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quinta-feira, 14 de abril de 2016

A POSTURA DO CRISTÃO DIANTE DAS NOVELAS

RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA DE CAMOCIM
Paróquia Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Formação para os Grupos de Perseverança: Grupos de Oração Renascer, Novo Caminho e Cristo é vida.

TEMA: A POSTURA DO CRISTÃO DIANTE DAS NOVELAS

Por Cássio José
[Formação ministrada na Igreja do Cruzeiro na noite de 11 de Abril de 2016 para as turmas de Grupo de Perseverança dos seguintes Grupos de Oração: Renascer, Novo Caminho e Cristo é vida]

1.      INTRODUÇÃO: APROVEITANDO CONCEITOS DO MEIO ACADÊMCIO

No estudo de hoje, trataremos um pouco sobre a cruel realidade que as novelas têm provocado no ambiente cristão tal como o declínio da nossa fé, o crescimento do ateísmo, o ataque às nossas famílias e aos alicerces desta instituição divina, às doutrinas e ideologias que as novelas trazem para os nossos filhos e, de maneira geral, conscientizarmo-nos de que como cristãos verdadeiros e genuínos, devemos evitar assistir a tal artimanha usada por Satanás na atualidade.

            Antes de tudo, seria bom revermos a nossa famosa e muito usada falácia quando, procurando justificar o hábito de assistir novelas, muitos cristãos geralmente fazem a seguinte pergunta: Que mal faz em assistir novela? Muitos dizem que ao assistir novelas, eles não são influenciados pelas novelas porque tem maturidade cristã e não cairão na alienação. Outros dizem que as novelas são formas de lazer e entretenimento. E ainda há aqueles cristãos que dizem que as novelas retratam o real da sociedade e, por isso, assistem novelas. Mas, na verdade, isso é puro engano e ilusão.

Segundo o Dicionário Escolar de Língua Portuguesa Michaelis, NOVELA, é:

“Narrativa em capítulos transmitida pelo rádio ou pela televisão”.

O artigo científico A telenovela brasileira: origem e características, da PUC-Rio de Janeirodefendendo a tese de que as novelas surgiram a partir dos folhetins de jornal, quando em seus rodapés havia histórias de amor e de outros variados enredos, e depois isso se evoluiu quando surgiu o rádio e em seguida, isso veio a tomar uma proporção de audiovisual, com o surgimento da televisão, onde a novela tornou-se um dos principais hábitos brasileiros (chamam até mesmo de cultura), afirma algo que nos chama a atenção, que é o motivo do tema escolhido:

“... A origem da telenovela como sendo não apenas o nascimento de algumas das suas características narrativas ou práticas sociais relacionadas, mas o ponto onde uma indústria se apropria desse conjunto de elementos, subjulgando-os a uma intencionalidade não artística, e sim de ordem econômica”.

A monografia Análise do Discurso das mulheres da novela Páginas da Vida, de autoria Mila Romeiro Taveiros, quando concluiu o curso de Comunicação Social, habilitação em Publicidade e Propaganda, da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas do Centro Universitário de Brasília – UniCEUB.em 2007, afirma que as novelas podem trazem um impacto e influência para quem assiste:

As telenovelas são um dos programas mais populares da televisão brasileira. Sucesso de público e audiência, as tramas abordam temas de forte repercussão na sociedade capaz de mudar opiniões, influenciar comportamentos e provocar discussões até nacionais.

Já na introdução (Página 05), Mila Taveiros nos afirma:

As tramas ficcionais incorporaram-se ao dia-a-dia das pessoas com personagens, falas, problemas e os telespectadores começaram a influenciar os valores, os hábitos e os comportamentos. As meias de “lurex” de Dancin’Days(1978); o turbante da viúva Porcina, de Roque Santeiro (1985); o colar de borboleta da personagem de Letícia, em Malhação (2004), o vestido de Vitória na novela Belíssima (2005), são exemplos de moda lançada nas telenovelas que viraram “febre” nacional.

Infelizmente as novelas têm conseguido causar um estrago gigantesco na vida de muitos cristãos. Ficar diante da telinha tornou-se um hábito cultural, principalmente no nosso país que tanto tem investido pesadamente nesse ramo comercial eletrônico para propagar suas ideologias e aproveitar para a propaganda comercial.

