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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

NÃO OLHE PARA OS PBOBLEMAS. OLHE PARA A SUA META!!!

Era uma vez um cocheiro que dirigia uma carroça cheia de abóboras. A cada solavanco da carroça, ele olhava para trás e via que as abóboras estavam toda desarrumadas. Então ele parava, descia e colocava-as novamente no lugar. Mal reiniciava sua viagem, lá vinha outro solavanco e... tudo se desarrumava novamente. Então ele começou a ficar desanimado e pensou: "Jamais vou conseguir terminar minha viagem! É impossível dirigir nesta estrada de terra, conservando as abóboras arrumadas!"
Quando estava assim pensando, passou à sua frente outra carroça cheia de abóboras, e ele observou que o cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás: as abóboras que estavam desarrumadas se organizavam sozinhas no próximo solavanco. Foi quando ele ele, compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção onde queria chegar, os próximos solavancos da carroça fariam com que as abóboras se acomodassem em seus devidos lugares.
ASSIM TAMBÉM É A NOSSA VIDA: QUANDO PARAMOS DEMAIS PARA OLHAR OS PROBLEMAS, PERDEMOS TEMPO E NOS DISTANCIAMOS DAS NOSSAS METAS.

PODE RIR!!! RSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRS

OLHA A MANGUEIRA AÍ, GENTE..!!
Era Semana Santa, o sujeito no maior porre na porta de um boteco e, de repente, aparece uma procissão. Centenas de pessoas reunidas, carregando uma santa numa plataforma toda decorada em verde e rosa.O bêbado berra:- Olha a Mangueira aí, geeeente..!!!Enfezado, o padre se vira pro bêbado e esbraveja:- Que falta de respeito, seu excomungado! Fique aí com o seu vício e nos deixe em paz com a nossa fé!Mal o padre acabou de falar, a santa bate com a cabeça no galho de uma mangueira, cai e se espatifa no chão.E o bêbado:- Bem que eu tentei avisar...!!

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ESSE MORTO!
Numa dinâmica de grupo foi feita a seguinte pergunta para três alunos:
" O QUÊ VOCÊ GOSTARIA QUE FALASSEM DE VOCÊ NO SEU VELÓRIO? "
O 1º aluno disse:
- Que eu fui um grande médico e um ótimo pai de família.
O 2º aluno disse:
- Que eu fui um homem maravilhoso, excelente pai de família,
e um professor de grande influência no futuro das crianças.
Aí o 3º arrasou:
- Gostaria que eles dissessem:
."OLHA, ELE ESTÁ SE MEXENDO..."

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Eta chefe ruim!!!
Um dia o chefe chamou o seu empregado e lhe disse:
Aposto que você gostaria de me ver morto, só para ter o prazer de cuspir na minha sepultura!
Não... de jeito algum. Detesto enfrentar fila...

