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segunda-feira, 17 de julho de 2017

Pregação-Doutrinária sobre o "Amor de Deus" para o Retiro da Turma da Escola Permanente em: 15.07.2017 (Sábado)


Tema: O Amor de Deus
Editor e elaborador formativo da Pregação-doutrinária em curso: Cássio José
01.  INTRODUÇÃO
          Diferente de todas as religiões pregadas por este mundo afora, da qual, existe a concepção de um “deus distante”, geralmente recebendo adoração de criaturas e seres espirituais, numa supremacia reinante e que trata suas criaturas submissas ao seu reinado, o “Deus que criou os céus e a terra” (Gn1,1), apesar de ser “O Soberano dos reis da terra” (Ap 1,5) e que, apenas “Com o sopro de sua boca destrói seus inimigos” (II Ts 2,8), “Ele precipitou no mar os carros do faraó e seu exército; a elite das tropas afogou-se no mar vermelho” e ainda, fez com que “Sobre eles baixasse o tremor e temor. A grandeza de seu braço os deixaram petrificados, até que passasse, a pé enxuto, o povo que adquiriste”(Ex 15,4.16); é um Deus, pela qual, “o nosso coração arde um fogo de amor apaixonante”. 
          Quando iniciamos a nossa caminhada na Renovação Carismática Católica (Grupo de oração, ministério) e nos “passos de Jesus”, entramos com “um coração de pedra”, como nos atesta o profeta Jeremias (Jr 36,26b) e somos levados a crer que “ O Senhor esqueceu-se de nós e nos abandonou”, como declara o profeta Isaías (Is 49,14). Desta maneira, apesar de estarmos “caminhando na Obra de Deus”, ainda nos comportamos como “palhas carregadas pelo vento” (Salmo 1,4). Temos até a mania de, apesar de sermos servos de Deus ou “formandos na experiência de algum ministério”; “termos amizade com o mundo” (Tiago 4,4), e sermos servos “incrédulos, rebeldes, com o coração desviado e desobedientes” (Hb 4, 8,12,16-19). Além disso, os que olham para nós, não enxergam homens e mulheres convertidos e salvos em Jesus Cristo, levando o Deus do Amor e da Misericórdia; mas, “carismáticos fariseus da atualidade”, que só pelo fato de estar em algum status, ministério, coordenação paroquial, de grupo de oração, diocesana, estadual, nacional,... têm o direito de julgar, condenar e lançar no inferno os que “não estão conosco”.
          Pergunta-se: Essa atitude é o verdadeiro comportamento dos que tiveram um encontro pessoal com o Senhor Jesus Cristo? Nesta pregação doutrinária, pretendo refletir acerca da autenticidade do amor de Deus que recebemos. Caso isso não o tenha acontecido, exorto os irmãos a fazê-lo isso imediatamente: encontrar o Amor Perfeito: Aquele que não se cansa de nos amar. Não nos lança nos infernos e que o seu amor não é “por causa de”, mas: “apesar de”. Você está preparado para experienciar este Amor Verdadeiro, que é incondicional, misericordioso, presente, zeloso, que pensa no nosso futuro, que nos salvou da ira dos infernos e nos deu liberdade eterna...?    
02.  MAS, E ENTÃO, O QUE É ESSE “AMOR DE DEUS”?
Com toda a certeza, ao entramos na RCC e em algum Grupo de Oração, a pregação acerca do amor de Deus ou as músicas que foram ao encontro das nossas carências, fizeram-nos refletir de que somos amados pelo Senhor! Com certeza você deve ter alguma canção que marcou sua conversão ou foi ao encontro de suas feridas mais profundas.
Tanto na vida dos santos, como na musicalidade católica e na pregação feita pela Igreja, vemos claramente as expressões que são usadas para demonstrar o quanto fomos amados e encontrados por um Ser que nos encontrou.
Exemplos disso em músicas que tocaram muitas gerações no âmbito carismático: “Eu te encontrei. Não vou te deixar. Jesus, ensina-me a te amar! Eu quero me apaixonar por ti. E só contigo ficar. E só pra te olhar e me deixar ser conduzido por ti...”, “Amor tão grande. Amor tão forte. Amor suave. Amor sem fim. Que a própria morte transforma em vida. Abraço eterno de Deus em mim. Nem as torrentes das grandes águas conseguirão apagar esse amor. Pois suas chamas são fogo ardente. Mais do que a morte é tão forte esse amor”, “Eu quero amar, eu quero ser aquilo que Deus quer, sozinho eu não posso mais viver! Vem Espirito, Vem Espírito! Sozinho eu não posso mais, sozinho eu não posso mais viver!”
Como testemunho de músicas, das canções que mais tocaram o meu coração e arrancaram lágrimas lá do porão do meu passado, está “Com Tua mão”, Suely Façanha e “Só por ti”, Eugênio Jorge. Cantemos uma delas:
Com Tua mão, oh meu Senhor/ Segura a minha/Pois não me atrevo a um passo só/Sem teu amparo, sem teu apoio (bis)/ Eu não darei, eu só iria fraquejar/ Eu andaria a vacilar/ Sem Tua mão a me sustentar/ Mas se Tua mão me segurar/ Eu correrei até voar/ Subirei apoiado em Ti.
            Santo Agostinho, quando se converte ao Senhor e Salvador Jesus Cristo, afirma ter encontrado esse Amor, que há 30 anos procurava em todos os lugares e não o havia encontrado. Veja um pequeno trecho:
Tarde Te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova… Tarde Te amei! Trinta anos estive longe de Deus. Mas, durante esse tempo, algo se movia dentro do meu coração… Eu era inquieto, alguém que buscava a felicidade, buscava algo que não achava… Mas Tu Te compadeceste de mim e tudo mudou, porque Tu me deixaste conhecer-Te. Entrei no meu íntimo sob a Tua Guia e consegui, porque Tu Te fizeste meu auxílio.
[Santo Agostinho, Confissões 10, 27-29]
            O Catecismo da Igreja Católica vai nos dizer no parágrafo de 27: O desejo de Deus está inscrito no coração do homem, já que o homem é criado por Deus e para Deus; e Deus não cessa de atrair o homem a si, e somente em Deus o homem há de encontrar a verdade e a felicidade que não cessa de procurar.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Introdução ao Estudo da Apostasia

