à sua própria sorte.

Eis que paramos por aqui, mas poderíamos dar continuidade, falando de outras incomensuráveis divergências como: a criação da alma humana; recusa da união substancial entre corpo e alma; repúdio dos privilégios de Maria Santíssima; ignorância da comunhão dos santos; não admissão do pecado original; contestação da graça divina; reprovação da ressurreição da carne; e desdém do juízo final. Em uma palavra: renúncia de todo o credo cristão.

Em que consiste, pois, seu anunciado "cristianismo"? Tudo é simplesmente reduzido à aceitação de alguns princípios morais do Evangelho, tal como Allan Kardec aprendera em sua juventude, no Instituto de Pestalozzi, em Yverdun, na Suíça. Instituto protestante liberal onde, baseados na "livre interpretação da Bíblia", cada um deduzia o que bem entendesse.

Comentário:

Como vemos, tudo no espiritismo é fraude, a começar pelo "encarnar-se". E a Bíblia é muito clara a respeito disso em Hebreus 9,27 quando diz muito claramente: "Como está determinado que os homens morram uma só vez, e logo em seguida vem o julgamento". O resto é um jogo arquitetado por Satanás, porque nega a Deus, Nosso Senhor e Nosso Único Salvador, pois, "Em nenhum outro há salvação. Porque debaixo do Céu, nenhum outro nome foi dado aos homens pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4,12). E quem rejeita a Deus, sem dúvida alguma, irá para o sofrimento do fogo eterno. E foi com o infinito amor e supremo ato de sua Misericórdia que o Senhor nos revelou estas coisas, porque não deseja a nossa perdição. Mas, nunca se esqueçam: Deus nos concedeu o livre arbítrio para fazermos livremente a nossa opção...

Satanás e seus demônios espalham mentiras e confusões nas mentes obscuras e inseguras, desprovidas das sãs doutrinas e cheias de orgulho, as quais vivem ao sabor deste mundo apóstata, governado pelo perverso inimigo de Deus e nosso, e trabalhando incansavelmente pela perdição eterna de todos nós. E não há dúvidas que os espiritas, se rejeitarem até o fim de suas vidas terrenas este precioso tempo de misericórdia que o Senhor está nos concedendo, a nossa livre opção, irão inevitavelmente para os horrores do inferno por toda a eternidade, onde terão a indesejável companhia dos demônios e das almas que tiverem a mesma infelicidade. Isso é o que diz a palavra de Deus. Vejamos uma pequena passagem: Deut.18, 9-14:

• "Quando tiverdes entrado na terra que o Senhor teu Deus te dá, não te porás as práticas abomináveis da gente daquela terra. Não se ache no meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem que se dê à adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo, à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou à invocação dos mortos, porque o Senhor, teu Deus abomina tais práticas. As nações que vais despojar ouvem os agoreiros e os adivinhos; a ti, porém, o Senhor, teu Deus não o permite".

Quer mais?

• "Não vos dirigirás aos espíritas e adivinhos: não os consulteis, para que não sejais contaminados por eles. Se alguém se dirigir aos espíritas para fornicar com eles, voltarei o meu rosto contra esse homem e o cortarei do meio de seu povo. Qualquer homem ou mulher que evocar os espíritos ou fizer adivinhações, seja morto. Serão apedrejados e levarão a sua culpa" (Levítico 19,31 e 20,6 e 27).

Os espíritas em geral se tornam pessoas dissimuladas e sarcásticas em tudo que diz respeito às verdades de Fé Católica, tendo em vista que eles trabalham para Satanás, o inimigo de Deus e da sua Santa Igreja, bem como da própria humanidade que Deus assumiu e redimiu. Assim, eles pensam zombar da Fé, enquanto que - pobres infelizes - zombam deles mesmos e do destino terrível que os aguarda, pois que de Deus não se zomba (Gál 6,7).

FONTE: WWW.CLEOFAS.COM.BR

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