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Meu namorado quer transar, e agora?
O ato sexual é o selo de uma união definitiva
Este é um grande problema que enfrentam, hoje, as jovens cristãs que desejam viver a lei de Deus; elas não querem viver a vida sexual no namoro, mas são pressionadas por seus namorados, às vezes pelas próprias amigas, pelo ambiente, pela mídia, etc. Não é uma pressão pequena, às vezes, esta acontece até dentro de casa.
O sexo só deve ser vivido no casamento por causa de sua finalidade e suas conseqüências. As finalidades são: unitiva e procriativa.
A dimensão unitiva tem em vista unir o casal que se comprometeu um com o outro a vida toda, um compromisso selado pela aliança matrimonial diante de Deus e dos homens. A dimensão procriativa gera os filhos; esses têm o direito de nascer em um lar constituído com pais preparados para acolhê-los, amá-los e educá-los. E isso não pode acontecer ainda no namoro, porque eles podem se separar a qualquer momento.
Ora, o ato sexual é o selo de uma união definitiva, permanente, compromissada para sempre; não é uma brincadeira, um passatempo, uma diversão. Na verdade, os casais que usam o sexo antes do casamento estão realizando um ato egoísta, não um ato de amor, por mais que insistam em que o fazem porque se amam.
A última "entrega" ao outro deve ser a do próprio corpo; só depois que os corações e as vidas estiverem unidas para sempre. Isso está longe de acontecer no namoro, que é um tempo de escolha. É o tempo de conhecer a pessoa do outro, seus valores e seus limites, para se fazer uma escolha com quem um dia se casar. Não é o tempo de viver a intimidade sexual dos casados.
Amor não é sentimentalismo, romance e prazer; amor é responsabilidade, é fazer os outros felizes. O verdadeiro amor espera, respeita.
As coisas da vida somente são boas e nos fazem felizes se são usadas dentro de sua finalidade e no momento certo. Ninguém come uma banana ainda verde, ou usa um microfone como se fosse um martelo. Desvirtuando a sua finalidade, você provoca dano. Com o sexo se dá o mesmo; se for vivido fora do seu sentido, estraga tudo.
Muitos e muitos abortos são realizados por causa da vida sexual dos jovens no namoro. Muitas meninas e adolescentes ficam grávidas e se tornam mães sem as condições mínimas necessárias de educar os filhos; e muitas vezes estes são criados sem os pais, que abandonam a namorada após a gravidez. Ora, isso não pode ser chamado de amor, e sim de nefasto egoísmo.
O ato sexual, para estar de acordo com a natureza e ser moral, deve estar aberto à vida; por isso a contracepção não deve acontecer por meio de camisinha, pílulas anticoncepcionais e outros meios artificiais. Pior ainda quando a jovem ingere a "pílula do dia seguinte", abortiva, que mata seu filho e causa um dano tremendo a seu organismo por possuir uma carga hormonal altíssima.
Quantas jovens engravidaram no namoro e tiveram de mudar totalmente o rumo de suas vidas! Às vezes, são obrigadas a deixar os estudos para trabalhar; vão morar na casa dos pais sem poderem constituir uma família como convém. Você já pensou nisso?
Então, o seu namorado não pode exigir que você tenha uma vida sexual com ele, pois não há um compromisso definitivo entre vocês. Ele está sendo egoísta. Não é justo que ele queira cobrar isso de você; isso não é amor, é egoísmo. Ele não corre o risco de uma gravidez; e se o namoro terminar, ele vai embora como se nada tivesse feito; mas para você é diferente, porque nunca mais você vai esquecer o que aconteceu.
São Paulo, há dois mil anos, já ensinava aos Coríntios: "A mulher não pode dispor do seu corpo: ele pertence ao seu marido. E também o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa" (ICor 7,4). O Apóstolo não diz que o corpo da namorada pertence ao namorado nem que o corpo da noiva pertence ao noivo.
Por isso, jovem cristã, resista e diga "não" a seu namorado. Deus quer que você se guarde e se prepare para aquele homem que um dia vai ser seu esposo, pai de seus filhos. Tente mudar a maneira dele de pensar; traga-o para Deus. Mas, se ele ameaçar deixar você, deixe que ele vá, pois ele não merece o seu amor; ele não está "à altura de recebê-la um dia como esposa". Deus não a desamparará, pois tem algo melhor para você; Ele a ama. Ninguém pode ser infeliz por cumprir a Sua lei e fazer a Sua vontade. Nunca faça do seu corpo uma arma para segurar o seu namorado, pois a vítima pode ser você!

Felipe Aquinofelipeaquino@cancaonova.comProf. Felipe Aquino, casado, 5 fihos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Conheça mais em www.cleofas.com.br 06/01/2009 - 08h30
Tags: namoro Sexo intimidade felipeaquino

RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Formações

Renovação Carismática Católica
Saiba como nasceu este movimento da Igreja Católica
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A Renovação Carismática Católica, ou o Pentecostalismo Católico, como foi inicialmente conhecida, teve origem com um retiro espiritual realizado nos dias 17-19 de fevereiro de 1967, na Universidade de Duquesne (Pittsburgh, Pensylvania, EUA).(13)
Em uma carta enviada dois meses após (29 de abril de 1967), a um professor, Monsenhor Iacovantuno, Patti Gallagher, uma das estudantes que participou do retiro, assim relatou o que aconteceu naqueles dias:
Tivemos um Fim de Semana de Estudos nos dias 17-19 de fevereiro. Preparamo-nos para este encontro, lemos os Atos dos Apóstolos e um livrinho intitulado "A Cruz e o Punhal" de autoria de David Wilkerson. Eu fiquei particularmente impressionada pelo conhecimento do poder do Espírito Santo e, pelo vigor e a coragem com que os apóstolos foram capazes de espalhar a Boa Nova, após o Pentecostes. Eu supunha, naturalmente, que o Fim de Semana me seria proveitoso, mas devo admitir que nunca poderia supor que viria a transformar a minha vida!
Durante os nossos grupos de discussão, um dos líderes colocou em tela o fato de que nós devemos confirmar constantemente os nossos votos de Batismo e de Crisma, assim como devemos ter a alma mais aberta para o Espírito de Deus. Pareceu-me curioso, mas um pouco difícil de acreditar quando me foi dito que os dons carismáticos concedidos aos apóstolos são ainda dados às pessoas nos dias atuais – que ainda existem sinais do poder divino e milagres – e que Deus prometeu emanar o seu Espírito para que se fizesse presença a todos os seus filhos. Decidimos, então, efetuar a renovação dos votos de Batismo e de Crisma como parte do serviço da missa de encerramento, no domingo à noite. Mas, no entanto, o Senhor tinha em mente outras coisas para nós!...
No sábado à noite, tínhamos programado uma festinha de aniversário para alguns dos colegas, mas as coisas foram simplesmente acontecendo sem alternativa. Fomos sendo conduzidos para a capela, um de cada vez, e recebendo a graça que é denominada de Batismo no Espírito Santo, no Novo Testamento. Isto aconteceu de maneiras diversas para cada uma das pessoas. Eu fui atingida por uma forte certeza de que Deus é real e que nos ama. Orações que eu nunca tinha tido coragem de proferir em voz alta, saltavam dos meus lábios. (...) Este não era, pois um simples bom fim de semana, mas, na realidade, uma experiência transformadora de vida que ainda está prosseguindo e se desenvolvendo em crescimento e expansão.
Os dons do Espírito já são hoje manifestados – e isto eu posso testemunhar, porque tenho ouvido pessoas orando em línguas, outras praticam curas, discernimento de espíritos, falam com sabedoria e fé extraordinárias, profetizam e interpretam.
Eu, agora, tenho certeza de que não há nada que tenhamos de suportar sozinhos, nenhuma oração que não seja atendida, nenhuma necessidade que Deus não possa cobrir em sua riqueza! E, no depender dele e louvá-lo com fidelidade, eu sinto uma tremenda sensação de liberdade.
Podemos tentar viver como cristãos, morrendo para nós mesmos e para o pecado, mas esta será uma luta desanimadora se não contarmos com o poder do Espírito. Ainda existem tentações e problemas, mas agora tenho a certeza e a confiança em Deus, agora ele me dá segurança. Realmente, transforma-me a viver nele. É verdade que na Crisma, nós recebemos o Espírito Santo e que nós somos seus templos, mas nós não nos abrimos o suficiente para receber em nossas vidas os seus dons e o seu poder. É certo que o Espírito Santo é o nosso professor: eu dele aprendi tanto e em tão pouco tempo!
As Escrituras vivem! Amém! Eu estou segura de que jamais poderia ter acumulado por minha própria conta tanto conhecimento, apesar de todo o esforço desenvolvido, e com as melhores intenções que tivesse.
(…) Eu me vi, de repente, conversando com as pessoas sobre Cristo, e, vendo desde logo o resultado desse trabalho! Eu jamais teria ousado fazer essas coisas no passado, mas agora, é ao contrário: é impossível deixar de fazê-lo. É como disseram os apóstolos depois de Pentecostes: “Como podemos deixar de falar sobre as coisas que vimos e ouvimos!" (…)(14) .
Estas notícias se divulgaram rapidamente, causando um grande impacto no meio religioso universitário. O “Fim de Semana de Duquesne”, como ficou mundialmente conhecido este retiro, tem sido geralmente aceito como o ponto de partida que deu origem à Renovação Carismática Católica, cuja abrangência estender-se-á, num curto período de tempo, por um grande número de países.
A experiência inicial vivida nestas universidades, caracterizada por um reavivamento espiritual por meio da oração, da vida nova no Espírito, com a manifestação dos seus dons, tomará corpo, transpondo rapidamente o ambiente onde foi originada.
Através das reuniões, seminários e encontros, em breve, aparecerão grupos de oração noutras universidades, paróquias, mosteiros, conventos, etc. Os testemunhos multiplicam-se, vindos dos mais variados grupos de pessoas: operários, ex-presidiários, professores, religiosos das mais diversas ordens.
Kevin e Dorothy Ranaghan ainda registram um aspecto pouco divulgado desta história inicial da Renovação Carismática:
Nossa suspeita de que essa experiência de renovação, que agora estava espalhada, não era nova para os católicos americanos, foi confirmada, quando ouvimos notícias ou recebemos cartas de pessoas ou grupos de católicos ao redor do país. Da Flórida, Califórnia, Texas, Wisconsin, Massachusetts, tivemos notícias do trabalho calmo do Espírito Santo no decorrer dos anos(15) .
Portanto, embora os primeiros momentos da Renovação tenham se dado em torno do retiro de Duquesne e apesar de estarem os americanos igualmente presentes no seu nascimento em diversos outros países, seria falso atribuir a expansão da Renovação Carismática unicamente à sua influência. Como afirma Monique Hébrard, a Renovação Carismática “explodiu quase ao mesmo tempo em todos os cantos da terra e em todas as igrejas cristãs, sem que se saiba muito bem como é que o fogo se ateou”(16) .
Para o Cardeal Suenens isto também despertou uma curiosidade, ou seja, "sem nenhum contato entre si, parece que o Espírito Santo suscitou em vários lugares do mundo experiências que, se não são iguais, certamente são semelhantes"(17)
Fonte: www.rccbrasil.org.br

SEXO COM ROBÔS, FANTASIA QUE PODE SE TORNAR NUM FUTURO NÃO TÃO DISTANTE!!!