Não é estranho afirmarmos que as novelas estão a serviço da Nova Ordem Mundial, que é o maior propósito da Nova Era, quando vemos e notamos, que as grandes pregações satânicas estão sendo anunciadas através da televisão, por exemplo. As novelas têm sido o meio e instrumento primordial do Inimigo Número 1 de Deus para levar perdição e maldição a muitos homens, mulheres e crianças de todos os povos, independentemente até mesmo, da faixa de idade.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

O amor de Deus (Isaías 43, 1-7; João 3, 16-18)


I.       INTRODUÇÃO.
Todo ser humano, de maneira geral, necessita ser amado e amar. Muitas vezes, ou na grande maioria das vezes, porém, o vocábulo “amor” é interpretado ou empregado erroneamente, sobretudo, fora do contexto do que realmente o amor é em si e para que função ele exige ou emprega.
Como cristãos, e tendo por base as Sagradas Escrituras, entendemos que existe um Deus, que em sua essência, Ele é amor, como nos atesta o apóstolo João:
Deus é amor!” (I João 4, 16b).
            Uma das citações bíblicas mais usadas para expressar o amor de Deus no Antigo Testamento é Isaías 43, 1-7; que, inclusive, já foi chamada por muitos pregadores como “carta do amor de Deus”. Só Deus mesmo, sem reservas e de maneira perfeita, pode nos amar assim, com um amor sem medida. Veja algumas características do amor de Deus, já encontradas nesse trecho do Antigo Testamento (Isaías 43, 1-7):
Ø  Deus foi quem nos criou e nos formou: Isaías 43, 1a;
Ø  O Senhor nos conhece pelo nome e é o nosso dono: “Eu te chamo pelo nome, és meu!” (Isaías 43, 1b);
Ø  O Senhor está conosco presente em todas as situações e nunca nos abandona (Ele é companheiro): Isaías 43,2;
Ø  Ele é o nosso Salvador (um amor que salva), sendo o nosso Deus e libertador: Isaías 43, 3;
Ø  Aos olhos do Senhor temos importância, estima, admiração, apreciação e preciosidade: Isaias 43, 4a;
Ø  Move céus e terra a nosso favor: “permuto reinos por ti e entrego nações em troca do nosso favor” (Isaías 43,4b);
Ø  Dá-nos tranquilidade, já que está sempre do nosso lado lutando por nós: Isaías 43, 5a;
Ø  Dá-nos seu nome e sua glória: Isaías 43, 7.
Podemos entender também que, uma vez que Deus é amor, a Criação de tudo o que existe é prova de seu amor para conosco, uma vez que as Obras criadas por suas mãos foi como que uma “explosão de seu amor para conosco”. Quando o Senhor fez os céus, o mar e tudo o que neles há, tudo foi perfeitamente criado para o homem. Só depois de criar tudo o que existe, criou o homem e a mulher (Gn1, 26-27). Por tanto, todas as coisas foram criadas para o homem. O Catecismo da Igreja Católica afirma que “Deus criou tudo para o homem” (CIC, nº 358).
De todas as criaturas visíveis, só o homem é “capaz de conhecer e amar seu criador” (CIC, nº 356). O ser humano foi criado por Deus em “estado de santidade e de justiça original” (CIC, nº 375). O Papa João Paulo II certa vez afirmou que quando Deus desejou criar o homem “ele olhou para SI mesmo e encontrou o homem e a mulher que planejou criar”. O Catecismo da Igreja Católica afirma que ao criar o ser humano, Deus se apaixonou pela obra feita, eu e você, no caso:
Que motivo vos fez constituir o homem em dignidade tão grande? O amor inestimável pelo qual enxergastes em vós mesmo vossa criatura, e vos apaixonastes por ela; pois foi por amor que a criastes, foi por amor que lhe destes um ser capaz de degustar vosso Bem eterno.

[Catecismo da Igreja Católica, nº 356]


A criação de todos os anjos e do Céu, da terra e do mar, bem como de todo o restante do exército da Criação de maneira geral, foi uma grandiosa prova do amor de Deus para conosco.