Da Série: Estudo da Sobre a Apostasia.
Assuntos correlatos: Parusia, Segunda Vinda de Cristo.

    

Foi impressionante a atividade missionária do Senhor Jesus Cristo em levar a Palavra do Reino de Deus à todos os homens e mulheres de sua época. Não importava o tempo em que “aquele homem da Galileia” pregava. Como Messias que ele era, em seu desígnio, além de curar, libertar, sarar, transformar o ser humano, estava o legado de levar o anúncio do Reino de Deus aquele povo judeu. O primado dos profetas, com toda a profecia, plenificava-se no próprio Deus-homem, uma vez que deixou Seu Trono glorioso para está com as criaturas tão amadas. Na beira de um mar, na sinagoga, nos montes ou vilas. Sermões, parábolas, ensinos, doutrina, etc; o fato é que as pessoas ficavam impactadas com cada palavra que saia dos lábios daquele homem, o Deus Encarnado, que se fazia presente no meio dos homens pecadores. O Santo em meio aos homens decaídos!

O apóstolo Pedro, no início de seu ministério, atestou, quando pregava à casa de Cornélio: “Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Por toda a parte, ele andou fazendo o bem e curando a todos os que estavam dominados pelo diabo”.

(Atos dos Apóstolos 10, 38)

Você já imaginou que multidões de almas foram arrancadas das garras de Satanás a partir do momento em que o Senhor Jesus encarnou-se e veio habitar entre nós? Grande foi a guerra que Jesus travou com o império das trevas ao levar o anúncio do Reino de Deus, já que outro reino imperava no mundo até o dado momento. Em Cafarnaum, numa das curas realizada pelo Senhor Jesus percebemos isso claramente esclarecido pelas Sagradas Escrituras. Analise o que o próprio espírito maligno revela:

Que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: o Santo de Deus!”

(Marcos 1,24)

O inferno já sabia que seu tempo de “glórias”, estava com os dias contados. Brevemente, os homens voltariam ao seu estado de comunhão e amizade com o próprio Deus! As algemas e grilhões ao pecado já não teriam mais sentido para todos os homens e mulheres que se renderiam ao Amor de Deus em suas vidas. Afinal de contas, como nos diz o apóstolo João em sua epístola: “O Filho de homem se manifestou para destruir as obras do diabo” (I João 3, 8b).

Quando na cruz, Jesus entrega todo o seu ser como sacrifício verdadeiro ao Pai, derramando seu sangue pela humanidade, Ele adquire para Deus “gente de toda tribo, língua, povo e nação”. (Apocalipse 5, 9). Por isso, afirma o apóstolo Paulo em I Coríntios 6,20: “Fostes comprados, e por um preço muito alto!”

Pronto! Não estamos mais em dívida com o pecado e nem mesmo com Satanás, já que “Não há nenhuma condenação para os que estão no Cristo Jesus!” (Romanos 8,1).

O agravante, no entanto, é que Satanás tenta de todas as formas, fazer o gênero humano regressar no seu afastamento para com Deus, já que não pode desfazer a Salvação que já nos foi conquistada pelo sangue do Senhor Jesus!