Sexo com robôs, fantasia que pode se tornar real num futuro não tão distante
14.02.2008 - Em meados deste século, fazer sexo com uma mulher fatal eletrônica ou com um robô superdotado e bater um papo com o parceiro depois não é uma idéia tão despropositada como pode parecer, tendo em vista o rápido desenvolvimento da inteligência artificial.Assim pensa David Levy, autor de "Sexo com os Robôs: a evolução das relações entre Humanos e Robôs"."Imaginem: sexo à vontade, as 24 horas, os sete dias!" da semana, exclama.Nem todos, no entanto, compartilham esta visão de um futuro na qual os humanóides seriam fonte de prazer tórrido na cama, e após o ato sexual quem quiser poderá até, como "plus", ter uma conversinha pré-programada.Muitos acham que isso é factível, levando-se em conta os progressos realizados na reprodução dos músculos e dos movimentos humanos, ou na inteligência artificial - concretamente na imitação de emoções e de aspectos da personalidade.Em novembro passado, os pesquisadores da Universidade de Waseda, no Japão, apresentaram um robô que sabe cozinhar e utilizar suas mãos suaves, banhadas em silicone para interagir com os humanos.Segundo Levy, o robô sexual Gigolo Joe, vivido por Jude Law no cinema e criado para dar um auxílio emocional, além de prazer sexual, poderá se tornar algo real em menos de quarenta anos.Outros especialistas são céticos. "Não acho que possamos ter robôs ''parecidos com os humanos'' nesse período de tempo", considera Frédéric Kaplan, pesquisador da Escola Politécnica Federal de Lausane, Suíça.Kaplan, programador do cérebro do cãozinho robótico da Sony "Aibo", se pergunta se verdadeiramente queremos robôs à nossa imagem e semelhança."As interações entre máquinas e humanos serão interessantes em si mesmas, não em termos de +simulações+ de relações humanas", disse.Levy, ao contrário, está convencido de que existe uma demanda nesta área.Uma empresa japonesa, a Axis, já fabricou aqueles que poderiam ser considerados os primeiros robôs sexuais.Eles se chamam Honeydolls e são bonecas de resina e silicone em tamanho real equipadas em cada seio com sensores conectados a um som. Se o "usuário" beliscar seus mamilos, Cindy dará gritos de prazer e sussurrará palavras melosas ao pé do ouvido.As mulheres também se deixarão tentar pelos robôs sexuais, considera Levy. Ele acredita firmemente no aumento das vendas de massagens vibratórias no mundo inteiro e na queda de tabus.O que para Levy representa uma vida sexual desenfreada sem sentimento de culpa e livre do contágio de doenças sexualmente transmissíveis significa para outros um pesadelo desesperador."Parece descabido pensar que seres humanos vão se relacionar com robôs", afirma a sexóloga americana Yvonne K. Fulbright, embora reconheça que os robôs sexuais têm lugar no mercado."Há um verdadeiro problema com os robôs sexuais: as pessoas se sentirão fracassadas se esta for sua única solução", adianta.Fonte: Terra notícias-------------------------------------------------------------------"Vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não abuseis, porém, da liberdade como pretexto para prazeres carnais. Pelo contrário, fazei-vos servos uns dos outros pela caridade..." (Gl 5,13)
Fonte: http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/3872/Sexo-com-robos-fantasia-que-pode-se-tornar-real-num-futuro-nao-tao-distante