II.                A MAIOR PROVA DO AMOR DE DEUS PARA CONOSCO: A NOSSA SALVAÇÃO EM JESUS CRISTO!
Sem sombra de dúvidas, a maior prova ou a maior tradução do amor de Deus foi a nossa salvação conquistada pelo sangue de Jesus no alto daquela cruz, o que nos deu a graça de sermos chamados de seus filhos e participantes da herança divina:
João 3, 16-18: “Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.  Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por ele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado; por que não crê no nome do Filho único de Deus”.
I João 3, 1-2:Considerai com que amor nos amou o Pai, para que sejamos chamados filhos de Deus. E nós o somos de fato. Por isso, o mundo não nos conhece, porque não o conheceu. Caríssimos, desde agora somos filhos de Deus, mas não se manifestou ainda o que havemos de ser. Sabemos que, quando isto se manifestar, seremos semelhantes a Deus, porquanto o veremos como ele é.”
I João 4, 7-16: “Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus, e todo o que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.  Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: em nos ter enviado ao mundo o seu Filho único, para que vivamos por ele.  Nisto consiste o amor: não em termos nós amado a Deus, mas em ter-nos ele amado, e enviado o seu Filho para expiar os nossos pecados. Caríssimos, se Deus assim nos amou, também nós nos devemos amar uns aos outros. Ninguém jamais viu a Deus. Se nos amarmos mutuamente, Deus permanece em nós e o seu amor em nós é perfeito. Nisto é que conhecemos que estamos nele e ele em nós, por ele nos ter dado o seu Espírito. E nós vimos e testemunhamos que o Pai enviou seu Filho como Salvador do mundo. Todo aquele que proclama que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele e ele em Deus. Nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem para conosco. Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele”.
Colossenses 1,13-14: “Ele nos arrancou do poder das trevas e nos introduziu no Reino de seu Filho muito amado, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados”.
Gálatas 4,4-7: “Mas quando veio a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, que nasceu de uma mulher e nasceu submetido a uma lei, a fim de remir os que estavam sob a lei, para que recebêssemos a sua adoção. A prova de que sois filhos é que Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai! Portanto já não és escravo, mas filho. E, se és filho, então também herdeiro por Deus”.
Tito 3, 3-7: “Porque também nós outrora éramos insensatos, rebeldes, transviados, escravos de paixões de toda espécie, vivendo na malícia e na inveja, detestáveis, odiando-nos uns aos outros. Mas um dia apareceu a bondade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com os homens. E, não por causa de obras de justiça que tivéssemos praticado, mas unicamente em virtude de sua misericórdia, ele nos salvou mediante o batismo da regeneração e renovação, pelo Espírito Santo, que nos foi concedido em profusão, por meio de Cristo, nosso Salvador, para que a justificação obtida por sua graça nos torne, em esperança, herdeiros da vida eterna”.
                Outras citações bíblicas que demonstram o amor de Deus aos homens, mesmo que eles sejam pecadores, ao ponto de entregar o seu Único Filho para salvá-los: João 14, 23; 17, 23; Rm 6, 6-7; 5, 8; 8, 32.37; Ef 2,4; I Jo 3,1; 4,7...
O Catecismo da Igreja Católica deixa bem claro que a maior obra da misericórdia do nosso Deus foi a nossa justificação alcançada em Jesus Cristo através do derramamento de seu sangue, quando remiu os nossos pecados e nos salvou de uma vez por todas:
A justificação é a obra mais excelente do amor de Deus, manifestado em Cristo Jesus e concedido pelo Espírito Santo. Sto. Agostinho pensa que "a justificação do ímpio é uma obra maior que a criação dos céus e da terra", pois "os céus e a terra passarão, ao passo que a salvação e a justificação dos eleitos permanecerão para sempre". Pensa até que a justificação dos pecadores é uma obra maior que a criação dos anjos na justiça, pelo fato de testemunhar uma misericórdia maior.
[Catecismo da Igreja Católica, nº 1994]

III.             O AMOR DE DEUS NO CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA:
No próprio Catecismo da Igreja Católica vemos toda uma teologia voltada para o amor de Deus. De maneira sistemática, o Catecismo da Igreja nos traz a Doutrina acerca do amor de Deus no seu Índice Analítico apresentando os parágrafos que lhes são correspondentes:
·         O amor de Deus cria o mundo e o conserva: 421;
·         O amor de Deus dispõe as criaturas até o fim último: 321;
·         O amor de Deus ordena tudo para a salvação do homem: 313;
·         O amor de Deus para com Israel: 219, 2020;
·         O amor de Deus é “ciumento”: 2737;
·         O amor de Deus foi a causa da criação: 27, 293, 295;
·         O amor de Deus é a fonte da oração: 2658;
·         O amor de Deus é fruto do Espírito Santo: 736, 1332, 2658;
·         O amor de Deus é o primeiro dom: 733,
·         O amor de Deus é o princípio de vida nova: 735;
·         A criação é o primeiro testemunho do amor de Deus: 315;
·         Deus não abandona suas criaturas: 2577;
·         Home e mulher foram feitos à imagem do Deus amoroso: 2331;
·         O homem é um participante do amor da Trindade: 850.  