Antes do retorno do Senhor e Salvador Jesus Cristo, sua tentativa será fazer os homens e mulheres que se renderam ao Filho de Deus com suas vidas e renunciaram ao pecado e a vida velha, se voltem atrás, assim como o povo fez no deserto, para que não adentrem a Nova Canaã: os Céus, conquistado a muito preço pelo sangue de Jesus. Isso seria; por tanto, a apostasia. Ela não é destino os incrédulos. Mas dos fiéis seguidores de Jesus. Renegar a fé e deturpá-la é o maior desejo de Satanás nos últimos dias, pois “sabe que lhe resta pouco tempo” (Ap 12,12).

A Apostasia vai ser um forte tempo de crise de fé que acontecerá no âmbito do Cristianismo em detrimento da Impostura Religiosa que acontecerá nos últimos tempos da qual, muitos homens e mulheres que abraçaram a fé em Jesus Cristo, largarão a esse Deus e Reino maravilhosos para voltar as garras do Príncipe deste mundo.

                                                                                                        Cássio José



A devoção à Maria, a Nova Eva

A devoção a Virgem Maria como a nova Eva e a sua cooperação na obra da Salvação. 
A devoção a Virgem Maria, a nova Eva e a nossa salvação
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
A Tradição da Igreja testemunha que a devoção e a invocação da Santíssima Virgem Maria como nova Eva está presente desde os primeiros séculos do cristianismo: “Com efeito, já no século II, esta doutrina de Maria, nova Eva, está universalmente admitida, e os Padres que a expõem não o fazem como se fosse uma especulação pessoal, mas como doutrina tradicional na Igreja, que se apoia nas palavras de São Paulo, em que ele chama Cristo de novo Adão e o contrapõe ao primeiro, como a causa da salvação se opõe à da queda (cf. 1 Cor 15, 45ss; Rm 5, 12ss; 1 Cor 15, 20-23). Os Padres relacionam estas palavras de São Paulo com o relato da queda, da promessa da redenção e da vitória sobre o demônio (cf. Gn 3, 15) e com o relato da Anunciação (cf. Lc 1, 26-28), onde se fala do consentimento de Maria na realização do mistério da Encarnação redentora. […] Pode-se, pois, e ainda se deve ver nesta doutrina de Maria – nova Eva associada à obra redentora de seu Filho – uma tradição divino-apostólica”1.
No princípio, Eva cooperou moralmente para a queda, cedendo à tentação do demônio, por um ato de desobediência e induzindo Adão ao pecado (cf. Gn 3, 1ss). Maria, a nova Eva, ao contrário, cooperou moralmente para a nossa redenção, conforme o desígnio de Deus. Pois, a Virgem de Nazaré acreditou nas palavras do arcanjo Gabriel e consentiu livremente para a realização do mistério da Encarnação redentora do Verbo (cf. Lc 1, 26-38), aceitando também, como consequência, todos os sofrimentos para ela (cf. Lc 2, 35) e seu Filho.
Maria cooperou livremente no desígnio divino de salvação para a humanidade. Entretanto, a nova Eva não é a causa principal e efetiva da redenção que nos foi alcançada por seu Filho Jesus Cristo. Ela não podia resgatar a nossa dignidade, nossa justificação, porque não era capaz de uma ação divina, de valor intrinsecamente infinito, que só uma pessoa divina encarnada é capaz de realizar. A Mãe de Deus é realmente “causa secundária, subordinada a Cristo e dispositiva de nossa redenção”2. A mediação de Maria é subordinada a Cristo não só no sentido de ser inferior, mas também porque ela coopera para a nossa salvação por uma graça proveniente dos méritos de seu Filho, e age n’Ele, com Ele e por Ele. Cristo é o mediador universal supremo entre Deus e a humanidade e, como parte desta, “Maria foi resgatada pelos méritos do Salvador, por uma redenção preservadora, não libertadora, posto que foi preservada do pecado original e logo de toda falta, pelos méritos futuros do Salvador de todos os homens”3.
Assista vídeo do Padre Paulo Ricardo com o tema “A Mãe do Salvador e a Nossa Vida Interior”: 
Ouça áudio do Padre Paulo Ricardo com o tema “A Mãe do Salvador e a Nossa Vida Interior”: 
No Calvário, aos pés da Cruz, a Virgem Maria entregou-se junto com o Redentor, o novo Adão, podendo com razão ser chamada de nova Eva e corredentora. Nossa Senhora, por instituição do próprio Jesus (cf. Jo 19, 26-27), é responsável pela geração espiritual de todos os homens, até o fim dos tempos. “Maria é nossa Mãe espiritual e adotiva, no sentido de que por sua união com Cristo Redentor, nos comunicou a vida sobrenatural da graça”4.
Assim, a Santíssima Virgem Maria, como mediadora entre nós e seu Filho Jesus Cristo, oferece orações e súplicas pela humanidade e, ao mesmo tempo, distribui as graças necessárias para a nossa salvação. Da mesma forma que Eva foi dada a Adão como ajuda adequada de ordem natural (cf. Gn 2, 18), Maria, a nova Eva, nos foi dada como auxílio de ordem material e principalmente de ordem espiritual. Por isso, como discípulos amados de Jesus Cristo, acolhamos a Virgem Maria em nossas casas (cf. Jo 19, 27), em nossas vidas. Pois, a nova Eva foi dada a nós como auxílio materno na vida presente, mas também em vista da vida futura, no Reino dos Céus. Confiantes em seu amoroso auxílio materno, rezemos com confiança a Santíssima Virgem, especialmente o santo Rosário. Nossa Senhora, Mãe da Igreja, rogai por nós!
Referências:
1 GARRIGOU-LAGRANJE, Réginald. La Madre del Salvador y Nuestra Vida Interior. Buenos Aires: Desclée, 1947, p. 160.
2 Idem, p. 161-162.
3 Idem, p. 162.
4 Idem, p. 163.