CASTIDADE: ÚNICA ALTERNATIVA

Castidade: única alternativa
Que tal começar agora o primeiro dia do resto da sua vida?
Há algum tempo fiquei sabendo que no final da década de 70 um grupo de jovens já ouvia as minhas palestras em fita cassete. Seguiam de perto a Renovação Carismática e formaram um grupo de oração.
Muitos eram namorados e noivos. Contaram-me que tiveram antes uma vida errada. Muitos deles foram "fundo" em muitas coisas, inclusive na sexualidade. Viviam como se fossem marido e mulher, embora fossem apenas namorados ou noivos. Depois que encontraram o Senhor e conscientizaram-se por meio daquelas palestras, eles conversaram entre si e se propuseram, todos juntos, a fazer um voto de castidade: perceberam que era a única maneira de se manterem puros e santos.
Fizeram o voto em conjunto para que todos recordassem uns aos outros que tinham feito aquele compromisso e para que pudessem se ajudar, porque sabiam: a luta seria exigente. Encontraram um sacerdote que os compreendeu e acompanhou. Foram anos de luta: algumas quedas, mas muitas e grandes vitórias. Hoje são todos casados e com filhos. O voto de castidade vivido em conjunto foi o segredo da vitória.
Eu estou propondo a você a mesma coisa. Sei que a castidade não é tudo; sei que o pior pecado não é contra a castidade: é o pecado contra o amor. Mas, sem dúvida alguma, é esse o ponto fraco por onde o inimigo mais nos atinge. Ele entra pela parte mais frágil.
Estou lhe propondo: assim como aquele grupo assumiu um voto de castidade em conjunto, faça o mesmo. Decida-se: não vou mais pecar. Não me deixo dominar pela sexualidade. Chega! Basta! Ponto final! Assumo com o Senhor este compromisso: vou viver a castidade.
Assuma agora:
Senhor, já pequei demais. Agora basta. Não quero mais pecar. Assumo diante de Ti um compromisso de castidade. Quero ser fiel. Se eu errar, irei correndo me confessar. Não quero viver nem uma hora em pecado.
Maria, minha mãe, entrego no teu coração de mãe a minha sexualidade. Guarda-me. Protege-me. Faz-me fiel. Amém.
Para namorados e noivos é muito importante que resolvam juntos. Mas, mesmo se o outro não quiser ou não se sentir preparado comprometa-se você e seja fiel. Agüente firme. O que está em jogo é o seu casamento, sua família e sua vocação.
Você sozinho não vai agüentar, como eu sozinho não teria agüentado. Com 13 anos fiz meu voto de castidade nas mãos de Nossa Senhora. Este voto me guardou. Mesmo quando quis pecar, quando fui fraco e me deixei arrastar pela sexualidade, Deus não me deixou pecar! Sou muito grato a Ele! Nossa Senhora me guardou e me retirou das situações.
Resvalei, me machuquei aqui e ali, mas graças a Deus Ele não me deixou pecar: voto é voto. É uma aliança dos dois lados: você faz aliança com Deus e Ele com você. Quando Maria é a madrinha desse voto, mesmo se você for fraco e pecar, ela virá correndo em seu auxílio e vai tirar você da situação.
Graças a Deus, o meu ponto de partida foi um voto feito aos 13 anos. Que tal você fazer o mesmo e começar agora o primeiro dia do resto da sua vida?
.: Trecho do livro: Geração PHN
Padre Jonas Abibpejonas@cancaonova.comFundador da Comunidade Canção Nova e Presidente da Fundação João Paulo II. É autor de diversos livros, milhares de palestras em áudio e vídeo, viajando o Brasil e o mundo em encontros de evangelização. Acesse: wwww.padrejonas.com
NOTAS SOBRE A POSIÇÃO DE STO. TOMÁS COM RELAÇÃO À ASTROLOGIA
APÊNDICE AO TEXTO "ACERCA DA CONSULTA AOS ASTROS"


O ser humano já nasce escravo de um signo que nem ele mesmo pode escolher o signo desejado!!! Isso é que é escravidão. Com o Senhor Jesus nós temos livre opção de escolha. Com a astrologia (que prega que nós somos regidos por astros, diferente da ASTRONOMIA que estuda a origem, tamanho, importância desses astros para as nossas vidas) o homem além de ser escravo de algo que nem conhece, peca contra o primeiro mandamento da Lei de Deus, que é: AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS, praticando assim a IDOLATRIA (pois coloca o astro no lugar de Deus), e a SUPERTIÇÃO (quando desvia o culto que devemos dá somente a Deus: o grande EU SOU AQUELE QUE SOU!!!). Veja o que prega a doutrina da Igreja Católica e após essa reflexão, decida-se: SER DO SENHOR OU CONTINUAR CULTUANDO OS ASTROS E ASSIM ADORANDO-OS, AO SEGUIR SUAS ORIENTAÇÕES, AFASTANDO-SE ASSIM DE DEUS? É HORA DE DECISÃO!!!





Para maior esclarecimento quanto à posição de Santo Tomás de Aquino, publicamos estas notas extraídas das “Conclusões” do capítulo X do livro "Les corps célestes dans l´univers de saint Thomas d´Aquin", de Thomas Litt, O.C.S.O (Publications Universitaires — Louvain, Belgique, 1963, p. 240-241). Entre colchetes, algumas observações de nossa autoria:

Finalmente cremos poder resumir como segue a posição de Santo Tomás com respeito à astrologia:

1. Ele afirma como absolutamente certo o princípio geral de uma influência universal dos corpos celestes sobre todos os eventos corporais da terra, incluídos os eventos fisiológicos concernentes aos animais e aos homens.

É para ele uma certeza filosófica absoluta; é, ademais, uma verdade de senso comum (II Sent., 15, 1, 2, c.) e é também uma verdade ensinada pelas "autoridades dos santos" (ibidem); ele cita notadamente Dênis e Santo Agostinho (p.ex., Ia, 115, 3, sed contra).

[A influência admitida restringe-se aos eventos corporais. Nisso, na Suma Contra os Gentios, Santo Tomás é taxativo: "é impossível que a operação intelectual esteja sujeita aos movimentos celestes" (III. 84). Da mesma forma, o aquinatense nega qualquer influência dos astros sobre nossa vontade, como se vê na epistola supra, "... é preciso absolutamente compreender que a vontade do homem não está sujeita à necessidade dos astros". Assim, Santo Tomás exclui do raio de influência dos astros justamente as faculdades que especificam o homem — os intelectos e a vontade.]