IV.              ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DO AMOR DE DEUS:
Pelas Sagradas Escrituras e seu exame, podemos detectar algumas das principais características do amor de Deus, conforme a proximidade do povo de Israel e de seus demais filhos para com Ele:
§  O AMOR DE DEUS É PESSOAL: Isaías 49, 14-16.
§  O AMOR DE DEUS É GRATUITO E ELETIVO: Deuteronômio 7,7; Jeremias 12, 7-9; Ezequiel 16, 8.
§  O AMOR DE DEUS É MISERICORDIOSO: Oséias 14,19; Provérbios 3, 11-12; Romanos 4, 7-8; Hebreus 8,12.
§  O AMOR DE DEUS É FIEL E CONSTANTE: Isaías 54,10; I Tessalonicenses 5,24.
§  O AMOR DE DEUS É ETERNO: Jeremias 31,3;
§  O AMOR DE DEUS É COMPANHEIRO (Está conosco em todos os momentos): Salmo 27, 10; Jeremias 20, 11; Isaías 43,2; Mateus 28,20.
§  O AMOR DE DEUS É CARINHOSO, A PONTO DE FAZER PROJETOS E ENXUGAR AS NOSSAS LÁGRIMAS: Jeremias 29, 11-14; Ap 21,4.

V.                 O AMOR DE DEUS NOS IMPELE A AMAR O NOSSO PRÓXIMO;

Pelas Escrituras, a pessoa que é amada pelo Senhor e o retribui servindo e sendo de Deus, deve amar o seu próximo também: Mt 5, 43; 7,12; 19,19; 22, 34-40; Mc 12, 28-31; Lc 10, 25-28; Jo 13, 34; 15, 12-17; I Jo 3, 11-17; 4, 7-16.

COMUNIDADE DOS ABORRECIDOS TEM 1º GRUPO DE ORAÇÃO DA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA

Em obediência a palavra "ide e Evangelizai" e a palavra do nosso papa Francisco: " Temos que ser uma igreja em Saída" o GRUPO DE ORAÇÃO CRISTO É VIDA da Renovação Carismática Católica de Camocim deu o primeiro passo neste último domingo (10/04) para implantação de um grupo de oração na zona rural que será instalado na comunidade dos aborrecidos.
O grupo de oração Cristo é Vida, servos, músicos  e intercessores foram   até aquela comunidade no último domingo (10/4) levando a palavra de Deus, louvores e um grande clamor em oração, para implantar de forma definitiva um grupo de Oração de acordo com as diretrizes da RCC Nacional.

Por falta  de um templo católico,o grupo de oração será realizado todos os domingos as 15hs, na única escola da comunidade. 

Há exatamente 3 meses que o grupo de oração Cristo é Vida, vem realizando missões de casa em casa, finalizando sempre com um grupo de oração em uma das casas da comunidade. Mesmo sem nenhum recursos financeiros para aluguel de carro ou topic, o grupo não esmorece e com muita ousadia,confiando na providencia de Deus  se faz presente a cada mês, àquela localidade  tão carente da palavra do Senhor.

 "A comunidade tem sede de vivenciar o pentecostes mais intimamente, grande foi a ação de Deus durante esse momento" disse uma das participantes da visita.


Depois de um intenso momento de oração e intimidade com Deus e pela ação do Espírito Santo, o novo grupo foi implantado na comunidade, passando a ser semanal. 

O agir de Deus é lindo, e com fidelidade anunciaremos o teu nome onde quer que mandes, aonde mandar nós iremos. Se vivemos pelo Espírito, andemos também no Espírito, sendo misericordiosos como o Pai.

Espalhando a Chama!

por Gessivandro Queiroz

Formação Regional da RCC/Região Norte: “PASTOREIO”.


(Formação ministrada no dia 10 de abril de 2016 no Colégio Georgina Leitão Macedo. Paróquias: Camocim, Granja, Barroquinha e Chaval)
1.      INTRODUÇÃO.

Boa tarde à todos! Quero saudá-los com a Graça e a Paz de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo e a intercessão da Virgem Maria!

A formação desta tarde, dentro do contexto de Formação Regional para a vida carismática, se dirige à todos os servos e formandos; mas, sobretudo, se direciona aos Coordenadores Paroquiais da Renovação Carismática Católica, Coordenadores de Grupos de Oração, Coordenadores de ministérios paroquiais e ministérios de Grupos de Oração, Coordenadores de turmas de perseverança de Grupos de Oração e todas as linhas de frente, de maneira geral, no ambiente e realidade carismáticas!

Trataremos nesse tempo, que temos aqui no pátio, sobre um assunto muito importante para a nossa vida de líder carismático, que é acerca do PASTOREIO! Esta formação não tem a preocupação de traçar estratégias para o pastoreio e sim refletirmos sobre o que realmente é o pastoreio! Por tanto, convido você a tomar nota de todas as informações para que na sua realidade de pastor, você possa aproveitar toda a formação desta tarde e levá-la às suas ovelhas, pois podem torna-se futuros pastores nos próximos anos.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

O QUE É O LIVRO DA VIDA ETERNA DESCRITO NO APOCALIPSE E QUAIS OS NOMES QUE ESTÃO INSCRITOS NELE?