Natalino Ueda é brasileiro, católico, formado em Filosofia e Teologia. Na consagração a Virgem Maria, segundo o método de São Luís Maria Grignion de Montfort, explicado no seu livro “Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem”, descobriu o caminho fácil, rápido, perfeito e seguro para chegar a Jesus Cristo. Desde então, ensina e escreve sobre esta devoção, o caminho “a Jesus por Maria”, que é hoje o seu maior apostolado.

sábado, 27 de maio de 2017

5 motivos que fazem Satanás adorar pornografia

pecado
Todos os anos, em minha aula de Cristianismo e Meios de Comunicação no Colégio Beneditino, abordamos a pornografia – o rolo compressor da mídia de massa no século 21
E a cada ano o problema da pornografia piora. A mais recente: os dois serviços de streaming de vídeo online mais populares estão apresentando programas pornograficamente amigáveis – um documentário e um filme biográfico.
Eu não assisti, nem vou assistir a nenhum deles. Mas o fato de eu ter falado com exorcistas recentemente me fez perceber algo sobre esse fenômeno: o maior fã de pornografia é Satanás.
Por quê?
Primeiro: Satanás adora pornografia porque ele odeia liberdade.
Quando renovamos a nossa promessa batismal, a Igreja pergunta: “Você rejeitar Satanás, de modo a viver na liberdade dos filhos de Deus?”
Praticar a pornografia é o mesmo que responder: “Eu não”. A pornografia milita contra a liberdade. A ciência disso é bem conhecida: o cérebro humano, quando estimulado por imagens eróticas, despeja substâncias químicas na corrente sanguínea que empurram o acelerador do espectador para a mais alta velocidade, no modo “me dê mais”. Uma paradinha movida pela curiosidade rapidamente se transforma em um vício obsessivo.
Brincar com pornografia é como abrir a janela de um avião pressurizado a uma altitude elevada. Ele te puxa para dentro e cospe para fora.
A mesma coisa acontece com as mulheres envolvidas na indústria da pornografia. Mulheres que procuram carreiras de modelagem ou uma breve injeção de dinheiro em tempos difíceis caem rapidamente nas garras de uma indústria degradante, com suas imagens circulando online para sempre, mesmo que elas se arrependam.
Segunda razão pela qual Satanás adora pornografia: a estrutura cabal do pecado
Quando mentimos, enganamos ou roubamos, nós cometemos pecados sozinhos. Quando nós envolvemos outras pessoas em nosso pecado, é pior. Mas o que dizer de um pecado que ajuda a criar, perpetuar e turbinar sindicatos internacionais do pecado?
A pornografia é a ferramenta que Satanás usa para arrastar grupos inteiros de pessoas – artistas, programadores, vendedores e transeuntes inocentes – para baixo do seu covil.
Terceiro: Satanás adora desfigurar a imagem de Deus.
A meta final de Satanás não somos nós; é Deus. Como ele não pode atingir o Senhor e nós somos feitos à imagem e semelhança de Deus, atingir-nos é a sua melhor opção.
Se entendêssemos como as nossas almas são imensas e como elas refletem lindamente a Santíssima Trindade, nós iríamos nos amedrontar com a nossa responsabilidade. Satanás entende isso e usa todas as oportunidades para quebrar essa imagem.
Quarto: o demônio adora fazer as pessoas se parecerem com animais.
No capítulo 12 do Apocalipse, há a visão de uma mulher – um ser de carne e sangue humanos – vestida com o sol e coroada de estrelas, que enfurece os anjos desobedientes.
Os demônios, criaturas feitas apenas de espírito, não conseguem suportar um ser superior a eles. Então eles adoram mostrar o quão nojentas são essas criaturas humanas.
Um exorcista me descreveu como as vítimas de possessões, muitas vezes, imitam animais – grunhindo ou arqueando suas costas. Os demônios não se apropriam de mais pessoas porque nós as salvamos. Nós escolhemos imitar animais por conta própria.
 Quinto: o diabo adora destruir a inocência das crianças.
No capítulo 18 de Mateus, quando os apóstolos discutem quem é o maior, Jesus coloca uma criança no meio deles. Depois, alguns versos à frente, acrescenta que qualquer um que cometer pecado contra uma criança deveria atirar-se ao mar com uma pedra de moinho amarrada no pescoço.
Os demônios já escolheram a pedra.  Agora, eles querem pecar contra o maior número de crianças possível.
Eu acho que, junto com o aborto, a história vai nos condenar por nossa recusa em proteger as crianças da pornografia. Até mesmo um conhecido ator pornô está revoltado com a forma pela qual as crianças experimentam a pornografia.
A razão para o nosso fracasso aqui é óbvia: os adultos querem acesso fácil e anônimo para pornografia. Nós nos preocupamos mais sobre como proteger o acesso ao que fazemos do que em proteger os nossos filhos de acessarem por conta própria.
Os demônios são como insetos predatórios.
Eles se preocupam única e exclusivamente com uma coisa: furar sua alma e colocá-lo contra Deus. A pornografia é meio que ele usa para quebrar sua colmeia ali no seu desktop.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