2. Ele afirma com igual certeza que a influência dos corpos celestes sobre os atos humanos é indireta e jamais necessitante. Acrescenta mui freqüentemente que a opinião contrária é herética, porque exclui a liberdade humana.

[Isso fica claro nessa passagem da C. G. (III. 85): "[os corpos celestes] podem ser, não obstante, causa ocasional indiretamente (...)". E o exemplo clarifica: "por exemplo, quando por disposição dos corpos celestes o ar se esfria intensamente, decidimos esquentar-mo-nos no fogo ou outras coisas em consonância com o tempo".]

3. Ele não se pergunta nem uma única vez se o axioma ou postulado astrológico fundamental é fundado ou não: a importância decisiva, sobre todo o futuro de um homem, da configuração do céu no momento de seu nascimento (tema de genitura).

Não encontramos senão uma só vez em Santo Tomás a palavra nativitas no sentido de tema de genitura: na citação do Centiloquium que referimos na p. 233. Esta citação é aliás a única predição astrológica concreta que encontramos, e é introduzida por uma formula muito dubitativa.

Sucede-lhe outra vez mencionar os patronatos estrelares dos sete dias da semana, mas é para observar que se pode, sem perigo para a fé, adotar ou rejeitar essa teoria.

4. Ele admite que, em princípio, os astrólogos predizem corretamente o futuro dos homens. Eis as dez referências que conhecemos. Nas três últimas em data, diz que as predições são justas ut in pluribus.

II Sent., 7, 2, 2, ad 5: Quando as predições têm em vista os atos humanos livres, são amiúde falsas.

II Sent., 15, 1, 3, ad 4: As predições são verdadeiras plerumque, mas porque os demônios ajudam o astrólogo.

II Sent., 25, 2, ad 5: As predições fazem-se conjecturaliter et non per certitudinem scientiae.

C. G. III, 84: Os astrólogos podem julgar do nível intelectual de um homem (não há indicação sobre a freqüência dos julgamentos justos).

C. G. III, 85: A impressão das estrelas produz seu efeito na maior parte dos homens, a saber, naqueles que não resistem a suas paixões.

C. G. III, 154: Os demônios podem fazer muitas predições justas (mais acima Santo Tomás mais ou menos equiparou a ciência das demônios e a dos astrólogos).

De sortibus, c. 4, n. 660: Os astrólogos predizem justamente quandoque, e enganam-se amiúde nas predições particulares.

Ia., 115, 4, ad 3: Os astrólogos predizem justamente ut in pluribus, sobretudo nas predições gerais.

Ia.IIae., 9, 5, ad 3: Eles predizem justamente ut in pluribus.

IIa. IIae., 95, 5, ad 2: Eles predizem justamente frequenter.

5. Acerca da licitude da advinhação astrológica, temos seis textos, onde o ensinamento permanece constante ao longo da carreira de Santo Tomás, sem que se possa discernir uma evolução nem para mais nem para menos severidade. A doutrina resume-se a isto: não é supersticioso nem ilícito buscar prever pelos astros as secas, as chuvas etc. É supersticioso e ilícito buscar prever pelos astros as ações livres humanas, e, segundo a autoridade de Santo Agostinho, o demônio imiscui-se amiúde nesse gênero de consultas, que se tornam por isso mesmo um pacto com o demônio.



APÊNDICE II

O ENSINAMENTO DOS SANTOS DOUTORES


Santo Tomás, logo no início de sua epístola, afirma que não procurará escrever senão sobre aquilo que ensinaram os santos doutores sobre o tema (ea quae a sacris doctoribus traduntur). Com efeito, a oposição às adivinhações astrológicas e outras supertições não é uma peculiaridade do Aquinate — ao contrário, é ela quase tão antiga quanto a própria Igreja. Façamos um breve retrospecto e ouçamos a voz da Igreja.

Talvez a primeira coisa que se deva dizer acerca da consulta aos astros é que ela está formalmente condenada desde os primeiros séculos da Igreja, como se vê no Denziger:

[Dz 35] Se alguém pensa que se deve crer na astrologia, seja anátema. [Concílio de Toledo, ano 400].

E, novamente, pelo Papa João III, no século VI:

[Dz 239] Se alguém crê que as almas humanas estão ligadas a um signo fatal, como disseram os pagãos e Prisciano, seja anátema.

Estas definições, suficientes para todo católico que não tem nem quer ter espírito de revolta, foi ainda repetida por inúmeros Santos, Doutores e Teólogos. Mesmos em nossos dias, não deixou o Magistério de condená-la, como se vê em trechos do Catecismo de S. Pio X ou em determinada alocução do Papa reinante.