E quem não se achava inscrito no livro da vida foi também lançado no lago de fogo”.

[Apocalipse 20,15; Bíblia de Jerusalém]

Por Cássio José (Do Bloco de Estudos: Introdução aos Estudos Escatológicos)

1.      INTRODUÇÃO.

É extremamente instigante tocarmos no assunto do que chamamos de Livro da Vida Eterna ou como diz a Bíblia, “livro da vida”! Estamos tratando do Retorno de Jesus Cristo e da nossa reunião com ele em um grande evento universal que já tem data marcada no coração do Deus Eterno e Todo-poderoso: O Julgamento Final das nações (Mateus 25,31). Um dos recursos pelais quais o Senhor usará nesse estupendo evento é a existência de um “livro” em que NELE está o destino dos povos de todos os tempos, épocas e gerações: O livro da vida!

 Houve santos da igreja que até chegaram a pensar na existência de um livro do fogo eterno ou livro da morte! Isso se deu por conta da discussão teológica da doutrina da predestinação, mas logo caiu por terra no campo teológico da Igreja Católica. Não tocaremos nesse teor de discussão bíblica; mas, no Julgamento Final e no livro pela qual está ou não inscrito o nome de todos os homens e mulheres de todos os tempos.

2.      O Julgamento Final e o Livro da Vida.

Você já parou para pensar que no Dia do Juízo Final, dia pela qual Deus julgará todos os homens e mulheres da face da terra (ninguém escapará desse tribunal de Deus!), será aberto um livro em que nele está inscrito os nomes dos salvos, isto é, os que irão morar na Nova Jerusalém Celeste? E mais: os nomes pelas quais não estiverem inscritos no livro da vida herdarão o fogo eterno, os infernos, “preparado para o diabo e seus anjos” (Mateus 24, 41). O livro da vida está relacionado ao Julgamento das nações quando acontecer o retorno de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Veja o que nos diz o livro da Revelação, o Apocalipse, acerca do grande tribunal que todos nós estaremos sujeitos a comparecer, sem ressalvas:

quarta-feira, 30 de março de 2016

FBP - FORMAÇÃO BÍBLICO-PERMANENTE: AUTORIA/INSPIRAÇÃO BÍBLICA, DIVISÃO BÍBLICA E GÊNEROS LITERÁRIOS.

1.      INTRODUÇÃO.

 Colaborador formativo: Cássio José/ Data: 29 de março de 2016 (Igreja Nossa Senhora de Lourdes/Camocim-Ce)

No estudo de hoje, nos deteremos a esses 3 (três) assuntos relacionados ao bloco temático INTRODUÇÃO ÀS SAGRADAS ESCRITURAS. Todo livro, tem sua autoria, isto é, quem o escreveu.
No caso da Bíblia, todos os autores pelas quais foram usados por Deus para escreverem os livros que a compõem, não escreveram o que quiseram! Registraram, no entanto, por inspiração bíblica. Sob a ação do Espírito Santo é que se deu o processo de trazer a mensagem que a Escritura Sagrada hoje registra. Claro que isso, de acordo com os vários gêneros literários que a Bíblia se apresenta.

2.      AUTORIA/INSPIRAÇÃO E VERDADE BÍBLICAS.

A característica mais importante da Bíblia não é sua estrutura e sua forma, mas o fato de ter sido inspirada por Deus. Não se deve interpretar de modo errôneo a declaração da própria Bíblia a favor dessa inspiração. Quando falamos de inspiração, não se trata de inspiração poética, mas de autoridade divina.
Muitos homens e mulheres foram escolhidos pelo Senhor para escrever as Sagradas Escrituras. Gente de muitas partes, culturas e realidades. Homens que viajaram muito e outros que não saíram de sua terra. Pessoas cultas e analfabetas contribuíram para a composição das Sagras Escrituras. Todos eles tiveram um Encontro Pessoal com Deus e mudaram de vida. Dessa forma, foram inspirados pelo Espírito de Deus para escreverem os Livros Sagrados. Claro, antes, a Revelação era transmitida através da Tradição Oral. De geração a geração a Palavra de Deus, os acontecimentos vivenciados pelo povo de Israel eram narrados para os filhos e os filhos dos filhos, e assim por diante.