A POSTURA DO CRISTÃO DIANTE DAS NOVELAS

RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA DE CAMOCIM
Paróquia Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Formação para os Grupos de Perseverança: Grupos de Oração Renascer, Novo Caminho e Cristo é vida.

TEMA: A POSTURA DO CRISTÃO DIANTE DAS NOVELAS

Por Cássio José
[Formação ministrada na Igreja do Cruzeiro na noite de 11 de Abril de 2016 para as turmas de Grupo de Perseverança dos seguintes Grupos de Oração: Renascer, Novo Caminho e Cristo é vida]

1.      INTRODUÇÃO: APROVEITANDO CONCEITOS DO MEIO ACADÊMCIO

No estudo de hoje, trataremos um pouco sobre a cruel realidade que as novelas têm provocado no ambiente cristão tal como o declínio da nossa fé, o crescimento do ateísmo, o ataque às nossas famílias e aos alicerces desta instituição divina, às doutrinas e ideologias que as novelas trazem para os nossos filhos e, de maneira geral, conscientizarmo-nos de que como cristãos verdadeiros e genuínos, devemos evitar assistir a tal artimanha usada por Satanás na atualidade.

            Antes de tudo, seria bom revermos a nossa famosa e muito usada falácia quando, procurando justificar o hábito de assistir novelas, muitos cristãos geralmente fazem a seguinte pergunta: Que mal faz em assistir novela? Muitos dizem que ao assistir novelas, eles não são influenciados pelas novelas porque tem maturidade cristã e não cairão na alienação. Outros dizem que as novelas são formas de lazer e entretenimento. E ainda há aqueles cristãos que dizem que as novelas retratam o real da sociedade e, por isso, assistem novelas. Mas, na verdade, isso é puro engano e ilusão.

Segundo o Dicionário Escolar de Língua Portuguesa Michaelis, NOVELA, é:

“Narrativa em capítulos transmitida pelo rádio ou pela televisão”.

O artigo científico A telenovela brasileira: origem e características, da PUC-Rio de Janeirodefendendo a tese de que as novelas surgiram a partir dos folhetins de jornal, quando em seus rodapés havia histórias de amor e de outros variados enredos, e depois isso se evoluiu quando surgiu o rádio e em seguida, isso veio a tomar uma proporção de audiovisual, com o surgimento da televisão, onde a novela tornou-se um dos principais hábitos brasileiros (chamam até mesmo de cultura), afirma algo que nos chama a atenção, que é o motivo do tema escolhido:

“... A origem da telenovela como sendo não apenas o nascimento de algumas das suas características narrativas ou práticas sociais relacionadas, mas o ponto onde uma indústria se apropria desse conjunto de elementos, subjulgando-os a uma intencionalidade não artística, e sim de ordem econômica”.