As condenações à astrologia são antiqüíssimas. Se tentássemos fazer uma história destas condenações, começaríamos com as próprias Sagradas Escrituras: Dt. 4:19, 17:3, 2 Rs. 17:16, 21:3 Jr. 8:2.

Passaríamos, em seguida, ao Catecismo dos Apóstolos, chamado Didaqué:

“[...] Também não pratique encantamentos, astrologia ou purificações, nem queira ver ou ouvir sobre essas coisas, pois de todas essas coisas provém a idolatria.” [Didaqué, ed. Paulus, 1989, pp. 12-13]

Mais um passo, e encontraríamos as objeções dos Padres da Igreja. Citemos alguns autores:

— Tertuliano: “Observamos entre as artes algumas acusáveis de idolatria. Dos astrólogos, nem deveríamos falar; mas como nesses dias um deles nos desafiou, defendendo em proveito próprio a perseverança nesta profissão, direi algumas palavras. Alego não que ele honre ídolos, cujo nome escreveu nos céus, para quem atribui todo o poder de Deus... Proponho o que segue: aqueles anjos, os desertores de Deus [demônios]... eram muito provavelmente os descobridores dessa curiosa arte [a astrologia] por isso mesmo condenada também por Deus” (Idolatria 9 [211 D.C ]).

— Hipólito: “Quão impotente é o sistema [astrológico] para comparar as formas de disposições dos homens com os nomes das estrelas!” (Refutação de Todas Heresias 4:37 [228 D.C.]).

— Taciano o Sírio: “[Sob a influência de demônios] os homens formam o material de sua apostasia. Tendo a eles mostrando o plano da posição das estrelas, como jogadores de dados, introduzem o Destino, uma injustiça patente. O julgamento e o julgado são feitos pelo Destino, os assassinos e os assassinados, os afluentes e os necessitados – [todos são] o produto do mesmo Destino” (Discurso Aos Gregos 8 [D.C. 170])

Escutemos agora os Doutores da Igreja:

— Sto. Atanásio: “Donde ser verdade que os autores de tais livros [os astrólogos] acarretaram a si próprios uma dupla reprovação, pois aprofundaram-se em uma desprezível e mentirosa ciência”. (Carta de Páscoa 39:1 [D.C. 367])

— Sto. Basílio Magno: “Aqueles que ultrapassam os limites, fazendo das palavras da Escritura sua apologética para a arte de calcular temas de genitura [horóscopos], pretendem que nossa vida dependa da moção dos corpos celestes, e assim os Caldeus lêem nos planetas o que nos ocorrerá”. (Os 6 dias da Criação 6:5 [D.C. 370])

— Sto. João Crisóstomo: “(...) E de fato uma treva profunda oprime o mundo. É ela que devemos fazer dissipar e dissolver. E tal treva não se encontra somente entre os heréticos e os gregos, mas também na multidão do nosso lado, no que diz respeito às doutrinas da vida. Pois muitos [os Católicos] descrêem inteiramente na ressurreição; muitas fortificam-se com o horóscopo; muitos aderem a práticas supersticiosas, augúrios e presságios”. (Homilias sobre Coríntios I, 4:11 [D.C. 392])”.

— Sto. Agostinho: "O bom cristão deve precaver-se de astrólogos e outros adivinhadores ímpios" (cit. na Suma Teológica de Sto. Tomás, IIa IIae., q.95, art.5).

Para não nos alongarmos demasiadamente em citações, mencione-se apenas que também condenaram a astrologia Sto. Isidoro de Sevilha, na sua obra Etimologias, Sto. Boaventura, no Hexaemeron (onde qualifica a astrologia de “abuso da razão”), Sto. Afonso Maria de Ligório, doutor em teologia moral, para quem praticar astrologia é incorrer em pecado mortal (Comentário aos Dez Mandamentos).