2.1.ENTENDENDO A INSPIRAÇÃO DIVINA DA BÍBLIA:
Assim escreveu Paulo a Timóteo: "Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça" (2Tm 3,16). Em outras palavras, o texto sagrado do
Antigo Testamento foi "soprado por Deus" (gr., theopneustos) e, por isso, dotado da autoridade divina para o pensamento e para a vida do cristão. A passagem correlata de 1Coríntios 2,13 realça a mesma verdade. Disto também falamos", escreveu Paulo, "não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais."
Quaisquer palavras ensinadas pelo Espírito Santo são palavras divinamente inspiradas. Em 2Pedro 1,21. "Pois a profecia nunca foi produzida por vontade dos homens, mas os homens santos da parte de Deus falaram movidos pelo Espírito Santo." Em outras palavras, os profetas eram homens cujas mensagens não se originaram de seus próprios impulsos, mas foram "sopradas pelo Espírito". Pela revelação, Deus falou aos profetas de muitas maneiras (Hb 1,1): mediante anjos, visões, sonhos, vozes e milagres. Inspiração é a forma pela qual Deus falou aos homens mediante os profetas. Mais um sinal de que as palavras dos profetas não partiam deles próprios, mas de Deus é o fato de eles sondarem seus próprios escritos a fim de verificar "qual o tempo ou qual a ocasião que o Espírito de Cristo, que estava neles, indicava, ao dar de antemão testemunho sobre os sofrimentos que a Cristo haviam de vir, e sobre as glórias que os seguiriam" (l Pe 1,11).

terça-feira, 15 de março de 2016

O QUE DIZ A IGREJA CATÓLICA SOBRE A DOUTRINA DO ARREBATAMENTO?



Por Cássio José

“Dois homens estarão trabalhando no campo: um será levado e o outro será deixado. Duas mulheres estarão moendo no moinho: uma será levada e a outra será deixada.” 
(Mateus 24, 40-41)
“Digo-vos que naquela noite dois estarão numa cama: um será tomado e o outro será deixado; duas mulheres estarão moendo juntas: uma será tomada e a outra será deixada. Dois homens estarão no campo: um será tomado e o outro será deixado.”
(Lucas 17, 34-36)
“Quando for dado o sinal, à voz do arcanjo e ao som da trombeta de Deus, o mesmo Senhor descerá do céu e os que morreram em Cristo ressurgirão primeiro. Depois nós, os vivos, os que estamos ainda na terra, seremos arrebatados juntamente com eles sobre nuvens ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor.”
 (I Tessalonicenses 4, 16-17)

“É no fim dos tempos que será gloriosamente consumada (a Igreja), quando, segundo o que se lê nos Santo Padres, todos os justos, desde Adão, do justo Abel até o último eleito, serão congregados junto ao Pai na Igreja universal.”
(Lumen Gentium, nº 48 – Concílio Vaticano II)

“Este acontecimento escatológico pode ocorrer a qualquer momento, ainda que estejam ‘retidos’ tanto ele como a provação final que há de precedê-lo.”
(Catecismo da Igreja Católica, nº 673)


1.      Pressupostos Iniciais

É extremamente complicado falar sobre a “doutrina do Arrebatamento”! Pelo menos, no que tange ao âmbito católico, não temos referências tão aprofundadas. Aliás, quase não se fala do arrebatamento no ambiente católico. De maneira explícita, o único autor que conhecemos, Miguel Martini, no seu livro lançado pela editora Canção Nova, A Segunda Vinda de Cristo, trata do assunto no capítulo rotulado por “Arrebatamento da Igreja Fiel” (Páginas 87-97). Alguns padres da TV Canção Nova, em suas pregações antigas, como Padre Jonas Abib (hoje Monsenhor Jonas), Padre Léo, Padre José Augusto, Padre Roberto Letierri, Padre Edimilson, Padre Roger Luís, dentre outros já usaram termos ligados à doutrina do arrebatamento em suas pregações: “Seremos arrebatados”, “a Igreja será arrebatada”, “Quando o Senhor Jesus voltar seremos arrebatados”, “O arrebatamento da Igreja”, etc. Há pregadores, ligados à Renovação Carismática Católica, que também tratam do assunto, pelo menos, quanto às expressões ligadas ao arrebatamento: Ironi Spudaro, Anderson Luís dos Reis, Moisés Rocha, dentre outros.

Recentemente, ano de 2015, em um programa Revolução Jesus no tempo do Advento, TV Canção Nova, a direção desse programa trouxe temas ligados à escatologia, tais como: A Grande Tribulação, O Anticristo e o Arrebatamento da Igreja. Estavam no programa um teólogo, um padre especialista em escatologia e outro estudioso da área. O programa mostrou ambiguidade quando não aprofundou os assuntos e negou a doutrina do arrebatamento alegando que a fé da Igreja é Cristocêntrica, não tendo a preocupação de analisar apenas “as coisas do fim”. Isso pode ser fruto do medo de debater um assunto desses em um programa católico de público voltado para uma juventude que deseja viver o PHN numa “Revolução Jesus em Santidade” ou censura por parte de alguns bispos da CNBB. Como pode um padre especialista em escatologia, fruto de uma comunidade fundada por um homem que pregou anos sobre o arrebatamento afirmar: “não sabemos nem para onde esse povo é levado, se é para um outro planeta...” ? (grifos nossos). 
 