A monografia Análise do Discurso das mulheres da novela Páginas da Vida, de autoria Mila Romeiro Taveiros, quando concluiu o curso de Comunicação Social, habilitação em Publicidade e Propaganda, da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas do Centro Universitário de Brasília – UniCEUB.em 2007, afirma que as novelas podem trazem um impacto e influência para quem assiste:

As telenovelas são um dos programas mais populares da televisão brasileira. Sucesso de público e audiência, as tramas abordam temas de forte repercussão na sociedade capaz de mudar opiniões, influenciar comportamentos e provocar discussões até nacionais.

Já na introdução (Página 05), Mila Taveiros nos afirma:

As tramas ficcionais incorporaram-se ao dia-a-dia das pessoas com personagens, falas, problemas e os telespectadores começaram a influenciar os valores, os hábitos e os comportamentos. As meias de “lurex” de Dancin’Days(1978); o turbante da viúva Porcina, de Roque Santeiro (1985); o colar de borboleta da personagem de Letícia, em Malhação (2004), o vestido de Vitória na novela Belíssima (2005), são exemplos de moda lançada nas telenovelas que viraram “febre” nacional.

Infelizmente as novelas têm conseguido causar um estrago gigantesco na vida de muitos cristãos. Ficar diante da telinha tornou-se um hábito cultural, principalmente no nosso país que tanto tem investido pesadamente nesse ramo comercial eletrônico para propagar suas ideologias e aproveitar para a propaganda comercial.

Não é estranho afirmarmos que as novelas estão a serviço da Nova Ordem Mundial, que é o maior propósito da Nova Era, quando vemos e notamos, que as grandes pregações satânicas estão sendo anunciadas através da televisão, por exemplo. As novelas têm sido o meio e instrumento primordial do Inimigo Número 1 de Deus para levar perdição e maldição a muitos homens, mulheres e crianças de todos os povos, independentemente até mesmo, da faixa de idade.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

O amor de Deus (Isaías 43, 1-7; João 3, 16-18)


I.       INTRODUÇÃO.
Todo ser humano, de maneira geral, necessita ser amado e amar. Muitas vezes, ou na grande maioria das vezes, porém, o vocábulo “amor” é interpretado ou empregado erroneamente, sobretudo, fora do contexto do que realmente o amor é em si e para que função ele exige ou emprega.
Como cristãos, e tendo por base as Sagradas Escrituras, entendemos que existe um Deus, que em sua essência, Ele é amor, como nos atesta o apóstolo João:
Deus é amor!” (I João 4, 16b).
            Uma das citações bíblicas mais usadas para expressar o amor de Deus no Antigo Testamento é Isaías 43, 1-7; que, inclusive, já foi chamada por muitos pregadores como “carta do amor de Deus”. Só Deus mesmo, sem reservas e de maneira perfeita, pode nos amar assim, com um amor sem medida. Veja algumas características do amor de Deus, já encontradas nesse trecho do Antigo Testamento (Isaías 43, 1-7):
Ø  Deus foi quem nos criou e nos formou: Isaías 43, 1a;
Ø  O Senhor nos conhece pelo nome e é o nosso dono: “Eu te chamo pelo nome, és meu!” (Isaías 43, 1b);
Ø  O Senhor está conosco presente em todas as situações e nunca nos abandona (Ele é companheiro): Isaías 43,2;
Ø  Ele é o nosso Salvador (um amor que salva), sendo o nosso Deus e libertador: Isaías 43, 3;
Ø  Aos olhos do Senhor temos importância, estima, admiração, apreciação e preciosidade: Isaias 43, 4a;
Ø  Move céus e terra a nosso favor: “permuto reinos por ti e entrego nações em troca do nosso favor” (Isaías 43,4b);
Ø  Dá-nos tranquilidade, já que está sempre do nosso lado lutando por nós: Isaías 43, 5a;
Ø  Dá-nos seu nome e sua glória: Isaías 43, 7.
Podemos entender também que, uma vez que Deus é amor, a Criação de tudo o que existe é prova de seu amor para conosco, uma vez que as Obras criadas por suas mãos foi como que uma “explosão de seu amor para conosco”. Quando o Senhor fez os céus, o mar e tudo o que neles há, tudo foi perfeitamente criado para o homem. Só depois de criar tudo o que existe, criou o homem e a mulher (Gn1, 26-27). Por tanto, todas as coisas foram criadas para o homem. O Catecismo da Igreja Católica afirma que “Deus criou tudo para o homem” (CIC, nº 358).
De todas as criaturas visíveis, só o homem é “capaz de conhecer e amar seu criador” (CIC, nº 356). O ser humano foi criado por Deus em “estado de santidade e de justiça original” (CIC, nº 375). O Papa João Paulo II certa vez afirmou que quando Deus desejou criar o homem “ele olhou para SI mesmo e encontrou o homem e a mulher que planejou criar”. O Catecismo da Igreja Católica afirma que ao criar o ser humano, Deus se apaixonou pela obra feita, eu e você, no caso:
Que motivo vos fez constituir o homem em dignidade tão grande? O amor inestimável pelo qual enxergastes em vós mesmo vossa criatura, e vos apaixonastes por ela; pois foi por amor que a criastes, foi por amor que lhe destes um ser capaz de degustar vosso Bem eterno.