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

O HOMEM PERDEU O SENTIDO DO PECADO

Vaticano: Cardeal diz que homem moderno perdeu o sentido do pecado
14.01.2009 - O cardeal secretário de Estado, Tarcisio Bertone, afirmou que o homem moderno "não distingue o verdadeiro do falso e o bem do mal", e que perdeu o sentido do pecado, o que, em sua opinião, "se traduz em um aumento do complexo de culpa".
Bertone expressou suas opiniões em um texto lido hoje em um simpósio realizado no Vaticano sobre a Penitenciária Apostólica e o Sacramento da Penitência, que ele deveria presidir, mas não pôde porque está na Cidade do México assistindo ao VI Encontro Mundial das Famílias.
O "número dois" do Vaticano assinalou que é preciso se aprofundar urgentemente no valor do sacramento da Penitência "para formar as consciências no sentido do pecado, que hoje parece ter desaparecido".
"Atraído cada vez mais por um mundo virtual, o homem contemporâneo não consegue distinguir o verdadeiro do falso, o bem do mal, e isso leva a um relativismo cultural e ético e à banalização dos comportamentos da vida", escreveu o cardeal, que ressaltou que, diante dessa "ausência" do sentido do pecado, se registra cada vez mais "um aumento da ideia de culpa".
Bertone ressaltou que formar as consciências no sentido do pecado significa "ajudar a não cair na opressão do sentido de culpa e saber que o amor infinito de Deus pode devolver a paz aos corações mais angustiados".
Fonte: Terra notícias
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Lembrando...
Cardeal Meisner: estamos perdendo a consciência do pecado e da culpa
13.02.2008 - Alemanha - O Arcebispo de Colônia, Cardeal Joachim Meisner, denunciou perante outros membros da Conferência Episcopal Alemã, que se está perdendo a consciência do pecado e da culpa e "vivemos na mentira de nos achar inocentes".
"Pecado e culpa hoje só aparecem no dicionário como termos de outra época", explicou o Arcebispo ao presidir uma Eucaristia com ocasião da assembléia episcopal e lamentou que "os confessionários, os lugares do perdão estão quase vazios".
"Onde não existe pecado nem culpa, não há necessidade de um Reconciliador. Por isso Jesus Cristo já não é solicitado como Reconciliador do mundo. A pessoa só se interessa por Jesus como reformador da sociedade. Por isso a Igreja só tem oportunidade de ser um instituto do progresso social", indicou.
Do mesmo modo, chamou os alemães a aproximar-se do sacramento da reconciliação e explicou que "confessar-se significa aproximar-se um pouco mais ao amor de Deus, é começar a acreditar que Deus nos ama, e descobrir deste modo que até esse momento não acreditamos com o ardor suficiente, e por isso temos que pedir perdão, por não ter acreditado em um amor que vai além de qualquer pecado."
Também fez um paralelo do homem atual com o filho pródigo, e recalcou que "já não queremos ser filhos ou filhas no Filho".
O filho pródigo "abandona a casa do Pai porque deixou de acreditar. Quando decide voltar, tem o coração morto ainda. Acredita que já não é amado, acredita que já não é filho. Mas o Pai o espera há muito tempo. Há muito tempo não faz mais do que alegrar-se ao pensar que o filho poderia retornar. Ele experimenta um amor tão grande que se vê novamente como filho, volta novamente para a vida", explicou.
Finalmente, afirmou que "quem perdoa pouco, ama pouco", e recordou a necessidade de compartilhar a alegria do perdão de Deus com os irmãos, e aprender a acolher em nós mesmos o perdão de Deus e nos enxergar com os olhos do Pai.
Fonte; ACI
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"Se teu olho te leva ao pecado, arranca-o e lança-o longe de ti: é melhor para ti entrares na vida cego de um olho que seres jogado com teus dois olhos no fogo da geena". (Mt 18,9)
"Porque o salário do pecado é a morte, enquanto o dom de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor". (Rm 6,23)

Ser de Deus

Estamos em um mundo, numa sociedade e muitas vezes não percebemos que não somos daqui. Mas vivendo na terra, não somos da terra, mas retornaremos para o Pai, pois do Pai viemos e para o Pai voltaremos. Quando Deus cria o homem, ele o cria com esse diferencial: “Então Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança”. Que ele reine sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos e sobre toda a terra, e sobre todos os répteis que se arrastem sobre a terra. Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher.”(Gn 1,26-27)
Por tanto somos diferentes de todas as criaturas. Por mais que o céu, sol, os animais, as plantas, o ar que respiramos sejam (e de fato são!!!) muito importantes pra nós seres humanos, mas nós(EU E VOCÊ), PERTENCEMOS Aquele que nos criou: Deus!!!E mais: SOMOS IMSGEM E SEMELHANÇA DAQUELE QUE NUNCA ACABAR-SE-Á, uma vez que é Deus e não criatura. O céu e o mar, juntamente com todo o exército da criação, são apenas criaturas de Deus. Nós, somos IMAGEM E SEMELHANÇA, por tanto superiores as criaturas tão lindas e tão belas criadas por Deus. O diferencial é que nós temos LIVRE-ARBÍTRIO, (opção de decisão livre das coisas, pois não agimos por instintos como os animais) e temos INTELIGÊNCIA (diferentemente dos animais e demais criaturas que não tem a capacidade de direcionamentos pessoais e faculdade opcional).
Em toda a Palavra de Deus nós encontramos expressões bíblicas do desejo de Deus para que sejamos dele somente:
· SERÁS INTEIRAMENTE DO SENHOR TEU DEUS (Dt 18,13)
· NINGUÉM PODE SERVIR A DOIS SENHORES (Mt 6,24)
Hoje você é convidado a escolher: SER DE DEUS ou não ser de Deus!!! Há uma diferença tremenda daqueles que são para aqueles que não são de Deus!!! Os que são escutam e obedecem a sua voz e seguem os seus preceitos!!!

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