      Este estudo preocupa-se apenas em criar uma discussão coerente e madura quanto ao assunto! Exporemos aqui o resultado de pesquisas bíblicas e de autores que tratam dessa linha de pensamento teológica. Longe de ser um assunto terminado, é apenas uma discussão em andamento! A Igreja Católica Apostólica Romana não traz argumentos para afirmar ou negar a doutrina do arrebatamento. Ela apenas silencia diante dessa doutrina Por isso, cabe a mim e a você, estudar o assunto e aproveitar o que coadula com a nossa fé.

De um lado temos católicos que creem no arrebatamento. De outro, temos católicos que nem sabem do que se trata o assunto. Temos também muitos pensadores que fazem um verdadeiro destroço quando em sites (já que pelo que sabemos não existe nenhuma obra teológica de ala católica que trata dessa perspectiva), descaracterizam a doutrina do arrebatamento, com temas como: “A falsa doutrina do arrebatamento”, “Arrebatamento Secreto, Invenção Jesuíta”, “A doutrina do arrebatamento protestante”, “A verdadeira história do arrebatamento”, dentre muitos outros títulos.     

Afirma-se que tal linha de pensamento é de cunho protestante. Mas, há alaridos de que alguns padres jesuítas falaram do assunto em tempos remotos quando não havia protestantismo. Fica então a pergunta: A doutrina do arrebatamento é de linha protestante ou “invenção” dos padres jesuítas?

Uma boa leitura e que o Senhor o abençoe impactante, poderosa e santamente! 
Cássio José dos Santos Sousa
Camocim – Ceará: 14 de Março de 2016
2.      A Doutrina do Arrebatamento.

2.1. O que é o arrebatamento?
A doutrina acerca do arrebatamento, sobretudo o Pré-Tribulacionista, está relacionada ao Retorno do Senhor Jesus, em sua SEGUNDA VINDA e ao evento da Grande Tribulação, e diz respeito ao fato de que os salvos, os cristãos, serão “retirados, raptados, roubados, arrancados, levados” desta terra pelo Senhor para “irem ao Seu encontro nos ares, conforme Jo 14, 1-3; Mt 24,40-41; Lc 17, 34-36; II Ts 2,1; I Ts 1,10;  4, 13-18; I Cor 1,8; 15, 51-52; Fl 3, 20-21; II Cor 5, 1-9... no tempo da Grande Tribulação, tempo em que o Anticristo, reinará durante 7 anos. Muitos concordam que o arrebatamento será antes da Grande Tribulação. Isso significa dizer que o Senhor preservará os que serrão arrebatados desse momento de derramamento da ira do Senhor sobre os ímpios, durante os 7 anos de Grande Tribulação!
O texto base para sustentar a coluna dessa doutrina encontrasse na primeira carta à Tessalônica, onde Paulo esclarece como será a relação entre vivos e mortos quando à Segunda Vinda do Senhor:
Se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, cremos também que Deus levará com Jesus os que nele morreram. Eis o que vos declaramos, conforme a palavra do Senhor: por ocasião da vinda do Senhor, nós que ficamos ainda vivos não precederemos os mortos. Quando for dado o sinal, à voz do arcanjo e ao som da trombeta de Deus, o mesmo Senhor descerá do céu e os que morreram em Cristo ressurgirão primeiro. Depois nós, os vivos, os que estamos ainda na terra, seremos arrebatados juntamente com eles sobre nuvens ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor”.
(I Tessalonicenses 4, 14-17)
A doutrina do arrebatamento faz parte dos estudos do dispensacionalismo, estudo que consiste na identificação de certos períodos de tempo bem definidos que são divinamente indicados, juntamente com o propósito revelado de Deus relativo a cada um. Dessa forma, do mesmo jeito que o Antigo Testamento, é o tempo do Deus Pai; o Novo Testamento, o tempo do Deus Filho; e agora, estamos na era do Espírito, em que a Igreja faz enfrentamento para a salvação de almas; haverá um período em que a Igreja (os que aceitaram a Jesus de Nazaré como seu Senhor e Salvador), será retirada desta terra para ir ao encontro do Seu Senhor nos ares, que é o arrebatamento. Alguns usam o termo translação da igreja. Segundo a interpretação de alguns autores de escatologia, o Dispensacionalismo divide os eventos futuros na seguinte ordem: O Arrebatamento, A Grande Tribulação, A Segunda Vinda de Cristo, O Juízo Final, As Bodas do Cordeiro. 