[Catecismo da Igreja Católica, nº 356]


A criação de todos os anjos e do Céu, da terra e do mar, bem como de todo o restante do exército da Criação de maneira geral, foi uma grandiosa prova do amor de Deus para conosco.

II.                A MAIOR PROVA DO AMOR DE DEUS PARA CONOSCO: A NOSSA SALVAÇÃO EM JESUS CRISTO!
Sem sombra de dúvidas, a maior prova ou a maior tradução do amor de Deus foi a nossa salvação conquistada pelo sangue de Jesus no alto daquela cruz, o que nos deu a graça de sermos chamados de seus filhos e participantes da herança divina:
João 3, 16-18: “Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.  Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por ele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado; por que não crê no nome do Filho único de Deus”.
I João 3, 1-2:Considerai com que amor nos amou o Pai, para que sejamos chamados filhos de Deus. E nós o somos de fato. Por isso, o mundo não nos conhece, porque não o conheceu. Caríssimos, desde agora somos filhos de Deus, mas não se manifestou ainda o que havemos de ser. Sabemos que, quando isto se manifestar, seremos semelhantes a Deus, porquanto o veremos como ele é.”
I João 4, 7-16: “Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus, e todo o que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.  Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: em nos ter enviado ao mundo o seu Filho único, para que vivamos por ele.  Nisto consiste o amor: não em termos nós amado a Deus, mas em ter-nos ele amado, e enviado o seu Filho para expiar os nossos pecados. Caríssimos, se Deus assim nos amou, também nós nos devemos amar uns aos outros. Ninguém jamais viu a Deus. Se nos amarmos mutuamente, Deus permanece em nós e o seu amor em nós é perfeito. Nisto é que conhecemos que estamos nele e ele em nós, por ele nos ter dado o seu Espírito. E nós vimos e testemunhamos que o Pai enviou seu Filho como Salvador do mundo. Todo aquele que proclama que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele e ele em Deus. Nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem para conosco. Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele”.
Colossenses 1,13-14: “Ele nos arrancou do poder das trevas e nos introduziu no Reino de seu Filho muito amado, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados”.
Gálatas 4,4-7: “Mas quando veio a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, que nasceu de uma mulher e nasceu submetido a uma lei, a fim de remir os que estavam sob a lei, para que recebêssemos a sua adoção. A prova de que sois filhos é que Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai! Portanto já não és escravo, mas filho. E, se és filho, então também herdeiro por Deus”.
Tito 3, 3-7: “Porque também nós outrora éramos insensatos, rebeldes, transviados, escravos de paixões de toda espécie, vivendo na malícia e na inveja, detestáveis, odiando-nos uns aos outros. Mas um dia apareceu a bondade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com os homens. E, não por causa de obras de justiça que tivéssemos praticado, mas unicamente em virtude de sua misericórdia, ele nos salvou mediante o batismo da regeneração e renovação, pelo Espírito Santo, que nos foi concedido em profusão, por meio de Cristo, nosso Salvador, para que a justificação obtida por sua graça nos torne, em esperança, herdeiros da vida eterna”.
                Outras citações bíblicas que demonstram o amor de Deus aos homens, mesmo que eles sejam pecadores, ao ponto de entregar o seu Único Filho para salvá-los: João 14, 23; 17, 23; Rm 6, 6-7; 5, 8; 8, 32.37; Ef 2,4; I Jo 3,1; 4,7...
O Catecismo da Igreja Católica deixa bem claro que a maior obra da misericórdia do nosso Deus foi a nossa justificação alcançada em Jesus Cristo através do derramamento de seu sangue, quando remiu os nossos pecados e nos salvou de uma vez por todas:
A justificação é a obra mais excelente do amor de Deus, manifestado em Cristo Jesus e concedido pelo Espírito Santo. Sto. Agostinho pensa que "a justificação do ímpio é uma obra maior que a criação dos céus e da terra", pois "os céus e a terra passarão, ao passo que a salvação e a justificação dos eleitos permanecerão para sempre". Pensa até que a justificação dos pecadores é uma obra maior que a criação dos anjos na justiça, pelo fato de testemunhar uma misericórdia maior.
[Catecismo da Igreja Católica, nº 1994]