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Vitória definitiva da Família: Retirada ‘ideologia de gênero’ do Plano Municipal de Educação de São Paulo.


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A Câmara de Vereadores de São Paulo (SP) aprovou na terça-feira, 25, em segunda votação, o projeto que cria o Plano Municipal de Educação (PME), sem menção à ideologia de gênero. Toda a votação foi acompanhada de perto por católicos que se manifestaram a favor da família. Agora, cabe ao prefeito Fernando Haddad (PT) a sanção do texto, que terá validade de dez anos. A vitória da família foi expressa em uma massiva votação por parte dos vereadores: 43 votos contra e apenas 4 a favor da ideologia de gênero no plano.
“Parabéns aos padres, freiras, jovens, homens e mulheres de Deus, que nos dias 11 de agosto e ontem, diante da Câmara Municipal de São Paulo testemunharam a fé”, postou em seu Twitter o Professor Felipe Aquino, líder e intelectual católico brasileiro que esteve na votação.
O grupo de católicos chegou à Casa Legislativa na tarde de ontem, colocando-se em frente ao prédio com carro de som, bandeiras e camisetas. Além de proclamarem palavras contra a ideologia de gênero, uniram-se também em momentos de oração.
Manifestantes do movimento LGTB (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) também foram ao local, pedindo a inclusão da questão de gênero no PME.
Durante a votação, representantes dos dois grupos ocuparam as galerias sobre o plenário da Câmara, de onde acompanharam a discussão.
O texto aprovado é um substitutivo da Comissão de Finanças e Orçamento, que excluiu todas as referências à ideologia de gênero. Esse projeto já havia sido aprovado em primeira votação no dia 11 de agosto.
Ontem, após cerca de cinco horas de discussão, o projeto só foi votado às 20h, tendo como resultado 43 votos a favor e 4 contra. Entre os que se opuseram estavam os vereadores Claudio Fonseca (PPS), Juliana Cardoso (PT), Netinho de Paula (PDT) e Toninho Vespoli (PSOL), que havia incluído a ideologia de gênero no Plano inicial, quando este passou pela Comissão de Educação.
A petista Juliana Cardoso se referiu aos manifestantes que estavam defendendo a família como “grupos fundamentalistas religiosos”. Para ela, a inclusão das questões de gênero no PME seria promotora de “uma sociedade igualitária”.
O texto inicial do Plano que continha a proposta da ideologia de gênero previa: orientações pedagógicas com conteúdo sobre sexualidade, diversidade quanto à orientação sexual, relações de gênero e identidade de gênero; políticas de prevenção à evasão motivada por preconceito e discriminação à orientação sexual ou à identidade de gênero; preenchimento do nome social de alunos travestis e transgêneros no Censo Escolar; criação de protocolo para registro e encaminhamento de denúncias de violências e discriminações de gênero e identidade de gênero e a promoção contínua de formação da comunidade escolar sobre sexualidade, diversidade e relações de gênero.
Autor do texto aprovado, o vereador Ricardo Nunes (PMDB) manifestou sua posição “em nome da família” ao defender a retirada da ideologia de gênero do projeto. De acordo com ele, essa questão foi excluída por causa do consenso entre os vereadores de que crianças de 0 a 14 anos não vão para a escola para discutir opção sexual. “A gente acha que não é correto criança discutir sexualidade, se quer ser menino ou menina”, afirmou.
Ao fim, vereadores que deram seu parecer a favor do projeto sem menção à ideologia de gênero consideraram o resultado como uma “vitória da família”, pois, como indicou a vereadora Edir Sales (PSD), quem deve decidir como educar os filhos são os pais.
Nesta quarta-feira, o prefeito da capital paulista, Fernando Haddad (PT), sinalizou que deve sancionar o PME conforme foi aprovado na Câmara de Vereadores. Sobre a questão de gênero e o argumento de que tal ideologia levaria à igualdade e acabaria com a discriminação, o petista considerou que a Constituição Brasileira já assegura o direito de que todos são iguais perante a lei e ajuda a combater o preconceito.  O comentário de Haddad reforça a tese dos defensores da família de que não há no Brasil uma necessidade de mecanismos de proteção nos planos de educação para alunos ou pais de alunos que são gays, lésbicas ou transexuais.
O Plano aprovado, em sua meta 3.13, prevê que o município vai “implementar a Educação em Direitos Humanos na Educação Básica, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação e preconceito”.
A vitória foi celebrada por brasileiros também fora de Sâo Paulo e pode ser acompanhada nas redes sociais com a hashtag #somosfamília 
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