III.             O AMOR DE DEUS NO CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA:
No próprio Catecismo da Igreja Católica vemos toda uma teologia voltada para o amor de Deus. De maneira sistemática, o Catecismo da Igreja nos traz a Doutrina acerca do amor de Deus no seu Índice Analítico apresentando os parágrafos que lhes são correspondentes:
·         O amor de Deus cria o mundo e o conserva: 421;
·         O amor de Deus dispõe as criaturas até o fim último: 321;
·         O amor de Deus ordena tudo para a salvação do homem: 313;
·         O amor de Deus para com Israel: 219, 2020;
·         O amor de Deus é “ciumento”: 2737;
·         O amor de Deus foi a causa da criação: 27, 293, 295;
·         O amor de Deus é a fonte da oração: 2658;
·         O amor de Deus é fruto do Espírito Santo: 736, 1332, 2658;
·         O amor de Deus é o primeiro dom: 733,
·         O amor de Deus é o princípio de vida nova: 735;
·         A criação é o primeiro testemunho do amor de Deus: 315;
·         Deus não abandona suas criaturas: 2577;
·         Home e mulher foram feitos à imagem do Deus amoroso: 2331;
·         O homem é um participante do amor da Trindade: 850.  

IV.              ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DO AMOR DE DEUS:
Pelas Sagradas Escrituras e seu exame, podemos detectar algumas das principais características do amor de Deus, conforme a proximidade do povo de Israel e de seus demais filhos para com Ele:
§  O AMOR DE DEUS É PESSOAL: Isaías 49, 14-16.
§  O AMOR DE DEUS É GRATUITO E ELETIVO: Deuteronômio 7,7; Jeremias 12, 7-9; Ezequiel 16, 8.
§  O AMOR DE DEUS É MISERICORDIOSO: Oséias 14,19; Provérbios 3, 11-12; Romanos 4, 7-8; Hebreus 8,12.
§  O AMOR DE DEUS É FIEL E CONSTANTE: Isaías 54,10; I Tessalonicenses 5,24.
§  O AMOR DE DEUS É ETERNO: Jeremias 31,3;
§  O AMOR DE DEUS É COMPANHEIRO (Está conosco em todos os momentos): Salmo 27, 10; Jeremias 20, 11; Isaías 43,2; Mateus 28,20.
§  O AMOR DE DEUS É CARINHOSO, A PONTO DE FAZER PROJETOS E ENXUGAR AS NOSSAS LÁGRIMAS: Jeremias 29, 11-14; Ap 21,4.

V.                 O AMOR DE DEUS NOS IMPELE A AMAR O NOSSO PRÓXIMO;

Pelas Escrituras, a pessoa que é amada pelo Senhor e o retribui servindo e sendo de Deus, deve amar o seu próximo também: Mt 5, 43; 7,12; 19,19; 22, 34-40; Mc 12, 28-31; Lc 10, 25-28; Jo 13, 34; 15, 12-17; I Jo 3, 11-17; 4, 7-16.

COMUNIDADE DOS ABORRECIDOS TEM 1º GRUPO DE ORAÇÃO DA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA

Em obediência a palavra "ide e Evangelizai" e a palavra do nosso papa Francisco: " Temos que ser uma igreja em Saída" o GRUPO DE ORAÇÃO CRISTO É VIDA da Renovação Carismática Católica de Camocim deu o primeiro passo neste último domingo (10/04) para implantação de um grupo de oração na zona rural que será instalado na comunidade dos aborrecidos.
O grupo de oração Cristo é Vida, servos, músicos  e intercessores foram   até aquela comunidade no último domingo (10/4) levando a palavra de Deus, louvores e um grande clamor em oração, para implantar de forma definitiva um grupo de Oração de acordo com as diretrizes da RCC Nacional.

Por falta  de um templo católico,o grupo de oração será realizado todos os domingos as 15hs, na única escola da comunidade. 

Há exatamente 3 meses que o grupo de oração Cristo é Vida, vem realizando missões de casa em casa, finalizando sempre com um grupo de oração em uma das casas da comunidade. Mesmo sem nenhum recursos financeiros para aluguel de carro ou topic, o grupo não esmorece e com muita ousadia,confiando na providencia de Deus  se faz presente a cada mês, àquela localidade  tão carente da palavra do Senhor.

 "A comunidade tem sede de vivenciar o pentecostes mais intimamente, grande foi a ação de Deus durante esse momento" disse uma das participantes da visita.


Depois de um intenso momento de oração e intimidade com Deus e pela ação do Espírito Santo, o novo grupo foi implantado na comunidade, passando a ser semanal. 

O agir de Deus é lindo, e com fidelidade anunciaremos o teu nome onde quer que mandes, aonde mandar nós iremos. Se vivemos pelo Espírito, andemos também no Espírito, sendo misericordiosos como o Pai.

Espalhando a Chama!

por Gessivandro Queiroz

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